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O cuzinho do Luan
E aí, pessoal. Meu nome é Ricardo e tenho 37 anos. Durante todo esse tempo eu fui hétero. Se o Ricardo de 10 ou 20 anos atrás lesse isso que eu vou contar certamente não acreditaria, mas é verdade.
Fui casado durante 8 anos e me separei há 2 anos. Decidi ficar sozinho mesmo. Aproveitar a solteirisse, sabe? Quitei minhas dívidas, comprei uma moto, dei um tempo em mulheres e voltei pra academia. Mas sabe, parecia que eu estava indo bem, sem mulher pra perturbar e tudo mais, porém o tesão uma hora de pega. A seca é a inimiga do homem.
Passei a consumir muita pornografia, mas a punheta às vezes não ajudava e eu não curtia muito pagar pra transar. O tesão que eu estava nessa época era absurdo. A testosterona a mil. Quem já passou por isso sabe como é: você acaba de bater uma e já pensa na próxima.
Meu perfil do Insta é fechado. Numa noite, enquanto eu assistia uns Reels ocasionalmente antes de ir dormir, chega uma solicitação. Era o filho de um conhecido meu, o Luan. Eu o conhecia só de vista quando saía pro trabalho ou pra academia. Éramos do mesmo bairro, e sabe como é: “bairro pequeno se conhece até os cachorros da rua.” Diziam que Luan era gay e pelo jeito dele, dava pra entender o porquê.
Aceitei a solicitação e na mesma hora ele me manda um “Oi” e depois um emoji de “foguinho” na minha foto do Story na academia que eu tinha acabado de postar.
Eu respondi ao Luan educadamente. Ele começou a puxar papo comigo dizendo que gostou da foto sem camisa no meu Feed e tudo mais. Eu não era bobo e já percebi o que ele queria. Era só somar: “solicitação à noite + curtida na foto sem camisa = PUTARIA”. Eu conhecia essa equação.
Por pura curiosidade entrei no perfil dele e rolei algumas fotos. Luan era novinho, parecia ter uns 18 anos e eu sabia que ele morava com os pais. Fiquei surpreso pelo pai deixar aquele garoto postar fotos daquele jeito. Tinha uma foto dele numa piscina só de sunga mostrando a bunda. Só consegui reparar no rabão à mostra.
Depois de algum tempo de conversa e algumas indiretas da parte dele, Luan me pediu uma foto do meu pau. Assim mesmo, na lata.
Eu sei bem que vocês sabem a merda que é estar na seca e fazer as coisas mais absurdas. Eu que o diga. Nunca na minha vida eu tinha mandado nudes pra outro homem, seja ele mais novo que eu ou não. Mas ali estava eu tirando uma foto do meu pau duro e enviando pra aquele garoto que eu mal dava “bom dia” na rua.
Ele mandou um: “Nossa que rola enorme” e vários emojis de coração. E sem eu pedir, ele me mandou foto da sua bunda. Era branquinha, redondinha de academia e sem pelos. Parecia uma bunda de mulher mesmo, de uma novinha.
Eu mandei: “Será que aguenta a minha rola?”
Ele: “Eu tô louco pra descobrir. Quer vir aqui?”
Eu: “Tem certeza, Luan? Eu gosto de socar bem forte”
Ele: “Aiii… vem socar no meu cuzinho, vem.”
Não eu acreditei em mim mesmo quando saí de casa às 1:00 da manhã pra me encontrar com o Luan. Como eu falei, a seca é a pior inimiga do homem. E pro azar dele fazia quase duas semanas que eu não batia uma.
A casa do Luan ficava há uns 15 minutos da minha e não foi difícil achar. Não tinha um pé de gente na rua, o bairro todo dormia enquanto eu desbravava os arredores. Luan estava sentado na calçada e se levantou quando me viu dobrar a esquina.
– Demorei? – Perguntei.
– Quase que eu desisto de esperar, Ricardo – Ele falou sorrindo.
Luan era tão branquinho que parecia um fantasma sob a luz do poste. Era baixinho também, não devia ter mais que 1,50m e tinha lábios vermelhos que, com certeza, tinha puxado da mãe. Ele parecia mais com a mãe do que com o pai.
Ele me olhou de baixo pra cima como se me medisse com os olhos e então eu falei:
– Agora é tarde demais pra desistir. – Sorri de volta. – Tá sozinho em casa?
– Não. A gente vai ter que entrar pelos fundos. Tenta não fazer barulho, tá?
