Novembro 18, 2025

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Irmãzinha Rabudinha parte 3

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Meu pai: – Tá bom, filha, mas não demora, é importante. – respondeu ele com tranquilidade.

Lúcia: – Tá bom.

Nos recompomos assim que ouvimos os passos dele se distanciando da porta do quarto. Que raiva que eu senti naquela hora, meu pau estava para explodir de tesão e com certeza Lúcia não iria me chupar mais. PQP! Fiquei muito puto com aquilo. Ela até tentou me tranquilizar antes de vestir suas roupas e falar para eu voltar pro meu quarto:

Lúcia: – Poxa, desculpa, Biel, mas vai ter que ficar pra depois. – acho que minha frustração estava bem acentuada no meu rosto, pois para ela pedir desculpas por algo que não teve culpa…

Eu: – Que saco! A culpa não é sua, mas nunca agora nunca vou ter essa oportunidade de novo! – exclamei com muita indignação.

Lúcia: – Calma, mano. Não fica assim, vamos ter outra oportunidade. – ela tentou me acalmar.

Eu: – Que nada! Vamos viajar depois de amanhã e agora vai demorar um tempão pra ficarmos sozinhos! Que merda isso, viu!!

Eu estava bem puto mesmo. Acho que Lúcia nunca tinha me visto tão frustrado, pois vi que ela ficou bem apreensiva e solicita para comigo. Antes de sair, ela me disse algo que ficaria na minha cabeça pelos próximos dias:

Lúcia: – Calma, eu prometi pra você que te ajudaria, não foi? Pois pode deixar que vou achar um jeito de ajudar meu irmãozão. – como era linda aquela menina! – Mesmo que a gente tenha que fugir daquela fazenda, mas eu te prometo que não vou deixar você na mão, tá bom? Mas agora tenho que ir. Assim que eu sair, vai correndo pro seu quarto antes que o papai ou a mamãe apareçam.

Ela disse isso, destrancou a porta e saiu para ir se encontrar com nosso pai, não sem antes me dar um lindo sorriso com aquele rostinho que mesclava a inocência e a safadeza. É, não havia o que fazer, eu teria que acreditar nela e esperar pra ver o que aconteceria. Acabei vestindo de volta minha roupa e voltando para o meu quarto antes que alguém aparecesse e piorasse ainda mais tudo. Fiquei horas pensando sobre tudo e tentando me recuperar daquela frustração, até que fui tomar um banho para acalmar os pensamentos. Fiquei pensando muito sobre como seria na fazenda dos meus avós e como seria difícil aguentar todos aqueles dias longe dela. Infelizmente, nada mais digno de ser abordado aconteceu naquele dia.

Finalmente era sexta-feira e havia chegado as tão esperadas férias de meio de ano. Na escola praticamente não tivemos aula, e sim aquelas reuniões no auditório onde o diretor da escola e os professores fazem um balanço do semestre e em seguida dispensam os alunos, desejando-lhes boas férias. Me despedi de alguns colegas e logo eu e Lúcia já estávamos na van voltando para casa (também estávamos de férias do inglês). Eu até queria conversar com ela na van sobre o que faríamos para dar uma fugida na fazenda, mas como tinha muitos alunos conosco, achei melhor questioná-la depois.

Chegamos em casa bem mais cedo do que o normal, mais ou menos 12:00. Quando chegamos, meu pai estava na área preparando o carro para a viagem. Vi que seu Carlos estava ao seu lado, provavelmente auxiliando-o com os ajustes do carro, haja vista que ele é proprietário de uma oficina mecânica e entende bastante desses assuntos. Cumprimentei eles e puxei assunto enquanto Lúcia só disse um “oi” e foi entrando em casa.

Eu: – Uai, não foi para o consultório hoje, pai?

Meu pai: – Dei uma passada rápida lá depois que deixei vocês na escola hoje cedo. Tive que voltar pra fazer esses ajustes para a viagem.

Eu: – Hum, ok. E vamos sair que horas mesmo?

Meu pai: – Provavelmente de madrugada. Você sabe que o pessoal lá acorda cedo, então quero sair daqui umas 5h para chegar, no máximo, umas 9h.

Eu: – Ah, beleza.

