Março 10, 2026

12 Visões

Março 10, 2026

12 Visões

Enterrei minha tia depois do enterro

0
(0)

Faz dois anos que minha tia-avó faleceu. Ela morava na casa dela com uma das minhas tias e meu tio. Todos nós fomos ao velório e, depois, ao enterro.

Já fazia um tempo que eu tinha desejo por essa tia, porque ela me parecia muito sensual. Sempre usava calças justas que marcavam bem aquele rabo.

No dia do enterro, minha tia teve problemas com meu tio. Eles brigaram e meu tio foi embora com uns compadres que têm na cidade. Minha tia ficou em casa.

Falei pra minha mãe que ia ficar pra ajudar a recolher umas cadeiras que tinham alugado. Durante o dia ficamos com meus primos, que são alguns anos mais novos que eu. Mas depois meus primos foram com uma prima da minha tia e ficamos sozinhos.

Minha tia me ofereceu um café e eu fui comprar algo pra comer. Quando estávamos comendo, começamos a conversar sobre como ia a vida, como eu tava na faculdade e essas coisas. Até que veio a pergunta clássica de tia:

“E quando você vai me trazer sua namorada pra apresentar, meu filho?”

Falei que não tinha namorada porque não tive oportunidade, que era complicado por causa da faculdade.

“Mas você deve ter alguém pra aliviar de vez em quando, né?” ela disse.

Falei que tinha uma amiga que a gente se via de vez em quando, mas também tava complicado. Eu, viajando nos meus pensamentos, soltei:

“Se eu encontrasse uma mulher mais velha que me atraísse, talvez estivesse mais feliz.”

Ela perguntou se eu gostava de mulheres mais velhas, e na hora falei que sim, mas que não tinha tido sorte.

“Pois é, eu também queria ter um novinho por aí” ela disse, “mas você vê que seu tio não me deixa nem sair e ele fica por aí de vagabundo.”

Quando ouvi isso meus olhos brilharam. Falei:

“Poxa, sendo tão gata, que cara não ia querer alguém como você, tia.”

Ela corou e perguntou se eu realmente achava isso. Falei que sim, e mais, se ela quisesse, eu ajudava ela a experimentar isso.

Ela disse que melhor outra hora eu ajudava ela a procurar alguém, mas eu insisti:

“Ora, tia, pra que outro? Melhor alguém próximo.”

“E quem vai ser?” ela perguntou.

Já todo excitado falei:

“Alguém que tá aqui pertinho de você.”

Comecei a massagear ela. Ela disse melhor não, tentou resistir, mas eu abracei e dei um beijo nela. Ela tentou resistir, mas depois só seguiu o beijo. Comecei a apalpar ela e ela me afastou, mas eu falei:

“Agora você vai saber o que é bom.”

Comecei a despir ela. Ela repetia que não era certo, mas não me parava. Quando tirei a calça e deixei ela só de calcinha, desci e comecei a lamber a buceta dela. Ela começou a soltar suspiros e puxar meu cabelo. Eu tava tão focado que ela pediu pra esperar, que ia gozar e ainda queria que eu metesse.

Levantei e tirei a calça. Quando tirei o pau, ela na hora me olhou com uma cara como se quisesse me devorar. Agarrou e começou a chupar.

“Ah, seu danadinho” ela disse, “não sabia que você escondia isso aí.”

Deu um beijo na ponta. Depois me puxou pro sofá e ficou de quatro.

“Mete forte antes que o cachorro do seu tio chegue” ela falou.

Fiquei atrás dela e comecei a meter devagar pra ir esquentando. Até que ela virou e disse:

“Agora mete forte que fazia tempo que eu não sentia uma pica.”

Comecei a meter com força. Já tava metendo e comecei a sentir muito úmido. Percebi que ela tava gozando e continuei metendo. Depois de uns minutos assim ela disse:

“Vira, quero montar em você.”

Obedeci e sentei, mas antes falei:

“Tira a blusa, cachorra, quero seus peitos na minha boca.”

Ela, bem obediente, tirou e montou em mim. Ficou pulando e rebolando de frente pra trás enquanto eu curtia os peitos dela. Até que falei:

“Espera, vou gozar.”

Ela só agarrou meu pescoço e disse:

“Goza dentro, depois a gente vê.”

Assim ficamos até eu gozar dentro e começamos a nos beijar. Depois ela desceu e sentou do meu lado. Enfiou um dedo em si mesma e disse:

“Como você me comeu gostoso.”

Depois disso ela foi tomar banho e eu fiquei descansando um pouco. Até que ela desceu de novo e falou pra eu ir antes que meu tio chegasse. Me deu um beijo na bochecha e fui embora.

Depois desse dia, começamos a nos encontrar sempre que dava.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

novos sentimentos (MI Medicina)

relatoseroticos.es

11/08/2011

novos sentimentos (MI Medicina)

DUAS PRIMAS CURIOSAS.

anônimo

08/09/2018

DUAS PRIMAS CURIOSAS.

drogue minha filha por tê-la

relatoseroticos.es

22/05/2011

drogue minha filha por tê-la
Scroll to Top