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Setembro 18, 2026

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Ex-aluna safada no carro

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Sou professor do ensino básico em uma escola pública em São Paulo, na região da zona sul. Ministro aulas de história e geografia para turmas do terceiro ano do ensino médio. Geralmente mantenho contato com meus ex alunos depois que eles se formam, pois gosto de acompanhar suas conquistas e evoluções na vida, mas com essa aluna foi diferente.

Quando eu dava aula para a turma dela, no terceiro ano do ensino médio de 2023, eu já percebia que ela gostava de mim, gostava de ficar sempre do meu lado, me ajudando, queria estar em todos os lugares que eu estava e algumas professoras já me relataram que viram ela falando coisas sobre mim na aula delas (coisas quentes), mas como eu sou profissional, deixava de lado. Ela era linda. Branca, baixinha, olhos castanhos bem claro, quase verdes, com algumas sardas bem leves nas bochechas, cabelos castanhos longos, seios médios, cinturinha fina, bunda média, mas empinadinha, coxas grossas e pés pequenininhos. Eu sou um cara bonito. 35 anos, cabeça raspada na máquina 1, barba rala, cara de poucos amigos, 179m, 80kg, sarado, 17,5 cm de pau, não é tão grande, mas eu tenho um saco grande, aí o volume sempre fica evidente na calça. Treino todos os dias e sou forte, é normal que eu chame a atenção, ainda mais em uma escola cheia de adolescentes.

Certo dia, postei uma foto no Instagram na academia, e ela sempre curtia, mas não passava disso. Neste dia, ela comentou “Nossa professor, você está ficando diferente”. Eu perguntei: “Diferente como? Mais calvo?” Ela respondeu: “Não, mais forte, mais gostoso” e um emoji de diabinho rindo. Eu mandei: “Você sabe que eu sou casado, não sabe?” E ela respondeu: “Desculpa, eu não quis atrapalhar.” Eu respondi: “Você não atrapalhou. Eu só perguntei se você sabe que eu sou casado.” Ela respondeu: “Sim, por quê?” E eu respondi: “Se a gente for ter esse tipo de conversa, é bom que você saiba onde está entrando, porque eu não costumo resistir muito a elogios, ainda mais vindo de uma gatinha que nem você.” Ela respondeu com uma carinha de espanto e outra carinha tímida e não disse mais nada. Deixei pra lá e fui dormir, já que eu treino no período da noite e já estava tarde.

No outro dia, quando acordei e tinha uma notificação de mensagem dela no Instagram, que ela mandou às 06:00h da manhã. Resolvi não ver, dar um gelo, gerar apreensão e mistério para ela ficar mais interessada, eu sei que isso funciona com as novinhas. No meio da tarde, entre uma aula e outra, resolvi abrir a mensagem. Era um texto pequeno dizendo: “Desculpa professor, eu não sabia o que responder na hora. Eu sempre gostei de você e nunca achei que o senhor iria corresponder. Mas o senhor falou sério?” Eu respondi: “Sim.”, e deixei o celular na mochila.

A noite, chegando em casa fui olhar o celular novamente e tinha uma mensagem dela: “Professor, eu sou muito tímida, mas eu quero muito seguir em frente com isso.” Visualizei e não respondi. Eu vi que ela estava online e, provavelmente, estava ansiosa por essa resposta, então fechei o Instagram (com senha) e fui fazer as minhas coisas e dormir, sempre gerando mais expectativa nela.

No outro dia, no meio da manhã eu respondi: “Ótimo, então entramos em uma nova fase. Quando podemos nos encontrar pra conversar?” Ela respondeu quase na mesma hora: “Eu trabalho na (avenida) e saio às 17:00h, mas meu namorado só chega para me buscar às 18:00h. Temos essa 1h para conversar, o que o senhor acha?” Eu respondi na mesma hora também (chega de joguinhos) “Ótimo. Eu te busco na porta do seu trabalho hoje e a gente conversa, tudo bem pra você?” E ela respondeu: “Sim.”

Como não tenho as últimas aulas no período da tarde, daria tempo para ir buscá-la. Falei para a minha esposa que eu teria uma formação com a coordenação e que ficaria até mais tarde na escola e fui. Chegando lá, sempre mais cedo, ela já estava na porta da loja me esperando. Como ela já sabia qual era o meu carro, ela entrou. Nos cumprimentamos e eu fui dirigindo, enquanto falávamos sobre o trabalho e a vida. Próximo ao trabalho dela tem uma rua que só tem empresas. Parei o carro lá e fomos conversar. Meu carro tem insulfilm bem forte, então tranquei as portas, liguei o ar condicionado e começamos.

Ela falou que desde quando eu entrei na escola ela começou a gostar de mim, que ela tinha atração por homens mais velhos, mas que nunca disse nada porque eu era muito sério. Eu disse que sempre me atraí por ela também, mas que na época ela era muito nova e lá era o meu local de trabalho. Ela entendeu e disse: “Bem, agora não há nada que te impeça além do seu casamento e eu do meu namoro.” dando uma risada bem safada. E eu disse: “Se a gente manter isso só entre a gente, ninguém nunca vai ficar sabendo.” Me inclinei e nos beijamos. Que beijo gostoso, cheio de desejo e tesão.

