Agosto 3, 2026

8 Visões

Agosto 3, 2026

8 Visões

A putinha do grupo

0
(0)

Eu (24) sou um homem hétero, mas sempre me dei melhor com mulheres do que com homens. Nunca curti essas coisas de ficar falando de mulher, dando em cima delas na balada, fazer piadinhas sexuais, coisaa do tipo.

Uma das minhas melhores amigas, a Laís (M25) sempre organizava noites pra jogar e conversar em sua casa. Nessa noite, estávamos eu, Laís, Giulia (M24) e Juliana (M24) todos na sala da Laís, bebendo e rindo.

Depois de algumas garrafas de vinho, a noite de jogos virou conversa de bar. As três começaram a falar de namorados e de caras que já tinham pegado. Eu só escutava, conversava e ria, fazendo uma piadinha ou outra, mas sem participar muito.

Até que a Giulia começou a falar do último cara que ela saiu. Bem padrãozinho, forte, viciado em academia e inteligente, mas ele tinha um “probleminha” de acordo com ela.

— Parecia tudo perfeito, né? Até que eu fui pra casa dele e…

Ela imitou um pau pequeno com os dedos. Lais e Juliana começaram a rir.

— Mas, pequeno quanto??? — A Juliana perguntou

— 13cm, amiga!

— Treze?? Coitado… — disse Juliana. — Mal dá pra sentir!

Eu fiquei um pouco ofendido.

— Mas… eu sempre ouvi que tamanho não é tudo — falei, tentando defender. — O importante é saber usar. Técnica, ritmo, atenção…

Elas me olharam e riram ainda mais.

— Técnica com treze centímetros? — Giulia se inclinava pra frente. — Desse tamanho nem tem o que usar, amor. Aí é mais fácil ficar no dedo mesmo kkkk

Laís, que era a mais próxima de mim, bateu de leve no meu joelho e perguntou na frente de todo mundo:

— E o seu, hein? Qual o tamanho?

— Não vou responder isso!

Elas insistiram. Não sei se foi a pressão ou álcool, mas acabei cedendo. Não é como se eu quisesse algo com qualquer uma delas, somos amigos.

— Onze… — murmurei.

A sala ficou em silêncio por dois segundos. As três me encararam com a mesma cara de quem não acreditava no que estava ouvindo.

Giulia foi a primeira a falar, e disse bem baixinho:

— Onze… duro?

Eu só balancei a cabeça.

Ela se levantou, e disse, quase como um desafio:

— Mostra.

Eu neguei de novo, indignado. Mas as três começaram a bater palma juntas:

— Mostra! Mostra! Mostra!

Acabei levantando, morrendo de vergonha. Baixei o short e a cueca de uma vez, querendo que aquilo acabasse logo. Meu pau estava completamente mole, ainda menor, encolhido de vergonha.

Juliana se ajoelhou na minha frente, sem nenhum pudor. Segurou o pauzinho com dois dedos e balançou de leve.

— Gente… parece um clitóris.

As três riram alto. Laís e Giulia se aproximaram também, curvando-se pra ver de perto. Laís esticou a mão e tocou de leve.

— Eu acho que cabe numa calcinha… e mal vai fazer volume.

Elas se entreolharam e o clima mudou. Laís saiu correndo pro quarto e voltou com uma calcinha preta de renda. Me obrigaram a tirar o short e a cueca de vez. Juliana segurou meu pau enquanto Laís puxava a calcinha pelas minhas pernas. O tecido fino e justo apertou o pauzinho.

Não sei se foi o tecido, ou a situação como um todo, mas no mesmo instante ele endureceu, formando um volume quase inexistente.

Giulia apontou e riu:

— Olha só… ele gostou. O pauzinho ficou duro dentro da calcinha da amiga.

As três caíram na gargalhada de novo. Eu estava vermelho, duro e completamente exposto.

Giulia olhou pra Laís e falou, com um sorrisinho safado:

— Busca o Júnior pra o nosso amigo ver o que é um pau de verdade.

Laís saiu correndo pro quarto. Eu não fazia ideia de quem era Júnior. Segundos depois ela voltou com um consolo enorme na mão — vinte e três centímetros (de acordo com ela mesma) e grosso como meu antebraço. As veias marcadas e a cabeça realista ajudavam na humilhação.

