Janeiro 28, 2026

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A Prima Peituda e as Cócegas

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Meu núcleo familiar, quando nasci, veio pra “cidade grande” largando a antiga vida do campo em troca da estabilidade dos meios urbanos. E quando falo de núcleo estou falando dos meus pais e avós. Apesar de alguns familiares ainda terem ficado pra trás aquele núcleo central sempre permaneceu junto e com o passar do tempos alguns tios, tias, primos e primas que moravam em nossa cidade natal migraram para nossa cidade em busca de trabalho e, claro, sempre davamos abrigo. Então, as vezes tios vinham e ficavam aqui em casa, primos vinham e ficavam nas casas de outros tios ou dos meus avós… era algo comun, uma espécie de rede onde todos se apoiavam.

Como sempre a familía era muito unida e sempre nos reuniamos pra conversar ou só visitar mesmo, sem motivo nenhum. Lembro que certo dia, ao visitar a minha vó, em uma dessas visitas, que havia uma moça morena de cabelos longos, estatura baixa mas com tudo no lugar. Ela tinha seus 1,60m de altura, uma bunda redondinha enorme e, o melhor de tudo, seios fartos que faziam um contraste dos deuses com a pele dela . Ela sempre usava aquelas camisas com decote em U, mostrando aqueles peitos morenos deliciosos… Essa primeira vez que vi ela, apenas comprimentei pois não a conhecia, afinal, era uma prima distante.

Naquela época que a gente se conheceu eu estava com os hormônios à flor da pele, tinha acabado de fazer 18 e ela com seus 24, cintura fina, mas com barriguinha, aquele corpo clássico de gostosona latina. Lembro que quando eu chegava, por ela ser baixinha, conseguia de pé apoiar os cotovelos em umas das mesas da casa, inclinando-se para deixar o seu decote livre enquanto a gente conversava sobre qualquer besteira. O tempo foi passando e a gente conversava de vez em quando quando eu estava lá, pelo whatsapp ou facebook. Nas redes sociais ela sempre reagia ao meus posts com aquele famigerado coraçãozinho, comentários e coisas do tipo, mas a gente nunca teve nada que não seja pequenos flertes inocentes durante esse primeiro ano que ela estava na casa da minha vó.

Se não me engano, isso que acabei de falar foi no ultimo semestre de 2015, apesar de achar ela uma gostosa desde sempre nunca tentei nada com minha prima Carla pois ela era evangélica e na época tinha um namorado que morava no interior, enfim. Porém, isso tudo mudou quando minha vó decidiu fazer uma mudança e eu fui lá ajudar. Naquele sobe e desce de escada as vezes a gente acabava se esbarrando e ela ficava me xingando ou batendo, mas nada de muito sério, era um diálogo mais ou menos assim:

– Sai chato!
– Sai tu do meio do caminho bicha feia!

Certo momento eu tava levando umas três gavetas de um armário pesada pra caralho, ela passou por mim e começou a me fazer cócegas, quase me fez derrubar tudo, eu falei pra ela:

– Tu vai ver, viu! deixa eu guardar isso aqui.

Assim que deixei as gavetas, ela chegou no caminhão junto comigo e voltamos junto pra casa pra pegar o resto das coisa, mas quando fomos subir a escada, sinceramente, não lembro o que estavamos conversando, mas lembro que ela ia na frente segurando uma almofada e eu pensei “agora eu me vingo dela”. Sério, pensei na maior inocência, ia fazer cócegas nela até ela morrer de rir, como eu estava atrás segurei ela pela cintura, puxei pra mim e comecei a fazer cócegas e, nisso, ela automaticamente começou a rir e pedir pra parar, segurando nas minhas mão com força. Ela tentava sair, escapava mas eu puxava ela de volta e cada vez que isso acontecia nós ficavamos mais perto até chegar o momento em que comecei a tentar alisar a barriga dela pra fazer cócegas e quando vi eu estava abraçando ela por trás com força, meu pau tava duro que nem pedra enconstando no rabão dela de mini shorts jeans. Provavelmente esse momento não durou nem um minuto, foi bem rápido, mas deu pra sentir o quão gostosa e cachorra minha prima era, ela continuava me empurrando pra trás com a bunda para que eu saisse. Não tinha nada explícito, era só dois primos fazemos cócegas com segundas intenções, mas sem deixar claro. Estavamos apenas brincando. Quando nossa avó deu um grito de dentro da casa chamando a gente, eu parei de fazer cócegas nela e nos dois subimos conversando e se cutucando, tetando fazer cócegas um no outro, mas sem se agarrar. Aquele dia da mudança passamos o dia nessa brincadeira das cócegas.