Já fui pegando em seus seios com força e ela veio com a mão direto no meu pau, dava pra ver que ela estava com muita vontade. Ficamos ali naquele beijo quente, até que eu parei, ergui sua blusa e sua camiseta, tudo junto com o sutiã e vi aqueles seios lindos, branquinhos, com os bicos marrons bem clarinho, durinhos e apontados pra frente. Ela segurou a camiseta e a blusa pra cima, deixando minhas mãos livre para pegar. Segurei os dois pela base e chupei. Chupei com muita vontade. Revezava entre um e outro, passava a língua nos mamilos bem de leve e quando eu fazia isso, ela levantava a cabeça e soltava uns gemidos contidos juntos com uma respiração bem longa. Como ela estava segurando sua blusa, continuei chupando seus peitos e com as mãos, abri suas pernas e fiquei massageando sua buceta por cima da calça social. Ela foi rebolando na minha mão e gemendo mais alto, empurrando a buceta em direção aos meu dedos. Então parei com tudo de uma vez, ela abriu os olhos como quem dizia “Por que parou?” Então abri o meu zíper. Ela olhou para baixo, com olhar de empolgação e ansiedade, e quando eu tirei o pau pra fora, já extremamente duro e babando, ela olhou pra mim, mordeu os lábios e perguntou: “Posso pegar?” Eu disse: “Só pegar, não.” Ela fez um sinal de positivo com a cabeça, mordendo os lábios e dando o sorrisinho mais safado do mundo. Ela tinha entendido a maldade e parecia que era exatamente isso que ela estava querendo. Então, ela se ajeitou no banco, deitou no meu colo, lambeu a palma da mão e começou a bater uma punheta bem de leve, olhando pra ele com aquela carinha de apaixonada. Até que ela olhou pra mim e disse: “Você não sabe quantas vezes eu já gozei no banheiro pensando nele.” Eu disse: “Agora ele está na sua frente, quero que você faça tudo que imaginou enquanto estava no banheiro.” Na mesma hora ela virou pra ele, lambeu a cabeça, pegando a baba com a língua e engolindo. Ficou ali fazendo isso por um tempinho. Apertava ele pra sair a babinha, chupava e engolia. Depois virou pra mim e disse: “Eu sempre quis saber qual era o gosto dele.” E eu perguntei: “E aí, gostou?” Ela disse: “Muito! É melhor do que eu imaginava.” Então começou a mamar de verdade. Chupou tudo. Deixou entrar tudo na boquinha até bater na garganta, engasgava, tirava da boca e olhava pra ele, depois colocava de novo. Em um momento ela deixou só a cabeça na boca e começou a rodar com a língua, nossa, que tesão! Eu segurava ela pelos cabelos, tirava ele da boca dela, pegava na base e batia no seu rosto e ela sorria, com aqueles dentes branquinhos, satisfeita por estar sendo uma verdadeira putinha do seu professor. Eu perguntei: “Você consegue engolir?” Ela disse: “Não, mas posso tentar.” Então empurrei sua cabeça e ele foi entrando. Senti ele começando a escorregar garganta abaixo, até que ela dá aquela engasgada forte e coloca ele pra fora com tudo, todo babado. Quando ela vai com a mão para limpar a baba de sua boca eu falo: “Não faz isso, vem cá.”, e a beijos com a boca dela cheia de baba da minha rola. Deu pra ver a surpresa dela, mas depois o tesão. Ela pegou na minha nuca e enfiou a língua bem fundo na minha garganta. Parou, se afastou, me olhou diretamente nos olhos e voltou a me beijar. Logo depois, voltou a chupar. Ficou ali uns 5 minutos chupando muito gostoso e realmente ela estava gostando muito daquilo, porém, do nada o celular dela toca o alarme. Ela tinha colocado no alarme o tempo exato que a gente poderia ficar juntos, pra dar tempo de ela voltar e esperar o namorado. Ela levantou e falou: “Temos que ir.” Eu disse: “Quer uma água?” Ela disse: “Não, quero ficar com o gosto dele na boca.” Nos arrumamos e voltamos. Deixei ela na rua ao lado do prédio em que ela trabalhava e fiquei observando. Ela nem entrou no prédio, esperou uns 10 minutos na porta e o namorado dela chegou, ela entrou no carro e foi embora. Eu também voltei pra casa muito excitado, mas controlei a emoção.

Antes de dormir chegou a mensagem dela: “Foi maravilhoso, fiquei com o seu gosto na minha boca até a hora de dormir, quero mais.” E eu respondi: “Só me dizer dia e hora.” E ela respondeu: “Amanhã eu te falo, boa noite.” Fui dormir pensando o que eu iria fazer com ela quando a gente se encontrasse. No outro dia, no horário do almoço recebi uma mensagem dela: “O que você acha de quinta-feira umas 15:00h até às 18:00h?” Eu respondi: “Onde eu te busco?” E ela: “Na rua de trás do meu serviço.” E eu disse: “Combinado.”

Bem, esse foi o dia em que a minha ex aluna me mamou no carro. Se quiserem que eu conte o dia em que eu comi ela, só deixarem nos comentários que eu contarei.

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