Encerrei a conversa e me despedi deles. Entrei em casa e fui ao meu quarto trocar de roupa e terminar de separar algumas roupas para levar. Após um tempo, ouço as vozes de Lúcia e de minha mãe descendo às escadas enquanto comentavam sobre ir ao shopping. Fiquei curioso e fui ver se estavam indo em algum lugar. Chegando lá embaixo, vejo as duas arrumadas com roupas de sair, e questiono-as sobre aonde irão:

Eu: – Aonde vocês estão indo? – questiono.

Minha mãe: – Estamos indo no shopping comprar uns presentes para os seus primos, filho. Quer ir com a gente?

Eu: – Não, vou ficar aqui arrumando as coisas. Vão demorar muito, lá?

Minha mãe: – Não sei, vamos almoçar por lá e depois ir comprar os presentes.

Eu: – Ah, tá bom.

Eu tava enrolando naquela conversa com o intuito de fazer com que Lúcia percebesse que eu queria que ela deixasse a mamãe ir sozinha pra ficar comigo durante a tarde, mas a resposta que ela deu foi tudo menos o que eu gostaria de ter ouvido:

Lúcia: – Ai, Biel, tá atrasando a gente, seu bobão! Vamos logo, mamãe, quero comprar minhas coisinhas para a viagem. – ela disse isso me dando língua de uma forma provocativa, como quase sempre fazia.

Eu: – Para de ser feia, ô tampinha! – retruquei ela.

Minha mãe: – Podem parar vocês dois. A gente tá indo, filho. Qualquer coisa dá um toque no meu celular. – ela disse se virando e caminhando em direção à porta.

Lúcia, antes de virar e sair rebolando aquele rabo gostoso, que diga-se de passagem estava super empinado na calça jeans que ela vestia, disse algo que me sugeriu que ela estava aprontando alguma coisa:

Lúcia: – É, Biel, qualquer coisa dá um toque no CELULAR. – ela disse isso me dando ênfase na palavra “celular” ao mesmo tempo que me mandava uma piscadinha e um beijinho.

E assim ela foi às compras com minha coroa. Fiquei um pouco frustrado de ela não ter ficado em casa, mas ao mesmo tempo fiquei curioso e excitado com o que ela aprontaria. Enfim, almocei e fui ao meu quarto assistir um filme para distrair um pouco.

Quando deu umas 16h mais ou menos, meu celular começou a tocar. Eu estava deitado na minha cama assistindo filme e levantei para pegar o celular na cômoda. Quando fui olhar, vi que era Lúcia iniciando uma chamada de vídeo pelo WhatsApp. Automaticamente me bateu um tesão gigantesco só de imaginar o que apareceria quando eu iniciasse a chamada. E assim eu atendi sua chamada. Assim que se iniciou a chamada de vídeo, eu já fui à loucura. Lúcia estava se filmando com a câmera frontal do celular por cima, como se estivesse fazendo uma selfie, e estava em um local que eu logo identifiquei ser um provador de alguma dessas lojas de roupa. Ela estava de costas para o espelho do provador, me dando uma visão privilegiada de todo seu corpinho gostoso, tanto da parte da frente (com a filmagem de cima com a câmera do celular) quanto da parte de trás (com o reflexo do espelho). E o melhor de tudo é que a safadinha estava provando um maiô que a deixava simplesmente deliciosa, com a parte de trás sendo totalmente engolida por usa raba, que ela fazia questão de deixar em evidência. Meu pau já tava trincando dentro da cueca, e fiz questão de levar uma das mãos até ele e liberá-lo da cueca. Lúcia dava umas olhadinhas para minha cara de tesão na câmera e dava um sorrisinho sacana. Eu falei alguma coisa que daria pra ela ouvir, mas logo vi que nosso diálogo teria que se dar por gestos, pois ela fez um sinal de silêncio com o dedo, indicando que não podia falar naquele ambiente em que se encontrava. Abaixei rapidamente o celular para que ela visse meu pau babando por ela. A safadinha deu um sorriso ainda mais sacana e começou a me provocar de todas as formas possíveis: ela fazia poses dando ênfase naquele cuzão, rebolava aquela raba na frente do espelho pra eu ver, deixava o celular apoiado em algum lugar e ficava trocando de peças comigo assistindo. Foram uns 5 minutos nessa brincadeira, onde eu já me masturbava freneticamente olhando aquela safadinha me provocar. A cada peça de roupa, era uma nova sequência de poses, provocações, sorrisos safados, e eu indo à loucura. Teve uma hora que ela fez um gesto de punheta com as mãos na câmera do celular e se virou, se colocando de quatro perante a câmera. Entendi aquilo como sinal de que era pra eu gozar logo e assim eu me acabei na punheta enquanto aquela delicinha rebolava a bunda na frente da câmera. Gozei em menos de 30 segundos com aquele pequeno espetáculo, e em seguida ela fez um gesto de despedida e desligou a chamada. Assim que ela desligou a chamada, mandou uma mensagem dizendo “Espero que tenha gostado, irmãozão. Entenda como um agrado da sua irmãzinha que te ama muito”. A mensagem era acompanhada de emojis de diabinhos e anjinhos, como ela geralmente fazia quando falava sacanagem comigo pelo WhatsApp. Não tinha jeito, nós dois sabíamos que não aguentaríamos ficar praticamente uma semana na casa dos nossos avós sem qualquer tipo de contato, ainda mais depois de termos avançado tanto em nossas sacanagens. É, não teria jeito, eu comeria, sim, aquele rabo, e mais do que isso, eu o faria naquela viagem. Foi o que decidi enquanto limpava a sujeira que tinha feito ao gozar no meu quarto para aquele rabinho carnudo.

