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Outubro 13, 2026

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Outubro 13, 2026

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A vez da casadinha

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Meu marido saiu sozinho com dois caras. Ele achou os rapazes nesses aplicativos de encontros gays pela internet. Não gostei muito da ideia, mas ele é um marido bissexual. Conversamos muitos, fiquei tão cheia de ciúmes até ficar molhadinha.

Sou uma esposa compreensiva. Sei que os gays dão o que eu não dou (ainda): o cu.

Ele nunca me pressionou pra comer meu rabo, então deixei ele aproveitar um pouco. O problema é que temos um acordo de nunca sairmos sozinhos. Como ele teve duas concessões, nada mais justo do que eu ter as minhas saidinhas, ok?

Bem, meu marido me ajudou na escolha…

Gustavo é um solteiro bonitão. Ele mandou mensagem pelo Sexlog. Jovem, cabelos longos, barba cheia, alto e branco. Além, claro, de ser bem dotado. Não que isso faça alguma diferença, mas ser penetrada por um pau grande é um absurdo prazeroso. Meu marido até tenta, mas ele tem o pau pequeno. Sem muitos comentários sobre isso, amores.

Por ser a minha primeira vez a sós com outro homem, a proposta foi Gustavo me comer em casa. Meu marido ficaria na sala fazendo as coisinhas dele. Gostei um pouco da ideia – por uma questão de segurança, eu diria.

Marcamos em um domingo à tarde. Gustavo disse que estava voltando do litoral. Confessou que estava com a mamadeira cheia. Marcamos às 16h para a nossa foda.

Meu marido ajudou a me depilar mais cedo. Não gosto de trepar quando estou peludinha. Depois perguntou o que eu usaria. Sei que no fundo ele estava cheio de ciúmes. Isso me deixava ainda mais excitada.

Gustavo atrasou alguns minutinhos. Ele disse que foi comprar a camisinha que eu gosto, da marca Skin.

Quando ele chegou, meu marido foi até a portaria para liberar o portão. Entrou, estacionou e seguiram para o nosso apartamento.

Eu já estava no quarto, animada e nervosa com a visita.

Pessoalmente, fiquei impressionada. Meu marido ainda trocou algumas palavras com ele. Ofereceu um copo d’água, disse para ficar à vontade e saiu.

Eu estava sentada de pernas cruzadas na beira da cama. Começamos a conversar um pouco. Acho que ele estava nervoso.

Papeamos um pouquinho. Tomei a iniciativa e beijei.

Entrelaçamos as mãos como dois namorados e começamos um amasso muito gostoso. Senti a língua dele invadindo minha boca, sua respiração quente soprando no ritmo de um tesão quente.

Ele me puxou contra seu corpo. Meus seios esmagados contra o seu peitoral. Notei o volume debaixo das calças, seu pau pulsava por baixo da roupa.

Sua mão subiu e dominou meu seio. Não sei onde foi parar a lingerie branca que eu estava vestindo.

Em questão de minutos, eu já estava nua diante daquele macho. Minha bocetinha estava encharcada. Meu grelo piscava de tesão. Eu queria aquele pau dentro de mim.

Gustavo se deitou na cama. A gente continuava com os beijos.

— Gosta assim? — perguntei.

— Me chupa, caralho…

— Então tira logo essa roupa — falei, enquanto passava a mão no seu pau por cima da calça.

Ele tirou camisa e calça. Ficou apenas de cueca.

— Bota ele pra fora, putinha — ele ordenou.

Soltei um suspiro longo. Estava salivando para sentir o sabor daquela pica.

Sorri levemente, beijei seu corpo e desci devagar. A respiração dele estava intensa de tanto tesão. Fui brincando por seu corpo seminu, sentindo os pelos do seu abdômen. Parte dos seus pentelhos pulavam para fora da cueca.

A cueca branca estava no limite para segurar aquele cacete duro e grosso. Apoiei minhas mãos no peitoral do Gustavo. Como uma boa gatinha, passei os lábios por toda a pica dele. Ela tinha um cheiro gostoso de sexo de macho.

Quando tirei o pau dele pra fora, fiquei louca.

Sem enrolação, coloquei a cabeça do pau dele na minha boca.

— Isso gostosa, mama essa p… — escutei ele gemer.

Seu pau pulsava na minha boca. Eu senti quando as mãos grandes deles empurraram minha cabeça. Meu nariz se afundou nos seus pentelhos longos. O pau dele entrou profundo na minha garganta. Lacrimejei um pouco. Mas o sabor daquela pica babona era uma delícia. Sentia aquele mel de pica enchendo minha boca, misturando-se com a minha saliva.

