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Agosto 4, 2026

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A chefe virou minha puta

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Sou Funcionário Publico, da Prefeitura de São Paulo. Tenho 29 anos e trabalho em uma equipe de 10 pessoas. No meu departamento, a chefe é a Carla, uma mulher de uns 35, branca, 1.65, cabelo castanho na altura dos ombro, magra, peitos siliconados, cintura fina, uma bela mulher, porém, é uma megera…

Daquelas que apesar da voz mansa, é constantemente irônica, sempre com uma falsa gentileza, que esconde um assédio moral diário, com cobranças indiretas e humilhações disfarçadas de “orientação”. Eu odiava aquela mulher, apesar de ser uma gostosa.

Só que um dia o jogo virou…

Era uma quarta feira….e ainda antes do horário do expediente, ela me manda uma mensagem, cobrando uma demanda atrasada. Eu já tinha feito minha parte. Expliquei o contexto inteiro, o que dependia de outros setores. Ela me fez uma série de perguntas, cobranças disfarçadas de dúvidas, como era habitual, com aquelas indiretas afiadas, praticamente me chamando de incompetente. Eu respondi tudo pacientemente….e ela silenciou, mas minutos depois, chegaram duas fotos de visualização única, o que não era comum.

Peguei um outro celular e já liguei a câmera para fotografar o que ela tinha mandado. Abri o primeiro arquivo e tive uma grande surpresa….uma foto, dela sorrindo para a câmera, e seus belos peitos de silicone à mostra, mamilos escuros, duros e apontando. Na segunda foto:: pernas abertas e sem calcinha, o foco na buceta depilada, carnuda, ao fundo seu rosto sorrindo. Fiz questão de registrar as fotos enquanto o meu pau latejava e meu coração disparava.

Logo depois, ela ligou. Atendi.

— Fernando, te mandei duas fotos por engano… não precisa abrir, pode apagar. É particular.

— Já abri — respondi seco e desliguei.

Ela insistiu. Ligou de novo. E de novo. Eu deixei tocar. Na terceira, mandei só a mensagem:

“Hoje à noite, 20h, na minha casa, venha sozinha e não diga nada a ninguém, senão eu revelo tudo.” Junto com a mensagem mandei a localização do prédio

Ela continuou me ligando….instistindo, estava chegando no escritório e resolvi voltar pra casa….não iria trabalhar, não queria encontrá-la, mandei mensagem no grupo do meu setor, dizendo que não estava passando bem e ficaria em casa…

Ela continuou mandando ligando e mandando mensagens, mas eu não dei abertura….ela não tinha opção….e pontualmente, às 20 horas, o interfone tocou…Atendi a porta e ela me olhava com ar de superioridade….

— O que você vai fazer? Acha que eu estou para brincadeira — ela disse me encarando.

— Você vai fazer tudo que eu mandar — eu respondi sem rodeios. — Se não fizer, amanhã essas fotos estão no WhatsApp de toda a Secretaria, dos teus superiores e no grupo da repartição. Com legenda. Entendeu?

Ela tentou a postura de chefe.

— Você não tem coragem. Isso é crime.

— A senhorita quer apostar. Mostrei o celular com a foto dela nua….. — As fotos já estão salvas em três lugares diferentes. Agora entra e tira a roupa.

Ela ficou parada alguns segundos, respiração acelerada, me olhando, num misto de indignaçaõ, mas já, algum medo….ela entrou devagar….deixou a bolsa na mesa….peguei ela firme pelo braço e reforcei.

— Tira a roupa.

Ela começou a chorar, os ombros caíram. Começou a desabotoar o blazer, tirou o sutiã. Os peitos de silicone saltaram, pesados, mamilos pontudos. Saiu da saia e da calcinha. Ficou nua no meio da sala, pernas juntas, tentando se esconder.

— Agora fica de joelhos.

— Você vai pagar por isso – ela disse, com olhar de ódio.

— Obedece, senão, você já sabe.

Ela ajoelhou. Eu circulei em volta dela, passando a mão no cabelo castanho, puxando a cabeça para trás.

