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A academia e a vizinha
Aproximadamente há uns seis meses eu comecei a fazer academia. Eu nunca fui muito de treinar, sempre achei chato e mesmo tentando algumas vezes, nunca consegui assinar mais do que três meses de mensalidade porque sempre desanimava e acabava dropando depois de três semanas ou, nos melhores dos casos, depois de dois meses. Não sei dizer por que, mas nunca consegui manter uma consistência… pra mim aeróbico é muito mais divertido e estimulante. Bom, nessa academia que eu estou indo agora, é ofertado um plano que eu tenho direito a fazer algumas aulas oferecidas e não apenas musculação. Ou seja, duas vezes por semana eu vou para aula de fit dance e é lá que essa história começa (basicamente só vou para aula de fit dance e malho, tipo, uma vez por semana kk).
Como é de se esperar, a maior parte das pessoas que frequenta essa aula são mulheres, num geral, um pouco mais velhas que eu. Não tem como dizer que são todas coroas, mas a maior parte é 40+, talvez um pouco acima do peso e que estão ali no meio da tarde pra desbaratinar um pouco, sair do tédio, entrar em forma para os seus maridos enquanto mantém uma vida social ativa com outras mulheres da mesma idade. Nas aulas que participo são ao todo 12/13 alunos. Tem eu e mais um outro rapaz de homem e o restante é mulher. Eu não converso com todas, claramente, sou meio tímido, mas é sempre muito legal vê-las interagindo e se esforçando para melhorar o físico. Tirando essas moças mais velhas, tem uma adolescente/pré que vai de vez ou nunca pra aula. Ela é bem gordinha e dá pra ver que está querendo emagrecer, mas falta bastante às aulas. Tem uma moça um pouco mais velha, julgo que seja um ou dois anos mais nova que eu, mas é muito fechada e não dá abertura para ninguém, nem para as outras mulheres se aproximarem. O resto são essas mulheres mais velhas que eu comentei.
No começo eu mal conversava com a professora. Aos poucos fui tentando agir mais descontraído e logo fiz amizade com o outro rapaz. Seu nome é Luiz. Ele é claramente gay. Antes mesmo de trocar meia dúzia de palavras com ele, pelos seus trejeitos, já era bem claro. Bom, quando foi no começo do mês passado, numa das aulas, uma das mulheres chegou já no meio da aula e, em vez de ir para o lado das outras moças veio para o nosso lado. Acho que por uma questão de respeito a todo mundo eu e o Luiz ficamos do outro lado do salão, que acaba não sendo muito grande. A gente por ser mais alto acaba ficando na fileira de trás e deixa as moças na frente do outro lado. Bom, todo mundo se respeita para evitar qualquer situação desconfortável.
Nesse dia, essa mulher fez a aula do nosso lado e percebi que provavelmente rolou algum atrito com as outras, porque elas estavam cochichando entre si e olhando para trás, enquanto a moça que veio ao nosso lado fazia um esforço pouco natural para fingir ignorá-las. A princípio Luiz olhava para mim com aqueles olhões dele como quem quer muito comentar sobre, mas não pode… Bom, a aula foi rolando e nesse dia fizemos um silêncio ensurdecedor que até a professora brincou com Luiz perguntando quem havia morrido para ele não estar falando pelos cotovelos. Ele deu um riso meio desconcertado e logo voltamos a focar nas coreografias.
Como de costume, no meio da aula a professora fez uma pausa de 5 minutos pra todo mundo se hidratar, ir ao banheiro e dar uma descansada mais longa. Nesse intervalo eu e Luiz nos afastamos e fomos sentar no canto da sala. Conversamos sobre a situação e da possível treta entre as moçoilas (como a gente gosta de chamar o grupinho delas, porque ‘senhoras’ poderia soar um tanto quanto pejorativo). Ficamos conjecturando sobre o que poderia ter acontecido e do absoluto nada ele me fala: “Vamos tirar a dúvida agora!” e levanta a mão em direção a mulher que fez o começo da aula do nosso lado e estava voltando toda suada e ofegante enquanto bebia água.
Ela era até que bonitinha: Cabelos longos, lisos e escuros. Sempre com um rabo de cavalo bem preso, usa óculos mas o tira antes de começar a aula. De rosto meio arredondado e daquelas que fica bem vermelha quando começa a se exercitar. Tem um corpo meio gordinho, mas nada que ofusque suas curvas… Sendo bem honesto, ela é daquele tipo de mulher que combina com um corpo mais cheinho. Sabe aquelas mulheres que quando engordam os peitos crescem, as coxas engrossam, o quadril fica mais largo e a bunda mais farta? Ela é exatamente assim. Aparenta ter o rosto meio sério e intimidador, mas não demora muito e logo demonstra ser alguém de sorriso fácil… Assim que percebeu que Luiz a havia chamado, veio até nós com um sorriso meio tímido. A vendo de perto era possível notar algumas marcas de expressão, mas isso não diminuía em nada seu charme e a presença agradável que emanava. Assim que chega perto de nós, Luiz dá dois toquinhos no chão ao seu lado e diz para ela sentar.