Então ele me puxou. Eu estava completamente submissa. Segurando minha mão, ele me conduziu até a beira da cama, logo depois pediu pra eu deitar com a cabeça pra fora.

Uma loucura gostosa! Daquela perspectiva, ele era maior ainda com seus 1, 83 m.

Ele foi descendo, até encaixar seu pau perfeitamente na minha boca outra vez. Minha língua adorava sentir o mel que escorria mais e mais, enchendo minha boca e garganta. Ele foi colocando devagar, até eu senti aquela agonia gostosa. O pau enchendo até minha garganta, indo mais fundo.

Aquele 69 me deixou louca. Minha bucetinha escorria de tesão. O cheiro de sexo impregnou o quarto. Quem diria que eu chuparia um pau tão gostoso na cama onde meu marido dorme comigo.

Eu apoiei as mãos na cintura do Gustavo. Ele percebeu o que eu queria. Então ele começou um vai e vem com mais força e ritmo. Minha garganta sendo fodida com vontade. Meu grelo piscava tanto que senti que estava chegando ao orgasmo só com aquele pau na minha boca.

Lacrimejei e me engasguei na pica algumas vezes. Mas logo o puxava pra ele meter mais fundo na minha boca. Até que ele começou a meter de um jeito descontrolado.

Seu mel de pica ficou mais espesso e constante, até que senti minha boca invadida por algo mais quente e grosso. Gustavo gozou na minha boca. Caralho!

Foi uma surpresa deliciosa ter aquele macho gozando em mim. Não consegui cuspir, acabei engolindo a porra dele. Mas não conte para o meu maridinho, é o nosso segredo, ok?

Logo senti o pau dele amolecendo na minha boca.

Ainda estava extasiada com aquele oral gostoso. Ele se deitou um pouco na cama e me chamou para deitar com ele.

Conversamos um pouco. Ele me beijou. Fiquei surpresa por ele não ter nojo. Seu hálito era gostoso, tinha o aroma de hortelã suave. Ficamos um tempinho como dois namorados, quando ele me puxou para cima dele.

Seu pau já estava duro outra vez.

— Eu vou pegar a camisinha — ele disse.

— Me come no pelo, não tem problema… — respondi. Eu estava muito excitada.

Ele mordeu o lábio inferior e deu um sorrisinho malicioso.

Voltou a me beijar quando senti a mão dele posicionando o pau na entradinha da minha bocetinha.

Eu sou uma morena de 1,55 m, bem apertadinha e cheinha. Ele foi colocou o pau bem na portinha, deslizando só a cabeça do pau.

— Ahn, ahn, ahn… — gemia.

Ele chupava meus seios. A barba roçando na minha pele deixava tudo mais sensível.

Então ele colocou o pau até o fundo com uma pressão absurda. Senti minha vagina sendo preenchida por uma tora tão gostosa. Vi estrelas. Seu pau ia tão fundo que senti meu útero sendo remexido.

Seu quadril se mexia com habilidade, um ritmo gostoso que me fez gemer ainda mais alto. Admito que o sexo com meu marido é bom, mas Gustavo fez algo que eu nunca tinha sentido. Simplesmente espetacular!

Ficamos encaixados como dois cães no cio. Seu pau entrava e saia. Eu só conseguia rebolar, querendo mais pica.

Ele me puxou, apertando meu corpo contra o seu. Com um braço ele me acinturou. Com o outro ele pressionou minha cabeça próxima ao seu pescoço e barba, de um jeito que fiquei colada ao seu corpo.

Pele a pele, senti o calor do seu corpo, ele sentiu o calor dos meus seios. Olhei pra ele e nos beijamos. Ele chupava minha língua com muita vontade e desejo. Até que senti sua respiração mais intensa. Abri e fechei os olhos rapidamente, minha vagina começou a se contrair com a penetração profunda.

Ele me encarou. Eu já sabia o que aquilo significava.

— Pode gozar dentro de mim — avisei.

Ele fez uma expressão de alivio.

Gustavo meteu mais forte, sua pica pressionava o meu colo do útero. Aquele estímulo estava me fazendo delirar. Então comecei a gemer de orgasmo.

— Tô gozando, não par… — suspirei.

Foi então que senti algo quente me invadindo por completo. Eu logo gozei junto, sentindo toda aquela porra dentro de mim.

Caí cansada ao lado do Gustavo. Ele estava um pouco suado. Sua porra escorria de dentro de mim, mas ainda sentia que havia muito.

Ele entrelaçou sua mão na minha de um jeito gentil. Ele fez uma piadinha.

— Eu posso pedir uma coisa? — ele perguntou, sem jeito.

— Claro, o que foi? Quer uma água?