Depois disso fiquei assistindo e jogando no meu quarto, haja vista que todas as minhas coisas já estavam prontas e agora era só aguardar o dia de amanhã, quando finalmente iríamos viajar, chegar. Minha mãe e Lúcia chegaram em casa por volta de 19h, e quando chegaram, minha mãe foi ao meu quarto me chamar para ver e ajudar a organizar os presentes que tinham comprado para meus primos. Desci as escadas e cheguei na sala, onde estavam Lúcia e meu pai abrindo um monte de sacolas com todo tipo de coisa: roupas, brinquedos, pares de tênis, etc. Quando eu cheguei, fui logo comentando:

Eu: – Caramba, compraram o shopping todo, foi?? – falei espantado com o volume de coisas que havia.

Lúcia: – Para de ser chato, seu bobão! Nem tem tanta coisa assim, ainda mais porque você sabe que vai ter muita gente lá na casa do vovô… – respondeu Lúcia.

Eu: – Sei… e esse monte de roupa aqui. – falei apontando para uma pilha de sacolas que havia perto dela. – Não acho que seja para os nossos primos!

Lúcia: – Uai, comprei minhas roupinhas pra usar lá! Você tá é com inveja que não quis ir com a gente e vai ficar sem roupa nova. – disse ela mostrando a língua para mim.

Eu: – Ai, ai, ai, até parece que vou ficar com inveja dessas roupas feias que você deve ter comprado. – respondi provocando-a.

Lúcia: – Feias, né? Hum, pois vamos ver se você vai achar isso quando me ver usando-as. – disse ela formando seu sorriso sacana para mim.

Fiquei um pouco gelado na hora, pois claramente era uma mensagem de duplo sentido, e como meu pai estava ali conosco, pensei que ele pudesse perceber algo. Mas felizmente ele não disse nada e continuou separando as sacolas. Minha mãe logo chegou e disse que era para levarmos as coisas para o carro e que depois já era para jantarmos, pois sairíamos cedo no dia seguinte e não queria que ficássemos acordados até tarde. Meu pai e eu fomos levar as coisas para o carro enquanto Lúcia foi ajudar minha mãe com a janta. No meio do caminho, eu e meu pai batemos um papo rápido e ele disse algo que me surpreendeu:

Meu pai: – Olha, filho, quero que você cuide bem da sua irmã durante esse período em que vamos ficar na fazendo, viu?

Eu: – Como assim, pai? – questionei sem entender muito o que ele quis dizer.

Meu pai: – Ela já tá bem grandinha e você sabe como são seus primos e tios… não podem ver uma mulher que já ficam doidos. Sei que Lúcia ainda é uma criança, mas vai saber o que se passará na cabeça deles quando a virem.

Eu: – Pode ficar tranquilo, pai, vou ficar de olho nela enquanto estivermos por lá.

Meu pai: – Obrigado, filho.