A moça me olha meio sem entender, mas como quem estava se aventurando com algo fora da rotina, senta ao lado de Luiz e de frente pra mim, faz perna de índio e se senta sorrindo. Ela me encara um pouco e dá oi, mas logo Luiz já assume o controle da conversa: “Amiga, a gente se mata de dançar pelo menos 2 vezes por semana juntos… sua a camisa, quase cai duro no chão e eu nem sei ainda o seu nome! Eu sou Luiz e esse é o Gustavo.” Meio sem graça aceno com a cabeça e ela retribui. Eu tento manter os olhos na altura dos olhos dela, mas vez ou outra minha visão descia rapidamente pelo seu corpo. Dado momento ela parece notar meu olhar, mas rapidamente disfarço. Finalmente então ela responde: “Oi, gente! Eu me chamo Tainara.”
O tempo do intervalo acabou mas a conversa continuou. Descobrimos que a Tainara estava meio longe das outras porque alguém estava espalhando fofoca sobre ela e as outras mulheres acreditaram. Ela não deu detalhes sobre qual era a fofoca naquele momento, mas aparentava estar bem chateada com toda a situação. Depois disso começamos a formar um grupinho de três e fomos conhecendo mais da Tainara.
Ela havia se mudado para Curitiba junto de seu marido há pouco mais de um ano, não podia ter filhos devido a uma endometriose que ficou intratável há alguns anos e teve de retirar o útero. Por conta disso entrou em um quadro depressivo e só agora estava tendo forças para sair de casa e procurar fazer alguma atividade. Acabo contando um pouco de mim e Luiz fala um pouco mais dele também. Do nada parecíamos ser um grupinho de amigos do ensino médio. Ou melhor, da faculdade: Uma galera meio nada a ver um com outro, com idades discrepantes, realidades diferentes, mas que acabam construindo aquela amizade improvável.
Tudo mil maravilhas, certo? Certo! Exceto por um pequeno porém… Há umas três semanas, numa das aulas de terça-feira eu acabei chegando um pouco mais cedo, uma horinha antes, porque planejava treinar naquele dia. Quando passo na recepção me deparo com ela sentada num dos sofazinhos que tem lá. Estava sentada, mexendo no celular enquanto apoiava um dos cotovelos no braço do sofá e roía a unha. Estava claramente com a cabeça longe. Vejo que tem um sofazinho vago ao seu lado e me sento ao seu lado.
“E aí, mulher? Tá tudo bem? Parece que tá em outro mundo!” Ela me percebe e leva um susto. Logo me dá aquele sorriso meio sem graça que eu já estava começando a aprender a ler. “Oi, Gustavo! Estava viajando aqui. Tá tudo bem sim. Já está dando a hora da aula?” Mas só pelo tom de voz dela, eu sabia que não estava. Apesar de ser curioso e querer saber o que havia acontecido, eu tento deixar pra lá, visto que não tínhamos tanta intimidade assim para eu ficar insistindo pra saber o que que estava acontecendo. Mudo de assunto e a respondo: “Nada, falta uns 50 minutos ainda. Cheguei mais cedo pra dar uma treinada. E o que que você tá fazendo aqui já?”
Ela fica meio sem graça de responder, diz que não quer atrapalhar e me manda ir treinar. Eu percebo que ela estava muito querendo conversar, mas estava meio sem jeito de falar e a convido para vir treinar comigo e aproveitar um pouco da assinatura da academia (assim como eu, ela assinava a mensalidade do plano mais caro e só ia para as aulas de dança). Ela ri e me diz que não gosta de musculação. Respondo que eu muito menos, mas que precisava fazer valer os R$280,00 da mensalidade. Tainara me responde com uma risada e me diz que eu estava certo. Tento dar uma cutucada nela para que me acompanhe e digo: “Vamos mulher. Treinar esse glúteos.” Ela me retribui com outra risada e me indaga: “Por que? To precisando treinar? Tá falando que tenho bunda pequena ou que tenho a bunda caída?” Fico meio sem jeito, mas tento manter o clima descontraído e digo: “Prefiro me abster!” e logo passo na catraca para entrar na área dos equipamentos. Complemento dizendo: “Vou indo porque senão não dá tempo…”
Tainara ri e me acena com a mão. Guardo minha mochila no armário e entro no vestiário. Me troco rapidamente, coloco meu short e camisa de treino. Vou até o personal e peço a minha ficha, ele me entrega e vou treinar. Como fazia musculação no máximo 2 vezes por semana, meu treino é full body, então todo dia é a mesma coisa. Como era por volta das 14:30 a academia estava vazia, então eu conseguia fazer os exercícios na ordem que eu queria. Resolvi começar pelo leg press. Coloco meu fone de ouvido e parto para o treino.