Elas se aproximaram de mim, ainda duro dentro da calcinha. Giulia se ajoelhou e segurou o Júnior ao lado do meu pau, mostrando a diferença absurda.

— Olha a diferença, mocinha… Entendeu o que é um pau de verdade? — murmurou ela olhando pra mim.

Assenti com a cabeça

Ela levantou e colocou a cabeça do consolo bem na minha cara.

— Dá um beijinho na cabecinha, dá.

Eu hesitei, mas logo obedeci. Dei um beijo leve na cabeça do silicone. Giulia acariciou meu cabelo.

— Que menininha obediente… parece natural fazendo isso. Agora, abre essa boquinha bem devagar…

Olhei pra frente. Minhas amigas riam e me olhavam, mas eu não ouvia nada. Tudo que eu percebia na minha frente era aquela cabeça grossa. Eu nunca tinha visto nada do tipo na minha frente. Me sentia humilhado, mas também… Excitado.

Abri a boca bem devagar… Logo senti a cabeça do Júnior sendo empurrada devagar entre meus lábios. Eu comecei a engasgar, mas ela continuou, segurando minha cabeça e enfiando mais fundo.

— Shhh. Devagarinho. Você consegue. Tá gostando? — perguntou, voz baixa.

Eu consegui fazer que sim com a cabeça, a boca cheia.

— Entendeu como é gostoso um pau de verdade, mocinha?

Eu concordei de novo, gemendo ao redor do silicone. Giulia empurrava mais fundo, testando minha garganta, enquanto as outras duas observavam, rindo baixinho e comentando o quanto eu parecia uma putinha natural.

Juliana se aproximou e me abraçou. Senti suas mãos devagar explorando meu corpo, até que ela apertou minha bunda por dentro da calcinha.

— Você não viu nada… tem que ver como é gostoso sentir ele entrando… Bem fundo…

Meu pau latejou ainda mais. Laís se juntou a nós e perguntou, quase sussurrando:

— Quer tentar? Acho que minha nova amiguinha merece se divertir.

Eu tentei falar que sim. As palavras saíram bem abafadas, com aquele consolo dentro da minha garganta. Mas, pela reação, elas entenderam muito bem.

Laís me puxou pelo braço até o centro da sala. Juliana jogou duas almofadas no chão.

— De quatro. Agora — ordenou Giulia, segurando o Júnior com uma mão e batendo com ele na outra. Foi nessa hora que eu percebi que ele não era só grande: era pesado.

Eu ajoelhei, nas almofadas. A calcinha preta estava sendo empurrada pelo volume do meu pau. Laís se ajoelhou na minha frente e me ajudou a tirar a camiseta. Eu estava só de calcinha agora.

Senti um tapa forte na minha bunda.

— Empina, cachorra — era a voz da Juliana. Muito mais agressiva do que eu já tinha ouvido.

Empinei a bunda o máximo que consegui. Senti meu cu abrindo e a calcinha entrando mais fundo quando fiz isso

— Relaxa o máximo que conseguir — murmurou ela. — Vai doer no começo.

Senti seus dedos tirando a calcinha de lado e deslizando em volta do meu cu. Eles estavam gelados com o lubrificante que eu nem a vi pegar, e brincavam de forma circular.

Quando o primeiro dedo entrou, eu soltei um gemido baixo. Juliana girou, abriu, e logo enfiou o segundo. A sensação de ser invadido fazia meu pau latejar ainda mais dentro da calcinha. Ela abria e fechava os dedos, massageando as paredes internas… me preparando.

Giulia parou na minha frente, segurando o consolo enorme com as duas mãos. Olhei pra cima e percebi que ele estava preso e um strapon. Ela parecia uma dominatrix.

— Olha pra ele — mandou. — Esse é o tamanho de um pau de verdade. E ele vai entrar inteirinho dentro de você.

Laís pegou o lubrificante e despejou generosamente no Júnior. Giulia foi para trás de mim, posicionou a cabeça enorme contra minha entrada e começou a pressionar.

A pressão foi absurda. Eu gemi alto, os braços tremendo. A cabeça do silicone forçou, me rasgando. Juliana segurava minhas nádegas abertas enquanto Giulia empurrava com muita paciência.

— Respira… deixa ele entrar — sussurrava Laís na minha frente, acariciando meu cabelo — Você quer isso. Não quer? Ser uma putinha igual suas amigas?

Eu respondi que sim, entre gemidos de dor.