Meu pai, obviamente, também percebera que Lúcia estava crescendo muito rápido, principalmente em relação ao desenvolvimento de seu corpo, que já deixava qualquer marmanjo doido só de chegar perto. Embora ele, na sua visão paternal, ainda a visse como criança, ele tinha noção de que todos em volta não compartilhavam desse mesmo ponto de vista. O que ele não sabia, entretanto, era que eu fazia parte desse gigantesco grupo de marmanjos que eram tarados na sua filha, minha irmã, hehehe. Mas óbvio que eu também não deixaria que ninguém tocasse nela, pois só eu tinha esse direito. Depois que terminamos de arrumar tudo no carro, fomos jantar e depois minha mãe disse que já era para todos irmos dormir, pois amanhã sairíamos de madrugada de casa. E assim foi feito.

Demorei um tempão para pegar no sono, pois fiquei pensando sobre o que meu pai havia dito a respeito de meus primos e tios darem em cima de Lúcia. Com certeza seria difícil de lidar com a situação, assim como foi difícil lidar com os comentários de meus amigos, Caio e Felipe, sobre ela no dia em que estiveram aqui. Eu teria que agir com bastante cautela para que ninguém desconfiasse de nada, seria muito complicado. É, aquela semana na casa de meus avós seria inesquecível, de um jeito ou de outro. Divagando em meus pensamentos, eventualmente eu peguei no sono. Contudo, parecia que eu não tinha dormido nem 30 minutos, pois mal peguei no sono e já fui acordado com minha mãe me cutucando:

Minha mãe: – Biel, levanta! Já são 5h, tá na hora de se arrumar, bora! – dizia minha genitora.

Eu: – Aff, mas já?? – respondi com aquela preguiça infinita na voz, típica de quando acordamos muito cedo e à força, como era o caso.

Minha mãe: – Sim, vamo, vamo! Não quero saber de preguiça.

Eu: – Tá bom, vou levantar… – falei ainda com muita preguiça na voz.

Minha mãe: – Não quero você voltando a dormir, viu!? Vou acordar a sua irmã. – disse ela enquanto saía do quarto.

Fiquei uns 5 minutos pensando em nada até que criei coragem para sair de baixo da coberta e ir tomar um banho rápido para despertar de vez. No meio do caminho até o banheiro, encontrei Lú indo em direção ao quarto de nossos pais, provavelmente para banhar banheiro deles. Ela estava um pijama que eu nunca tinha visto antes, mas que ficava simplesmente delicioso em seu corpo. Consistia, basicamente, em uma camiseta de manga comprida e em um short de seda que mal cobria as bandas daquela bunda suculenta. Meus olhos foram direto para seu rabinho gostoso rebolando enquanto ela andava. Não aguentei e apressei os passos para conseguir dar um “abraço” por trás e sentir o calor daquela bundinha agasalhando minha rola, ainda mais que eu estava só de samba-canção, o que faria o contato ser ainda mais gostoso. Dei essa apressada e assim que cheguei atrás dela, dei uma gostosa encoxada disfarçada de abraço nela.

Eu: – Bom dia, irmãzinha! – disse enquanto rapidamente coloquei minhas mãos em volta de sua cinturinha à mostra.

Lúcia: – Ainn, seu doido! Me assustou. – disse ela tomando um susto leve.

Eu: – Que pijaminha é esse? Nunca tinha visto você com ele.

Lúcia: – Gostou, né, tarado? Comprei ele ontem. – respondeu Lúcia dando leves reboladinhas no meu pau.

Eu: – Hmmm… ficou linda no seu corpinho, gostosinha. – sussurrei em seu ouvido enquanto pressionava meu corpo contra o seu.

Lúcia: – Rumm, não você que disse ontem que minhas roupinhas eram feias? Sabia que você ia se arrepender…

Eu: – É, eu tava errado, você tá muito linda e gostosa nesse pijaminha… dá até vontade de fazer umas coisas. – disse dando agarrando seus peitinhos firmes.

Lúcia: – É, néh, seu tarado! Mas vai ter que esperar, porque temos que nos arrumar rápido. – disse ela se desvencilhando do meu “abraço” e correndo pro quarto de meus pais rebolando aquela raba carnuda.

