Julho 13, 2026

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O TBT do policial

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Queria contar uma história para vocês. Sou casado, eu 25 ela 26. Somos do Rio de Janeiro e viemos morar em outro estado. Sempre pedi ela pra realizar meu fetiche, no início brigamos bastante por ela não querer realizar, o tempo foi passando, ela não aceitou fazer com outro, porém na hora do sexo ela me chamava de outros nomes. Na cabeça dela ela nunca quis dar para outro, mas o tesão falava mais alto nas nossas transas.

Certa vez, brigamos feio e nos separamos. Ela voltou pro Rio de Janeiro. Uma semana depois, nos reconciliamos, e ela me contou que dormiu com um cara. Esse cara é um policial, média de 35 anos, e ela já havia transado com ele antes de me conhecer. Ela amou esse “TBT” e agora me disse: se for com ele, ela topa realizar meu fetiche, mas com outros ela acha difícil.

Quando ela soltou essa bomba, meu coração disparou. Não era ciúmes puro, era uma excitação doentia que me corroeu por dentro. Na mesma noite, fiz o que qualquer viciado em tesão faria: fui atrás dele nas redes sociais. Encontrei o Instagram do policial em dois cliques. Fiquei horas stalkeando cada foto. Ele é grandão, porte de academia, tem uns 1,85m, e em várias imagens aparece fardado, com a arma na cintura e aquele sorriso de quem sabe o que faz. Vi até uma foto dele sem camisa na praia, corpo todo tatuado, e confesso que meu pau endureceu na hora.

Desde então, não consigo parar. Todas as noites, enquanto minha esposa dorme ao meu lado, pego o celular, abro as fotos salvas dele e bato uma punheta gostosa imaginando a cena. Fico pensando na rola grossa dele entrando na buceta molhada da minha mulher, no jeito que ela deve ter gemido, no leite que ele deve ter esguichado dentro dela. Só de lembrar do que ela me contou, eu gozo litros, melando a mão inteira.

Mas aí vem o baque. Ela já deixou claro que topa repetir a dose, agora comigo sabendo, ou até comigo presente. O problema é que eu travei. Me masturbo pensando nisso repetidamente, gozo igual um adolescente, mas quando paro e penso em ver aquilo ao vivo, com meus próprios olhos, meu estômago dá um nó. E se eu não aguentar? E se o ciúmes destruir tudo? Será que estou realmente pronto para meter um terceiro entre nós, ou a fantasia é melhor só na minha cabeça e na ponta dos meus dedos? O que vocês acham?

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