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Setembro 19, 2026

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Cativeiro conjugal 2

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Estou em um manicômio pois sou uma adultera e o meu marido bem mais velho quis se livrar de mim. Não é um lugar normal, mas sim um lugar para os homens se livrarem de mulheres indesejadas ou incômodas.

Eu chego no lugar com uma mulher mais velha, Judite, era a segunda vez dela no manicômio, a primeira ela tinha ido para ser “reeducada”, mas agora o marido mandou ela lá para se livrar dela. E uma mais nova, Daniela, colocada lá por se “rebelar” contra o pai, na verdade o pai tinha tentado estupra-la, como ela resistiu, ele mandou ela para o manicômio para sumir.

Vera já tinha argolas nos peitos, e recebe mais 6 nos grandes lábios da boceta. Eu recebo dois eyelets na boceta e depois que cicatriza, um cadeado que evitava que eu fosse penetrada, já que eu era uma adultera. Mas nada nos seios, pois eu havia recebido hormônios para produzir leite, por isso os meus peitos estavam enormes e inchados. Já Dani havia recebido barrinhas nos peitos minúsculos e um anel bem grosso no capuz grelo enorme dela.

A gente dividia um quarto e de acordo com o “tratamento” de cada uma, eu era ordenhada por uma das enfermeiras, o que consistia em me prender de joelhos em um frame de metal, uma vibrador hitachi era colocado direto no meu grelo e bombas automáticas nas minhas tetas. Eu era ordenhada com o vibrador ligado e obrigada a gozar contra a minha vontade enquanto a máquina tirava o meu leite. Eles diziam que era para melhorar a produção de leite, mas era só para me humilhar e fazer eu ter orgasmos doloridos contra a minha vontade. Fora isso eu nunca era autorizada a gozar e mesmo de noite, nós três éramos amarradas com camisas de força para não tocarmos as nossas bocetas. A sim, e durante o dia qualquer estímulo não autorizado era severamente punido.

Já Dani tinha que malhar de manhã. Ela recebia hormônio masculino e os enfermeiros homens faziam ela fazer exercícios pesados para desenvolver os músculos. Eles diziam que queriam ela com um grelo parecendo um mini-pênis. Eles riam e a humilhavam pelos peitos pequenos e o grelo grande. Diziam que ela parecia um viadinho e depois de faze-la treinar, ele passavam creme capsaicina bem no grelo dela e a violavam na boca e no cu, nunca na boceta.

Por fim, Judite era presa em um one-bar-prison, uma barra de metal com dildo na ponta que podia ser ajustada. Eles a colocavam em pé com os pés afastados e depois subiam a barra até penetra-la e continuavam até ela ser obrigada à ficar na ponta dos pés. Depois prendiam uma forca no pescoço dela e puxavam para cima e prendiam em um anel no teto, deixando-a semi-enforcada. Ela é então ordenada a se masturbar, a enfermeira então aproveitava para ficar chupando as tetas dela, estimulando-a ainda mais enquanto ela tentava não gozar . O dildo na boceta dela era todo furado e coletava todo o mel da boceta da mulher.

Ela então era solta, eles coletavam todo o líquido do dildo e faziam ela beber o suco da própria boceta. Depois disso ela ainda era obrigada a chupar o grelo apimentado de Daniela.

Depois das torturas da manhã, nós éramos autorizadas a tomar banho frio algemadas com os punhos para cima para evitar masturbação. A enfermeira então tira o uniforme fino dela e nos lava com água fria, prestando bastante atenção nas nossas bocetas e nos nossos cus, enfiando os dedos ensaboados dentro da gente para limpar bem. Por causa dos hormônios, os pelos de Daniela cresciam mais que os nossos, por isso ela tinha o corpo inteiro raspado dia-sim-dia-não. Nós três temos os cus lubrificados e Judite recebe um plug anal de metal que ela tem que usar o dia inteiro.

Nós colocamos somente um vestido de um tecido grosseiro e fino, semi-transparente, sem nada por baixo. Só tinha um tamanho de vestido, portanto Judite ficava com os peitos explodindo para fora, eu ficava com ele justo nos quadris e a dobra da bunda para fora e por fim, Daniela era muito alta e portanto o vestido não chegava a cobrir o piercing do grelo dela.

Vamos para o refeitório, onde vemos diversas outras mulheres, de todas as idades, todas semi-nuas com os mesmos vestidos, portanto dava para ver que todas tinham piercings nas tetas e nas bocetas dos mais diferentes tipos. Dá para ver anéis e barras na maioria dos peitos, mas uma bem peituda, tinha furos no vestido pois os anéis dos mamilos dela eram presos por uma corrente. Já as bocetas tinha desde só um anelzinho em um dos lábios, até uma com 10 piercings, 5 de cada lado, presos por um laço que fecha completamente a boceta dela. Mas a que mais chamava atenção era uma muito bonita, corpo escultural, que não era autorizada a usar o vestido, ela ficava completamente nua, mostrando o escudos que cobria o grelo e os mamilos dela, ela tinha que ficar sempre exposta, mostrando o corpo e como ela estava permanentemente bloqueada de ter qualquer estímulo.