Infelizmente não tinha o que fazer mesmo. Tínhamos pouco tempo para nos arrumar e era muito perigoso ficar de agarração ali no meio do corredor. Fui tomar meu banho e me arrumar para a viagem. Poucos minutos depois de banhar, tomei um café da manhã rápido e fui para o carro. Meu pai e minha mãe já estavam na garagem colocando as últimas mochilas no porta-malas. Lá em casa havia dois carros, sendo que iríamos na Pajero que usávamos justamente quando viajávamos ou precisávamos levar muita gente/coisas conosco. Cheguei na garagem e minha mãe disse que eu já podia ir entrando que ela ia chamar Lúcia para vir logo. O carro era bem espaçoso, de modo que acabei pegando uma coberta no porta-malas antes de entrar, pois ainda tava com um pouco de sono e daria para dar um cochilo no meio do caminho. Poucos minutos depois de eu me aconchegar no banco de trás, Lúcia chega e vai entrando no carro. Ela vestia uma calça de moletom, uma blusa de manga comprida e uma toquinha de frio. Estava linda, parecia uma princesa. Certamente quem visse aquele rostinho inocente daquele jeito jamais imaginaria a quão provocativa e sacana ela poderia ser. Mas eu sabia hehehe. Ela foi entrando no carro e falando:

Lúcia: – Eeee, quero me cobrir também, Biel, me dá um pouco de coberta.

Eu: – Pode pegar. Se quiser chegar mais perto para se cobrir melhor, pode.

Eu estava na ponta de um dos bancos, com a cabeça escorada na parede, e Lúcia, que tinha sentado na outra ponta, chegou perto de mim e escorou a cabecinha em meu ombro ao mesmo tempo em que colocou as pernas em cima do banco na direção oposta. Apenas olhei pra ela e dei um sorriso fraternal, que foi correspondido. Meus pais, após poucos minutos, entraram no carro e finalmente iriamos sair. A fazenda dos meus avós ficava a aproximadamente 210 km de distância, o que significava que a viagem duraria, no mínimo, 3h, ou seja, seria uma longa viagem. Mas como eu planejava dormir no caminho, tava despreocupado. Peguei meu celular, coloquei meus fones de ouvido e pus um bom podcast para ouvir enquanto não pegava no sono. Lúcia também estava de fones de ouvidos e com os olhos fechados, imagino eu com o mesmo intuito que eu, qual seja, dormir e só acordar quando próximo de chegar ao nosso destino. E assim fomos em nossa viagem.

Aproximadamente uns 30 minutos de viagem e eu ainda não tinha pegado no sono. Fiquei entretido com o podcast e o sono acabou passando. Por outro lado, Lúcia estava em sono profundo. A essa altura, ela já tinha colocado a cabeça no meu colo e estava deitada com as pernas encolhidas no banco. Olhei para o rostinho lindo dela e fiquei encarando por um bom tempo. Como era linda aquela menina, parecia tão inocente e indefesa. Não deixaria ninguém chegar perto dela. Como estávamos cobertos, mesmo que eles virassem para conferir como estávamos (no caso do meu pai, olhar no retrovisor), não veriam nada além dos nossos rostos. Naquele momento me bateu uma ideia sacana. Querendo ou não, o cheiro gostoso de Lúcia, combinado com a visão do seu rostinho tesudo, me deixaram com muito tesão. Meu pau deu uma endurecida na hora e eu já enfiei a mão embaixo da coberta para ajeitar ele de forma mais confortável na calça moletom que eu usava. Aproveitei que Lúcia tinha um sono pesado para passear minhas mãos por sua pela macia e quente. Comecei passando as mãos por suas coxas roliças e macias, e admito que fiquei um bom tempo apertando-as e sentido sua maciez em minhas mãos. Mesmo ela estando de calça, era possível sentir o calor do seu corpo e a textura gostosa de sua pele. Depois subi um pouco e fiquei explorando sua cinturinha e sua barriguinha lisinha. Dessa vez eu coloquei apenas uma das mãos em seu corpo, sendo que com a outra fiquei alisando minha rola ainda dentro da calça. Aquela situação já estava me fazendo explodir de tesão! Eu ficava de olho nos bancos da frente para ter certeza que meus pais não estavam desconfiando de nada, mesmo que eles não fossem conseguir ver o que se passava por debaixo da coberta. Teve uma hora que eu já tava doido de tesão e tirei meu pau pra fora, começando a me masturbar ali mesmo. Foi nessa hora que eu, tomado pelo tesão, subi a mão que se encontrava em sua cinturinha até um dos seus peitinhos firmes. A safadinha estava sem nada por baixo da blusa, sendo que deu pra fechar certinho minha mão no seu peitinho. Era muito gostoso sentir a firmeza dele em contato com minha mão. Em determinado momento, eu comecei a brincar com o biquinho de seu peito, e foi nessa hora que ela despertou. Lúcia lentamente abriu os olhos e me olhou com um olhar surpreso. Ela logo sacou o que estava rolando e sussurrou:

Lúcia: – Tá louco?? Eles vão ver!