Eu resisti ao impulso de rir do trocadilho e o segui até seu quarto.
Me deu uma baita adrenalina de entrar na casa dos pais do Luan àquela altura da madrugada. Me remeteu aos tempos de adolescência. Ele me garantiu que seus pais estavam dormindo, mesmo assim fui quase na ponta dos pés para não fazer barulho. Imagina que constrangedor encontrar o pai dele? Como eu ia explicar a situação?
Era um quarto pequeno com posters de bandas de rock na parede e uma cama de solteiro que mal me cabia direito. Eu me senti como o Gandalf na casa de um Hobbit.
Tirei a camisa e isso atraiu o olhar de Luan para o meu físico. Embora eu não tivesse tanquinho, meu peitoral compensava. Eu o puxei pra perto de mim e o beijei na boca.
Luan tinha traços bem femininos como eu falei. Baixinho, branquinho, cheiro suave, boca carnuda e vermelhinha. Foi fácil beijar ele, embora aquele fosse meu primeiro beijo com outro homem. Meu tesão estava a mil e eu beijava aquele garoto com uma fome intensa.
Eu tenho 1,79m, portanto Luan teve que ficar na ponta dos pés. Ele gemeu assim que eu enfiei a mão dentro do seu calção e apertei sua bunda. Era uma bundinha bem firme e estava geladinha.
– Fica de quatro bem gostoso pra mim, vai. Deixa eu ver esse teu rabo gostoso.
Falei largando-o na cama e dando um tapa naquela bundinha empinada. Ele ficou de quatro e eu arriei seu calção com cueca e tudo.
Sua bunda era a coisa mais linda e fez minha rola palpitar. Era redondinha, firme de tanto malhar, tão branquinha e perfeita que parecia que nunca havia sido tocada. Eu abri com as duas mãos e vi seu cuzinho rosado piscar. Era fechadinho e com várias pregas. Foi o mais lindo que eu já vi na minha vida, disso eu não tinha dúvidas.
Eu tirei minha roupa e Luan olhou para trás encarando minha rola já dura.
– Eu quero chupar. Deixa eu te chupar, Ricardo. – Ele pediu.
– Só depois que eu comer esse seu cuzinho apertado.
Se tinha uma coisa de que eu me orgulhava era do tamanho do meu pau. Era bem reto e cheio de veias grossas. 17,5cm pra ser exato e grosso o bastante para as mulheres terem medo de fazer anal. Até então eu só tinha comido um cu quatro vezes na vida e foi só com uma ex namorada da adolescência. Ela odiava muito. Dizia que eu a machucava por conta do tamanho.
– Mete devagarzinho, tá?
Com o tesão que eu estava de comer aquele garoto, a minha vontade era de enfiar tudo de uma vez e foder ele bem gostoso de quatro. Mas Luan parecia tenso, quase preocupado depois que viu minha rola pessoalmente.
Eu abri aquela bundinha linda e passei a língua ao redor do seu cuzinho. Luan gemeu e empinou mais. Estava limpinho e mais bem cuidado do que muita buceta. Deixei minha língua passear por aquelas preguinhas e a enfiei lá dentro. Foi uma delicia sentir seu cuzinho apertar minha língua.
Parei quando eu não estava mais aguentando de tanto tesão. O pau de Luan estava literalmente pingando na colcha da cama.
Encostei meu pau na sua bunda e dei várias batidinhas pra ele sentir bem o peso. Passei bastante lubrificante e coloquei o preservativo que eu tinha trazido de casa.
– Empina bem gostoso pra mim, safado. Vou meter devagar. Vou meter tudo nesse cuzinho gostoso.
– Mete, por favor. Mete gostoso, vai.
Esfreguei minha rola no seu reguinho branco e brinquei ali por um tempo. Aquele ponto de vista era uma delícia. Minha rola parecia grande demais para aquele rabo tão delicado. Acho que nunca senti tanto desejo antes. Minha rola estava dura demais com as veias bastante saltadas.
Pincelei meu pau ao redor daquele cuzinho rosado. Eu tinha caprichado no lubrificante e o preservativo chegava a brilhar na luz baixa. Luan estava tão empinado que suas costas parecia um arco.
Enfiei a pontinha devagar sentindo a cabeça abrir passagem por aquele cuzinho que se dilatava à medida que eu enfiava mais. Eu gemi gostoso quando senti seu cuzinho apertar meu pau. Eu não fazia ideia do quanto era uma delícia. A minha vontade era tirar a camisinha e meter no pelo mesmo.
