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Cabeleireiro na cama do marido
O sol da tarde batia forte pelas persianas semiabertas do quarto de hóspedes quando eu decidi que aquele dia seria diferente.
Meu marido, Ricardo, estava sentado na beira da cama, de short branco só, a camiseta jogada no chão.
O cabelereiro do meu salão, o Lucas — aquele viadinho afeminado, magrinho, de voz fina e cabelo sempre perfeito —, tinha vindo “só dar uma retocada” no cabelo do Ricardo.
Eu sabia que não era só isso. Eu tinha combinado tudo.
Lucas entrou no quarto com aquela caminhada rebolada, a calça justinha marcando o bundão redondo e a camisa aberta até quase o umbigo, mostrando o peito liso e o piercing no mamilo.
Olhou pra mim, depois pro Ricardo, e deu aquele sorrisinho safado de quem já sabia o que ia rolar.
— Pode ficar aí, amor — eu disse, sentando na poltrona do canto, as pernas cruzadas. — Eu só quero assistir.
Ricardo já estava com o pau duro dentro do short.
Lucas se ajoelhou na frente dele sem nem pedir licença.
Puxou o elástico do short pra baixo e o pau grosso do meu marido saltou, a cabeça já molhada.
Lucas lambeu os lábios, aquele jeitinho de putinha, e engoliu tudo de uma vez.
O barulho molhado de garganta sendo fodida encheu o quarto.
Eu senti minha calcinha ficar encharcada só de ver.
Ele chupava como quem nasceu pra isso: salivando, olhando pra cima com os olhos marejados, a mão fina apertando as bolas do Ricardo enquanto a outra massava a própria bunda por cima da calça.
Ricardo gemía baixo, a mão enfiada no cabelo do Lucas, forçando a cabeça pra baixo até o nariz bater no osso púbico.
— Isso… engole tudo, putinha — ele rosnou.
Lucas se afastou só o suficiente pra falar, a voz rouca de tanto engasgar:
— Me come… por favor… eu tô molhadinho só de sentir esse pau.
Ele se levantou, virou de costas, puxou a calça e a cueca de uma vez só até os joelhos.
A bunda dele era redonda, macia, o cuzinho rosado e já brilhando de lubrificante — ele tinha se preparado antes de vir.
Ricardo cuspiu na mão, passou dois dedos grosso no buraco do Lucas e abriu.
O cu se dilatou fácil, comendo os dedos.
Eu gemí baixinho na poltrona, a mão já dentro da minha calcinha, esfregando o clitóris.
Ricardo se posicionou atrás dele, segurou a cintura fina e enfiou de uma vez.
O gemido agudo do Lucas ecoou.
O pau grosso do meu marido sumiu inteiro naquele cuzinho apertado.
Lucas se curvou, as mãos no colchão, rebolando como uma vadia, pedindo mais.
— Mais fundo… me fode mais fundo… ah, porra, que pau gostoso…
Ricardo começou a meter com força.
O barulho de pele batendo em pele era seco e molhado ao mesmo tempo.
A cada estocada o bundão do Lucas tremia.
Ele olhava pra mim de lado, a boca aberta, babando, e puxava as próprias nádegas pra abrir mais pro meu marido.
Eu me levantei, tirei a calcinha e sentei de novo, as pernas bem abertas, dedos entrando na minha boceta enquanto assistia.
Ricardo me olhou e sorriu, safado, e meteu ainda mais forte.
Puxou o cabelo do Lucas pra trás, forçando o corpo dele a arquear, e começou a falar:
— Olha pra ela… olha pra minha mulher enquanto eu te fodo. Mostra pra ela o quanto você é vadia.
Lucas obedeceu.
Os olhos cheios de lágrimas de prazer fixos em mim enquanto o cu dele engolia aquele pau grosso sem parar.
Eu gozei primeiro, gemendo alto, as pernas tremendo.
Isso só fez o Ricardo meter mais bruto.
Ele tirou o pau, virou o Lucas de frente, colocou as pernas dele no ombro e enfiou de novo, agora de frente.
Assim eu via tudo: o pau sumindo e aparecendo, o cuzinho esticado, o pauzinho fino do Lucas batendo contra a barriga, pingando pré-gozo.
Lucas gozou sem nem tocar no pau, só de ser fodido.
O gozo jorrou no peito dele e escorreu.
Ricardo não parou.
Continuou metendo até o cu do Lucas ficar vermelho e brilhante, o barulho de trepada molhada enchendo o quarto.
Quando finalmente gozou, ele enterrou fundo e jorrou tudo dentro.
O excesso escorreu pelo saco e pela coxa do Lucas quando ele tirou o pau.
Lucas caiu de lado na cama, ofegante, o cuzinho ainda piscando e vazando porra.
Ricardo se sentou, o pau ainda semi-duro e sujo.
Eu me levantei, fui até eles, me ajoelhei e limpei o pau do meu marido com a boca, chupando a mistura de gozo e lubrificante enquanto Lucas assistia, ainda tremendo.
— Foi bom demais assistir — eu disse, a voz rouca. — Amanhã ele volta.
Lucas só sorriu, aquele sorrisinho afeminado e safado, e passou o dedo no próprio cu, recolhendo um pouco da porra do meu marido e chupando.
— Eu volto quantas vezes quiserem…


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