— Daqui pra frente você é minha puta. Minha escrava. Não fala mais como chefe. Só responde “sim, senhor”. Entendeu?

Ela ficou em silêncio. Eu puxei o cabelo com força e ela obedeceu…

— Sim… senhor.

Peguei o cinto, dobrei em dois e dei a primeira cintada na sua bunda branca. Ela soltou um gemido curto, misturado de dor e surpresa. Outra cintada. A pele branquinha ficou marcada de vermelho. Eu apertava os peitos de silicone com força. ela de cabeça baixa.

— Abre a boca.

Estava entregue e obedeceu.

Tirei o pau da bermuda e enfiei na garganta dela. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas eu segurei a cabeça e ela começou a mamar. Cada vez que ela tentava puxar ar eu empurrava mais. Lágrimas escorriam, maquiagem borrada. Quando tirei, ela tossiu e engoliu o que sobrou de saliva e pré-porra.

Peguei ela pelo braço e virei ela de quatro no sofá. Sem preliminares, enfiei o pau inteiro de uma vez naquela buceta, que estava bem molhada. Minha chefe apesar da pose, estava gostando de ser humilhada….

Ela gemeu alto, estava quente, escorrendo. Segurei o cabelo como rédea e meti forte, batendo as bolas na bunda dela. Cada estocada fazia os peitos de silicone balançarem. Dei palmadas pesadas na bunda, deixando a marca da mão. Ela gemia alto, tentando conter, mas a buceta apertava cada vez mais.

— Tá gostando né sua puta. Goza no pau do teu subordinado.

Ela gemia cada vez mais alto e logo gozou, esguichando no meu pau….seu corpo tremendo, líquido escorrendo pelas coxas. Eu não parei. Continuei metendo no meio do orgasmo dela, prolongando, forçando outro. Quando senti que ela iria gozar de novo, enfiei mais rápido e gozei junto com ela…

Meu pau não amoleceu e continuei metendo…, mas dessa vez enfiei dois dedos no cu enquanto metia na buceta. Ela gemeu alto, quase um choro. Aumentei a pressão, abrindo o cuzinho. Quando vi que estava afrouxado o suficiente, tirei o pau da buceta e enfiei no cu de uma vez. Ela gritou de verdade. Segurei os quadris e fodi o cu dela com força, sem dó, enquanto o outro dedo friccionava o clitóris. Ela no começo parecia estar com dor, mas isso foi virando tesão….e eu senti ela gozando mais uma vez….o corpo inteiro convulsando, escorrendo pela buceta enquanto eu arrebentava o cu dela.

Virei ela de frente e mandei ela colocar meu pau na buca…ela chupava gostoso, agora, com vontade…como uma puta submissa…. estava ofegante ofegante, olhos vidrados em mim, maquiagem destruída, marcas vermelhas pelo corpo, porra escorrendo pelas coxas e pelo cu, vendo aquela cena não demorou muito para eu gozasse mais uma vez, dessa vez na sua boquinha…

— Caí ao seu lado no sofá…ela toda nua, largada e eu olhando aquela cena, ela me encarava, me olhando nos olhos, desta vez, sem superioridade, estava só esperando minha próxima ordem….

— Pode se vestir – eu ordenei

Ela se vestiu em silêncio, trêmula. Quando terminou eu peguei ela pelo queijo e beijei de língua a boquinha da minha chefe….

— A partir de agora, você é minha escrava, e vai fazer tudo o que eu mandar, entendeu?

— Sim, senhor.

Ela se virou e foi em direção a porta, meio que cambaleando. Eu fechei a porta, sentei no sofá, realizado…..no dia seguinte ao acordar, mandei uma mensagem pra ela:

“Não vou trabalhar no restante da semana. Hoje a noite eu quero você aqui, as 20h. Vestido curto. Sem calcinha. Se atrasar, as fotos serão divulgadas.”

Do outro lado, a resposta veio rápida:

“Sim, senhor.”

E eu sorri, já imaginando o que faria com a minha chefe naquela noite….

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