Eu: – Shhh, fica quieLúcia: – Pronto. – disse ela baixinho olhando pra mim.

Eu: – Agora vem cá. – sussurrei pra mim mesmo.

Falei isso e puxei ela para ainda mais perto de mim. Fiz isso e desci minha mão que estava livre pelas suas costas até chegar naquela bundinha macia. Eu nunca me cansava de ficar apalpando e sentindo o calor daquele rabinho. Ela nada dizia, apenas continuava imóvel e com os olhos fechados.

Após uns 10 minutos nessa brincadeira, fomos interrompidos com o parar do carro em um posto de gasolina no meio da estrada. Parei com os movimentos na mesma hora, embora não tenha afastado Lúcia ou guardado o pau novamente. Logo minha mãe virou e disse:

Minha mãe: – Ah, que bom que vocês estão acordados. Seu pai e eu vamos ao banheiro e depois comprar uns lanches na loja de conveniência. Querem ir?

Ela disse isso enquanto meu pai já saia do carro. Eu apenas disse:

Eu: – Não, mãe, tô com sono. Vou ficar aqui mesmo. – falei bem calmamente esperando que Lúcia fizesse o mesmo.

Lúcia: – Eu também vou ficar, mãe.

Minha mãe: – Tá bom. A gente não demora.

Ela disse isso e saiu do carro, indo com meu pai em direção à loja de conveniências do posto. Meu pai tinha estacionado o carro em um estacionamento que estava bem vazio, típico de posto de beira de estrada. E tendo em vista que o vidro do nosso carro é bem fumê, ou seja, daqueles que não dá pra ver o que acontece dentro por quem está de fora, nem preciso dizer o que eu fiz, né? Mal meus pais se afastaram minimamente do carro e eu já tirei a coberta de cima de mim e virei para Lúcia, falando:

Eu: – Vem cá, Lú, tô morrendo de vontade! Vem! – falei isso e já fui mostrando pra ela minha pica dura.

Lúcia: – Hmm, nossa, como tá duro. Você é muito tarado, sabia? – disse ela com a voz manhosa e tesuda.

Eu: – Sou mesmo! Tarado em você! Pega nele um pouco. – disse isso e trouxe sua mão para minha rola.

Lúcia: – Ãnhe! – gemeu ela enquanto iniciava uma deliciosa punheta em mim.

Eu ficava me deliciando com sua mãozinha em torno da minha rola ao mesmo tempo que ficava de olho para ver se não havia ninguém se aproximando do carro. Lúcia estava vidrada no meu membro, ela já sabia bater de um jeito muito gostoso. Eu já estava delirando de prazer:

Eu: – Ahh, shhh, isso, vai, bate pro seu irmão, vai! Nossa, que mãozinha gostosa você tem, Lú!

Lúcia: – Seu tarado! Hmmm tava doidinho por isso, né?

Eu: – Shhhhhh, muito! Doidinho de tesão por você, sua gostosinha!

Retirei a coberta de cima dela e pude visualizar aquela delicinha só de calcinha por baixo. Tirei a mão dela do meu pau, desci minha calça e puxei ela pra cima do meu colo. Ela ficou sentada com as pernas abertas em cima da minha rola, de frente pra mim. A única coisa que separava sua bucetinha do meu pau era a pequena calcinha que ela usava. Lúcia tomou um susto quando eu puxei ela.

Lúcia: – Eii, Biel, tá doido? Daqui a pouco eles voltam! – disse ela se fazendo de difícil.

Eu: – Que nada! Para de frescura, ainda temos tempo. Tô com muito tesão hoje, quero nem saber.

Eu disse isso e desci minhas duas mãos à altura daquele rabinho, dando uma pegada forte nas bandas de sua bunda. Ela deu um gemidinho delicioso.

Lúcia: Ãiñhh! Nossa, como você tá tarado hoje. – sussurrava ela de olhos fechados.

Eu: Hmm, rabinho gostoso! