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Cachorro aprende a ser dominado
Eu sou uma garota morena, baixa, com cabelo cacheado e, modéstia à parte, meus peitos são bem grandes e minha bunda é média para grande. Meu namorado é um garoto branco, cabelo liso, alto e malhado. Vou chamá-lo de Henry.
Henry sempre foi um garoto que gostava de dominar. No entanto, eu preferia dominar, mas ele ODIAVA ser dominado. Nunca me importei com isso, sempre o deixei dominar em nosso relacionamento.
Até o dia que descobri.
Ele tinha uma amante. Seu nome era Eden. Era uma garota baixa, branca e do cabelo liso. Descobri isso enquanto limpava nossa casa. Fui limpar o gaveteiro do nosso quarto e, na última gaveta, encontrei uma pasta escondida entre uns cadernos. Dentro dessa pasta havia várias fotos indecentes da Eden (como uma dela de quatro toda aberta, coisa que eu fazia muito com ele. Outra era ela com o rosto todo melado de porra o que indica que eles já transaram. Outras duas se completavam, onde em uma ela estava com um pirulito enfiado no cuzinho rosado dela, enquanto a outra era ela chupando esse pirulito de forma bem sugestiva), fora uma carta que ele escreveu para ela (que depois ele me revelou que a entregaria mais tarde), que dizia que tinha saudade da buceta dela, o que só confirma que sim, já transaram. Meu sangue ferveu. Não de raiva, mas sim de excitação. Ele não gostava de ser dominado, é? Vamos ver o que vai ser dele agora.
Ele estava jogando PlayStation quando parei na frente dele.
Henry: Pode me dar licença, meu amor? Eu realmente preciso passar dessa fase.
Eu não disse nada. Apenas inclinei uma das fotos para ele (mais especificamente, a foto do rosto de Eden todo melado de porra).
Ele ficou completamente pálido e sua respiração ficou errática. Ele tentava de todo modo me convencer de que isso não era o que estava parecendo, que ele me amava e que nunca faria isso comigo. Eu apenas fechei os olhos e disse “cala a boca”. Ele ficou quieto na hora, e foi aí que comecei o meu reinado de dominação.
Eu: “Não gosto de ser dominado”, é o que você diz. Mas você acha que tem algum direito depois disso?
Digo enquanto caminhava calmamente de um lado para o outro.
Eu: Tira a roupa.
Henry: O quê?
Eu: Eu mandei tirar a porra da roupa!
Henry se assustou, mas obedeceu rapidamente, ficando nu. Encarei seu pau mole.
Eu: Faça-o ficar duro. Agora.
Henry: Eu não controlo isso, Louise (meu nome).
Eu: É mesmo?
foi aí que tirei o resto das fotos de Eden do meu bolso e as joguei no chão. Eram mais de dez fotos, no total.
Eu: Estão aí. Todas as fotos dela. Observe-as e fique duro.
Ele saiu do sofá e se ajoelhou diante das fotos, olhando-as. Vi seu pau ficando duro lentamente. Uma foto em específico parece ter chamado bastante a atenção dele: uma foto de Eden com o bundão empinado para a câmera com um plug anal de coração vermelho.
Meus pés o excitavam bastante, então tirei minhas sandálias, ficando com os pés descalços, e pisei em cima da foto que ele estava olhando.
Eu: Uma bunda empinada te excita bastante, não é? Então agora empina a sua para mim!
Ele pareceu confuso, mas quando viu que eu estava falando sério, ele, a contragosto, empinou. Devo admitir, eu nunca parei para reparar como a bunda dele é redondinha. Seu cuzinho também era rosado.
Eu: Olha esse cuzinho rosado… igual o de uma mulherzinha.
Henry: Amor…
Eu: Cala a boca!
Disse enquanto dava um tapa na bunda dele. Eu me ajoelhei e comecei a lamber o cuzinho dele. Dava para ver que ele estava segurando os gemidos.
Henry: Amor, por favor… eu já te disse que isso não me excita.
Durante lambidas, disse:
Eu: Eu vou continuar, e se seu pau ficar mole, eu paro. Se seu pau continuar duro, eu continuo com isso e vou fazer muito mais.
Ele segurava ao máximo os gemidos, tentando mostrar que não estava gostando, mas era óbvio que estava. Seu pau ficava cada vez mais duro e estava latejando. Parei de lamber, e cheirei profundamente o cuzinho dele.
Eu: Hmm… está cheirosinho. Você estava preparando esse cuzinho para a gostosa da Eden?
Henry: Ca…cala a boca…
Enfiei minha língua dentro do cuzinho dele e fiquei girando-a lá dentro. Nesse momento, ele gemeu alto, deixando claro que estava gostando. O mandei sentar no sofá, e ele o fez. Peguei duas fotos da Eden: uma com o pirulito no cuzinho e outra com o plug. Mostrei a foto do pirulito e perguntei para ele:
Eu: Quer reproduzir essa foto?
Henry: Eu… quero.
Sei que ele tinha entendido a pergunta como “quer que eu faça o que ela fez aqui comigo mesma?”, sendo que o que eu quis dizer foi “quer que eu faça o que ela fez aqui com você?”, e foi o que fiz. Eu enrolei a foto e a enfiei no cuzinho dele. Ele gemeu com isso, e tentou contestar, mas eu peguei no pau dele e comecei a bater uma pra ele enquanto mostrava a foto do plug.
Eu: Vai, Henry, goza para ela.
Eu dizia.
Ele gemia e se contorcia. De repente, ele gozou. Ele gozou mais forte que em todas as vezes em que transamos juntos, manchando a foto que estava na minha mão, a minha mão e as fotos que estavam no chão. Tirei a foto que estava no cuzinho dele e a enfiei em sua boca, juntamente da foto que estava toda melada com seu gozo. Levantei do sofá e, calmamente, peguei um dos meus plugs e enfiei nele. Ele gemeu com as fotos na boca. Me aproximei do ouvido dele e disse:
Eu: Esse é só o começo de você sendo o meu cachorro idiota. Vou deixar você dominar outras vezes, mas quando eu quiser dominar, não quero ouvir reclamações.


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