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Agosto 21, 2026

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Confissão na sacristia

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Eu sou católica e frequentava uma paróquia que tinha um padre jovem, muito bonito, alto, um pouco forte, que na época devia ter uns 30 anos.

Eu sempre fui muito participativa na igreja e quando esse padre chegou, fizemos amizade logo de cara. Não demorou muito e eu me apaixonei por ele (sim, eu sei que é errado, mas não consegui controlar).

Passado um tempo, eu comecei a perceber alguns olhares diferentes do padre, e aquilo me dava um fogo muito grande. Passei a ir aos encontros com roupas um pouco mais justas e sempre pedia para falar com ele depois da missa. Eu o encontrava na sacristia e sempre fazia questão de ir sempre bem arrumada, muito cheirosa e lhe dava um abraço muito apertado. Ficava ansiosa para poder vê-lo novamente. Meu corpo o desejava sempre, eu me imaginava com ele todos os dias.

Até que um dia fui ajudar algumas irmãs com os preparativos de uma festa. Fiz questão de chegar mais cedo, pois sabia que ele estaria lá. Coloquei um casado com botões, que seria fácil de abrir perto dele e por baixo deixei uma camisa com um decote que não era escandaloso, mas que chamaria a atenção dele.

Pois bem, cheguei e ele já estava lá, sentado em uma mesa, cheguei e o abracei bem forte, e ele me pareceu ficar tenso. Me sentei de frente a ele e começamos a conversar.

Até que em um determinado momento abri dois botões do casado e me debrucei lentamente sob a mesa. Senti o corpo dele enrijecer no mesmo instante, os olhos dele não conseguiram desviar dos meus seios, mas eu queria mais. Queria que ele rasgasse a minha blusa, e me beijasse inteira.

As pessoas foram chegando e eu tentei disfarçar, mas toda hora o pegava olhando para mim. Até que não aguentei, pedi que ele fosse até uma sala comigo, porque eu queria me confessar.

E então chegando na sala eu me declarei, disse que não estava mais aguentando de tesão por ele. Ele engoliu seco, refletiu uns segundos e disse que era errado, mas que também estava sentindo o mesmo por mim. E bastou isso para eu me aproximar dele. Comecei a beija-lo devagar, e quando senti que ele começou a corresponder, tratei logo de colocar as suas mãos no meu corpo.

Ele não hesitou, foi logo me apertando daqui e dali. Senti seu pau endurecer e o apertei. Ele abriu a minha blusa, beijou meus seios, que são belos e fartos, e me pediu para chupá-lo, e assim eu fiz.

Foi uma delícia, o pau dele pulou para fora da calça, era grande e pulsava na minha boca. Chupei com toda a vontade que havia em mim. Ele segurava meu cabelo e me guiava, pedia para eu não parar.

E a adrenalina de sermos pegos por alguém alimentava ainda mais a emoção.

Então ele pediu que eu me levantar, e me colocou bruços apoiada numa mesa. Levantou a minha saia e enfiou seus dedos em mim. Ele enfiava com força, me masturbando, me chupava e até passava a língua no meu cu. Eu delirei e eu me segurava para não gemer alto.

Depois começou a passar o dedo em volta do meu cu, e dizia que queria enfiar seu pau ali. Ele até chegou a esfregar o pau delicioso em mim, que eu adoraria sentar.

Então ele disse que não estava mais aguentando, que precisaria gozar, mas não tinha onde, então eu me virei, abaixei e o chupei de novo. Ele gozou, com força, e eu engoli tudo. Sem desperdiçar nada.

Eu também acabei gozando, mas ver o prazer dele foi ainda melhor que ter o meu.

Saímos da sala e voltamos para ajudar as outras irmãs. Foi uma pena termos parado ali, eu deixaria ele me comer por horas.

Tempos depois ele foi transferido para longe e não tivemos mais contato.
Até hoje não eu ainda me excito pensando nele e penso em como seria bom ter dado uma bela sentada naquele pau latejante.

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