Agosto 14, 2026

9 Visões

Agosto 14, 2026

9 Visões

Márcia, a vizinha do ape de baixo

0
(0)

Voltando para o Brasil aos 24 anos, depois de um tempo na Austrália, minha cabeça tava meio confusa.
Eu não aguentava mais aquelas interações sociais chatas dos grupos de amigos, e o namoro que eu tinha deixado em stand-by lá na Austrália, eu não sabia se daria certo ou não.

Com 1,80m, shape em dia de quem treinava, eu tava naquela fase de querer explorar coisas novas, principalmente a minha sexualidade.
Logo no meu prédio morava a Márcia, no apartamento de baixo.
Uma mulher de 43 anos, uma NAVE, que sempre me deixou com um tesao foda.
1.65m, pele morena linda, corpo violão (uns 65kg bem distribuídos) e uma bunda que chamava atenção.

Ela era casada com um filhinho de papai, o sogro era dono de uma rede de varejo famosa em São Paulo que todo mundo conhece.
Só que o cara só trabalhava e não dava a mínima atenção pra ela. Márcia vivia sozinha naquele apê quase vazio, porque eles tavam para se mudar.
A gente sempre cruzava no elevador, na academia, e era aquela troca de olhar safada que dizia tudo.

Até que um dia deu bom.

Chegamos juntos com as compras do mercado. É claro que fui gente boa e me ofereci pra ajudar a carregar as sacolas dela até o elevador.

Ela me olhou, arregalou os olhos e soltou: “Caramba, Marcelo? É você? Lembro de ti moleque na época da faculdade, todo magrelo. Olha só como você tá!”

Sorri, ajudei a subir e botei as coisas na cozinha do apê gigante e vazio. Já ia vazar pra não ficar chato, mas ela mandou: “Espera aí, menino. Nem vai aceitar uma água depois de carregar esse peso todo?”
Aceitei, óbvio. Ficamos batendo papo ali na cozinha, trocando ideia, e galera, papo foi fácil e gostoso. Quando fui embora, fiquei com aquilo na cabeça.

Dias depois, esbarrei com ela na academia. Márcia tava na esteira, toda suada, cabelo preso, aquele corpão definido pela roupa. A gente passou o treino inteiro trocando olhares pelo espelho. Na hora que eu tava indo embora, ela gritou do outro lado da sala: “Tô indo também! Vamo junto!”
No caminho de volta pro condomínio, o assunto engatou no casamento dela.
Ela começou a desabafar, dizendo que o marido passava o dia fora, que sentia falta de companhia, e que tinha curtido muito nossa conversa dias antes.

Eu não aguentei e soltei, indignado: “É um desperdício um cara ter uma mulher assim em casa e não dar valor. Ta doido! Se eu tivesse o que ele tem”
Na hora me toquei, e falei: “ Puta, desculpa Márcia. Não foi a intenção. Só saiu”

Ela riu, me olhou de canto de olho com um sorriso meio safado e mandou: “ vai fazer o que agora? Quer subir lá em casa pra tomar um café e continuar o papo? Me conta como foi o intercâmbio”

Só respondi: Bora! Não vou fazer nada agora não.

Subi com ela pro apartamento.

O lugar era enorme

Ela foi direto pra cozinha passar um café e eu fiquei ali perto, encostado na bancada, admirando aquele corpasso gostoso.

A conversa começou sobre as minhas viagens na Austrália, e daqui a pouco o papo engatou nas mulheres de lá. Sem filtro, soltei que meu tesão sempre foi mulher mais velha e que na gringa, na faculdade, em qualquer lugar eu procurava por elas kkkk

Falei que lá tinha saído com algumas cougars. Ela não sabia o que significava isso, expliquei que eram aquelas coroas que curtem um novinho e adoram pegar um cara mais jovem pra ensinar as coisas.

Mandei a real rindo, dizendo que tinha aprendido bastante com elas.

Márcia falou: “que nem eu! Aquelas”, soltou uma risada gostosa e daquelas bem sinceras, mas notei que o olhar dela mudou na mesma hora. O clima ficou mais tenso, mais sei lá… sexual?. Ela se encostou na pia, cruzou os braços valorizando ainda mais o peito, e soltou, com um sorriso de canto de boca:
“ Então quer dizer que aquele menino de antigamente, hje gosta de uma coroa? E o que foi que essas suas “professoras” te ensinaram, hein, Marcelo?

Na mesma hora eu saquei. O papo de café e curiosidade sobre a Austrália tinha acabado. Ela queria escutar minhas experiências. Ela queria se imaginar cmg.

Não guardei nada. Fui contando de um jeito bem franco, detalhando como eram as coisas com as mulheres mais velhas na Austrália, o clima, o jeito que elas tomavam a iniciativa e o que a gente fazia.

Enquanto eu falava, Márcia continuava encostada na bancada. Ela não tirava os olhos de mim, prestando atenção em cada palavra, com a respiração um pouco mais firme.

