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Açúcar e porra no café
Eu, Magnus, tive um divórcio muito problemático. Eu, um ateu, me casei com uma fanática religiosa. No começo, lidamos bem com a diferença, ela respeitava minha escolha. Eu até me casei na igreja, apenas para lhe agradar. Mas aos poucos, minha esposa foi ficando controladora, e exigia que me torna-se evangélico. Mantive firmeza e continuei ateu. O casamento foi ficando insustentável graças ao seu fanatismo, e as discussões ficaram frequentes. Quando percebeu que eu jamais mudaria de opinião, ela pediu divórcio. Não perdi apenas uma esposa, perdi meu filho e anos da minha vida que não voltam mais.
Aos 25 anos, recomecei minha vida me mudando para O Prédio Bela Vista, um excelente hotel, onde sigo minha vida na carreira de escritor. E é na escrita e no silêncio onde encontro paz. Mas não é sobre escrita que venho relatar. Me lembro como se fosse ontem, eu aguardava uma encomenda chegar pelo correio, mais um livro sobre escrita. No início do ano, as residências do último andar ainda não tinham números. Para saber qual encomenda é de quem era uma confusão.
O porteiro deixava tudo largado numa cesta no meu andar, e você tinha que se virar para encontrar o que é seu. De manhã vi vários pacotes. Um deles me chamou atenção por ser pequeno. Tinha quase certeza de que era meu livro. Tinha esquecido meus óculos, não conseguia ler nada. Não segurei a ansiedade de abrir aquele pacote. E quando abri… meu Deus, que vergonha! era uma lingerie preta.
Minha vizinha Mônica, uma mulher alta e gostosa, que naquele momento vestia apenas uma toalha curta, percebeu logo de cara que aquele pacote era seu. Ela veio toda envergonhada e tomou a peça das minhas mãos.
— Com licencinha, moço, isso é meu — disse baixinho.
— Deve ser seu mesmo, não me lembro de usar calcinha com abertura — bati a mão na coxa. — Perdão, estou sem óculos.
Ela foi embora e não consegui tirar sua aparência da minha cabeça. O rosto angelical, o cabelo castanho e os peitões presos naquela toalha minúscula. Não pude deixar de notar sua bunda grande quando ficou de costas. Ela certamente mexeu comigo. Diziam que era uma futunari, entretanto ninguém tinha certeza. Eu não me importava, ela era linda. Curiosamente, não encontrei meu livro e até hoje não sei o que aconteceu com ele.
Mônica morava na minha frente. Morava sozinha e dificilmente saia. Eu era bem antissocial, só saia de casa para fazer compras. Um dia Mônica bateu em minha porta tarde da noite. Vestia uma camisola curta de cor cinza. Se fosse mais curta, sua calcinha apareceria. E tinha um decote DAQUELES… os peitos bem amostra, grandes, parecendo uma bunda.
Quando a vi toda perfumada e com a pele visivelmente cheia de creme corporal, quase caí para trás. Ela parecia ter saído de um filme pornô bem chique. Tive que pensar em muita tragédia para não ficar de pau duro. Ela me pediu uma xícara de açúcar de forma bem gentil (pensei que fosse pedir uma camisinha e um litro de lubrificante). Peguei sua xícara e enchi com bastante açúcar. Ela me agradeceu com um lindo sorriso. Não consegui tirar os de olhos de seus lábios carnudos me dizendo “até mais, moço gentil”.
Durante uma semana, ela pediu uma xícara de açúcar. Era estranho, pois ela não parecia pobre. Vez ou outra trocávamos conversa fora. Parecia feliz ao saber que acabei de sair de um casamento. Comecei a me perguntar, será que um divorciado tem chance com uma cavala desse porte? Até então, tudo o que eu mais queria era ver aquela mulher pelada.
Já estava ficando sem açúcar quando Mônica veio mais uma vez com aquela camisola indecente. Dessa vez, usava brilho labial, deixando seus lábios ainda mais excitantes. Ela sorriu como de costume. Sem trocar palavras, recebi sua xícara e completei com o pouco de açúcar que me sobrou. Nós dois seguramos a xícara.
— É tudo o que tenho, Mônica — eu disse admirando seu rosto. — Se precisar de mais alguma coisa, pode pedir.
— Você é um moço gentil, Magnus — Seu rosto ficou corado.
— Você gosta muito de café, não é? Ou será que gosta de outra coisa? — cheirei suas mãos. — Suas mãos estão tão macias… você tem um cheiro bom de creme corporal. Sua pele está brilhante e bonita.
— Gostou? É de morango, que nem o meu brilho labial. Quer experimentar?
Mônica colocou o dedo no açúcar e passou nos lábios. Sua boca ficou toda açucarada, e eu beijei sua boca removendo todo o açúcar e o brilho labial.
— Sua boca é deliciosa — esfreguei meu polegar em seus lábios. — Você é uma doçura de gostosa.
— Me sinto feliz adoçando a vida de um divorciado tão bonito — Mordeu os lábios. — Quer tomar um café doce no meu quarto?
— Só se for na sua cama.
— Ótimo. Gosto de café com bastante leite — apertou meu pênis e ficou atiçada ao perceber que estava duro.
Entramos aos beijos. Fomos até a cozinha de mãos dadas. O café já estava pronto e enquanto ela adoçava, eu apertava sua bunda.
— A propósito, sou uma futunari. Tem algum problema? — ela perguntou.
— Nunca experimentei uma, você me daria essa honra? — apertei seus peitos.
— Você pode brincar com o meu cuzinho, ou podemos nos divertir pênis com pênis — Mônica segurou minhas mãos em seus peitos e esfregou sua bunda em meu pau.
— Quero fazer os dois — senti seus mamilos ficarem pontudos. — Pensei que pudesse me penetrar, mas não sei se tenho coragem.