Gustavo se levantou, me puxou de lado e me colocou de costas. Ele sentou em cima de mim e começou a me beijar as costas. Estava relaxada demais e curti aquela carícia.

Notei que seu pau estava ficando duro outra vez, bem no meio da minha bunda. Ele foi beijando minhas costas até abrir meu bumbum e começar a chupar meu cuzinho.

Era tão irresistível que eu simplesmente fiquei com o cuzinho piscando. Ele enfiava a ponta da língua, abrindo as preguinhas do meu rabo virgem. Sua barba roçava na pele e me deixava mais sensível.

— Faz um pouco de cócegas… — disse.

Ele riu.

Gustavo cuspiu na ponta dos dedos e desceu até meu cuzinho. Massageavas as preguinhas do meu rabinho. Eu comecei a soltar uns gemidinhos, enquanto ele me beijava o pescoço.

— Vou comer esse cuzinho… — sussurrou no meu ouvido.

Eu quis dizer não, que era demais. Que meu marido nunca comeu meu cu. Mas não consegui. Eu estava dominada por um macho pauzudo.

Ele foi encaixando o dedo médio, deslizando suavemente. Não senti nenhum desconforto. Apenas um leve prazer interno. Minha bocetinha escorria de tesão e gozo.

— Então come o cu dessa casadinha, come… — sussurrei.

Gustavo saiu de cima de mim e levou o pau até minha boca.

— Lubrifica ele, sua puta…

Eu obedeci. Chupei bem molhado.

— Agora sim… — ele disse.

Ainda deitada de costas, ele abriu minha bunda. Acomodou a cabeça na portinha do meu cuzinho e empurrou. Quando a cabecinha começou a entrar, senti um leve desconforto local. Mas logo passou.

Gustavo foi muito habilidoso com as mãos. Enquanto ele encaixava o pau no meu cuzinho, com a outra mão massageava meu clitóris. Foi assim que eu fui acomodando aquele pau grosso no meu rabo.

Eu gemia intensamente.

Ele jogou o peso do seu corpo, até que todo seu pau estivesse enterrado no meu cu. Que delícia só de lembrar. Ele começou a socar aquela pica.

— Vamos mudar a posição — ele disse. Então me conduziu, me deixando de quatro com o rabo à vista. Meu cuzinho já estava laceado. Pronto para receber mais pica.

Ele encaixou outra vez o pau e estocou bem no fundo. Com a outra mão brincava com a minha bocetinha. Subiu em cima de mim e nos grudamos. Ele sentado com aquela pica no meu cuzinho.

Ele socou sem dó, macetando meu cuzinho que era virgem. Seus movimentos foram ficando mais intensos, mais nervosos.

— Vou gozar, caralho… — disse.

— Goza, seu puto… goza pra mim — respondi.

Ele socou mais forte, o saco batendo na minha bunda. O som de sexo molhado estava tão gostoso. Então ele gozou, encheu meu cuzinho de porra.

Dessa vez, ele caiu cansado ao meu lado. Eu estava orgulhosa de proporcionar cu e boceta para aquele macho. Uma satisfação que toda mulher de verdade adora proporcionar.

Mas tínhamos um problema à vista. Ele me comeu o cu. Coisa que era proibido em nossa relação liberal, uma regra que meu marido não iria gostar de saber.

— Não fala que você comeu meu cu, querido — disse, em voz baixa.

Gustavo fez um joinha.

Conversamos mais um pouco. Ele vestiu a roupa. Mandei um mensagem de texto para o maridinho. Todo o tempo da foda deve ter durado umas 2 horas, mas ele ficou tão quietinho na sala.

Ele apareceu no quarto. Gustavo ainda estava sem a cueca e as calças. Meu marido viu o pau dele e fez uma expressão de “nossa, que pauzão mesmo”, e olhou para mim. Eu estava cínica, com o sorriso mais malicioso do mundo.

Nossa visita terminou de se vestir. Ainda trocamos algumas palavras. Antes de sair ele me deu um beijo molhado na frente do maridinho e foi embora.

Enquanto o marido o acompanhava até a portaria, fiquei aqueles minutinhos sozinhas. Lembrando da pica do Gustavo no fundo da minha bocetinha, no meu cuzinho. Sua porra escorria um pouco entre minhas pernas.

Meu marido voltou.

— Porra, tu é foda, né? — ele disse, aparentemente chateado.

— O que foi, amor?

— Tu deu esse cuzinho mesmo. Você acha que não deu pra ouvir?

Eu ri um pouco.

— Claro que não, amor. Claro que não. Isso foi coisa da sua cabeça. Esse cuzinho é apenas seu…

E beijei apaixonadamente meu corninho.

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