Traição na piscina
Namorei por 2 anos até descobri que meu namorado conversava com outras no Instagram. O engraçado era que ele era muito ciumento e sempre queria saber com quem eu conversava, e eu bobinha achava isso super fofo. E depois que minha irmã casou e foi morar num condomínio, ele ficou cheio de ciúmes com os outros meninos de lá.
Ele tinha razão em ter ciúmes. Eu recebia vários olhares e algumas cantadas, mas eu era fiel até na escola, quando estudamos em horários diferentes. Bem, fui fiel até ver as conversas no celular dele e a gente brigar feio. Fiz questão que ele soubesse que eu tinha ido passar o domingo na casa da minha irmã.
Tinha o Marcos, esse garoto era bem a fim de mim. Meu namorado morria de ciúmes dele. E sabe quem mandou uma mensagem assim que me viu subindo o elevador do condomínio? Isso mesmo. Marcos. Eu acabei desabafando com ele sobre meu namorado e ele foi um fofo escutando tudo e me dando conselhos.
Tudo bem, ele era um moreno bem bonito. Mais alto que meu namorado e tinha um sorriso perfeito. Eu pensava sempre que se eu fosse solteira, eu não pensaria duas vezes. Eu queria só desabafar e talvez fazer ciúmes ao meu namorado, mas aquele garoto era bom de papo.
Marcos e eu conversamos tanto aquele dia que quando olhei pro relógio já era quase dez da noite. Então ele me fez um convite:
– Quer ir pra piscina, só eu e você? A gente conversa melhor lá.
A minha versão certinha teria recusado na hora, mas eu estava magoada de verdade com meu namorado e Marcos tinha sido tão atencioso comigo me ouvindo o dia todo que não tive como recusar.
Estava tudo escuro na piscina. Ninguém era louco o suficiente de tomar banho àquelas horas, só Marcos e eu. Sentamos na borda da piscina, um do lado do outro. Ele me beijou e eu retribuí o beijo. Eu estava nervosa demais porque aquilo era uma traição e eu nunca tinha feito aquilo.
Mas foi só um beijo rápido.
Eu já estava me sentindo um pouco melhor. Entrei na piscina. É claro que eu tinha vestido meu biquini branco (que meu namorado morria de ciúmes quando eu usava) e fiquei surpresa quando Marcos ficou só de sunga branca (combinando comigo). Só bastou um segundo pra eu reparar no seu peitoral definido, no abdômen tanquinho e naquele volume grande da sunga.
Mergulhamos algumas vezes e brincamos jogando água um no outro. Marcos se aproximou de mim novamente e demos outro beijo. Ele era bem alto então tive que ficar na ponta dos pés. Esqueci de todos os meus problemas com aquele beijo. Fiquei presa naquele abraço forte e suas mãos foram rapidinhas descendo da minha cintura para a minha bunda. Ele apertou forte.
Senti o volume da sua sunga crescer e ficar mais rígido. Pressionei meu quadril mais pra frente desejando sentir mais e Marcos simplesmente colocou seu pau para fora. Me afastei do beijo para ver o tamanho e eu fiquei de boca aberta.
Passei 2 anos sentando no pau pequeno/mediano do meu namorado, é claro que fiquei surpreendida com o pau que parecia mais uma lata de desodorante. Tanto em tamanho quanto em grossura. Como que Marcos guardava aquilo tudo dentro da sunga?
Não fiz nenhum comentário a respeito do tamanho do seu pênis, mas a minha expressão era fácil de ler. Eu quase babei.
Marcos e eu nos beijamos de novo, em pé naquela piscina. Eu estava escorada na borda, então ele só levantou uma das minhas pernas e afastou meu biquini para o lado. A primeira metida sempre é a mais gostosa, ainda mais com um pau daqueles. Foi uma delicia sentir tudo entrar devagarinho e esticar minha buceta. Eu estava bem molhadinha e a água da piscina ajudava.
Marcos metia suavemente me olhando nos olhos enquanto eu fazia caras e bocas a cada estocada. Fazia tempo que eu não transava com tanta vontade. Tanto desejo. E aquela tensão de estarmos transando na piscina do condomínio fazia tudo ficar mil vezes melhor. Eu ficava com mais tesão quando sentia a respiração pesada dele no meu ouvido.
Eu virei de costas e empinei bem minha bunda. Meu namorado adorava aquela posição e pelo visto Marcos também. Ele me chamou de gostosa, e dizia que eu tinha um “rabão gostoso”. Eu tinha muita prática em rebolar e fiz isso, deixando Marcos com ainda mais tesão. Ele segurou minha bunda com as duas mãos com força e meteu mais rápido. Foi tão forte que a água transbordava da piscina. Eu gozei tanto naquele pau que minhas pernas ficaram fracas. Marcos tirou alguns segundos antes de gozar. Sujando minha bunda e minhas costas com seu esperma.
Fiquei com meu namorado por mais alguns meses e nunca disse nada sobre Marcos. Eu me sentia uma vagabunda ficando com os dois, mas ao mesmo tempo era uma aventura bem gostosa. Marcos e eu nunca namoramos oficialmente. Eram apenas transas aos finais de semana no elevador, nas escadarias, e claro, na piscina.


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