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Sozinha em casa e pedindo ajuda aos pedreiros
Esse final de semana foi o dia dos pais e a minha mãe veio passar aqui em casa, já que ela me criou sozinha desde sempre, então ela é meu pai também. O fim de semana até que foi tranquilo, leve, gostosinho. Mas, pra mim, só ficou bom mesmo depois que ela foi embora
Na segunda pela manhã, aproveitei que meu marido saiu bem cedo para deixar minha mãe em casa (ela mora em outra cidade) e depois ia deixar o carro no mecânico, e fui dar bom dia pros pedreiros da obra aqui do lado, que sempre ficam olhando quando saio de casa. Minha rua é literalmente só mato, os primeiros vizinhos estão começando a construir agora, então é bem parado aqui.
Tava um frio gostosinho, então eu coloquei um robe vermelho de tule, meio transparente com algumas rendas, sem nada por baixo porque eu realmente queria me exibir e atiçar eles. O bico do peito durinho por conta do frio, marcando bastante. Eu tô gravida e a barriga já está meio grandinha, então aquela abertura do robe, mesmo fechado, fica parecendo uma fenda e a minha bucetinha ficava quase aparecendo quando eu andava.
Cheguei em frente a obra deles e perguntei se podiam me ajudar, tirando o meu fogão do lugar para eu poder limpar. Eles me olharam, a principio sem acreditar no que estavam vendo. Dentre eles tinha um novato, eram semppre três na obra, mas naquele dia tinha quatro ali. Já que estava no inferno, resolvi abraçar o capeta. Quando disseram que sim, eu aproveitei e já perguntei se, depois que terminasse de limpar, eles poderiam voltar depois, para colocar no lugar.
O novato ali, já com um um brilho safado no olhar, disseram que poderiam me dar uma força, mas que cobrariam adiantado e perguntou o quanto eu poderia dar pra eles. Nisso ele deu um sorrisinho sacana e ficou explícito que todos estávamos falando a mesma língua. Eu disse que pagaria o quanto fosse necessário e dei as costas e fui andando em direção ao meu portão, deixando eles observarem a minha bunda por debaixo do robe.
Quando entrei no quintal, fique uns segundos esperando, até que entrassem também e foi só o tempo de fechar o portão e os quatro já começaram a passar a mão em mim, me segurando, apertando meus peitos, esfregando minha buceta, mal consegui caminhar até entrar em casa, fui praticamente carregada.
Antes que pudesse mostrar a direção do quatro, já estavamos jogados no sofá, ao mesmo tempo que tava beijando um, tava chupando outro e tinha alguém mamando nos meus peitos e sei que tinha uma rola em cada mão minha, mas eu lembro que dei um gemido tão gostoso quando alguém começou a chupar minha buceta. Meu marido nunca faz isso, por mais que eu peça mas foi tão gostoso, pois não ficaram só chupando, enfiaram a língua lá dentro, me chupaando e me fodendo com a língua ao mesmo tempo e depois eu levei uma chupada tão gostosa no meu cuzinho que eu não aguentei e pedi para me comerem logo e no mesmo segundo eu senti um pau bem gostoso entrando devagarinho e ao mesmo tempo me rasgando toda. Eu derreti naquela pica, quase gozei só nessa botada.
Daí começou a meter, cada vez mais rápido, sem dó e de repente já era outro entrando em mim e eles começaram a revezar e daí um deles começou a fuder minha boca também eu já nem sabia onde me concentrar. Os tapas na cara enquanto eu mamava aquela rola estavam me deixando cada vez mais excitada, sentando cada vez mais gostoso em quem estivesse me comendo.
Nisso, do nada, um falou para comer o cu também, para todo mundo participar e acabar logo, “antes do marido corno dessa vagabunda gostosa chegar”. Daí eu arreguei, eu disse que nunca tinha feito, que meu cu era virgem, mas eles disseram que não podiam fazer nada por mim, se entrei na roda foi porque eu quis (e de fato eu queria, mas estava com medo) e ainda disseram que eu nem ia ter como negar ou pedir socorro, era só uma putinha indefesa no meio do nada contra quatro. Eu agora só estava ali pra levar porra.
Eu pedi por favor, implorei e levei uns bons tapas, na cara e na bunda, para deixar de reclamar, mas disseram que iam me dar uma colher de chá quando viram que eu estava chorando. Tinha muita obra pela frente, e iam acabar fodendo minha bunda de qualquer jeito. Nessa hora eu dei uma broxada, pois a minha negação era parte do meu fetiche em CNC.
