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Novembro 6, 2026

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Vernissage puta

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Me chamo Clarissa e sou uma putinha safada de 19 anos. Sou de família rica, corpo malhado, peitão, faço faculdade particular e tenho uma queda por homens mais velhos da idade do meu pai, para o desespero dele.

Eu dou para os amigos do meu pai, para o meu psicólogo e até para professores na universidade. Um dos professores, Otávio, era um verdadeiro tarado e casado. Claro que eu vou na aula dele de vestido curto e colado, sem calcinha, sento na primeira fileira e deixo ele ver a minha boceta. No começo eu acho que ele estava traindo a esposa, me comendo na sala dele sem ela saber. Mas depois de um mês com esse casinho, ele me leva para casa dele, onde a mulher estava esperando. Ele me come na frente dela, com ela assistindo tudo.

Numa próxima vez Vera pede para transar comigo, e claro que eu aceito, a ideia da esposa do meu amante me chupando é muito excitante, ainda mais por que ele me fode por trás enquanto a esposa me chupava.

Depois de um tempo nós duas já estávamos saindo juntas, fazendo programas de garota, mas com o bonus de no final a gente terminava com ela me chupando, mas nunca o contrário, Vera nunca gozava quando a gente transava, era tudo sobre o meu prazer.

Vera era artista plástica. Muitas vezes ela me convida para servir de modelo nua para ela. Muitas vezes ela me masturbava antes de me pintar, ela dizia que queria capturar a cara de gozo, mas nunca me deixava ver o resultado. Até que um dia me convida para uma exposição dela, mas não para assistir a exposição e sim fazer parte dela. A gente combina tudo. Ela insiste que eu estivesse completamente depilada do pescoço para baixo.

Ela me manda até um salão onde eles tiram todos os meu pelos com cera e pinças e o dia eu vou até a vernissage vestindo somente um sobretudo, nada mais, nem mesmo sapatos. Chego na exposição quando estava bem cheio, várias pessoas chiques bebendo vinho e vendo os quadros na parede. E que quadros! Todas pinturas de mulheres nuas transformadas em produtos. Era para ser algo denunciando a objetificação das mulheres, mas para mim parecia pura pornografia, e eu estava adorando.

Havia uma transformada em caneta sendo segurada por uma mão masculina com o dedão bem na boceta dela. Outra pintura de uma mulher nua em pé servindo de luminária com um domo cobrindo completamente o rosto dela, a luz saindo para baixo e o pedestal que terminava em uma barra que a estava penetrando na boceta e uma correntinha presa no grelo para servir de interruptor. Depois tinha uma pintura de uma garota transformada em uma motocicleta, o corpo dela como se estivesse de quatro, a bunda empinada como o banco da mota, a boceta e o cu claramente visíveis em primeiro plano, o resto do corpo dela, braços e pernas, absorvidos pela moto e a cabeça coberta por um capacete. O corpo de uma garota bem peituda era uma chaleira, em outra pintura um dedo estava sem cima de uma boceta come se estivesse escrolando um celular.

Então eu vejo, no centro da exposição um desenho que era claramente eu, transformada em um violão, sendo dedilhada e fazendo cara de gozo. Era tão indecente que até eu, que sou uma putinha, fico com vergonha. Mas então Vera olha para mim e é a deixa para eu tirar o casaco. Faço isso e então sem ninguém estar esperando eu fico peladinha no meio da vernissage. As pessoas aplaudem. Vera então diz:

— Seria muita hipocrisia pintar mulheres nuas, mas rejeitar a nudez por si mesma. Por isso temos uma das modelos aqui na exibição e a nudez que vocês vêm nas pinturas está agora viva e vocês vão pode interagir com ela.

Ai rola a coisa mais louca da minha vida, eu fico lá completamente nua conversando normalmente com pessoas vestidas! Passado o choque inicial, isso vai me deixando com um puta tesão e toda vez que alguém esbarra em mim ou toca no meu braço, nada sexual, eu sinto a minha boceta melar mais.

Eu já estava completamente confortável em estar nua quando chega Otávio. Eu vejo ele dar um beijo de língua na esposa e parabeniza-la na frente de todo mundo, mas ao mesmo tempo ele pega na minha bunda e nos meus peitos na frente deles também.

Vera chega em mim e diz: — Eu quero pintar o seu corpo aqui em público

— Tudo bem — Eu respondo

Vera então chama as alunas dela e elas trazem os equipamentos de pintura. Eu então fico no centro da atenção, ainda mais, enquanto ela pinta o meu corpo. Primeiro eu sou inteira coberta de tinta branca, do rosto até a boceta. Se não bastasse a minha exposição de andar nua durante horas, eu ainda tenho que sentar e abrir as pernas, me arreganhando inteira na frente de todos. Depois da base branca, ela começa a me usar como uma lousa, ela escreve com tinta preta acima dos meus peitos: PUTA. Depois na minha barriga: ADULTERA. E acima da minha rachinha: ME COMA.

— Todos desejam as mulheres, mas quando elas expressam a sua sexualidade é assim que a sociedade as trata.

Nós somos aplaudidas. Todo mundo se sentindo superior e sofisticado, mas o que eu vejo são os volumes nas calças dos homens e imagino que algumas bocetas também haviam ficado meladas com a exibição.

A exibição acaba, as pessoas vão embora, só estamos eu, Vera, Otávio e algumas alunas de Vera. Otávio então começa a me pegar na frente delas, me foder com os dedos, a última humilhação no final deu ser fodida e gozar na frente não só da esposa do meu amante, mas também das garotas que eu não conhecia. E não para ai. Ele me coloca em cima de uma mesa com as pernas abertas e começa a me foder ali mesmo. Eu então me viro para Vera e digo:

— Eu preciso te chupar.

Ela então levanta o vestido e senta no meu rosto, ela estava sem calcinha. Ambos então me usam, vestidos e eu nua, “vestindo” só tinta. Vera goza, eu ouço ela gritar com o orgasmo e então eu sinto o mel dela jorrar no meu rosto. Otávio então goza na minha boceta, eu termino a vernissage com o rosto e a boceta melados. Olho para o lado e vejo que as garotas que haviam nos assistido estavam se pegando também.

A vernissage termina em um grande bacanal lésbico.

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