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Cena de salão
Eu chego em casa antes deles de propósito. Já tirei a calcinha e me sentei na poltrona do canto do quarto, pernas bem abertas, um vibrador pequeno na mão e o celular gravando. Quero ver tudo de perto, quero ouvir cada gemido, cada barulho molhado, mas sem que o Ricardo coloque um dedo em mim.
A porta se abre. Pedro entra primeiro, já de camisa aberta, o pau marcado na calça. Atrás dele vem o Ricardo, o cabeleireiro, sarado, jeans apertado, aquele sorrisinho safado de quem sabe exatamente o que vai acontecer. Eles se beijam na minha frente, línguas se enrolando, mãos apertando bundas. Eu passo o vibrador no clitóris devagar, só observando.
Pedro empurra o Ricardo na cama de quatro, puxa a calça dele até as coxas e cospe direto no cu. Sem enrolação. Dois dedos grossos entram de uma vez. Ricardo geme alto, a voz rouca:
— Porra… mete o pau logo, quero sentir esse casado me arrombando.
Pedro alinha a cabeça do pau grosso e enfia tudo de uma estocada. O cu do Ricardo engole até o saco. O barulho é obsceno, molhado, sujo. Pedro segura a cintura dele com força e começa a meter pesado, a pele batendo forte, o saco espalmando a bunda do cabeleireiro a cada investida.
Eu abro mais as pernas e enfio dois dedos na buceta, sentindo o quanto já estou encharcada. Meus olhos não saem do pau do meu marido sumindo e aparecendo dentro do outro homem. Cada vez que Pedro puxa quase todo pra fora e enfia de novo até o fundo, eu aperto o clitóris mais forte.
— Mais fundo — eu mando, a voz já embargada. — Quero ver você abrir esse cu pra mim.
Pedro obedece. Segura o cabelo do Ricardo, puxa a cabeça pra trás e mete com brutalidade. Ricardo geme, baba na fronha, uma mão no próprio pau batendo punheta desesperada.
— Olha pra ela — Pedro ordena. — Olha a minha mulher se tocando enquanto eu te fodo igual uma puta.
Ricardo vira o rosto e me encara, olhos semicerrados de prazer, mas não se move na minha direção. Ele só engole o pau do meu marido e geme mais alto. Eu tiro os dedos da buceta, mostro pra eles o quanto estão brilhando de gozo e volto a esfregar o clitóris em círculos rápidos.
Pedro tira o pau de uma vez, a cabeça vermelha e babada, e cospe de novo no cu aberto do Ricardo antes de enfiar tudo outra vez. O som é nojento e delicioso. Eu sinto a buceta latejando. Estou tão perto.
— Goza dentro dele — eu peço, quase suplicando. — Enche esse cu de porra na minha frente.
Pedro enterra até o fundo, grune baixo e goza. Eu vejo o corpo dele tremer, as nádegas contraindo enquanto descarrega tudo dentro do cabeleireiro. Quando ele tira o pau, um fio grosso e branco de porra escorre do cu arrombado do Ricardo, pingando na cama. Ricardo ainda está duro, batendo punheta rápido.
Pedro se joga de costas na cama, o pau ainda meio duro e sujo. Ricardo se posiciona por cima, alinha o cu e senta devagar, engolindo o pau do meu marido outra vez. Agora é ele quem quica, a bunda batendo, o pau dele balançando na minha direção a cada movimento. Eu aumento a velocidade dos dedos.
— Quero ver você gozar nele — eu mando pro Ricardo. — Goza em cima do pau do meu marido. Suja ele pra mim.
Ricardo geme, sobe e desce mais rápido, e goza. Jatos quentes saem do pau dele e caem direto no pau e na barriga do Pedro, misturando com a porra que ainda escorre do próprio cu. Pedro segura a cintura dele e continua metendo de baixo pra cima, forçando até o último tremor.
Quando Ricardo se levanta, o cu dele ainda está aberto e vazando. Pedro me olha, o pau brilhando de porra dos dois, e faz sinal com a cabeça. Eu me levanto, devagar, e me ajoelho entre as pernas do meu marido. Sem tocar no Ricardo, eu lambo o pau do Pedro limpo, engolindo o gosto dos dois homens misturados. Ricardo fica só observando, de pé ao lado da cama, ainda ofegante, sem se aproximar.
Pedro me puxa pra cima, me joga de quatro na cama e enfia o pau ainda sujo na minha buceta de uma vez só. Eu grito. Ele me fode com força, uma mão no meu cabelo, a outra apertando minha bunda, enquanto o Ricardo fica só assistindo, o pau já começando a endurecer de novo só de ver.
— Olha pra ele — Pedro ordena no meu ouvido. — Olha o cara que eu acabei de foder enquanto eu te como.
Eu olho. Ricardo está lá, de pau na mão outra vez, se tocando sem se aproximar. Pedro mete fundo, aperta meu clitóris e eu gozo gritando, a buceta contraindo forte no pau dele. Ele goza de novo dentro de mim, enchendo, enquanto o Ricardo termina a segunda punheta e goza no chão, longe de mim.
Quando tudo acaba, Pedro me puxa pro peito, ainda ofegante. Ricardo se veste em silêncio, me dá só um aceno de cabeça e sai do quarto. Eu fico ali, deitada no peito do meu marido, a buceta vazando porra, o corpo ainda tremendo, e já pensando na próxima vez que vou marcar horário no salão só pra sentir o cheiro do shampoo dele e imaginar essa cena de novo.


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