Fevereiro 11, 2026

9 Visões

Fevereiro 11, 2026

9 Visões

Ajudei Minha Prima no Banheiro

0
(0)

Aconteceu nas férias, a família toda foi para a casa de praia umas 15 pessoas, primas e parentes. Larissa era a minha prima, baixinha de óculos e de peitos médios e cintura fina, pele bem clara sem nenhuma mancha. A gente sempre se deu bem dávamos muitas risadas juntos, mas nessa viagem senti que ela estava diferente, falava menos mas me tocava mais, sempre sentava do meu lado, e abraçava meu braço.

Estava andando no corredor da casa quando a Larissa abre a porta do banheiro e me chama. Ela usava um biquíni azul-escuro minúsculo que nunca tinha visto, mas por cima tinha colocado uma saída de praia fina, quase transparente, que mal cobria as coxas. O tecido grudava um pouco na pele ainda úmida do último mergulho.

— Ei…primo — ela chamou, voz baixa, quase um sussurro dengoso. — Vem aqui um segundinho?

Levantei os olhos. Ela mordia o canto do lábio inferior, aquele jeitinho dela que sempre parecia meio infantil e meio safado ao mesmo tempo. Fez um gesto com a mão para entrar no banheiro.

— Preciso de uma ajuda… — completou, quase que as palavras não sai de tão tímida.

Fui atrás dela sem perguntar muito. O coração já batia um pouco mais rápido só de imaginar o que poderia ser.

Entramos no banheiro que era o menor, aquele que ficava no fundo da casa, longe da bagunça e da família. Ela trancou a porta com cuidado, virou a chave devagar para não fazer barulho. Depois se encostou na pia, de frente para o espelho, e me olhou pelo reflexo.

— Não consigo tirar… — murmurou, voz melosa, quase reclamona. — O absorvente interno… acho que ficou meio preso. Tô com medo de puxar errado, tem como me ajudar?

Ela fez beicinho, balançando o corpo de leve de um lado pro outro, como se estivesse com vergonha e excitada ao mesmo tempo.

— Você tira pra mim? Por favorzinho…?

Engoli em seco. Larissa era pequena, mas tinha curvas que pareciam desenhadas para provocar. A cintura fina contrastava com os quadris largos, a bunda empinada e redonda que o biquíni mal conseguia conter. Os seus seio médios com o mamilo duro quase saltavam do top, os mamilos marcados contra o tecido molhado. A pele era bem branca e jovem.

— Tá bom… vira de frente pra mim — pedi, voz rouca.

Ela se virou devagar, sorrindo de lado. Levantou a saída de praia até a cintura, revelando a parte de baixo do biquíni. O tecido azul escuro estava escurecido no centro, uma manchinha úmida que não era só de água do mar. Larissa estava ofegante e nervosa, ela tentava esconder o nervosismo.

— Pode tirar a calcinha pra mim… — ela sussurrou, dengosa. — Devagarinho, tá por favor?

Coloquei as mãos na lateral da peça. Os dedos roçaram a pele quente da virilha dela enquanto eu descia o tecido devagar. O biquíni desceu pelas coxas grossas, revelando a bucetinha lisinha e branquinha, o rachadinho perfeito e os lábios pequenos e brilhando de umidade natural misturada com um fiozinho vermelho discreto. O cordãozinho branco do absorvente aparecia entre os lábios, saindo alguns centímetros.

— Ai… preciso fazer xixi… me ajuda — Larissa avisa.

Eu respondo que sim e seguro o bracinho dela para dar apoio, ela senta no vaso de pernas abertas, a visão da bucetinha rosa toda melada era linda, era perfeito.

Um jato quente e forte começou a cair na água do vaso. Ela me olhava nos olhos o tempo todo, mordendo o lábio inferior, o rosto corado. O líquido escorria entre os lábios da xoxota dela, pingando alto, e eu via tudo — a entrada se abrindo levemente com a força do xixi, o clitóris pequeno aparecendo entre as pequenas dobras, o filete dourado brilhando sob a luz fraca do banheiro.

Ela soltou um suspiro longo de alívio, quase um gemidinho.

— Ai… que delícia… — sussurrou, ainda mijando. — Desculpa. tava apertadinha…

Quando terminou, ficou ali sentada mais uns segundos, balançando o quadril de leve como se quisesse escorrer os últimos pingos. Depois ela abriu bem as pernas como se fosse um convite.

— Pronto… agora pode puxar mas com cuidado, tá? — ela pediu, voz tremendo de leve.

