Agosto 4, 2026

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Suas mãos me levaram ao limite

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Tenho 28 anos, sou mãe solteira.

A semana passada tinha sido um estresse sem fim, então reservei uma massagem com um vale-presente.

O massagista era o Ethan: alto, calmo, com mãos incrivelmente fortes. Tirei a roupa até ficar só de calcinha e deitei de bruços na maca.

Ele começou profissionalmente nas minhas costas e ombros. Mas quando passou para minhas pernas, as coisas mudaram. Suas mãos oleadas deslizaram pelas minhas panturrilhas, depois pelas coxas. Cada movimento lento e profundo fazia meu corpo esquentar. Quando os polegares pressionaram a parte interna das minhas coxas, perigosamente perto da minha boceta, senti uma onda de umidade encharcar minha calcinha.

Tentei ficar quieta, mas minha respiração estava ficando mais pesada. Ele perguntou baixinho se eu estava bem. Sussurrei “Sim…” mas minha voz falhou.

Ele continuou subindo mais. A toalha tinha escorregado, mas eu não puxei de volta. Os dedos dele roçaram bem na borda da minha calcinha, pressionando com firmeza a pele sensível onde minha coxa encontrava minha boceta. Foi isso.

Uma onda súbita e intensa me atingiu. Meu clitóris pulsou forte contra o tecido encharcado enquanto minha boceta se contraía repetidamente em espasmos fortes e incontroláveis. Um calor me invadiu por inteiro. Eu podia sentir meus fluidos escorrendo, ensopando completamente a calcinha fina. Meus dedos dos pés se curvaram, minhas pernas tremeram sem controle e eu apertei o lençol com tanta força que meus nós dos dedos ficaram brancos.

Mordi meu antebraço para não gemer alto, mas um gemido baixo e trêmulo escapou mesmo assim. O orgasmo percorreu meu corpo em ondas longas e pulsantes, um prazer profundo e latejante que me deixou sem fôlego e gotejando.

Ethan fez uma pausa por um instante, com as mãos ainda nas minhas coxas. Tenho quase certeza de que ele sabia exatamente o que tinha acontecido. Quando a sessão finalmente terminou, minhas pernas ainda estavam trêmulas. Ele me entregou água com um pequeno sorriso cúmplice e disse: “Você parece muito mais relaxada agora.”

Mal conseguia olhar para ele. Eu ainda pulsava entre as pernas enquanto saía. Com certeza me toquei de novo naquela noite só de pensar nisso.

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