Por
Comi Minha Tia Gostosa
Era uma tarde quente de domingo na casa da minha tia Clara. Ela tinha 38 anos, corpo que não combinava com “tia” nenhuma: bundão empinado, coxas grossas que marcavam na calça legging preta, peitos fartos que pareciam desafiar o decote da blusinha justa. Sempre que eu ia lá ajudar com alguma coisa, eu saía de pau duro só de olhar.
Naquele dia ela me chamou pra consertar o chuveiro do banheiro. Cheguei suado, ela abriu a porta só de short jeans curtinho e uma blusa branca sem sutiã — os bicos dos peitos já marcaram o tecido fino.
— Entra logo, Samuel, tá um calor do caralho — ela disse, abanando a mão na frente do rosto e me olhando de cima a baixo.
Fui pro banheiro, subi no banquinho, mexi no chuveiro elétrico. Enquanto eu mexia nos fios, ela ficou parada na porta, encostada no batente, me observando. Senti o olhar dela queimando minha bunda dentro da bermuda.
— Você cresceu mesmo, hein, moleque… — ela falou baixo, quase ronronando. — Tá ficando homem feito.
Eu virei de lado, já sentindo o volume crescer. Ela mordeu o canto da boca e entrou no banheiro pequeno, fechando a porta com o calcanhar.
— Tia… — comecei, mas ela já tinha colado o corpo nas minhas costas.
A mão dela desceu direto, apertou meu pau por cima da bermuda.
— Shhh… deixa a tia ver se tá funcionando direitinho esse cano aqui também.
Ela me virou de frente, ajoelhou no chão frio do banheiro e puxou minha bermuda junto com a cueca num movimento só. Meu pau pulou pra fora, duro, latejando, babando na cabeça. Ela lambeu os lábios olhando pra ele como se fosse o melhor presente do mundo.
— Caralho, Samuel… olha o tamanho disso… — murmurou antes de engolir metade de uma vez.
A boca quente, molhada, sugando forte. A língua dela rodava na cabeça enquanto a mão massageava minhas bolas. Eu segurei na pia pra não cair, gemia baixo, tentando não fazer barulho demais. Ela tirava e colocava, babava inteiro, olhava pra cima com aqueles olhos de puta safada enquanto chupava.
Depois de uns minutos ela se levantou, virou de costas, abaixou o short e a calcinha até o meio da coxa. A bunda redonda, empinada, a buceta inchada e molhada brilhando entre as pernas.
— Me fode, meu sobrinho gostoso… mete tudo nessa buceta da tua tia.
Segurei na cintura dela, encostei a cabeça na entrada quente e empurrei devagar. Ela gemeu alto quando sentiu abrir caminho. Entrei até o talo, senti ela apertar em volta de mim. Comecei a socar forte, a bunda dela batendo contra minha barriga, o barulho molhado enchendo o banheiro.
— Isso, porra… mete gostoso… fode a tia… — ela gemia, empinando mais, pedindo mais fundo.
Segurei nos peitos dela por baixo da regata, apertando os mamilos duros enquanto metia sem dó. Ela tremia, as coxas bambas, até que gozou apertando meu pau dentro dela, gemendo meu nome baixinho.
Não aguentei. Tirei de dentro dela na hora H, virei ela de frente e gozei forte no rosto e nos peitos. Jatos grossos escorrendo no decote, pingando no chão. Ela sorriu safada, passou a língua nos lábios lambuzados e falou:
— Da próxima vez você goza dentro, hein? A tia quer sentir tudinho…
Limpei com a toalha dela, dei um beijo na boca dela com gosto de porra e saí do banheiro como se nada tivesse acontecido.


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