Segurei o cordão molhado de xixi com os dedos. Puxei devagar. Ela soltou um gemidinho baixo quando o absorvente começou se mover, Aumentei um pouquinho a pressão, puxando com firmeza constante. Então veio o momento: a entradinha dela começou a se abrir lentamente, como uma flor desabrochando. Os lábios menores se afastaram, revelando a mucosa rosada e brilhante por dentro. O absorvente foi aparecendo aos poucos, centímetro por centímetro, alongando a entrada apertada dela.

Larissa soltou um “hummmm” longo e trêmulo, o corpo inteiro se arrepiando. As coxas grossas tremiam de leve, os músculos da barriga contraindo enquanto ela se esforçava para relaxar. O absorvente saiu deslizando devagar, úmido e quente, escorreu sangue de menstruação da vagina com um brilho viscoso da mistura do mel da excitação natural dela.

Joguei o absorvente na lixeira. Larissa continuava de pernas abertas, respirando mais rápido.

— Tá sujinho ainda… — ela murmurou, quase num choramingo. — Você… limpa pra mim? Com a boquinha? Ninguém vai saber…

Não respondi com palavras. Ajoelhei devagar no piso frio do banheiro. Ela abriu mais as coxas, empinando o quadril na minha direção. Segurei as nádegas dela com as duas mãos — macias, quentes, cheias — e puxei-a contra meu rosto.

Primeiro passei a língua de leve na parte interna da coxa, limpando o rastrozinho vermelho que tinha escorrido. Depois subi, lambendo a lateral dos lábios dela, sentindo o gosto salgado-metálico misturado com o mel natural dela e do xixi. Ela gemeu baixinho, uma mão indo para o meu cabelo, puxando de leve.

— Isso… assim… devagarinho… — ela sussurrava, voz melíflua.

Abri os lábios dela com a língua, limpando cada dobrinha. O clitóris estava inchado, pulsando. Passei a língua em círculos lentos ali, depois eu minhas mãos subiram até os peitos dela e por baixo do biquíni apertei os mamilos. De mãos cheias eu brincava com seios firmes da minha prima, sentindo ela tremer contra minha boca.

— Ai… que gostoso sua língua… — ela choramingou, rebolando de leve no meu rosto. — Não para… por favor…

Continuei lambendo, agora mais fundo, enfiando a ponta da língua o mais fundo póssivel dentro dela e com os dedos pinçava a biqueta dos seios. O gosto era forte, cru, excitante. Ela apertava minha cabeça com as coxas, os gemidos ficando mais abafados porque mordia o próprio braço para não fazer barulho.

Quando senti que ela estava completamente limpinha, subi a língua devagar até o clitóris de novo e chupei com mais força. Foi o suficiente. Larissa gozou tremendo inteira, as pernas bambas, segurando minha nuca com as duas mãos enquanto o corpo convulsionava em silêncio.

Depois de uns bons minutos me divertindo me levantei. O rosto dela estava vermelho, os olhos brilhando. Me beijou com gosto, lambendo o próprio sabor na minha boca.

— A gente tem que voltar antes que alguém perceba — sussurrou contra meus lábios, ainda dengosa. — Me ajuda a vestir esse outro maiô…

Larissa tira da bolsa dela um maiô rosa de peça única com estampas de flor. Eu segurei o maiô na altura do chão para Larissa colocar os pés e comecei a puxar para cima. A pele das pernas era macia, quente, levemente arrepiada pela excitação. Subi devagar pelas panturrilhas definidas, roçando os dedos na parte de trás dos joelhos.

Quando cheguei perto da virilha, Larissa afastou as pernas, expondo tudo de novo, dei uma última olhada e subi o maiô, os peito médios e perfeito da Larissa eram maravilhosos, dei um beijo neles antes de cobrir, ela gemeu baixo, passei as alças pelo bracinho dela e ajustei, dei um último beijo de língua naquela boca macia antes de abrir a porta.

O contraste dessa maiô inocente com o biquini azul sexy era grande, Larissa usou micro biquini só pra me provocar e agora que iríamos sair para praia com a família ela se veste mais comportada.

— Depois, quando todo mundo dormir… você coloca um absorvente em mim? — perguntou com aquele sorrisinho safado.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Brigando com minha irmã

anônimo

30/04/2019

Brigando com minha irmã

Reencontro com o primo dotado durante a pandemia

anônimo

05/04/2025

Reencontro com o primo dotado durante a pandemia

Invasão domiciliar

thoribio69

17/08/2022

Invasão domiciliar
Scroll to Top