Passa uns 10 ou 15 minutos, eu já estava indo para o meu terceiro exercício quando vejo Tainara se aproximando de mim. Tiro o fone e ela já se aproxima fingindo estar ofendida: “Eu vim treinar um pouco porque você me falou que tenho bunda caída.” Eu dou uma risada e digo que eu nunca falei que ela tinha bunda caída. Ela insinua: “Então você tá dizendo que a minha bunda é pequena.” Eu acabo então confessando: “Mulher… sua bunda é ótima. Só falei aquilo pra entrar na sua mente e te fazer vir me fazer companhia enquanto treino.” Ela aparenta não acreditar muito e me diz: “Vou falar pro Luiz brigar com você, porque você falou que minha bunda é pequena e caída.” e cai na risada. Percebo que ela está apenas brincando e fico aliviado. Não sabia até onde podia brincar com ela, mas percebo que ela é muito mais de boa do que eu imaginava.
Nisso ficamos conversando, ela a princípio só ficava ao meu lado enquanto eu fazia algum exercício nos aparelhos. Aos poucos Tainara foi se soltando e seguimos conversando. Nisso, percebendo uma abertura eu questiono: “Está tudo bem mesmo? Estou te sentindo meio pra baixo… é só impressão minha mesmo, mesmo?” Ela me olha, dá um suspiro meio sofrido e seus olhos começam a marejar. Fico meio sem jeito e logo me arrependo de ter perguntado. Saímos um pouco da área onde ficam os aparelhos e nos sentamos no chão. Ela acaba se abrindo e diz que está passando por um momento muito difícil em casa. Que desde que realizou o procedimento cirúrgico da remoção do útero ela se sente muito mal, que aos poucos começou a sair de casa, recuperar a autoestima mas que se sente terrível por nunca poder dar um filho ao seu esposo. Ela diz que esse sempre foi um sonho dele ser pai. Apesar de querer também ser mãe, ela acabou aceitando muito cedo a ideia de nunca poder ser, mas seu marido não havia perdido a esperança até o dia da cirurgia.
Ela segue contando do ocorrido até que finalmente chega no motivo de estar tão abalada: “Desde a minha operação meu casamento não é mais o mesmo. O médico falou de 2 a 3 meses sem relações sexuais, mas já fazem quase 3 anos que meu marido sequer encosta em mim. Me desculpa por falar disso tão abertamente, mas é algo que vem me matando… No começo eu achei que era somente porque ele estava abalado com a questão de não podermos ter filhos, mas esse fim de semana eu descobri da pior forma possível que meu marido está tendo um caso. Li algumas mensagens em seu celular e descobri que ele possui dois números de telefone, que eu sequer sabia da existência. Fiquei sem saber o que dizer ou fazer. Passei sábado e domingo em completo silêncio e ele sequer percebeu que algo tinha acontecido. Ontem tomei coragem e fui confrontá-lo. Sabe o que ele me falou? Você tem noção?” Eu apenas balanço minha cabeça negativamente enquanto a observo segurar as lágrimas.
“Ele não negou. Ele sequer negou. Ele me olhou nos meus olhos, pediu desculpas e falou que era verdade. Disse que sentia muito, mas tinha tempo que nós não éramos mais um casal e que ele sequer me enxergava como mulher mais. Falou que se sentia mal de me esconder aquilo e por isso deixou de apagar as mensagens do celular… Admitiu inclusive que nem mais deixava o outro telefone escondido no carro. Trazia para dentro de casa e deixava largado dentro da sua gaveta de roupas íntimas na esperança de que um dia eu encontrasse e acabasse com tudo.”
Eu não sabia o que falar naquele momento… busco qualquer palavra de consolo, mas nada me vem em mente. Tento usar meu tom de voz mais empático e digo: “Meu Deus… Eu sinto muito! De verdade… Desculpa te fazer falar dessas coisas aqui. Não tinha noção de que estava passando por isso.” Ela me diz que estava tudo bem e que precisava daquele choque… por tudo pra fora. Percebo que ela deixa as lágrimas escaparem, dou ideia de fugirmos da aula hoje e sairmos dali. Tem um parque bem em frente a academia e dou a sugestão de sentar e conversar um pouco lá. Ela faz que sim com a cabeça e diz que estava sem nenhum clima para dançar no dia. Pego meu celular e digo que iria mandar mensagem para Luiz nos acompanhar, mas ela pede para que eu não faça isso. Diz que estava sendo muito difícil se abrir naquele momento e não queria falar disso pra mais ninguém. Eu apenas concordo e digo então que apenas iria avisar Luiz que hoje não iria para a aula.
Seguimos para o parque ali em frente e nos sentamos naqueles banquinhos de pedra, onde os velhos se reúnem para sentar e jogar damas. Por um momento não sabia o que dizer. Ficou aquele silêncio estranho, somente com o barulho do vento balançando as árvores, até que ela quebra um pouco a atmosfera: “Eu hoje ia cancelar a minha matrícula.” Surpreso questiono por quê. Ela então respira fundo e me responde num tom meio trêmulo de quem estava prestes a chorar novamente: “Eu só comecei essas aulas porque queria ficar mais bonita… porque queria que o Rubens (marido dela) voltasse a me desejar, tocar. Eu ganhei peso nos últimos anos e justamente quando ganhei peso que nossa vida sexual esfriou. Nunca foi muito ativa na verdade, sabe? Mas fazia tanto tempo que estávamos sem e distantes um do outro que achei que se entrasse em forma ou perdesse alguns quilinhos, podíamos esquentar um pouco as coisas. Mas desde que ele me olhou nos olhos e disse que não me enxergava mais como mulher eu sinto que perdi totalmente as esperanças… Você não entenderia, mas sinto que minha autoestima morreu totalmente.”