Ja na outra casa, alguns dias depois quando fui visitar minha avó, estavamos eu e minha prima Carla assistindo alguma coisa na tv e minha avó na cozinha. Na sala, nos dois estavamos sentados no sofá um do lado do outro, conversando alguma coisa. Lembrando daquelas ultimas brincadeiras do dia da mudança decidi apertar o culote dela pra fazer cócegas, mas dessa vez ela não riu e disse:

– Não tenho cócegas, besta!

Ela fala isso e devolve em mim as cócegas que dou uma leva risada e seguro a mão dela com força pra parar, começo a passar a minha mão por sua barriga, por debaixo da sua blusa, ela continua falando que não tem cócegas e rindo de mim. Dado momento, apesar de ser bem inocente, meu pau ja tava estralando de duro e nós dois sabiamos que estavamos fazendo essas brincadeiras com outras inteções por trás, mas ninguém assumia. Decidi então subir minhão mão naquele seio farto (o esquerdo) ainda pro debaixo da camisa. Pela parte inferior do sutiã, meti alguns dedos, comecei a apertar levemente, apenas com as pontas dos dedos e perguntei:

– Ta fazendo cócegas agora?

Eu olhava pro olho dela e ela pro meu. Não me respondeu apenas fingiu que não tinha nada acontecendo. Forcei os dedos e enfiei toda a mão no peito dela, comecei a apertar com força aquela seio gostoso, ela tentava ficar seria, mas as vezes soltava um gemidinho como se estivesse sem folego. Nesse momento não tinha conversa, era apenas eu massageando o peito dela, os dois se olhando e o meu pau babando na calça. Não deu muito tempo minha vó chamou Carla pra cozinha, ela baixou a camisa com força e foi. Quando voltou eu estava no outro sofá, de três lugares, ela por ser baixa se deitou no de dois lugares. Os sofás estavam dispostos em “L”,ela deitou com a cabeça pro lado esquerdo e eu com a cabeça pro lado de baixo, assim que ela deitou eu virei e coloquei os cotovelos no braço do sofá para conversamos. Perguntei o que a vó queria, blablabla, nada demais… ficamos um tempo falando e logo em seguida começamos a trocar carícias, ela começou a passar as unhas dela pelo meu braço e fincar com força… Entendi o recado. Continuei o que estava fazendo antes, mas como agora ela estava deitava no sofá e eu em outro, mas por cima do braço do sofá, dirigi meu braço novamente àquele peitão farto, mas dessa vez puxei a camisa dela e fiquei massageando, meu pau estava duro igual um diamante, decidi então a ir de encontro a boca dela. Enquanto massageava o peito dela com força, apertando o mamilo por debaixo do sutiã dei um beijo de língua muito molhado naquela boca, ficamos um tempo ali, mas acabamos rápido pois minha vó poderia pegar a gente, afinal por estar nos beijando não tinhamos visão de nada ao redor. Continuei massageando o peito e sua barriga… eu estava com um tesão satânico, tentei descer a mão por dentro do short jeans dela, mas ela segurou minha mão e colocou de volta no peito. Dei um beijo na boca dela e me sentei no sofá. não falamos uma palavra sobre o que fizemos, fui pra casa com o pau todo melado, cheguei em casa entrei no facebook dela e bati aquela punhetão praqueles peitos deliciosos. Depois disso, aconteceu muita coisa, mas deixa para uma parte 2 caso vocês gostem do conto.

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