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Outubro 6, 2026

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Outubro 6, 2026

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Cinco caras, cinco cargas

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Eu já cheguei naquele quarto sabendo que ia ser usada. Cinco caras, nenhum com camisinha, nenhum com pressa de ir embora. Eu de quatro no meio da cama, de vestido levantado e calcinha já arrancada, com a buceta molhada só de saber o que ia acontecer.

O primeiro nem me preparou. Só segurou meu quadril, abriu minhas pernas e enfiou o pau inteiro em mim até o talo. Metia forte, batendo o saco na minha buceta, me chamando de putinha enquanto eu gemia com a cara enfiada no colchão. Não demorou, ele me segurou pelo cabelo, enfiou até o fundo e gozou dentro de mim, jorrando porra quente bem fundo na minha buceta, sem tirar, só pulsando e me enchendo.

Ele saiu e a porra começou a escorrer. Nem deu tempo de fechar as pernas.

O segundo já entrou no lugar dele, deslizando fácil no meio da porra do outro. Ploc, ploc, ploc… aquele barulho molhado e nojento de pau entrando numa buceta já cheia de gozo. Ele ria, falava que tava fodendo uma buceta cremosa, que ia misturar a porra dele com a do amigo dentro de mim. E meteu, meteu, meteu até gozar dentro também, me segurando pela cintura pra não ter pra onde fugir, descarregando tudo em cima da primeira carga.
Eu já tava arrombada, aberta, vazando porra pelas coxas… e o terceiro queria meu cu.

Ele cuspiu, empurrou a cabeça do pau e forçou até abrir. Eu gritei, me contorci, e ele entrou de uma vez naquele cu apertado, enquanto por baixo de mim a porra dos outros dois escorria da minha buceta aberta. Ele me fodeu o cu como um animal, puxando meu cabelo, me deixando de boca aberta e babando, até gozar dentro do meu cu também , quente, fundo, me deixando com os dois buracos cheios, pingando.

Quando ele saiu, eu mal conseguia ficar de quatro. Pernas tremendo, buceta e cu abertos, ardendo, cheios de porra.

Mas ainda faltavam dois, caralho.

O quarto me virou de frente, levantou minhas pernas nos ombros dele e entrou na minha buceta enxarcada de gozo. Já não tinha resistência nenhuma, era só um buraco aberto, quente e escorregadio sendo fodido de novo. Ele olhava pra baixo pra ver a espuma de porra saindo a cada estocada e ficava mais duro. Gozou dentro gritando, me enchendo pela terceira vez naquele mesmo buraco, até transbordar.

E o quinto, o último, foi o pior, no melhor sentido. Ele me deixou de pernas escancaradas, contemplou aquela buceta arrombada, aberta, vazando porra de três caras diferentes, e falou: agora eu vou terminar de encher essa puta.

Entrou devagar só pra sentir o estrago que os outros fizeram. Depois perdeu a paciência. Me fodeu forte, fundo, sem dó, reaproveitando toda aquela porra acumulada como lubrificante, me fazendo espirrar gozo a cada metida. Eu só sabia implorar: goza dentro, goza dentro de mim, me enche, por favor. E ele obedeceu. Segurou meu quadril, cravou o pau até o fundo e despejou a última carga bem dentro de mim, enquanto eu tremia inteira.

No final eu não conseguia fechar as pernas. Fiquei ali jogada, de buceta e cu abertos, arrombada, com porra escorrendo de dentro de mim em fio contínuo, formando uma poça embaixo do meu corpo. Cinco caras. Cinco cargas. Tudo dentro.

Uma puta usada, cheia e vazando, exatamente como eu queria ficar.

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