Em algum momento, ela descruzou os braços e mudou de posição, cruzando as pernas e me encarando de um jeito que deixava claro o quanto ela estava atenta a cada detalhe.

O silêncio que ficava entre uma frase e outra parecia pesado, carregado de expectativa.
Quando fechei a boca e parei de falar, a tensão no apê vazio virou quase palpável. O ar estava denso.

Decidi que não dava mais pra ficar rodeando o assunto.

Dei um passo à frente, encarei ela nos olhos e mandei a real, sem gaguejar:

“Quer saber a verdade, Márcia? Eu comecei a despertar isso aqui no prédio! Você sempre foi meu primeiro sonho de consumo. Eu imaginei estar ctg desde a época da facul”

Ela congelou. Me olhou e falou: “Para menino! Vc sabe q sou casada”

Eu: Sim, eu sei. Se vc quer se sentir desejada de novo, viver uma aventura gostosa e tesuda com alguém que não estrague seu casamento, sua vida, vc precisa de um homem maduro que entenda sua situação. E meu amor, olha no meu olho e fala q vc nunca pensou nisso.

Ela travou. A respiração acelerou, o peito subindo e descendo rápido, mas nenhuma palavra saiu da boca dela. Foi o sinal que eu precisava.

Segurei o queixo dela com firmeza, levantei seu rosto e, sem pensar duas vezes, beijei ela. Não foi um selinho; foi um beijo, cheio de toda a tensão que a gente vinha acumulando havia semanas. Márcia não hesitou nem um segundo. Ela abriu a boca, me puxando para mais perto, e a gente começou a se atracar ali mesmo, encostados na pia da cozinha vazia.

O clima esquentou de um jeito animalesco. Ela me devorava com uma fome de mulher negligenciada, as unhas dela cravando nas minhas costas, puxando minha pele.

O calor da cozinha e o suor da academia ainda grudado na gente, tudo sem frescura.

Minhas mãos correram pelo corpo dela, apertando aquele rabo gostoso contra a borda da pia, sentindo o formato daquele corpo de 43 anos colado ao meu.

Meu pau latejava contra a calça, enquanto ela gemia no meu ouvido, esfregando a buceta dela quente e encharcada na minha perna.

Sem perder tempo, ela abaixou minha calça e sorrindo, deu um cheiro no pau e começou a mamar.

Ela engoliu ele inteiro! Parecia que não pegava um pau sei lá quanto tempo. Engasgava até o talo, fazendo aquele barulho de “glup glup glup, seguidos do “Ahhhhhh que delícia! Esse pau gostoso! Nunca ia imaginar que vc ia ser tão tesudo assim”

Pegava firme no meu pau e batia na cara. Perguntando” gosta de uma coroa casada? Gosta? E glup glup glup”

Eu a levantei, sentando-a sobre a bancada de granito da pia. A altura dela ficou perfeita. Ela abriu as pernas, encaixando a minha cara entre elas, senti o calor úmido da sua buceta através da calcinha que ela vestia. O tecido estava completamente molhado.

Eu não tive paciência. Afastei a calcinha de lado e, comecei a sentir o gosto daquela buceta molhada, salgada e tesuda.

Chupei como se não houvesse o amanhã. Aproveitei que tava lá já, e comecei a chupar o cu dela. E modéstia a parte, chupo bem. MUITO bem. E ela confirmou gozando na minha boca.

Márcia:”Aprendeu a chupar buceta é? Vou querer repetir hein!

Quando virei ela de costas, abri as pernas dela, dei uma última chupada naquele cu gostoso, o gemido dela preencheu a cozinha, até achei que foi alto de mais kkk.

Ela se virou pra mim, apoiando as mãos na pia, enquanto a pele bronzeada suava em contraste com o mármore.

Márcia: “ Vem! Vem me mostrar mais o que vc aprendeu.

O ritmo foi intenso, animal. Cada metida eu sentia meu pau sendo jantado.

Márcia não era passiva; ela seguia cada movimento, ficava na ponta dos pés para receber mais, esfregando a bunda com uma força no meu pau… aquilo me deixava louco.

Dava pra escutar alto “ Plec plec plec plec” da nossa pele se batendo.

A buceta dela me apertava tanto que eu sentia que ia explodir, mas segurei o quanto pude para garantir que o prazer dela fosse o foco.

A gente se olhava com uma intensidade que ultrapassava desejo físico; era uma entrega total àquele momento.

Quando ela gozou pela segunda vez, o corpo dela todo tremia, os espasmos da buceta dela eram surreais. E sentir aquilo cm meu pau, foi incrível

Depois, ficamos ali por um tempo, o suor esfriando devagar, ela encostada na pia, olhando pra mim e dando risada.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

" A minha madrinha "

relatoseroticos.es

06/04/2010

" A minha madrinha "

minha linda filha

relatoseroticos.es

18/02/2014

minha linda filha

O cuñado que não subiu

adm02

18/08/2025

O cuñado que não subiu
Scroll to Top