Julho 28, 2026

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Minha vizinha escandalosa

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Aconteceu há vários anos, quando finalmente terminei o colégio e decidi morar sozinho. Era num complexo de apartamentos não tão grandes mas confortáveis. No começo não tinha nenhuma interação com algum vizinho, pois naquela época ainda era comum o isolamento por causa de certa doença.

A dois apartamentos do meu tinha uma vizinha jovem adulta, meio gordinha, piercings, mas com uns peitos enormes. Dava pra notar que era estudante morando sozinha, porque eu via ela chegando quase no mesmo horário em que eu voltava do trabalho, no fim da tarde/noite. Mas tinha fins de semana onde se ouvia música bem alta do apartamento dela. Outras noites esporádicas, quando tinha silêncio, dava pra ouvir uns gemidos bem fortes, mas ninguém dizia nada nem soube de reclamações. Na verdade, numa noite dessas, eu saí no corredor e confirmei que aqueles barulhos vinham mesmo do apartamento dela. Ela gemia com muito prazer e eu imaginava como estavam fodendo ela.

Foram muito poucas as vezes em que a gente se esbarrou, até que numa ocasião, no elevador, subimos juntos. Puxei conversa sobre morar ali, o que a gente fazia, etc. Chegamos no nosso andar e conversamos no corredor. Perguntei se ela não tinha recebido reclamações dos vizinhos sobre a música, haha, e ela disse:

— Ah, isso não é nada, também não me preocuparia se me disserem que me ouvem gemendo.

Fiquei surpreso, mas ela era uma garota bem desinibida e eu entrei na brincadeira:

— Ah, então eu também já te ouvi e olha, você curte mesmo. É seu namorado que te come bem?

— Nada, não tenho namorado. Adoro beber até ficar bêbada e brincar com meu dildo ou me masturbar. Agora faço isso muito mais seguido porque moro sozinha…

— E você não gosta de uma pica de verdade?

— Claro que sim, com amigos, colegas da escola e algum vizinho haha. Mas sempre tenho que beber e fazer, adoro essa sensação.

— Nossa, então numa noite que você estiver de folga, deixa eu te convidar pra uns drinks.

— Por que não agora? Tenho bastante vodka que ia tomar sozinha.

A verdade é que não sou muito fã de beber demais, mas se fosse pra foder, eu tava dentro.

Cada um entrou no seu apartamento, me troquei por algo bem mais confortável, peguei as camisinhas e fui direto pro dela. Entrei e ela tava com uma camiseta oversized e mesmo assim dava pra notar muito bem os peitões sem sutiã e uma saia. A gente sentou no sofá e, entre a conversa, a gente tomava shots de vodka que não demoraram a fazer efeito. Comecei a acariciar as pernas grossas dela e ela não parava de apertar minha pica. Subi mais a mão até que percebi e falei:

— Ah, mocinha, você não tá usando nada por baixo e já tá bem molhadinha.

Então comecei a dedar ela pra ficar mais molhada. Ela levantou a camiseta e os peitões saltaram pra fora, balançando. A verdade é que eram tão perfeitos, branquinhos, com uns mamilos lindos. Não hesitei em beijar eles, pegar com as mãos, eles eram tão firmes e pesados. Imediatamente comecei a chupar e sugar aqueles mamilos, tava com tanto desejo neles.

Ela se levantou e, de tão molhada que tava, montou na minha pica. Eu ia colocar a camisinha, mas ela disse que não, que gostava muito mais assim. Eu não sabia o que fazer, mas com o tesão que tava, não coloquei.

Era tão quentinha, dava pra sentir cada centímetro entrando. E os movimentos de quadril que ela fazia eram tão fortes e gostosos. Ela começou a gemer e cada vez mais alto. Mesmo não sendo cem por cento da nossa foda, ela não parava de gemer e massagear os próprios peitos.

Eu sentia que ia gozar, ela não parava de pular e montar como uma louca, até que senti meu sêmen escorrendo dentro dela. Fiquei exausto e ela não parava de ofegar. Ela saiu de cima, o sêmen escorria tão gostoso daquela buceta. Ela se ajoelhou, tomou mais dois shots de álcool e começou a fazer o que eu mais amo: uma espanhola! Sentir aqueles peitões apertando meu membro era incrível. Ela cuspia pra ficar mais escorregadio, não parava de fazer movimentos, nem eu de foder aquele par enorme até que gozei de novo.

Em outra ocasião, ela visitou meu apartamento. Depois de beber, dessa vez a gente começou com uma espanhola, a gente tinha lubrificado os peitos e a sensação foi muito melhor. Depois, ela colocou um vibrador no cuzinho enquanto eu enchia de novo a buceta dela. Agora sim, ela não parava de gemer mais alto e se contorcer. Eu senti ela escorrendo na minha pica e gozei de novo dentro dela, pulsando. E ainda com sêmen, ela colocou na boca, ela realmente adorava fazer garganta profunda.

Era fascinante transar com ela, minha nova parceira sexual. Na verdade, quando a gente já combinava por mensagem como ia ser a foda, o que a gente ia fazer quando se visse, contando como a gente ficava excitado, ela me mostrava os peitos e eu minha pica. A gente combinou de fazer no prédio. Adoramos a ideia de fazer na escada de serviço. Naquele dia ela usou saia de novo, sem nada por baixo, queria fazer por trás, então pra essa ocasião eu levei camisinha.

Já era noite, a gente ficou num certo andar na escada. Ela chupou um pouco, a gente adorava a adrenalina de ser visto e ouvido gemendo. Depois coloquei ela de quatro sobre os degraus, levantei a saia dela pra saborear aquela bunda enorme, coloquei a camisinha e simplesmente enfiei. Tava apertadinha e tentei enfiar um pouco mais, até onde dava. Não parava de me mexer e ela gemia gostoso de dor. Ficamos assim por um tempinho até que tirei a camisinha, me masturbei e gozei na bunda dela. Ela não se limpou, ajeitou a saia e foi dormir assim.

A gente não parava de transar quando ela voltava da escola e eu do trabalho. Era intenso e forte. Eu cancelava alguns planos pra ficar com ela. Na verdade, umas férias de dezembro a gente ficou junto só pra transar o dia inteiro, o tempo todo. Sendo honesto, eu não era o único com quem ela transava. Ela me confessou que já tinha feito algumas vezes com o porteiro do prédio e um vizinho mais velho do andar de cima. Aproveitei o tempo que pude, até que o contrato de aluguel dela terminou pouco mais de um ano depois, porque ela ia fazer intercâmbio no último ano da escola. Sabia que lá também ela ia transar como nunca, mas fiquei feliz por ela. A gente transou pela última vez. Uns seis meses depois, eu também saí daquele apartamento por um melhor, infelizmente sem uma vizinha tão maravilhosa haha.

Já faz um tempo. De vez em quando lembro dela, vejo as recordações que guardo e elas me ajudam a bater muita punheta.

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