Sigo escutando atentamente o que ela fala e tentando me compadecer da sua dor, mas não consigo tirar da mente o quanto o esposo dela era um cara ruim. Falar esse tipo de coisa para alguém tão tranquila e que se esforça tanto para manter a relação… me soava como cruel. Tento manter meu rosto impassível, mas devo ter deixado alguma expressão transparecer porque ela interrompe e diz: “Desculpa… estou te amolando né? Perdão estar te enchendo o saco com esse papo todo.” Logo retorno a mim e digo: “De forma alguma! Desculpa se pareci irritado, mas é que seu marido me tirou do sério. Só de como você está falando dele, confesso que ele me deixou meio puto.” Ela me pergunta o motivo e eu acabo falando demais: “Desculpa se eu for muito honesto agora, mas seu marido é um cuzão! Perdão pelo linguajar. Mas ele não tem ideia da sorte que tem. Puxa vida! É revoltante ouvir uma mulher gentil, agradável, esforçada, linda e, com todo o respeito do mundo, com um corpaço, dizer que não se sente mulher suficiente ou atraente o suficiente porque o marido simplesmente não a sabe valorizar. Eu entendo que são anos do lado dele e o quanto você ama esse cara, mas você merece muito coisa melhor. Eu consigo imaginar a sua dor, mas por mim a gente ia para a sua casa agora quebrar esse velho na porrada!”
Ela começa a rir descontroladamente. As lágrimas seguiam caindo do seu rosto, mas ela gargalhava. Dou uma risada desconcertada e pergunto o que foi. Ela tenta recuperar o fôlego e me responde: “Meu Deus! Eu jamais imaginaria você, todo quietinho, falando esse tipo de coisa. Xingando e falando que quer bater no meu marido.” Acabo caindo na real dos absurdos que falei e fico mega envergonhado. Peço desculpas novamente, mas ela faz que não com a cabeça. Recupera o fôlego depois de quase morrer de rir e diz: “Eu achei muito fofo da sua parte! Obrigada. Fazia tempo que ninguém se posicionava assim por mim. Pode ser estranho dizer isso, mas me senti cuidada. De verdade… obrigada!”
Respondo que não havia motivos para me agradecer e complemento: “É disso que eu estou falando… não deveria ser exceção o dia que um cara se posiciona por você. Isso tinha que ser rotina. Não quero soar machista nem nada, mas pra mim o homem tem que cuidar da mulher e fazê-la se sentir realizada todos os dias. Por isso que eu digo que você merecia algo melhor.” Ela concorda com a cabeça e diz: “Sua namorada tem sorte, hoje em dia é difícil achar um homem assim.” Eu digo que nem é tão difícil… só procurar um pouco que ela acha.
Fica aquele momento de silêncio, eu pego minha garrafa d’água, dou um gole. Nisso ela para, olha pra mim, olha para o chão e me questiona: “Posso ser honesta com você?” Eu faço que sim com a cabeça e digo: “sempre!” Ela respira fundo e diz: “Eu só queria me sentir mulher de novo. Queria ser tocada, desejada… calor humano, sabe? Faz tanto tempo que estou sem…” Eu quase engasgo mas respondo: “Eu acho que essa é a parte fácil… O que mais tem por aí é homem querendo exatamente o que você tá falando.” Tainara dá um gole mais longo em sua água antes de prosseguir: “Acho que você não entende. Você é jovem, tem 25 anos. Tem um fogo que só essa idade é capaz de sustentar. Eu estou nos meus 44. Não é tão simples assim.” Eu respondo que ela está errada e que é muito mais fácil do que ela pensa. Brinco que qualquer coisa era só pegar um novinho.
Ela ri e me dá um tapinha no ombro, me chama de besta e agradece por tentar animá-la, mas que honestamente não sentia ser mais capaz de atrair nenhum olhar, quem dirá de homens mais novos. Dessa vez eu quem pergunto se poderia ser honesto e ela me responde: “sempre!”. Dou uma risadinha e falo: “Por favor, não me leve a mal. Mas de verdade, você não tem noção do que tá falando. Não estou falando isso porque estou tentando te animar ou por ser seu amigo, mas você é uma mulher muito atraente. Como você me permitiu ser honesto, vou admitir aqui pra você que desde o primeiro dia de aula que você estava lá do outro lado do salão sempre que você passa por mim, é uma luta não olhar para o seu corpo. Juro que não sou nenhum tarado! Foi mal se to falando demais!”
