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Punheta na sala escura
Porra, eu estudo de noite, irmão. Quando a aula acaba já é quase onze horas. Todo mundo já tá morto de sono, cara caindo, ninguém aguenta mais nada. Hoje a sala tava praticamente vazia, luzes baixas pra caralho, só o projetor jogando aquela claridade fraca no slide que ninguém tava lendo. O professor nem fingia mais, tava enfiado no celular, rolando feed ou sei lá o quê.
E foi nesse silêncio fodido que o tesão começou a me comer vivo. Não era só uma vontadezinha não… era uma putaria quente subindo pela virilha, apertando o saco, fazendo o pau engrossar sem pedir licença. Eu tentava pensar em qualquer merda pra não ficar duro no meio da sala, mas o corpo não colaborava porra nenhuma. O sangue batia forte, o pau já marcava no short fino, a cueca molhada de pré-porra não segurava quase nada. Eu sentia a cabeça do pau esfregando no tecido, pingando, sujando tudo.
Aí ele passou na minha frente.
Meu amigo do bundão, aquela bunda redonda, pesada, balançando de um lado pro outro enquanto andava. A calça justa colava naqueles dois gomos perfeitos, a fenda no meio se marcando a cada passo, o tecido entrando um pouco no rabo. Eu não aguentei. Fiquei olhando igual um cachorro no cio, boca aberta, pau latejando. Imaginei a mão abrindo aqueles glúteos, o tapa estalando na carne macia, a marca vermelha surgindo na hora. Imaginei morder aquela bunda, deixar dente, chupar a pele, depois enfiar a língua no meio e lamber o cu dele até ele tremer e gemer baixinho. Depois abrir as pernas, cuspir grosso na entrada, espalhar a saliva com o dedão e enfiar meu pau grosso até o fundo, sem pressa, sentindo ele apertar, quente, molhado, pulsando em volta do meu pau.
Não deu pra segurar. O pau subiu de uma vez, duro pra caralho, latejando, a cabeça já saindo da cueca e esfregando no short. Eu sentia a porra pré-gozo escorrendo, sujando a roupa, o cheiro de tesão já tava no ar. A sala tava escura, o professor distraído, só umas quatro pessoas na frente. Ninguém atrás. Eu me levantei devagar, o pau batendo na coxa, e fui pro fundo, pro canto mais escuro. Joguei a mochila em cima da mesa, tirei o casaco e vesti de novo, cobrindo o colo inteiro. Com a mão esquerda segurei o casaco, com a direita enfiei devagar por dentro do short.
Peguei o pau quente, grosso, já pingando. A pele tava escorregadia de pré-porra, o cheiro forte subindo. Comecei a bater lento, sem pressa, escondido, sentindo o peso da porra subindo. A cada puxada eu pensava naquela bunda se abrindo, no cu apertando a cabeça do meu pau, no som molhado de peito contra peito, no cheiro de sexo, no gemido abafado dele quando eu metesse fundo e ficasse parado, só sentindo ele tremer e apertar.
Bati mais forte. A mão deslizava fácil, o pau latejava, o saco pesado, quente. Eu apertava a cabeça, esfregava o dedo no buraquinho, sentia mais pré-porra escorrer. Imaginava ele de quatro naquela mesma sala vazia, a bunda pra cima, o cu piscando, me pedindo pra meter mais fundo. Imaginava cuspir no rabo dele, enfiar dois dedos, abrir, depois enfiar o pau de uma vez só e foder sem dó, ouvindo o barulho molhado de porra e saliva. Imaginava gozar fundo, enchendo o cu dele, e depois chupar tudo de volta, sujo pra caralho.
A sala continuava silenciosa. Eu batia mais rápido agora, a mão fazendo barulho baixo, molhado. O pau tava tão duro que doía. Quase gozei ali mesmo, mordendo o lábio pra não gemer, a porra quente subindo, pronta pra sujar a cueca, o short, a mão… tudo. Eu segurei, segurei, e continuei batendo, imaginando a cara dele quando eu gozasse na boca, no rabo, no peito… em qualquer lugar.
Eu tava perdido na putaria. O casaco cobria tudo, ninguém via. Só eu, o pau latejando na mão, a porra quase saindo, e a imagem daquela bunda grande, redonda, pedindo pra ser fodida no fundo da sala escura.
Porra, eu já tava no limite. A mão apertava o pau grosso, escorregando de tanto pré-porra, o barulho molhado baixo mas constante. Eu batia mais rápido, o saco subindo e descendo, o pau latejando forte pra caralho. A imagem daquela bunda redonda não saía da minha cabeça: ele de quatro, a calça puxada, o cu piscando, me pedindo pra meter fundo. Eu imaginava o pau entrando de uma vez, o aperto quente, o gemido abafado dele, o barulho de pele batendo em pele.
A porra subiu de uma vez.
Eu apertei a cabeça do pau com força, mordi o lábio pra não gemer, e gozei. A primeira jato saiu grosso, quente, sujando a mão inteira, escorrendo pelos dedos e pingando dentro do short. Outro jato, mais forte, molhando a cueca, o tecido fino já encharcado. Eu continuei batendo enquanto gozava, espremendo até a última gota, a porra escorrendo quente pela virilha, sujando a coxa, o short, tudo. O cheiro forte de porra subiu na hora, misturado com o suor.
Eu tremia, o pau ainda latejando, soltando mais umas gotas grossas. A mão tava toda melada, a porra escorrendo entre os dedos. Eu limpei devagar na própria coxa, por dentro do short, espalhando a porra quente na pele. O pau ainda tava meio duro, sensível pra caralho, latejando depois do gozo.
Respirei fundo, olhei pra frente. O professor ainda no celular, as poucas pessoas na frente nem se mexiam. Ninguém tinha visto porra nenhuma. Eu fiquei ali no canto escuro, a mão melada, o short molhado, o cheiro de porra no ar, ainda imaginando aquela bunda grande se abrindo pra mim.
Fiquei mais um tempo sentado, o pau amolecendo devagar, a porra esfriando na pele. Só pensava em como seria foder ele de verdade depois da aula… ou no banheiro… ou no carro.


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