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Setembro 18, 2026

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Cativeiro conjugal

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Me chamo Renata, tenho 30 anos, e sou a típica rata de academia. Eu tenho particular orgulho da minha bunda toda durinha e das minhas pernas definidas. Os meus peitos são somente médios, mas todo empinadinhos e a minha cintura é bem fininha, portanto eu tenho uma proporção entre peito e cintura.

Casei com Carlos, bem mais velho do que eu, mas podre de rico. No começo era ótimo, as viagens, as roupas, a vida de madame, indo da academia para o salão. Eu só tenho que cuidar do meu corpo, alimentação saudável, tudo, menos uma pista de pouso, lisinho do pescoço para baixo, roupas bacanas e servir de colírio para os olhos dos amigos do meu marido.

O foda é a falta de foda. O velho não aguenta o meu fogo. Por isso, depois de menos de um ano, eu arranjo um amante.

No começo era algo bem discreto, uma vez por mês ou menos. Mas eu não aguento, principalmente quando eu conheço o João. Que pica dos deuses! Não só ele me preenchia inteira, como tinha estamina para continuar até eu gozar 3 vezes. Eu me descuido, passo a chegar tarde em casa, sem calcinha e com a boceta esporrada. Meu marido começa a reclamar, mas eu ignoro ele e digo que só havia saído com umas amigas.

Nós dormíamos em quarto separados e eu sempre dormia nua. Um mês depois eu acordo com mão me agarrando na cama. Vejo homens fortes vestidos de enfermeiros me pegando e colocando uma camisa de força em mim. Eu tento resistir, mas eles eram mais fortes. Eles colocam a camisa de força, mas era um modelo especial que prendia os meus braços, mas era aberta nos meus peitos e fora isso, eles não me deixam vestir mais nada, por isso eu sou levada para fora do quarto com as tetas de fora e nua da cintura para baixo e obviamente sem nem poder me cobrir com os meu braços.

Meu marido estava esperando na sala: — Carlos, que porra é essa!!!!

— Ela esta completamente louca e é um risco para si e para os outros, podem leva-la.

Diz o meu marido, enquanto me come com os olhos, eu vejo que eles estava com o pau duro por baixo do pijama.

Sou arrastada para fora da minha casa nua e colocada em uma ambulância. Lá já havia outra mulher, mais velha, tipo uns quarenta anos. Ela estava só de camisola transparente e uma camisa de força como a minha, portanto os grandes peitos dela estavam expostos, cobertos somente pelo tecido transparente da camisola. Dava para ver claramente os peitos e p que me choca mais, ela tinha anéis de metal nos mamilos.

Eles me colocam sentada no bando na lateral de ambulância do lado da mulher, fecham a porta e partem.

— O que esta acontecendo!?!?

— Oh querida, você não tem ideia do que esta acontecendo? Você é casada?

— Sim, meu marido que chamou esses… capangas.

— É isso mesmo, existe uma falha na lei e alguns maridos tem usado a lei de interdição para lidar com esposas…desobedientes. Ou ele quer se livrar de você sem pagar o divórcio ou… Ele quer te reeducar.

— Reeducar?!?!?

— Sim, o meu marido fez isso comigo… foi assim que eu ganhei esses anéis.

— Mas por que você está aqui?

— Eu já não sou mais suficiente para ele. Meu marido decidiu casar com a secretária e por isso agora eu estou indo para não voltar mais.

— Eu me chamo Renata. Qual é o seu nome?

— Judite.

Depois de um tempo a ambulância para de novo. A gente espera lá dentro por uma eternidade, até eles entrarem com uma garota bem nova, devia ter um pouco mais de 18 anos. Elas estava usando somente uma calcinha branca de abas fina, tão pequena que dava para ver um tufo de pelos saindo dela, e claro, a mesma camisa de força, mostrando os peitos quase inexistentes dela.

Um dos guardas diz:

— Essas duas estavam conversando.

O outro enfermeiro então pega duas ball gags. Judite aceita sem resistir, mas eu me recuso a abrir a boca. Eles então apertam os meus mamilos até eu gritar de dor e então colocam a mordaça na minha boca. Depois ele pegam um uma correntinha com bocas de jacaré em cada ponta e colocam nos meus mamilos

— Você vai com isso o resto da viagem.