Depois do café a gente vai para a reeducação, basicamente a gente tinha que sentar em um banco com um caralho fixado no assento. A maioria das garotas senta com a boceta no pau falso, mas eu tenho que sentar com o meu por causa do cadeado na minha boceta. A enfermeira vem e dá uma injeção de hormônios em cada uma das bocetas e a gente então basicamente assiste duas horas de pornografia de mulheres sendo submissas, sendo humilhadas, sendo chicoteadas e sendo fodidas em todos os orifíciosenquanto uma voz dizias:

“Boas esposas obedecem”

“Gozar é errado, somente os homens devem ter prazer no sexo”

“Não questione o seu marido”

E por causa das drogas que eles nos davam e a negação de orgasmos, todas nós estávamos com os grelos duros como um lápis e a bocetas completamente meladas. Depois que o filme terminava, cada uma de nós tinha que ajoelhar em frente das cadeiras e fazer um boquete no pau em que a gente estava sentada. As vezes a gente chupava o pau com o gosto das nossas próprias bocetas, as vezes a enfermeira mandava a gente fazer uma rotação e a gente lambia o pau com os gosto da boceta da garota do lado.

Mas depois de tudo isso de manhã a gente ficava livre para circular pela casa e havia surpreendentemente uma série de atividades para as internas. Aulas de cozinha, etiqueta, pintura, dança, coisas dos antigos cursos para esposas. Só que todos eram pervertidos.

Eu tento primeiro dança e descubro que a gente tinha que fazer ballet nua e que qualquer erro era corrigido com um chicotinho nos acertando na bunda, tetas e até mesmo no grelo. A gente era autorizada à se vestir, mas somente para praticar strip-tease e pole-dancing.

Já a aula de culinária a gente fazia só de avental e a professora estava sempre com uma colher de pau pronta para nos acertar na bunda ou nos peitos no menor erro, como a de dança. Só que uma vez uma das garotas queima a comida e e ela é obrigada a se foder com um nabo enquanto chupava a professora na frente de todas nós.

Enquanto caminhávamos de uma classe para outra, sempre tinha alguma garota sendo castigada ou abusada. Um dia eu vejo Daniela de joelhos no corredor, tinha uma corrente presa no piercing do grelo dela e um dos enfermeiros a segurava pela boceta enquanto ela recebia um bukake de outros 3. Ela chega atrasada para a aula com o rosto coberto de porra e então é castigada pela professora da aula de etiqueta, ela é obrigada a ficar amarrada em cima da mesa da professora, toda exposta, enquanto a professora usa o corpo dela para ensinar como dar prazer para outra mulher.

Duas garotas são pegas conversando e por isso uma é amarrada deitada no jardim com os braços e as pernas abertas em X e um toco de madeira enfiado na boceta. Ja a outra recebe um ball-gag ligado à uma mangueira e é presa de joelhos com a boceta acima do rosto da amiga. A que está em cima é obrigada a beber dois litros de água e elas tem que ficar lá no sol até a garota bebendo o líquido perder o controle. Só que ela se segura e os enfermeiros ficam entediados, por isso pegam um vibrador bem pequeno e poderoso e encostam no grelo dela, que não consegue segurar o xixi quando goza. Ela então é levada para a sala de castigos por ter gozado sem autorização.

Eu só a vejo dias depois, com a cabeça completamente raspada usando somente um biquini. Eu falo com ela e ela me mostra que por dentro o biquini era cheio de tachinhas, que ficavam constantemente furando a boceta e os peitos dela, ela diz que ia ter que ficar com isso um mês.

De noite era a pior parte, antes do jantar éramos todas estupradas e a gente tinha que agradar os enfermeiros para poder conseguir um pouco de comida. Menos as que estavam acima do peso, essas só ganhavam porra como jantar. Depois disso colocam as camisas de força na gente e somos acorrentadas nas nossas camas. As vezes os enfermeiros tiravam o cadeado da minha boceta e me colocavam junto com Daniela na cama e prendiam a argola do grelo dela nos furos da minha boceta e a gente tinha que dormir assim, com o grelo de uma preso na boceta da outra.

Essa era a nossa rotina naquele lugar esquecido por Deus, mas um dia acontece algo que até me surpreende. Durante a manhã, estávamos as três presas, Judite estava em pé com uma barra afastando os tornozelos dela e uma corda presa nos punhos, levantando os braços para acima da cabeça dela. Eu havia sido autorizada a me masturbar enquanto era ordenhada e Daniela estava em cima da mesa em um equipamento que a gente chamava de espeto, ela tinha que ficar deitada, imobilizada e com uma caralhão enfiado na boca e outro na boceta dela. Os braços estavam presos para trás e a distância entre os dois objetos fodendo-a, obrigavam ela e ficar com a bunda empinada, na posisão perfeita para a enfermeira chicotea-la.

Nisso chega um homem bem mais velho, grisalho e uma piranha do lado dele, bem mais jovem, peitos falsos pulando para fora do vestido curto e justo, obviamente nada por baixo. Os dois chegam perto de Judite, que eu vejo começa a lacrimejar, ele brinca um pouco com os anéis das tetas dela e com os da boceta.

— Oi Judite.

— Oi querido, oi Marla.

— Oiiiii…espero que você esteja gostando daqui. Eu e o papai temos feito muitas coisas interessantes — Diz Marla como uma retardada.

— Cala a boca Marla.

— Eu vou pedir para eles aumentarem o tamanho dos anéis na suas tetas, colocar umas bem maiores e grossas. Também um anel bem no seu grelo com uma correntinha antes deles fecharem a sua boceta para sempre, dessa forma você vai poder ser puxada pelo grelo, mas ele nunca mais vai ser tocado. Essas são as condições para você voltar para a minha casa, mas agora como empregada em vez de esposa. Você aceita?

— Sim quero, tudo por você.

— Perfeito. Marla chupa o grelo da vadia, esse vai ser o último gozo da vida dela.

— Sim papai.

A gente assiste Judite gritar como uma louca enquanto goza e depois disso ela é levada embora.

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