Mais uma vez me dá um tapinha no ombro e escondendo o sorriso com a mão me fala: “Você é realmente fofo! Até pra essas coisas você consegue ser bonitinho falando.” Peço desculpas e digo que vou parar de dizer esse tipo de coisa pra ela. Em resposta Tainara diz que não, que eu poderia falar daquilo o quanto quisesse porque fazia muito bem para o ego dela. Seguimos rindo e conversando, até que se passa aproximadamente uns 20 a 25 minutos e ela diz que vai pra casa. Respondo que tudo bem e que nesse caso também iria embora. Ela me pergunta se não gostaria de fazê-la companhia durante o caminho de volta e que ela não morava longe dali. Digo que adoraria, mas brinco que se o esposo dela estivesse lá eu iria falar umas poucas e boas pra ele. Tainara ri e diz que se ele estiver lá tudo bem, mas que ela duvidava muito que ele tenha voltado pra casa porque desde o dia anterior ele saiu e não voltou. E, inclusive, naquela manhã ele havia mandado mensagem dizendo que ficaria alguns dias num hotel porque estava se sentindo muito mal pelo que ocorreu e não conseguiria olhá-la nos olhos.
Seguimos conversando pelo caminho que deve ter dado uns 15 minutos de caminhada. Estava um baita sol no dia e assim que chegamos em frente sua casa parecia que ambos tínhamos acabado de sair da aula: suados e ofegantes. Assim que ela abre o portão, ela agradece por tê-la acompanhado e pela conversa de mais cedo. Digo que não há de quê, e que iria guardar segredo daquilo até que tudo se resolvesse com seu esposo e que não contaria da situação nem para o Luiz. Ela agradece novamente e assim que me viro para ir para casa ela me chama e pergunta se eu não gostaria de entrar um pouco, talvez esperar o sol baixar um pouco e trocar a água da garrafinha que naquele momento já estava morna pra quente. Pergunto se não iria incomodá-la e ela responde que não, que adoraria companhia.
Eu entro e vou a acompanhando. Não era uma casa muito grande, mas era claro que eles tinham uma condição de vida bacana. Uma televisão grande na sala, quarto com ar condicionado, aquelas geladeiras caras duas portas com acesso à internet. Sento na mesa da cozinha enquanto ela enchia minha garrafinha d’água. Novamente o assunto morreu e apenas era possível ouvir o barulho da água enchendo o recipiente. Tento quebrar o gelo a chamando de rica e pontuando exatamente essas coisas que comentei: televisão gigante, geladeira chique e ar condicionado. Ela ri e brinca que sou muito observador, mas que não era rica, mas que ela e seu esposo sabiam gerir bem o dinheiro. Falo que tinha muito o que aprender com ela porque dinheiro na minha mão e nada era a mesma coisa. Em resposta, Tainara disse que o segredo era pensar 3 vezes antes de comprar qualquer coisa, o mais barato que fosse, porque no impulso a gente acaba fazendo muita coisa que pode se arrepender. Eu concordo com ela.
Nisso ela me diz: “Exatamente por isso que eu estou pensando algumas vezes se te mostro ou não um negócio…” Eu, como já falei antes pra vocês, sou altamente curioso e automaticamente começo a insistir para que ela me contasse do que se tratava. Tainara ri e me pergunta num tom de voz mais sério: “Tem certeza?” Aquilo me faz pensar um pouco, mas afirmo que sim com a cabeça e peço para ela deixar de suspense. Ela passa por mim e me diz para segui-la. Nisso adentramos pela sua casa e paramos em frente a uma porta fechada. Ela me diz: “Gustavo… Esse é o meu quarto. Você é literalmente o primeiro homem que trago aqui desde que estou com meu marido. Você quer entrar?” Ela me encarava com um olhar impassível, meio irritado. Seus óculos meio embaçados pelo calor não disfarçavam o quão sério ela falava. Eu respiro fundo e olho em seus olhos dizendo que tinha certeza.
Ela abre a porta e me diz para entrar. Tanto eu quanto ela sabia porque estava ali e onde tudo aquilo ia dar. Ao entrar no seu quarto me deparo com uma cama king size enorme, uma cortina bem chique na sua janela. O quarto estava brilhando, parecia que acabara de ser limpo e o banheiro da suíte lavado. Em cima da cama alguns pacotes abertos. Ela percebe que eu olhava em direção às embalagens e me diz: “Era isso que queria te mostrar. Não costumo comprar nada para mim sem pensar 3 vezes antes no mínimo, mas estava me sentindo bem e resolvi tentar fazer uma surpresa para o Rubens. Semana passada eu havia comprado algumas roupas, lingeries, e as encomendas chegaram hoje. Eu já havia até esquecido quando mais cedo o entregador bateu no portão.” Ela foi até seu guarda-roupa e abriu uma das portas, nisso pegou algumas das peças que haviam chegado no dia. Uma camisola semitransparente de renda dar cor preta. Posicionou a roupa em frente ao corpo, como quem experimentaria a roupa mas estava fazendo um pré-teste para ver se serviria.