Passa um bom tempo, tanto que os meus mamilos ficam adormecidos e até para a dor, quando finalmente a ambulância para e a porta abre. Só então eu vejo que estava chovendo forte. Eles colocam uma coleira em cada uma de nós e nos prendem uma na outra com uma corrente. Nós três somos puxadas da ambulância e temos que caminhar na lama descalças e praticamente nuas (no meu caso completamente nua).

— Anda logo putinhas, vocês estão peladas, mas a gente esta se molhando — Diz um dos enfermeiros.

Eu vejo o prédio, um casarão antigo em uma colina, provavelmente uma antiga fazenda de café. Nós entramos pela porta dos fundos no que antes seria uma imensa área de serviço toda azulejada . Em uma parede tem uma bancada longa também de azulejo e e na parede tem vários ganchos chumbados. Nós três somos colocadas sentadas na bancada e as correntes nas nossas coleiras são presas na parede. As camisas de força são removidas, mas imediatamente os nossos punhos são algemados e presos acima das nossas cabeças.

Os enfermeiros aproveitam e cortam com uma tesoura as roupas das outras duas, elas ficam peladinhas. Nós 3 somos bolinadas por eles. Judite aceita, eu me debato um pouco, mas garota mais jovem parece uma fera. Eles não se importam, colocam algemas nos nossos tornozelos e as nossas pernas são puxadas para cima e acorrentadas em outras argolas, uma de cada lado das nossas cabeças. Ficamos atrás com os tornozelos para cima e as bocetas completamente expostas, uma verdadeira posição de frango assado. Pelo menos eles tiram os prendedores dos meus peitos, quando a sensibilidade volta, eles doem para caralho.

Chega um médico com uma enfermeira, mas ela não era uma enfermeira normal. Primeiro que o uniforme era curto demais, dava para ver o elástico das meias 7/8 brancas dela, o vestido era também quase transparente e os grandes peitos dela estavam soltos, balançando enquanto ela se movia. Ele conversam com os enfermeiros homens, depois ele examina os nossos peitos, as nossas boceta e até os nossos anus, que também estavam expostos devido as posições.

Ele enfia o dedos nas nossas bocetas, abre elas com o especulo, apalpa as nossas mamas, inspeciona os nossos grelos. Isso tudo é extremamente humiliante e no final o médico diz:

— A mais velha esta retornando, vejo que já teve todos os pelos removidos e está com os anéis nas tetas. Só coloca os anéis na boceta e injeta o cocktail de libido para ela poder aproveitar a estada aqui. Essa aqui, a adultera, raspa a boceta, coloca um anel no umbigo, raspa a boceta e coloca um cadeado nela pois essa ai gosta de dar. Ah sim, dá uma injeção em dobro para ela ficar louca de tesão e adiciona o hormônio para ela produzir leite. Por vim, a novinha, meu deus, que selva, arranca todos os pêlos com cera — Ele abre os lábios da garota com os dedos — Olha o tamanho desse grelo, coloca um anel bem grosso nele, barrinhas nessas tetas ridículas de garotp. Para ela, injeta o afrodisiaco com hormônio masculino, vamos crescer ainda mais esse grelo que parece uma pica.

A enfermeira começa com Judite. Eu vejo ela furar os lábios da boceta da pobre mulher que grita de dor. Depois ela aplica a injeção direto no grelo da mulher. Eu acho isso ruim, mas então vem a garota mais nova. A enfermeira começa com a cera quente na boceta dela, tirando todos os pelos sem nenhuma dó. Depois ela fura as tetas dela e por fim, usa uma agulha bem grossa para furar o capuz do grelo dela. Assim como a primeira, ela recebe a primeira injeção direto na base do grelo, depois uma na bunda.

Por fim é a minha vez. Ela começa raspando a minha xoxota, depois coloca o anel no meu umbigo, mas vem o pior, ela faz enormes furos e coloca eyelets na altura da entrada da minha vagina.

— Daqui uma semana a gente coloca o cadeado — A enfermeira explica.

Depois disso eu recebo uma injeção no grelo e depois uma em cada teta.

Mas não tinha acabado, o médico diz:

— Essas duas estavam resistindo, é para administrar uma bela chicotada nelas. Vinte golpes com o chicotinho de equitação bem nos grelos.

Eu sinto que eu ia morrer de dor, era como se a minha boceta estivesse queimando mas as coisas iam ficar bem piores.

continua…

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