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Agosto 14, 2026

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Devolução atrasada

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Isso aconteceu já tem um tempo, antes da pandemia, na época ainda era solteiro, morava sozinho em um ap a algumas quadras de um bar/balada onde meus amigos e eu costumávamos passar boa parte das noites. Era um lugar simples, daqueles que começa como bar e depois de um tempo abre a pista e acaba virando baladinha, cidade relativamente pequena, aqueles lugares que você acaba frequentando tanto que já conhece quase todo mundo.

Foi em uma dessas noites que eu estava no bar com alguns amigos. Tomamos umas bebidas e, no grupo, havia uma garota, amiga de amigos. Para descrevê-la brevemente: ela tinha cabelos num tom entre o castanho e o ruivo, pele clara e magra. Mas com peitos relativamente grandes. Juro que nunca senti atração por ela. Não é que ela não fosse bonita, longe disso, mas nunca vi nada de diferente nela. Na época, inclusive, um amigo meu estava de conversa com ela, então todo mundo respeitava.

Quando chegou a hora de ir embora, começou a chover forte. Muito forte! Como já tínhamos saído do bar, corremos juntos para a frente da minha casa para nos abrigarmos da chuva. Aquilo, na verdade, já tinha acontecido algumas vezes antes. Se bem me lembro, ela morava longe e, às vezes, demorava um pouco para um Uber aceitar a corrida; então, eu esperava com ela, porque não queria deixar uma mulher sozinha à noite.

Dessa vez, porém, ela entrou; o uber não aceitava de jeito nenhum, imaginamos que, devido a chuva torrencial, pensamos em matar um tempo, esperar a chuva passar. Nisso, com as roupas todas molhadas, falei que iria tomar um banho, apontei o banheiro de visita e separei uma muda de roupa minha que ela podia emprestar, camiseta larga e um shorts de jogar bola.

Saindo do banho, sentei no sofá, abri uma cerveja e esperei ela sair. Ainda chovia muito.

Quando ela saiu fez alguma piadinha de estar pronta para jogar bola, nesse momento alguma coisa dentro de mim percebeu algo diferente, sabe aquela beleza de uma mulher usando roupa de homem? que fica tudo meio larga, meio despojada? então! Ela sentou no sofá comigo, era um sofá pequeno, dois lugares, inicialmente do meu lado, ficamos alguns minutos ali, conversando e tomando a cerveja, nisso foram algumas long que tinha na geladeira; logo ela se virou com as costas para o braço do sofá e colocou as pernas no meu colo; fez alguma brincadeira que a chuva não iria passar e estava ficando com sono, foi ali que me dei conta que ela estava usando uma das minhas camisetas, só a camiseta.
Lembro-me claramente de tentar não olhar para ela, mas não conseguia evitar; suas pernas longas e claras estavam no meu colo, e meu olhar insistia em desviar para o meio delas, até que ela as abriu um pouco. Não chegou a abrir totalmente, mas deu uma abridinha. Olhei para lá e depois para ela; ela desviou o olhar e deu um sorrisinho. Coloquei a mão em uma das pernas dela e comecei a fazer um carinho suavemente. Inicialmente na batata da perna, até que lentamente fui subindo em direção as coxas. Então, ela começou a encostar o pé no meu pau, toques leves no início, como que sem querer, mas, quando percebeu que eu estava ficando excitado, aumentou a pressão. Logo, meu pau estava latejando forte e ela o esfregava vigorosamente por cima da minha roupa.
Aí veio a parte mais bizarra:
ela colocou o outro pé na minha boca. Juro, nunca tive fetiche por pés; nunca busquei isso com minha esposa, nem procurei pornografia que envolvesse isso.
Mas eu adorei.
Um pé na minha boca e o outro pressionando meu pau. Abaixei meu shorts e ela começou a me masturbar com os pés. Cara, juro que lembro da sensação, eu senti aquilo, e só de escrever isso fico excitado de novo. Não sei se foi algo da situação ou se ela sabia o que estava fazendo, mas fazia muito bem! As vezes com um pé só, passava os dedinhos pela cabeça do pau, depois com os dois, abraçando meu pau entre os pezinhos. Beijei os pés e as pernas dela, subindo em direção à sua buceta, meu Deus, que buceta cheirosa; sabe aquele cheiro de mulher que acabou de sair do banho? Exatamente isso.
Subi até a buceta e digo que ainda consigo sentir o gosto e a sensação. Fiquei ali um tempo, saboreando todo o gosto dela, até que ela sentir ela apertar minha cabeça enquanto fechava as pernas se contorcendo, tinha gozado e tava muito molhada.
Puxei ela para mais perto e dei um beijo molhado, o gosto dela ainda na minha boca se misturando entre nossas salivas.
Meti na buceta bem molhada e entrou muito fácil, ela tava muito molhada, primeiro ficamos no missionários, revezando entre um beijo e os peitão dela, aquele peito grande meio caído que são bom de chupar. Depois, ela se virou de costas, apoiou os braços no sofá e empinou aquela bundinha branca deliciosa, comi ela de quatro passando a mão pelas pernas compridas.
Nisso eu tava me segurando para gozar, no calor do momento acabamos nem pegando camisinha, então avisei que estava chegando no limite.
Ela perguntou se eu queria gozar nos pés dela!
Olha, eu queria? não sei, não tinha nem passado pela minha cabeça, mas não tinha como negar.
Se virou de frente para mim e fechou bem as perninhas, um pé ia fazendo carinho no meu pau e o outro esticado para receber a porra, terminei com uma punheta e gozei nos pés dela. Confesso que foi meio atrapalhado, caiu um pouco no chão e um pouco no sofá.
O que caiu no pé dela ela ajuntou com um dedo e levou para boca, engoliu e deu um sorrisinho.
A chuva insistiu em não acalmar, ela acabou passando a noite ali, dormimos juntos, ela acordou cedo, eu acordei também, dessa vez ela aceitou o shorts, colocou a roupa molhada numa sacola e fio embora. Confesso que achei que talvez rolasse alguma coisa naquela manhã, mas não aconteceu nada. Depois disso, ainda nos vimos algumas vezes, mas nunca mais rolou nada entre nós. Continuamos agindo como amigos normais e, no fim, ela nem chegou a dar certo com aquele outro amigo.

Hoje ela está com outro cara, e eu também tenho minha mulher.

Eu tinha esquecido completamente dessa história até ontem à noite.
Depois de anos sem a gente se falar, vi uma notificação no celular. Era justamente ela, mandando uma mensagem pelo Instagram. Uma foto de visualização única. Achei estranho na hora e fui abrir no banheiro, para não levantar suspeitas:
Uma foto da roupa que eu tinha emprestado para ela naquela noite, acompanhada de uma mensagem:

“Acabou ficando aqui, né? Vamos marcar alguma coisa para que eu possa te devolver.”

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