Tainara se vira pra mim e pergunta meio cabisbaixa e envergonhada: “Será que com essa roupa eu ficaria sexy? Nem que só um pouquinho?” Vendo toda aquela situação senti meu sangue ferver de desejo por aquela mulher na minha frente. Não consigo dizer nada, apenas dou passos lentos em sua direção. Me aproximo. Bem próximo a ela, quase que sussurrando, pego as roupas de sua mão e digo: “Você não precisa de nada disso para ser sexy. Você é de longe uma das mulheres mais atraentes que vi. Naquela academia, disparado, você é a mulher que mais me desperta desejo. Você entende o quão ofensivo é perguntar se algo te deixaria sexy? Olha pra você… eu mal me seguro de te ver toda suada depois da aula, quem dirá com uma roupa dessas…”
Ela não me responde nada por uns instantes. Apenas escuto sua respiração ofegante contra meu pescoço. Vejo quase que em câmera lenta seus lábios se moverem: “Prova”. Puxo-a para perto, encaixo nossos rostos e ficamos a poucos centímetros de nos beijar. Pergunto por fim: “Você tem certeza?” Um sorriso de canto de boca foi sua resposta. Nos beijamos finalmente. O beijo de uma mulher ardendo de desejo é algo difícil de explicar para quem nunca sentiu, mas é uma sensação de conquista, tesão e êxtase. O beijo encaixou na hora. Lábios suaves, macios. Suas mãos passavam pelas minhas costas quase que me implorando para grudar nela, era um toque firme mas um pouco sem jeito. Ela aparentava tentar enfiar as unhas nas minhas costas e me arranhar, mas relutava contra essa vontade.
Por minha vez, com as mãos na altura da sua cintura a puxei para mais perto enquanto esfregava meu pau nela ainda por de baixo das roupas. Sentindo meu volume contra seu corpo, solta um suspiro que se confunde com um gemido ao mesmo tempo que morde meu lábio. Vou a guiando em direção a sua cama até que ela cai sentada sobre o colchão. Comigo em pé na sua frente entre suas pernas, ela me observa de baixo pra cima, com aquele rosto que, outrora, era tão sério mas que agora se contorcia de tesão enquanto me encarava indefesa sem ter a menor ideia do que faria com ela a seguir.
Sigo com um outro beijo. Mais intenso dessa vez. Um beijo molhado com as minhas mãos apoiadas sobre suas coxas, enquanto eu as apalpava e apertava com toda força que tenho. Apoio meu joelho sobre o colchão também, no meio de suas pernas de forma que minha coxa fique roçando contra a sua região íntima e me debruço sobre ela. Beijo seu pescoço agora um tanto salgado pelo suor já ressecado em sua pele. Ela coloca as duas mãos no meu peito e faz como quem quer me empurrar, mas ao mesmo tempo cerra seu punho segurando minha blusa não me deixando afastar. Percebo que ela rebola e esfrega a região da sua bucetinha contra minha coxa… no começo ela tentava ser discreta, mas não demora muito e ela rebola descontroladamente, enquanto beijo seu pescoço e ela geme repetidas vezes: “Isso, isso… assim mesmo…” no meu ouvido. Me puxa para mais perto e aperta com força o tecido da minha camisa com suas mãos trêmulas. Escuto um suspiro aliviado enquanto ela se tremia inteira: “Eu… não acredito que eu gozei só com isso.”
Me afasto um pouco até conseguir olhá-la nos olhos e questiono: “Mas já?”. Tainara, aparentemente sem jeito, ri desconcertada e diz: “Faz tanto tempo que não sinto um toque de verdade. Meu corpo entrou em parafuso.” A respondo com mais um beijo e digo que estávamos apenas começando. Dessa vez avanço um pouco mais. Coloco minhas mãos por debaixo da sua camisa. Ela estava muito quente e um tanto suada. Percebendo através do meu toque o quão molhada suas costas estavam ela tenta me parar e diz: “Calma… me deixa tomar um banho antes.” Acabo rindo um pouco do seu desespero e respondo: “Nem pense em sair daqui. Hoje eu vou te mostrar o que um homem de verdade faz quando se tem uma mulher como você ao lado… suada ou não hoje você vai ser minha.” Ela só me responde um “Puta que pariu!” e volta a me beijar. Pensando agora, o que eu disse foi meio brega, eu sei, mas coisas bregas funcionam com mulheres mais velhas, pra minha sorte.
Eu aproveito a deixa para levantar sua blusa e começara beijar o seu corpo. Começo em sua boca, num beijo intenso e vou descendo aos poucos. Primeiro vou para o seu pescoço, sigo para o seu ombro. Desço um pouco a alça do sutiã até que fique meio caído. Vou para seu lado esquerdo. Repito o processo… pescoço, ombro, sutiã. Volto para sua boca, desço agora pelo seu queixo e pelo meio do seu pescoço. Vou traçando um caminho até chegar no meio dos seus peitos. Com uma das minhas mãos consigo acertar de primeira e soltar o seu sutiã na parte de trás (raramente consigo com uma mão só, quem dirá de primeira. Estava inspirado no dia.) Sinto que ela fica meio insegura e tento tranquilizá-la: “Licença…” e logo vou puxando seu sutiã revelando seus seios. Não tenho outro termo para usar senão dizer que Tainara possui seios fartos e auréolas relativamente grandes. Minha mão não chegava perto de fechar ao redor dos seus seios, de longe os maiores peitos que já vi. Não sou um cara que liga muito pra peitos, mas fiquei verdadeiramente surpreso com o que vi.
