Julho 22, 2026

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Amiga, bebida e putaria

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Desde que me conheço por gente, eu me considerava gay. Bem novinho já me sentia diferente dos outros garotos. Gostava de coisas mais delicadas e, claro, me interessava por outros caras. Isso fez minha família surtar comigo. Por sorte, sempre tive a Alice como melhor amiga e confidente. Ela era meu alicerce. Quando meus pais me expulsaram de casa, ela estava lá. A mãe dela me acolheu sem pestanejar.

Depois de um ano, no final do ensino médio, Alice se assumiu lésbica. Isso explicava por que ela sempre me entendia tão bem. A família dela lidou relativamente bem. Eu já tinha um emprego decente e combinamos de morar juntos quando entrássemos na faculdade. Passamos no vestibular e alugamos um apê pequeno em São Paulo: cozinha e sala integradas, dois quartos e um banheiro só. Era apertado, mas dava pro gasto com nossos salários.

Durante quase um ano dividindo o apartamento, rolou muita festa, namoricos e términos. Acabamos solteiros na mesma época, ambos destruídos. Numa noite, decidimos afogar as mágoas. Compramos umas bebidas baratas, o tipo que desce queimando e faz a cabeça girar rápido. O objetivo era esquecer os ex.

Sentados no sofá, já meio bêbados, eu soltei rindo:

— Acho que meu pai tinha razão… Essa história de gostar de homem é bobagem.

Alice retrucou na hora:

— Experimenta gostar de mulher então. Você vai voltar correndo pra um pau, seu viado.

Naquele momento, algo dentro de mim despertou. Eu nunca tinha olhado pra Alice com desejo. Já tinha visto ela de calcinha e sutiã mil vezes, ajudado a escolher roupa, mas nunca com malícia. Agora, largada no sofá com um shortinho curto e uma regata fina, a pele branquinha quase brilhando, magrinha mas com curvas deliciosas, boca carnuda e aqueles olhos esverdeados que hipnotizavam qualquer um… eu não conseguia parar de encarar.

Percebi que ela não estava de sutiã. Os bicos dos seios marcavam o tecido, duros e provocantes. De repente, meu pau reagiu como nunca. Ficou duro pra caralho, latejando dentro do shorts de academia. Era um volume absurdo, impossível de esconder. Eu sempre ouvia que era desperdício eu ser passivo com um pau daquele tamanho, mas nunca liguei. Agora ele me traía descaradamente.

Alice notou. Seus olhos se arregalaram.

— Migo, era pra beber e esquecer o ex, não pra lembrar dele

— disse, rindo.

Desconcertado, respondi sem conseguir tirar os olhos dela:

— Não é ele não… kkk.

— Oxi, então quem é? Boy novo? — perguntou com curiosidade.

Eu não consegui responder. Ela tinha se aproximado e eu via perfeitamente o contorno dos seios dela. Meu pau pulsava forte. Alice reparou na minha cara e no volume latejante. Ficou confusa por um segundo. Comecei a gaguejar desculpas, culpando a bebida, mas ela me interrompeu:

— Fica tranquilo. Na verdade… eu também tenho culpa. Nunca encarei um pau tanto na vida.

Aquilo me relaxou. Sorri.

— E eu nunca encarei peitos assim… tão de perto.

Ela se ajeitou no sofá, visivelmente mais à vontade.

— Você nunca ficou com uma garota, né? — perguntou.

— Você me conhece desde criança. Sabe que não. Mas sempre fui curioso. E você, já ficou com garoto?

— Só um selinho na escola. Nunca de verdade.

O silêncio ficou pesado, carregado de tesão.

— E se a gente se ajudasse? — soltei, envergonhado.

— Como? — ela perguntou, mas já sabia.

— Eu tô carente pra porra… você tá carente pra porra…

Mais alguns segundos de silêncio.

— Você tá sugerindo o que eu tô pensando? — perguntou ela.

Mil arrependimentos passaram pela minha cabeça, mas ela me cortou antes que eu me desculpasse:

— Eu toparia… Acho você um cara lindo, amigo. Vou culpar a bebida, mas ficar olhando você assim tá me deixando estranha.

Nos olhamos, envergonhados e excitados. Me aproximei.

— Tem certeza? — perguntei.

Ela só acenou com a cabeça.

Sem experiência nenhuma, eu subi em cima dela no sofá. Braços esticados, olhando de cima. Pela primeira vez via Alice indefesa, os olhos cheios de receio e desejo. Algo primitivo tomou conta de mim. Ataquei o pescoço dela, beijando e chupando com fome, enquanto minhas mãos percorriam aquele corpo macio — as curvas, a cintura fina, os seios firmes. Ela gemia baixinho, um gemido feminino que me deixava louco.

Alice passou as mãos nas minhas costas, desceu pro abdômen e finalmente agarrou meu pau por cima do shorts. Soltei um gemido rouco, grave, que nem eu esperava.

— Caralho… que diferente é segurar um — disse ela, rindo, apertando mais forte.

— Tá bom?

— Por ser seu… sim.

Aquilo acendeu um fogo em mim.

— Quer olhar de perto? — perguntei.

— Se você deixar… — respondeu com um sorrisinho safado.

Me deitei no sofá e ela se posicionou entre minhas pernas. Sua respiração quente batia direto no volume. Ela puxou o shorts e a cueca de uma vez. Meu pau saltou pra fora, grosso e latejante, batendo no rosto dela. Rimos juntos, mas logo o riso morreu. Alice olhava hipnotizada, respirando contra a cabeça rosada. Então estendeu a língua e lambeu devagar da base até a glande.

— Porra… — gemi.

Minha melhor amiga, que passou por tudo comigo, que sabia que eu era gay, agora lambia meu pau com vontade. Desleixada no começo, mas aquilo já era o maior tesão da minha vida. Ela chupou a cabeça, depois tentou engolir mais fundo. Segurei seu cabelo de lado, vendo aquela boquinha carnuda esticada ao redor do meu pau.

Ela forçava, engasgando um pouco, os olhos lacrimejando, mas não parava. Me masturbava com a mão enquanto chupava, cada vez mais rápido. Eu avisei que ia gozar, mas mal deu tempo. Jatos grossos de porra explodiram na boca dela. Alice engoliu tudo, se esforçando pra não desperdiçar, gemendo baixinho com cada jato.

Quando terminei, ela tirou o pau da boca, ofegante, com um fio de saliva e porra ligando os lábios.

— Okay, isso foi a coisa mais estranha que já provei — disse, limpando a boca

Eu ri, ainda zonzo. Achava que tinha acabado, mas Alice tirou a regata num movimento rápido, revelando os seios perfeitos, pequenos, com bicos rosados e durinhos.

Olhando pra mim com tesão puro, ela falou:

— Não queria experimentar uma mulher? Então vem… experimenta.

Mal sabia eu que aquilo tinha sido somente a ponta do iceberg..

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