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Grávida safada na praia
A praia estava quase vazia naquela manhã.
Eu olhava pra ela enquanto caminhávamos pela areia quente. Mariana, minha esposa de cinco meses de gravidez. Branca, pele clara que queimava fácil se não passasse protetor. Cabelo preto, liso, longo, caindo pelos ombros e pelas costas como uma cortina escura. Ela usava aquele biquíni preto minúsculo que eu adorava e odiava ao mesmo tempo.
Os seios… porra, os seios. Tinham crescido pra caralho. Antes já eram bonitos, agora estavam pesados, suculentos, cheios, com veias azuladas marcando por baixo da pele fina. O sutiã do biquíni mal conseguia conter. As tiras afundavam na carne macia, os seios quase saltavam pra fora a cada passo. Os mamilos escuros, grossos, sensíveis pra porra, às vezes vazavam leite sem ela perceber. Uma gotinha branca escorrendo pelo decote, manchando o tecido. Eu já tinha chupado aquele leite várias vezes nas últimas semanas. Doce, quente, e ela gemia igual puta quando eu fazia isso.
A barriga ainda não era grande demais. Redonda, firme, proeminente o bastante pra mostrar que ela carregava meu filho. Magrinha no resto. Cintura estreita, quadris largos, coxas macias. A calcinha era fio dental. Um fio preto afundado entre as nádegas, o tecido da frente tão fino que marcava a fenda da buceta. Quando ela andava, o bumbum balançava, a areia grudava na pele suada.
Os hormônios tinham virado ela do avesso. Mariana sempre gostou de sexo, mas agora estava insaciável. Acordava molhada. Pedia pau de manhã, de tarde, de noite. Queria ser engasgada, queria ser usada, queria que eu falasse putaria na orelha dela enquanto metia. Tinha começado a falar de coisas que antes nunca tinha mencionado. Ser olhada por outros. Ser tocada. Ser fodida por mais de um. Eu tentava acompanhar, mas ela pedia mais, sempre mais. Às vezes eu gozava e ela ainda ficava com aquela cara de fome, a buceta latejando, os seios vazando leite de tesão.
Naquele dia ela estava especialmente safada. Andava na minha frente de propósito, rebolando mais do que o necessário. O fio dental sumindo entre as nádegas. Os seios quase pulando pra fora do top a cada onda que molhava as pernas dela. Eu já estava de pau duro só de olhar.
Paramos pra espalhar a toalha. Mariana se virou pra mim, já com o frasco de protetor na mão.
— Passa em mim… especialmente aqui — disse, apontando pro peito.
Antes que eu respondesse, ela já estava puxando as alças do biquíni. Tirou a parte de cima inteira de uma vez. Os seios pesados e veiados saltaram livres, balançando, os mamilos escuros já duros com o vento. Uma gota de leite escorreu de um deles e caiu na areia. Ela ficou ali, de peito nu, só de fio dental, a barriga redonda exposta, o cabelo preto caindo pelos ombros.
Eu fiquei parado alguns segundos. Um ciúme besta subiu na hora — qualquer um que passasse ia ver aquelas tetas enormes, cheias, vazando. Mas o tesão foi mais forte. Minhas mãos tremeram quando comecei a passar o protetor. A pele quente, macia, o peso de cada seio na minha mão. Eu espalhava o creme devagar, apertando de leve, sentindo o leite ameaçando sair de novo. O pau já estava duro pra caralho dentro do calção.
Ela olhava pra mim com aquele sorrisinho safado, sabendo exatamente o que estava fazendo. Vestiu o top novamente o fomos caminhar na beira do mar.
Foi quando vi a outra. Uma morena de biquíni branco, corpo definido, seios firmes, andando na beira da água. Olhei por tempo demais. Só um segundo a mais do que deveria.
Mariana parou. Virou o rosto. Me pegou no flagra.
O olhar dela mudou na hora. Não foi só ciúme. Foi raiva misturada com algo mais sujo. Os lábios apertados. Os seios subindo e descendo mais rápido com a respiração.
— Tá olhando pra outra, seu filho da puta?
A voz saiu baixa, venenosa.
Eu abri a boca pra responder, mas ela não deixou. Ajeitou o top que mal cobria os seios veiados e cheios, e saiu andando pela areia sem olhar pra trás.
— Mariana…
Ela não respondeu. Sumiu entre as dunas, o cabelo preto balançando, o bumbum marcado pelo fio dental sumindo de vista.
Fiquei ali, de pau duro, com o gosto de merda na boca.
Uma hora se passou. O sol subiu. A praia continuava quase deserta. Eu fiquei esperando. Fiquei imaginando ela sozinha, com aqueles seios pesados, a buceta molhada de tesão hormonal, andando por aí com o fio dental enterrado no cu.
Não aguentei. Levantei. Fui atrás.
E foi aí que eu vi.
Atrás das dunas mais altas, longe de qualquer olhar, eu encontrei ela.


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