Comecei a chupá-los. Primeiro passando a língua em volta, contornando suas auréolas até chegar rente aos mamilos e finalmente abocanhá-los e sugá-los. No momento que fiz isso ela soltou um gritinho. A olhei meio assustado, talvez estivessem sensíveis ou doloridos, mas não… Ela me olhava com um olhar de “mais”. Quase que pedindo em voz alta. Resolvi mordê-los de leve, testar o que ela talvez gostasse. Percebo seus pelinhos do braço se arrepiando no instante que faço isso enquanto ela morde os lábios. Vou chupando seus peitos, intercalando entre cada um. Enquanto minha boca focava no esquerdo, meus dedos brincavam com seu mamilo direito e vice-versa. Era nítido o quanto ela estava gostando daquilo.
Repetimos a dose. Prostrado em cima dela, com minha perna forçando o meio das suas pernas ela volta a rebolar e se esfregar na minha coxa. Ela sobe e desce com sua cintura em movimentos indiscretos. Naquele momento eu conseguia sentir minha perna ficando úmida de tanto que ela transpirava e estava molhada lá embaixo. Mais uma vez, não demora muito e ela goza… geme meu nome e solta xingamentos. Naquele momento eu estava me sentindo o Deus da foda. Fiz uma mulher mais velha gozar mais de uma vez e sequer fiz oral nela ou a penetrei. Ela estava sedenta por mais e eu não conseguia esconder meu sorriso de orelha a orelha.
Brinquei mais um pouco com seus peitos até que resolvi descer mais um pouco. Fui traçando um caminho de beijos, contornei seu umbigo e fui descendo cada vez mais. Assim que cheguei mais pra baixo pude perceber uns pelinhos bem discretos que saiam da sua região pélvica e subiam até embaixo do umbigo… o tal do famoso “caminho do prazer”. Não preciso dizer o quanto aquilo me deixou lunático, perdido e dementado de tesão, né? Lambi todo aquele caminho até chegar no tecido da sua legging. A beijei por cima do tecido, afastei suas coxas, beijei sua virilha e a bucetinha por cima das roupas mesmo. Aquele cheiro viciante de fluidos femininos impregnado na sua roupa… minha vontade era rasgar aquele tecido, chupá-la com toda minha vontade e meter nela por horas a fio.
Enfiei meu rosto ali e respirei fundo, sentindo o cheiro que exalava das suas partes íntimas misturado com o suor e lubrificação natural… Que tesão do caralho. Só de lembrar aqui da vontade de pegar um uber para a casa dela agora. Continuando: Ela de primeiro momento estava tímida, mas logo se soltou. Entrelaçou as mãos no meu cabelo e começou a rebolar esfregando meu rosto por toda aquela região. Meu rosto ficou molhado de tanto me esfregar ali. A enchi de beijos por cima da roupa, até que finalmente desci suas calças. Elas estava muito grudadas com a pele de Tainara por conta de quão molhada estava. Tive de fazer um certo esforço para descê-las completamente, mas foi.
Tainara estava com uma calcinha azul marinho, sem renda, bem simples. Eu paro um momento, a observo e digo: “Você é de longe uma das mulheres mais gostosa que já vi.” Ela ri e sem jeito agradece ao meu elogio. Aos poucos e com cuidado vou descendo sua calcinha, finalmente me agraciando com a visão daquela bucetinha… estava um pouco peludinha, mas como eu amo pelinhos em mulher, foi quase como acertar na loteria. Cai de boca. Chupei, dedei, lambi, a masturbei… devo ter passado uns 30 minutos pra mais me deleitando naquela bucetinha encharcada. Perdi a conta de quantas vezes ela gozou e gritou meu nome. A cama ficou molhada, tivemos que parar algumas vezes para ela tomar água. Não teve squirt, nem nada do gênero, mas eu nunca vi uma buceta tão úmida em toda a minha vida.
Ela estava muito sensível, qualquer toque mais intenso a incomodava. Ofegante estirada na cama, resolvo me deitar ao seu lado. Deito de barriga para cima e com isso meu pau fica bem visível dentro do short. Envolvo meu braço ao redor do seu pescoço e a trago para deitar no meu peito. Ela se aconchega um pouco e logo me pede: “Faz tanto tempo que não encosto em um de verdade… posso pegar nele?” e aponta em direção ao volume dentro do meu short. Eu digo que claro que podia. Ela então desce minhas roupas e meu pau pula pra fora. Tainara o segura e começa a bater uma bem de levezinho pra mim. Acho meio engraçada toda a situação porque ela sequer tira os olhos dele… parecia vidrada, mal piscava.
Ela cessa um pouco os movimentos e olha pro meu rosto e diz: “Posso falar algo meio inapropriado?” Eu respondo que com toda certeza. Ela para, pensa um pouco e diz: “Seu pau é maior que o do meu marido.” Só consigo pensar: “putz, que dó desse cara então…” Mas mantenho um pouco a compostura e meio que sem saber o que falar digo: “Você achou?” Tainara assente com a cabeça e me pergunta: “Tudo bem se eu te chupar?” Eu digo que por mim tudo bem, mas que eu estava meio suado e que o ideal seria eu tomar um banho antes. Ela ri e me pergunta: “Depois de tudo isso?” E sem me dar tempo de responder, ela desce em direção ao meu pau e começa a me chupar. Não demoro nada e digo que vou gozar. Ela tira a boca dele e começa a bater uma pra mim. Encharco o rosto dela de porra. Mas tipo… muita mesmo. Devo ter gozado um litro e meio nela. Melou seu cabelo, seu rosto, caiu nos olhos, boca, na cama.