– Aiiii… Ricardo. Puta que pariu, é muito grande.
– Que delicia de cuzinho você tem, hein? Agora é só meu. Vou deixar bem arrombadinho.
Deixei meu pau lá dentro esperando Luan se acostumar. Sentir cada contração que seu cuzinho dava era um verdadeiro desafio para não gozar.
Abracei Luan por trás e agarrando seu pescoço e o trazendo para junto de mim. Ele pertencia a mim. Mordi sua orelha e beijei seu pescoço enquanto meti em pequenas estocadas. Luan gemeu baixinho ficando mais empinado, fazendo minha rola penetrar mais alguns centímetros e ficarmos coladinhos. Estávamos engatados como cachorros no cio.
– Fala que eu sou teu macho, fala. Fala que eu tô arrombando esse teu cuzinho.
– Aiii… Ricardo, você é meu macho, só meu. Arromba o meu cuzinho, vai. Soca. Soca bem gostoso, Ricardo.
Minha rola simplesmente estava dura demais dentro de Luan. Eu mal conseguia me mover ali dentro de tão apertado que era.
– Me come sem camisinha. Mete sem camisinha, Ricardo. Quero sentir sua rola todinha, deixa.
Ouvir aquilo foi como musica para os meus ouvidos. Eu queria muito sentir aquele buraquinho apertado sem nada entre a gente.
Tirei de dentro e puxei a camisinha tão ferozmente que se rasgou na minha mão. Dei uma olhada para aquele cuzinho e vi o estrago que eu tinha feito. Já não era tão pequeno quanto antes. Estava tão arrombado que estava todo vermelho ao redor.
Passei mais lubrificante e dessa vez meti de uma vez. Luan gemeu alto e eu tive que tampar sua boca. Foi uma sorte seus pais não terem acordado.
Comecei a socar forte. Só se ouvia o rangido da cama, os gemidos baixos de Luan e minha respiração ofegante. Eu pingava de suor enquanto fodia seu cuzinho apertado e quentinho. Luan não aguentou e deitou de bruços na cama e eu o segui ficando por cima dele sem parar de socar. Era um sexo bruto e Luan estava gostando de ser fodido daquela maneira. Seu rabo continuava empinado pedindo pra eu continuar.
Minha rola deslizava suavemente entrando e saindo. Meu quadril maltratava sua bunda durinha e fazia um barulho de palmas a cada socada.
Senti seu cuzinho piscar algumas vezes enquanto eu socava. Luan começou a rebolar mais intensamente e enterrou seu rosto no travesseiro. Eu podia jurar que ele estava gozando e nem sabia que isso era possível. Gozar dando o cu, no caso.
– Vou gozar, Luan. Pede leite. Pede leite nesse cuzinho.
– Me enche de leite, Ricardo, Me leita gostoso, vai. Soca tudo… Deixa seu leitinho todo dentro de mim…
Enquanto ele falava eu comecei a gozar enfiando tudo dentro e deixando minha rola pulsar. Senti minha rola esporrar bem fundo e achei aquilo gostoso demais.
Eu estava suado por cima de Luan, minha rola amolecendo dentro dele. Me levantei e abri aquele rabo olhando para o meu leite escorrer de dentro daquele cuzinho. Foi uma visão que me deixou louco.
Nos vestimos e eu reparei que a sua cama estava um ninho de tão bagunçada. Além da minha poça de porra, havia uma outra de Luan. Ele tinha gozado mesmo.
Tive que acordar cedo no dia seguinte, mas eu estava me sentindo mais leve. Nunca pensei que comer um cara fosse a melhor transa que eu tive na vida.
Eu era um cara ocupado. Com o trabalho, academia, rotina… E Luan ficou como um louco querendo repetir a dose. Eu também queria, mas aquele horário era simplesmente horrível. Marcamos no fim de semana. E assim, todo domingo ele dormia na minha casa e eu fodia aquele rabinho até deixa-lo vermelho e arrombado.
Naquele mesmo ano, eu conheci uma mulher. Me apaixonei e estou com ela até hoje. Luan e eu fomos nos separando, parando de se ver, de transar… Mas até hoje eu penso naquele cuzinho que eu comia todo domingo. Minha mulher tem pavor de anal, pro meu azar, mas ainda estou negociando.


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