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Trabalho em grupo
Eu sempre fui uma menina muito, muito safada. Na época da escola, na minha rua e em alguns outros lugares, eu era conhecida como a vadiazinha da rua dois, e eu adorava manter essa popularidade. Minha mãe trabalhava muito, então tinha bastante tempo para fazer minhas besteiras, mas até então nunca tinha feito o ato de fato, apenas deixava todos os garotos e garotas (as que se atreviam claro), doidos/as com minha bela boquinha.
Eu tinha uma grande amiga, Clarinha, essa tão safada quanto eu (na época, hoje ela é evangélica kkkk), então nós montamos um plano: tinha um trabalho da escola que exigiria um grupo de cinco pessoas, eu e Clarinha juntamos os garotos que a gente tinha uma quedinha e montamos o grupo.
Então nosso grupo marcou um dia para fazer o trabalho na casa de Clarinha, estaríamos sozinhos e nossa ideia era fazer bastante putaria. Quando chegou o dia, eu e Clarinha esperamos os outros três do grupo com roupas bem piriguete, shortinhos que não cobriam quase nada da nossa bunda, além de tops que deixavam nossa barriguinha amostra.
Quando eles chegaram, notaram nossas roupas, um deles foi bem malicioso e deu um toque um pouco mais baixo quando nos abraçou, cada uma de nós deu beijos bem quentes nas bochechas deles com abraços bem fortes. Ficamos sim algum tempo estudando e fazendo o trabalho, mas com vários avanços meus e de Clarinha, nós não aguentamos.
Tudo começou quando uma hora eu fui pegar um lápis que havia caído no chão, me empinei muito, muito mesmo, minha bunda ficou quase completamente à mostra, apareceu até um pedacinho da minha calcinha de renda rosa bem, bem safada. O mesmo garoto que havia sido um pouco mais ousado antes se levantou e sem nenhum medo deu um tapa na minha bunda.
— Que isso? — fingi surpresa obviamente para dar um susto nele.
Foi muito engraçado ver o rosto dele ser tomado por espanto, os outros dois garotos também se assustaram olhando um para o outro.
— Mas vocês duas estão… — ele gemeu meio desesperado.
Me aproximei dele com um sorriso bem safado e maldoso.
— Calma bebê, só estou brincando. — eu disse me inclinando e dando um beijo na boca dele.
Ele se assustou, mas no momento seguinte me agarrou e me beijou de novo, agora de língua. Clarinha se desatou a rir, os outros dois ficaram meio confusos.
— Finalmente… — eu disse após o beijo se partir. — Eu e a Clarinha estamos querendo um pouco de diversão.
Clarinha se levantou com um sorriso.
— Vocês são muito lentos, estamos há um tempão tentando fazer vocês virem para cima da gente… — ela disse se aproximando de um que estava sentado, (este vamos chamar de Tiago). — Mas vocês simplesmente não agiram!
Ela se inclinou e deu um beijo na boca dele, a mão desceu pelo peito, depois a barriga e então pousou na virilha.
— Sabe, a gente quer transar, o que acham? — eu disse, também apalpando a virilha do que eu estava beijando, (este vamos chamar de Caio).
O outro se levantou com um sorriso e puxou a camisa jogando para longe, esse tinha um corpo bem atlético, (vamos chamá-lo de Carlos).
— Vamos então fazer uma festinha. — ele disse já desabotoando a calça.
Eu e Clarinha sorrimos, enquanto eles olhavam um para o outro com sorrisos e surpresos com a sorte que haviam ganhado, nós duas começamos a tirar nossos tops: os peitos de Clarinha eram um pouco maiores que os meus, ela era parda com uma pele bem lisinha, assim como eu ela descoloria os pêlos do corpo, com belos cabelos pretos que caiam quase a altura da cintura.
O que estava na minha frente agarrou meus peitos no mesmo instante, em poucos segundos se inclinou botando os bicos na boca, senti uma cosquinha tão gostosa se apossando do meu corpo. Eu sou branquinha, tenho olhos bem azuis quase cinza, cabelos castanhos claros e uma cinturinha violão, na época eu era perfeita.
Enquanto ele chupava meus seios eu comecei a desabotoar a calça dele. O outro que não tinha nenhuma de nós na frente, tirou o pau para fora, era bem grande, esse na verdade era o maior dos três. Clarinha também começava a tirar o pau do outro da calça e em poucos segundos todos nós estávamos palados e os garotos todos com os paus bem, bem duros.
Eu e Clarinha colocamos os três sentados no sofá, eles lado a lado, com os paus para cima, deixamos o Carlos no meio para nós duas termos acesso, afinal, este era o que tinha o maior cacete dos três. Nós duas nos ajoelhamos na frente do sofá, os garotos nos encarando.
Eu fui a primeira, já tinha mamado alguns vários paus, peguei o da esquerda com a mão cheia, comecei a dar uma punhetada leve naquele cacete, o garoto gemeu baixinho.
Clarinha foi logo em seguida, pegou o outro com a mão macia, o desse era o menor, ele também gemeu, Clarinha sorriu e apontou com a cabeça e se inclinou no mesmo instante, abocanhou o cacete dele com tudo, conseguiu colocar tudo dentro, o garoto derreteu num gemido.
Eu usei a mão livre para alcançar Carlos no meio para punheta-lo levemente também, inclinei e comecei os trabalhos no garoto a minha frente.
Clarinha mamava Caio botando fácilmente o pinto inteiro dele na boca, o garoto quase não se aguentava, a garota era realmente muito boa. Indo para cima e para baixo, ele era o que gemia mais alto, apertando com força o encosto do sofá, logo, logo ele jorrou enchendo a garganta da menina com leite quente e grosso. Ela puxou cuspindo o líquido pra fora com uma tosse dolorida.
— Merda! Você… — ela tossiu. — você devia ter avisado, caralho! — ela reclamou com bastante raiva.
Enquanto isso ocorria eu continuei no Tiago, o dele era bem grossinho, então na conseguia enfiar completamente na boca, mas eu era a melhor boqueteira da cidade, pelo menos alguns já haviam falado isso. Coloquei um pouco mais da metade do caralho dele na boca, chupando forte para cima e para baixo, a outra mão punhetava Carlos no meio que sorria com malícia.
Quando Clarinha terminou com Caio, ela tirou minha mão do cacete de Carlos.
— Termina aí… — ela disse com um sorriso. — Eu cuido dele.
Eu fiquei com raiva, mas Tiago era bem resistente, suspeitei que talvez ele não fosse virgem, diferente de Caio. Continuei chupando com força, e já que podia prestar toda a atenção no garoto a frente, usei minhas mãos para acariciar as bolas peludas que estendiam abaixo do cacete dele.
A garganta de Clarinha era bem funda, mas mesmo assim ela não conseguiu colocar todo o cacete de Carlos na boca, porém mesmo assim ela forçava com toda a força que tinha, engasgando naquele cacetão, mamando com força, a mão de Carlos pousou nos cabelos negros da menina e forçou ainda mais.
Eu continuei, mamando e mamando, sentia o cacete de Tiago pulsar, e pelas minhas experiências ele estava próximo de leitar gostoso na minha boca. O assento do sofá estava bem molhado, encharcado com minha baba, e eu continuava, até que ele gemeu bem alto. Eu não tirei o pau dele da minha boca, senti o pulsar de seu cacete ficar, mais e mais forte e então ele encheu minha boca em segundos, foi muita, muita porra. Eu tirei tossindo leite na perna dele e no chão, até mesmo caiu um pouquinho na perna de Clarinha que nem se importou, estava ocupada demais com o cacete de Carlos.


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