Aproveitamos a deixa e rindo concordamos de tomar um banho juntos. No banho conversamos um pouco sobre coisas que não necessariamente eram ligadas a sexo, mas por toda a situação e por Tainara ser uma mulher muito gostosa, tive uma ereção que sequer tentei esconder. Debaixo d’água nos beijamos enquanto ela me masturbava. Não demorou muito e uma coisa levou a outra. A viro de costas e ela apoia as duas mãos na parede. A abraço por trás, beijo seu pescoço e pergunto se ela se importaria de eu chupá-la um pouco mais. Ela me diz que não se importaria nem um pouco, mas que estava sedenta para sentir meu pau dentro. Rio dizendo que temos todo o tempo do mundo e que naquele momento queria mais dela. Meio tímida mas com uma voz que transbordava de tesão me diz que era toda minha. Questiono-a dando ênfase no “toda” e ela me responde num tom afirmativo: “toda”.
Entendo o que aquilo significava e começo a beijar sua nuca, suas costas e me ajoelho em frente ela. Vejo sua bunda bem na minha linha dos olhos. Beijo sua nádega esquerda, depois a direita. Ela se empina para trás revelando do seu cuzinho. Não penso nem por um segundo e começo a lambê-lo. Abro bem sua bunda com minhas mãos e me delicio brincando com ele. Por mim eu passaria horas a chupando ali atrás, seus gemidos de prazer eram viciantes, tão quanto seus sabores, mas sou interrompido: Tainara fecha o chuveiro, se vira de frente pra mim e apoia as costas na parede. Coloca uma de suas coxas no meu ombro enquanto se apoiava numa perna só e me pede para fazê-la gozar de novo. Novamente um oral caprichado. Sinto a musculatura da sua perna se contorcendo enquanto ela lutava para se manter de pé. Quando ela estava prestes a gozar eu paro abruptamente.
Sem entender ela me pergunta o que aconteceu e eu digo que sua próxima gozada seria com o meu pau. Tainara me olha um pouco receosa, mas diz que está pronta. Ambos molhados, sequer lembramos de levar a toalha para o banheiro. Corremos com certo cuidado para não escorregar até sua cama. Eu a empurro sobre o colchão e ela cai totalmente aberta. Subo lentamente sobre ela e enquanto a beijo vou penetrando lentamente. Ela suspira fundo. Conforme vou metendo ela vai gemendo e rebolando. Assim que enfio tudo, começo a me mexer devagar. Era quase como um passeio no parque que a gente não quer que acabe: sem pressa.
Tainara começou a se contorcer de tesão e prazer. Vou enfiando e logo aqueles barulhos úmidos começam a tomar forma. Antes mesmo de eu começar a pegar um ritmo prazeroso de verdade, ela já me diz que vai gozar. Dessa vez eu confesso que fiquei um pouco assustado porque ela gemeu muito alto, quase gritou. Sem pudor ou vergonha alguma. Pensei nos vizinhos, mas assim que falei que poderiam ouvir a gente, ela me respondeu: “Não é da conta deles. Me come!” Esse foi o gatilho que eu precisava. Comecei a meter nela com força. Aquele barulho das nossas peles batendo uma contra a outra… os sons que sua bucetinha molhada faziam e os nossos gemidos. Foi uma atmosfera muito louca que nunca havia sentido antes.
Coloquei suas pernas nos meus ombros, me debrucei sobre e meti com toda minha força enquanto lambia seus pés. Ela não pareceu se importar. Na hora também nem pedi permissão. Alguns minutos se passam. Ela goza mais outra vez. Digo que agora era minha vez e iria gozar. Ela me implora para gozar dentro dela e abraça suas pernas na minha cintura me prendendo contra ela. Sei que seria impossível ela engravidar, mas mesmo assim deu um friozinho na barriga na hora. Gozei. Lotei ela com minha porra. Tainara só repetia: “Que delícia… puta que pariu, que delícia.”
Deixei meu pau dentro dela pulsando e voltei a beijá-la. Chupei seus peitos e só então tirei meu pau de dentro dela. Minha porra começou a escorrer do meio das suas pernas e ela disse que eu não tinha ideia do quanto ela sentia falta de se sentir preenchida. Rimos um pouco e ficamos ambos nus deitados, conversando por mais um tempo.
Não vou me estender muito, mas passei a noite na casa dela. Transamos de madrugada e pela manhã. No começo era só tocá-la que ela já gozava e se tremia toda, com o tempo ela começou a se acostumar um pouco, mas ainda assim gozava muito rápido. Se ela fosse um cara, com certeza teria ejaculação precoce, mas diferente dos homens, o desejo dela não passava de jeito nenhum… No dia seguinte pela manhã fui embora depois de chupá-la enquanto ela estava sentada na mesa tomando seu café da manhã.


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