Daí voltaram a meter na minha bucetinha, revezaram de novo e já tinha um pau diferente pau babando na minha boca enquanto alguém metia com muita força na minha buceta, De repente parou e eu vi mais um se encaixando ali, pedi para deixarem o cu para outro dia e só me mandaram calar a boca e relaxar. Quando eu percebi, tinham dois caralhos se espremendo para entrar na minha buceta, no início ardeu um pouquinho, como se tivesse machucado. Mas quando entraram, como eu gritei de tesão, de prazer, de medo, de tudo… E os dois metendo ao mesmo tempo enquanto alguém fodia minha garganta, eu só tremi e gozei e tremia cada vez mais.
Que sensação maravilhosa, eu fui no céu e quase fiquei por lá, de tão gostoso. Nunca tinha experimentado isso.
Daí o novato que sobrou no rodízio da vez e ficou só olhando, cansou de ficar na mão e disse que não ia dar para esperar. Eu vi os olhos dele brilhando enquanto ele dava aquele mesmo sorriso sacana de antes, ele só cuspiu na mão, começou a passar na rola dele e veio andando pra trás de mim.
Não conseguia nem me concentrar muito mas ouvi a voz dele falando pra eu relaxar que eu ia gostar dele sendo o meu primeiro. Segundos depois ele começou a forçar o pau dele na entrada do meu cu, até que senti entrando de uma vez só. Nisso, quando eu ia gritar, o que estava fodendo a minha boca só apertou a minha cabeça contra ele, enfiando o pau até o fundo da minha garganta, para eu não conseguir sair e ali os quatro ficaram me fodendo em sincronia, todo mundo entrando e saindo de mim, quase ao mesmo tempo.
Não demorou mais do que minutos e eu gozei de novo, toda me tremendo, e eles começaram a rir de mim, dizendo que eu fazia charme mas tava gostando da surra de pica e que era hora de mostrar como é de verdade. Daí começaram a empurrar com ainda mais força e bem rápido, eu sei que eu perdi o controle de mim quando vi que tava espirrando algo do meio das minhas pernas.
Comecei a esguichar, pela primeira vez na vida, nunca tinha acontecido, parecia até uma sensação de fazer xixi.
Nisso um deles disse que eu não servia para dona de casa, que dona de casa de respeito não faz isso e eu era gostosa demais pra isso. Eu devia era ser puta, o brinquedo pra eles gozarem quando estivesse entediados na obra. E voltaram a me comer até que o novato não aguentou e gozou no meu cu, me deixando ele todo arregaçado e escorrendo.
Então os outros começarama revezar, todo mundo queria passar a rola pelo meu cuzinho, fizeram fila atras de mim e foram. Enquanto o novato veio enfiar o pau gozado e ainda duro na minha boca, um outro veio por debaixo de mim e começou a comer minha bucetinha, mas não aguentou e gozou rápido também, e na hora disse que “era bom eu estar grávida, não tinha risco de ele gozar dentro e engravidar uma vagabunda”.
Eu pedi pros outros gozarem na minha cara, que queria me sentir usada e suja, mas disseram que piranha não tem direito de falar e nem escolher. Então o que estava fodendo o meu cu, foi até quase gozar e depois veio jorrar no fundo da minha garganta e tampou a boca até eu engolir tudo e o último disse que faria exatamente como eu queria, mas só porque assim, eu seria obrigada a dar para ele sempre que ele quisesse. Eu disse que sim, se ele jogasse tudo na minha cara, igual puta e chamando pelo meu nome, gemendo bem gostoso e ele jorrou por cima de mim igual a um animal, urrando, gemendo, me deixando mais excitada no final de tudo que no começo.
Depois disso eles foram embora, não tiraram meu fogão, eu fiquei arregaçada e limpando toda a bagunça antes que meu marido chegasse.
A noite meu marido veio me procurar, mas eu só consegui dizer a verdade, que estava cansada, que arrumar as coisas pela manhã tinha exigido muito de mim, ainda mais por estar gravida, ele não aceitou muito, mas teve que engolir.
Ontem eu passei o dia todo cozinhando ele, mas a noite eu não consegui escapar e o pau cantou na minha bucetinha. Mas eu só conseguia pensar no festival de rolas que eu participei pela primeira vez. Tava gemendo e rebolando tão gostoso imaginando o que aconteceu, que nem demorou pro meu marido gozar e querer ir dormir logo na sequencia.
Hoje eu pretendo sair pra fazer caminhada bem na hora em que eles saem da obra, pra ver o que pode acontecer…


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