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Julho 27, 2026

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Carona com a ex do amigo

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Era uma noite como outra qualquer, na época eu era solteiro então saia quase todo final de semana, morava em uma outra cidade, cidade relativamente pequena, tinha poucas baladas e acabávamos repetindo bastante, quase todo final de semana era na mesmo lugar, mesmas pessoas etc.

Dando um pequeno contexto; eu tinha esse amigo, vou usar nome simples:
João para meu amigo e Maria para a ex namorada:
Eles tinham acabado de terminar, era coisa de ter sido a alguns dias, eu inclusive, tinha insistindo para que ele saísse com a gente, para dar uma relaxada, ver gente e tal, mas ele recusou.

Pois bem, saindo da balada eu encontro justamente a ex namorada dele, ela era muito bonita! Cabelos castanhos levemente ondulados, pele bem branca, peito e bunda medianos, ela tinha dinheiro então sempre se vestia muito bem e se cuidava muito bom; foi uma cena bem estranha, ela tava acompanhada com um outro cara que eu não conhecia e parecia estar chorando, ela não tinha me visto ainda e eu escutei ela falando:
– quero ir para casa – ela falou meio se virando – não to me sentindo bem, não deveria ter vindo.
– Beleza, eu te levo para casa – o cara respondeu
– não, eu não confio em você eu vou pedir um uber – Ela respondeu meio se afastando

Eu pensei bastante no que fazer: não queria arranjar problema, mas confesso que fiquei com dó dela, ela era gente boa, enquanto eles namoravam a gente se dava bem, divertida engraçada. A casa dos pais dela era super próximo de onde eu morava, então frequentemente eu terminava o role dando carona para ela. Nunca aconteceu nada, deixava ela na frente de casa, esperava ela entrar pra ter certeza que estava segura e é isso, ia pra casa. O término deles tinha sido foda, ela tinha traído ele, e não foi tipo, um beijinho, foi coisa de confessar pra ele que tinha dado pra outro de tarde e ido para casa do João a noite. Obviamente ele não perdoou e terminaram.
Nisso eu passei por ela, ela olhou para mim com os olhos já cheios de lagrimas e lacrimejou mais um pouco.
– em você eu confio – ela disse baixinho
– Oi Maria… – falei meio sem jeito – Claro, tu ta indo pra casa? eu te levo, é caminho.
Ouvi o cara que tava com ela me xingar, coitado, o cara nem parecia pessoa ruim, talvez ele de fato só fosse levar ela para casa, mas enfim.
O caminho até a casa dela era relativamente rápido, cidade pequena, nada demora mais que 10/15 minutos de carro. No começo tava aquele silencio estranho, tentei quebrar perguntando como ela tava:
– não foi com esse cara – ela afirmou sem contexto – não foi com o cara da fila que eu trai o João.
– Ah, entendi – respondi meio sem jeito – bem, agora tu ta solteira, né? agora não tem problema
Silencio de novo até chegar na casa dela, parei um pouco antes do portão e meio esperei ela sair. Ela não saiu.
Passou um tempo num silencio mais estanho possível e falei:
– é… então, beleza, se cuida ent…
ela me interrompeu com um beijão molhado e gostoso.
– Agora eu to solteira, né? agora não tem problema – ela falou sorrindo com os olhos ainda molhados.
Eu não tive força, não consegui ser um bom amigo, continuei o beijo, tirei o cinto do carro e fui beijando, passando a mão pelo corpo dela, sempre achei ela gostosa mas sempre respeitei o relacionamento deles, ela que não teve o mesmo respeito. Ficamos no beijo por alguns minutos, até que ela começou a escorregar a mão na minha calça, meu pau já tava latejando de duro. Abaixei um pouco as calças e a cueca e inicialmente ela só pegou meu pau com a mão, olhou fixamente para mim, como que esperando uma autorização. Eu autorizei.
Ela caiu de boca no meu pau, galera, que boquete gostoso! Acariciei o cabelo dela jogando para o lado para ter uma visão limpa dela engolindo meu pau, os lábios dela roçando na cabeça bem devagarinho. Avisei para ela que não ia aguentar mais muito tempo e ela aumentou a velocidade, gozei na boca dela. Ela engoliu com uma facilidade incrível e olhou para mim quase decepcionada.
– po, não tava esperando isso – Falei um pouco envergonhado
– Você aguenta mais uma? – ela perguntou abaixando um pouco o sutiã e mostrando os peitos. Que peitinhos lindos, tamanho perfeito que cabe na mão, formato de gota, com os mamilos bem marronzinhos. O pau subiu na hora. Ela nem esperou minha resposta.
Começou a me chupar de novo, dessa vez um pouco mais devagar, a língua subia e descia. Ela parava, olhava no fundo dos meus olhos, dava um beijinho na cabeça do pau e depois chupava de novo; agora sim, agora aguentei o tempo certo, quando ela percebeu que eu ia gozar de novo, aumentou mais uma vez a velocidade e gozei de novo na boca dela. Engoliu tudo e fez questão de abrir a boca para mostrar.
Me cumprimentou com um beijo de amigo, na bochecha, agradeceu a carona e abriu o portão, eu esperei ela entrar pra ter certeza que estava segura e é isso, fui pra casa.

Até encontrei ela depois disso, cidade pequena, mas só nos cumprimentamos de longe e seguíamos a vida, nunca falamos sobre o que aconteceu, nem mesmo o João sabe disso.

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