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Setembro 8, 2026

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Piscina, punição e porra na cara

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Era uma semana inteira de chuva. O céu cinza, o barulho constante da água batendo nas janelas, a sensação de que o mundo lá fora estava pesado demais. A gente precisava sair daquilo. Resolvemos ir para um hotel fazenda, longe de tudo, só pra respirar e descansar a mente.
Chegamos no final da tarde. O tempo, como se tivesse combinado com a gente, começou a abrir. O sol surgiu tímido entre as nuvens, mas o ar continuava frio. A grama ainda estava molhada, o vento cortava um pouco. A piscina, no entanto, era aquecida. O vapor subia devagar da água quente contrastando com o frio do lado de fora.
Combinamos de aproveitar tudo: fazer um churrasco simples depois, ficar na beira da piscina, beber devagar. Eu desci pro quarto pra me trocar. Escolhi o biquíni que eu sabia que ele gostava… se é que dava pra chamar aquilo de biquíni. O de cima era tão pequeno que mal cobria os mamilos, o de baixo era uma tira fina que entrava no meio da bunda e deixava quase tudo à mostra. Eu estava praticamente pelada. Peguei a garrafa de cachaça debaixo do braço e subi de volta.
Quando cheguei na área da piscina, o hotel estava completamente vazio. Nenhuma alma. Só o barulho da água e o vento frio. Ele estava encostado na cadeira, só de short, me olhando. Eu parei na frente dele, abri a garrafa e falei, sorrindo:
— Estou pronta.
Ele não respondeu com palavras. Só passou o olhar devagar pelo meu corpo quase nu, do pescoço até as coxas, e eu senti o calor subir mesmo com o frio do ar. A gente começou a beber. Eu ia enchendo o copo, rindo, provocando. Ele ficava quieto, só observando, como se estivesse guardando cada detalhe.
Em algum momento, já com a cabeça leve e o corpo quente, eu me aproximei, entrei na água aquecida e chamei ele com o olhar. O contraste era delicioso: o ar frio na pele e a água quente envolvendo o corpo. Ele entrou atrás de mim. Me puxou pela cintura, colou meu corpo no dele e falou baixo no meu ouvido:
— Hoje você está bombinha… então vou te usar bem aqui.
Não teve preliminares longas. Ele puxou a tira do biquíni pro lado, me levantou pela bunda e me encaixou nele ali mesmo, dentro da piscina. Eu soltei um gemido alto quando senti ele entrar inteiro de uma vez. O hotel vazio, o vapor subindo, o frio do vento no meu rosto e a água quente ao redor… tudo misturado.
Ele me fodeu devagar no começo, depois com força, me segurando pelas coxas, me batendo na bunda debaixo d’água. Eu estava completamente exposta. Qualquer pessoa que aparecesse veria tudo: meu corpo quase nu, o biquíni deslocado, eu sendo comida na piscina. E isso só me deixava mais molhada. Eu gemia sem me importar, as pernas tremendo, os seios quase saindo do top minúsculo.
Foram quase trinta minutos. Trinta minutos de ele me fodendo dentro da água aquecida, me virando de costas, me fazendo ficar de quatro na borda rasa, me puxando pelo cabelo, me enforcando de leve enquanto metia fundo. Eu pedia mais, pedia pra ele não parar, pedia pra gozar dentro. Quando ele finalmente gozou, jorrou quente lá no fundo de mim, segurando meu corpo com força contra o dele. Só então a gente saiu da piscina. Eu desci da água com o esperma dele escorrendo pela coxa, o biquíni ainda torto, o corpo marcado e completamente exposta ao frio do final de tarde.
A gente subiu pro quarto quase sem falar. A porta fechou e o clima mudou. Ele me olhou de cima a baixo, ainda molhada, o cabelo grudado no rosto, o gozo dele escorrendo, e falou com a voz baixa e firme:
— Cadê a coleira?
Meu estômago revirou. Eu tinha esquecido. A coleira que ele tinha mandado eu levar. Eu abri a boca pra explicar, mas ele já estava na minha frente, segurando meu queixo.
— Você esqueceu. Então vai ser punida.
Não teve discussão. Ele me virou de bruços na cama ainda molhada, puxou o que restava do biquíni e começou a bater. As palmadas ecoavam no quarto. Eu gemia alto a cada tapa, a bunda ardendo rápido.
— Você precisa ser punida por ter esquecido o que eu mandei — ele falou, a voz controlada.
— Preciso… — eu respondi, a voz já quebrada.
Ele mandou eu virar a bunda pra cima e chupar ele enquanto apanhava. Eu obedeçi. Chupava com vontade, babando, enquanto ele batia cada vez mais forte, até a pele ficar vermelha e marcada. Em algum momento eu tirei a boca só o suficiente pra falar, a voz embargada:
— Agora a sua cadelinha te obedece… mas bate forte. Sem dó.
Ele bateu. Eu chupava com mais fome ainda.
Depois ele me jogou de quatro de novo e me fodeu sem piedade, o cu e a buceta, alternando, me puxando pelo cabelo, me enforcando, me fazendo gritar. Eu pedia pra ficar arrombada, pedia pra sentir dor e prazer juntos. Ele fez exatamente isso.
No final ele me colocou no 69. Eu sentei na cara dele e intercalei: chupava o pau, batia uma punheta rápida, voltava a engolir fundo. Ele me lambia com fome, a língua entrando, os dedos apertando a bunda já marcada da punição. Eu rebolava no rosto dele até sentir o corpo dele tremer.
— Goza na minha cara — eu pedi.
Ele gozou. Jorrou quente em toda a minha cara, na boca, no queixo. Eu continuei lambendo e engolindo enquanto ele ainda tremia embaixo de mim.
Quando tudo passou, o quarto ficou em silêncio. Eu desci do corpo dele devagar, o rosto sujo de porra, a bunda latejando da punição, o cu e a buceta doloridos, o pescoço marcado, e ainda sentindo o gozo dele da piscina escorrendo de dentro de mim. Ele me puxou pra cima, me acomodou no peito e ficou passando a mão devagar no meu cabelo molhado.
Eu fechei os olhos, ainda ofegante, e murmurei contra a pele dele:
— Obrigada por me usar… e por me punir do jeito que eu precisava.
Ele não respondeu com palavras. Só apertou o braço em volta de mim com mais força, como se dissesse, sem falar nada, que eu era dele. Completamente. E que naquela tarde fria, dentro da piscina aquecida e depois no quarto, a gente tinha encontrado exatamente o que precisava.

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