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A cunhada de baby-doll
Minha esposa e eu sempre tivemos uma relação muito bem estabelecida. Sem brigas, intrigas desnecessárias, desgastes emocionais, uma relação muito boa que vem durando já 5 anos, 2 de namoro e 3 casados. Mas tudo sempre tem um lado ruim, e nesse caso, alguém, Samara, a irmã da minha esposa. Samara é uma mulher atraente, loira, pele clara, peitos médios, bunda empinada, tem um jeito meiga, simpática, não que minha mulher fique para trás, de forma alguma, mas Samara com certeza é uma pessoa que deixa você tentado, ainda mais que ela anda em casa com aquele baby-doll rosa que se camufla em sua pele clara a fazendo parecer quase nua.
Estávamos somente os dois em casa, pois minha esposa vai mais cedo para o trabalho e Samara estava nos visitando. Eu estava no banheiro me preparando para mijar, quando ela bate na porta
Estou terminando – digo a ela
Vai rápido, estou quase fazendo xixi na roupa – ela responde
Me apresso o máximo que posso, e ainda com meu pau um pouco duro, apenas ajeito na samba-canção e saio com o volume aparente. A entrada do banheiro é um pouco apertada para duas pessoas passarem de uma vez, então eu acabo roçando meu pau nela sem querer, e noto seu olho passa pelo meu com um leve sorrido seguindo do seu desespero em entrar logo. Ela mal me espera sair do banheiro e já começa tirar a parte de baixo, eu saio em seguido, vendo apenas um relance do começo da sua buceta e fecho a porta.
Na cozinha eu começo a preparar o café da manhã. O mesmo de sempre, um beiju recheado com frango e um café preto para acompanhar. Então ela chega
Eu estava para explodir – ela chega falando
Percebi pelo seu nervosismo – digo
Não sabia até hoje, mas minha irmã está bem servida com você – ela me responde enquanto se serve uma xicara de café
Paro de comer, olhando para ela sem entender a frase
Não entendi o que você quis dizer
Seu volume no short mais cedo – ela aponta com xicara em sua mão
Nunca tive interesse em trair minha esposa, mas confesso que nesse momento eu estava percebendo uma chance que poderia ser única e meu pau começou a ficar duro novamente, como eu estava sentado consegui ainda esconder até certo momento, mas respondo a ela
Foi uma situação única, não tinha como esconder e você não deveria reparar nessas coisas em mim
E por que ele já está ficando duro de novo? – ela pergunta olhando nos meus olhos
Ela vem se aproximando em minha direção e chega pelas minhas costas mordendo minha orelha enquanto fala
Ela não precisa saber
Nesse momento eu não sei o que aconteceu comigo que apenas me virei e a beijei, sem culpa, apenas me entreguei ao desejo que eu já estava guardado a tempos dentro de mim enquanto a observava pela casa durante esses dias que nos visitava. Ela retribui. Sua mão passa pela minha barriga, descendo até meu pau, então ela o pega por cima do samba-canção, apertando com vontade, como se já quisesse isso tanto quanto eu. Me levanto e a empurro em direção a mesa. Minha mão desliza pela sua pele macia das suas pernas, minha boca vai em direção ao seu pescoço, deixando chupões, sem pensar nas consequências que isso poderia causar.
Retiro a parte de cima do seu baby-doll, deixando seus peitos expostos. Eles eram durinhos, médios, encantadores, seus mamilos já estavam duros de tesão pedindo para que minha boca fosse em direção a eles. Comecei a chupá-los, com ela ainda em pé, encostada na mesa, dava leves mordidas em seus mamilos, mas minha vontade era de devorá-los. Podia sentir seu corpo reagindo a toque que minha língua fazia em seus mamilos e como minhas mãos passava pelo seu corpo.
Quero que você me foda – ela me pede quase implorando
Eu apenas reajo sem responder verbalmente. Começo tirando sua parte de baixo, revelando sua buceta, uma preciosidade que me deixou salivando para chupar e assim eu fiz, ela se deita de bruço na mesa e comecei a chupar. Não tinha como ignorar aquela buceta já toda molhada, implorando por meu pau, mas eu sabia que se fizesse isso o tesão dela aumentaria. Com ela já deitada, me preparo para enfiar meu pau em sua buceta. Coloco uma camisinha e enfio, sentindo sua buceta molhada facilitar a entrada para o meu pau entrar deslizando. Minhas estocadas são leves, como de quem quer aproveitar esse momento por mais tempo, pois sua buceta quente e molhada está me deixando doido de tesão. Enquanto eu soco meu pau, vou em direção a sua boca, beijando no ritmo em que meu pau entra e vai acelerando e nosso beijando ficando mais intenso, sinto que estou perto de gozar, suas pernas agora estão me dando uma chave, mesmo que não tendo intenção de sair daquele lugar agora, então nós dois acabamos gozando juntos.
Fomos ao banheiro tomar um banho, meu pau começou a ficar duro novamente enquanto nos beijávamos embaixo dá a água do chuveiro que caia sobre nós. Ela pega no meu pau, começa a punhetar devagar e vai descendo para me chupar. A água batendo em seu rosto não a deixava menos desanimada, sua boca engolindo meu pau, sua mão ainda me punhetando agora em um ritmo mais acelerado me faz gozar em seu rosto. Meu esperma que vai descendo para sua boca à medida que a água bate em seu rosto e ela vai engolindo. Quando ela se levanta, começo a beijá-la. Finalizamos e eu me arrumo para ir ao trabalho.


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