— Então aguenta. Logo logo você vai estar pedindo mais… — ela disse segurando meu queixo, antes de me dar um selinho.

Centímetro por centímetro, o Júnior foi abrindo meu cu. Quando a cabeça finalmente passou, um gemido longo e agudo saiu da minha garganta. Giulia comemorou gritando, mas continuou empurrando. Eu sentia cada veia falsa do silicone raspando nas paredes internas. Metade já estava dentro quando ela parou.

— Tá vendo? Tá engolindo. Que putinha natural — Juliana disse depois de dar mais um tapa na minha bunda.

Giulia começou a mover o consolo em movimentos curtos e firmes. Cada empurrão fazia meu corpo inteiro tremer. A dor ainda estava lá, mas uma pressão gostosa começou a se misturar. Meu pau babava sem parar dentro da calcinha.

Laís se deitou debaixo de mim, puxou a calcinha ainda mais pro lado e colocou a boca no meu pauzinho. A língua quente contrastava com a invasão no meu cu. Juliana apareceu sem roupas na minha frente. Sentou com as pernas abertas e ordenou:

— Me chupa enquanto a gente te fode.

Giulia acelerou. O Júnior entrava mais fundo a cada estocada. Eu gemia lambendo a buceta molhada da Juliana e rebolava contra o silicone, com meu cu se abrindo cada vez mais. O barulho molhado do consolo entrando e saindo enchia a sala.

— Mais… fundo

Giulia obedeceu. Empurrou até a base quase tocar minha bunda. Eu soltei um grito abafado. O corpo inteiro tensionando. O silicone acertava um ponto dentro de mim que fazia minhas pernas tremerem. Laís chupava com mais vontade, Juliana pressionava minha cabeça entre suas pernas.

Eu estava completamente dominado.

Giulia tirou o Júnior quase até a ponta e enfiou de novo até o fundo, com força e de uma vez. O impacto fez meu corpo inteiro avançar. Laís engasgou no meu pauzinho e riu.

— Olha como ele rebola — murmurou Giulia, acelerando. — Parece que nasceu pra levar pau.

Ela começou a meter de verdade. Estocadas longas e profundas, o silicone grosso saindo quase inteiro e entrando de uma vez. Cada vez que a base batia na minha bunda, um gemido agudo escapava da minha garganta.

Juliana se afastou um pouco, segurou meu cabelo e forçou minha cabeça pra trás, me fazendo olhar pra Giulia metendo em mim.

— Vê isso. Teu cu tá engolindo vinte e três centímetros. Você nunca vai conseguir fuder alguém assim.

Laís chupava com mais intensidade. Giulia metia cada vez mais forte. Eu tremia, suava, rebolava contra o consolo como se quisesse ainda mais.

— Vai gozar? — perguntou Giulia, voz rouca. — Goza com o Júnior te arrombando.

Não aguentei. O orgasmo veio violento. Meu cu apertou o silicone com força, meu pauzinho jorrou fraco na boca de Laís enquanto eu gritava. Giulia não parou. Continuou metendo fundo durante todo o orgasmo, usando as contrações do meu cu pra enfiar ainda mais.

Quando finalmente tirou o Júnior, meu cu ficou aberto, vermelho, piscando, uma poça de lubrificante escorrendo pelas coxas. Laís se levantou e me beijou, me passando o gosto do meu próprio gozo. Juliana passou a mão na minha bunda aberta e deu outro tapa.

— Boa garota.

Giulia limpou o consolo na minha língua mais uma vez e depois largou no chão. As três me puxaram pro sofá. Eu deitei no meio delas, o corpo mole, o cu latejando, a calcinha encharcada. Laís abraçou minha cintura, Juliana colocou a cabeça no meu peito e Giulia passou a mão devagar pela minha bunda marcada.

— Amanhã a gente te ensina mais uns truques— murmurou Giulia, já quase dormindo.

Eu fiquei ali, entre as três. Pela primeira vez eu não me sentia um homem no meio de amigas.

Eu me sentia a putinha delas.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Geral RETA ..

relatoseroticos.es

04/09/2010

Geral RETA ..

Minha melhor amiga virou minha puta favorita (real)

anônimo

01/06/2025

Minha melhor amiga virou minha puta favorita (real)

eu quero ver

relatoseroticos.es

23/03/2010

eu quero ver
Scroll to Top