Por
Reportar este conto
Tenham amigos como os meus
Semana passada foi meu aniversário de 36 anos e meus amigos viviam enchendo meu saco pra fazer uma comemoração aqui em casa. Comemoração é o termo que a gente usa pra se reunir, beber e escutar musica boa. Da ultima vez que fizemos uma “comemoração” acabei levando uma multa de quase 400,00 reais do condomínio por perturbação do silêncio.
Acontece que os putos dos meus amigos não tiveram o trabalho de avisar e chegaram aqui em casa de surpresa e com uma surpresa. Trouxeram uma puta bem novinha para a comemoração.
Kelly era o nome dela. Ou nome de trabalho, eu não sabia. O que eu sabia era que a Kelly era uma tremenda de uma gostosa. Ela devia ter menos de 20 aninhos, rabetão gigante, peitinho pequeno e carinha de safada. Ela me cumprimentou com um selinho logo na entrada.
Ficamos os cinco na varanda, eu, Renan, Diego, o Cícero e a preciosa Kelly. (Esses são os nomes dele mesmo, que se foda!) Ficamos tomando uma gelada, ouvindo pagodão (com o som ambiente) e conversando. Kelly era uma ótima companhia. Ria das nossas piadas, ouvia nossas histórias e flertava com todos nós.
Renan já tinha me chamado num canto mais cedo e falado:
– Aproveita, putão, é teu presente de aniversário.
– Vocês são uns filhos da puta, viu. Onde foi que vocês arrumaram uma delicinha dessas?
– Foi ideia do Diegão. E foi cara pra caralho, mané. Fechou nos 700 conto a noite. Usei meu cupom de 10% de desconto.
Todos estávamos bem alegres, inclusive a Kelly, e foi ela quem falou:
– E o aniversariante não vai comer do bolo? – Ela disse me olhando daquele jeito que qualquer homem ficaria louco.
– A melhor parte, é claro. Tô deixando pro final. Vamos?
Falei com o cacete já duro só da expectativa.
– Vamos fazer aqui mesmo. Se vocês quiserem participar também… fiquem a vontade, viu?
Pelo jeito dos meus amigos aquilo não fazia parte do acordo. O presente era pra ser só meu. Mas eu estava excitado demais para protestar e a Kelly já foi logo se abaixando na minha frente e tirando a minha roupa.
Kelly começou a dançar na minha frente ao ritmo da música. Todo mundo parecia hipnotizado com aquela deusa de um metro de sessenta tirando peça por peça da própria roupa. Quando a musica acabou ela já estava peladinha exibindo aquele corpão magnifico com marquinha de bronze.
Ela colocou a camisinha no meu pau com a boca, feito esse que eu jamais tinha presenciado.
– Que pauzão você tem, hein? Tava guardando isso tudo pra mim?
Se tem uma coisa que puta sabia muito bem é colocar o ego masculino lá em cima. Meu pau sempre foi mediano, 16,5cm pra ser exato, e minha ex mulher jamais tinha feito um comentário sequer.
Kelly me chupou com a maestria de uma profissional. Mesmo com o preservativo, aquele boquete foi uma delícia.
Dava pra notar o tesão estampado na cara dos meus amigos. Naquele momento todos tentavam esconder a ereção de alguma forma colocando a cerveja na frente, uma almofada no meio das pernas…
– Não acredito que vocês vão ficar só olhando. Eu quero chupar todos, ouviu? Um de cada vez.
Meus amigos ficaram olhando um para a cara do outro e finalmente tiraram a roupa. Até o Cícero, que era casado, estava com o pau em ponto de bala. Claro que o que aconteceria ali, não sairia dali.
Kelly sentou no meu pau, de costas. Que bunda perfeita ela tinha. Fiquei olhando aquela bunda gostosa subir e descer e encarando a marquinha recém feita. E que buceta mais apertada aquela filha da puta tinha. Parecia até que nunca tinha sido usada.
Cícero foi o primeiro a se aproximar. Kelly chupou meu amigo casado e ele revirou os olhos como se nunca tivesse recebido um boquete antes. Kelly conseguia sentar e rebolar no meu pau e ainda fazer um boquete nos meus amigos.
– Porra!
– Delícia!
– Chupa, puta.
– Gostosa demais.
A varanda da minha casa havia se transformado num recinto de putaria em poucos minutos. Todo mundo queria tirar uma casquinha do meu bolo de aniversário.
Todos receberam aquele delicioso boquete fazendo fila e se acotovelando para ser o próximo. Kelly continuava sentando em mim ao mesmo tempo que chupava meus amigos.
– Fica de quatro. Quero te comer olhando pra esse teu rabão. – Falei.
– Não é pra comer meu cu, tá?
Ela ficou de quatro no sofá e eu soquei com força. Seu gemido era uma delícia de ouvir. Parecia que a cadela estava adorando ser fodida daquele jeito. Eu não consegui durar muito tempo e gozei. Era impossível aguentar muito tempo com aquela mulher.
Diego meteu assim que eu saí como se tivesse só esperando a deixa. Ele metia rápido e dava tapas na bunda de Kelly, deixando-a mais vermelha ainda. Ele gozou em poucos minutos e então foi a vez de Cícero e depois de Renan.
Naquela altura deu tempo meu pau ficar duro novamente. Kelly pediu pra me chupar assim que me viu ficar pronto de novo. Aquela puta sabia mesmo agradar um homem. Ela gozou enquanto me chupava e Renan metia.
Pelas minhas contas, todos gozaram duas vezes, exceto Cícero, que gozou três vezes seguidas. Meus amigos e eu deixamos Kelly bem arrombada e aproveitamos bem aquela noite.
Esse foi o melhor presente de aniversário que eu já recebi. Peguei o contato daquela gostosa e estou pensando seriamente eu chama-la para uma noite particular. Tenho certeza que meus amigos também querem muito isso.


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.