— Você bota no meu, que eu boto no seu. Nós dois saímos com o cuzinho gozado — ela virou-se para mim e beijou meu pescoço.
— Me parece um acordo justo — lhe ajudei a tirar sua camisola.
Percebi que vestia a mesma lingerie preta que vi dias atrás. Tinha aberturas nos mamilos e na calcinha. E na abertura de sua calcinha, um pênis grande e grosso. Mônica estava deliciosa naquela vestimenta vulgar. Seu pinto grande me causa calafrios só de lembrar. Fiquei pelado e sem vergonha nenhuma de mostrar meu pênis.
— Essa é a primeira vez que vejo um pênis tão grande e bonito quanto o meu — Mônica aproximou seu rosto do meu e encostamos nossos narizes. — Vamos gozar juntos, tá bom? Mas tem que ser no meu café — sussurrou e depois me deu um selinho. — A gente esfrega um pau no outro lentamente, aí aumentamos o ritmo.
Mônica encostou seu pênis no meu. Segurei em sua imensa bunda e Mônica entrelaçou seus braços no meu pescoço. Senti seus mamilos em meu corpo. Lentamente, ela esfregou a cabeça quente de seu pênis no meu, e eu segui seu ritmo. A medida que nosso ritmo aumentava, nós trocávamos beijos e mordidas nos lábios.
Quando menos me dei conta, nosso esfrega esfrega peniano virou uma briga amorosa de espadas, num ritmo intenso e gostoso. Mônica enfiou o dedo no meu cu, e eu também enfiei o dedo no cu dela. E assim passou-se alguns minutos. Talvez tenha sido a melhor sensação da minha vida.
— Tá gostoso, não tá? Seu dedo no meu cu me deixa louca — Mônica ficou de respiração pesada. — Parece que seu pinto gostou do meu. Nossos pintos estão namorando, e a gente também — Mônica esfregou o nariz no meu. — Vamos gozar juntos.
— Vamos.
— Isso, amor, vamos gozar gostoso e depois fazer um sexo anal bem profundo.
Mônica juntou nossos pênis em sua mão e prendeu com firmeza. Iniciou uma masturbação rápida e potente. Nossa respiração ficou no mesmo ritmo e sentimos prazer em conjunto. Sentir seu pênis junto ao meu foi delicioso, era como se nossos pênis fossem um só. Não tiramos o olhar de nossos pênis, queríamos ver dois gigantes em erupção. Mônica masturbava muito bem e nossos pênis se contraiam ao mesmo tempo em sua mão.
Gemendo de prazer, não sentíamos nossas pernas e estávamos quase gozando. Bastou Mônica aumentar um pouquinho a pressão e nós dois gozamos ao mesmo tempo. Melamos o pau um do outro soltando uma sequência de jatos que escorreram na mão de Mônica. Ela limpou nossos pênis com a mão e juntou tudo o que conseguiu. Com a palma da mão cheia de esperma, jogou tudo no café e bebeu com vontade.
Ela lambeu os lábios e perguntou se poderia ir primeiro. Queria me penetrar com urgência, disse que desde o dia em que me viu, queria leitar meu cu. Dei permissão, ainda que nervoso. Me levou para o quarto e pediu para que eu ficasse de quatro. Apertou minha bunda e balançou cada lado. Esfregou a cabeça de seu pênis em meu ânus e disse para relaxar. Bateu o pênis no meio da minha bunda três vezes, tomou coragem e me penetrou com tudo. Tomei um susto misturado com prazer, pensei que não fosse caber.
Ela segurou em minha cintura e começou a se mover. Senti seu pênis massivo me arrombar e seu saco bater em minha bunda. A medida que seu pênis se movia em meu reto, meu pênis ficava duro. Ela botava pressão na minha bunda e me fazia gemer como uma mulher.
Deu um tapa em minha bunda deixando uma marca vermelha. Puxou meu cabelo de forma dominante e me fez gozar penetrando minha bunda. Me fez abaixar a coluna, e com o rosto no colchão, ela me penetrou com entusiasmo e encheu minha bunda de porra.
Ainda com seu pênis atolado em minha bunda, me deitei de bruços e Mônica deixou seu corpo por cima do meu. Transou gostoso enquanto beijava minha nuca. Me xingou de todas as maneiras possíveis e gozou mais uma vez em minha bunda.
Ela estava contente em saber que aguentei e que agora era minha vez. Trocamos a coxa de cama toda gozada. Rimos do absurdo que fizemos e nos beijamos.
Ela me levou para cama mais uma vez. Me deitei de barriga para cima e ela sentou-se em meu pênis. Levou minhas mãos até sua bunda, rebolou gostoso no pênis e prosseguiu cavalgando. Tinha uma sentada esmagadora. Seus peitos gigantes faziam até vento em meu rosto com o movimento de sua sentada, parecia que iriam me esmagar a qualquer momento. Seu pênis subia e descia batendo em minha barriga.
Meu cu estava todo aberto e vazando esperma, mas minha única preocupação era com seu prazer. Eu queria que ela gozasse bem forte enquanto meu pinto estivesse em seu cu. Mônica começou a chorar de prazer, então gozei em seu cu com vários jatos intensos. Mas ela continuou cavalgando. Gemeu escandalosamente. Talvez tivesse acordado toda vizinhança. Com seu pinto batendo em minha barriga, ela gozou não só minha barriga, mas na minha cara também. Nunca vi tanto esperma em uma só gozada.
E foi assim que conheci minha esposa futunari. Senti que isso deveria estar em minha biografia. Então, meus caros leitores, é aqui que encerro meu livro. Meu redator vai ficar uma fera quando descobrir que coloquei isso no livro sem ele saber.


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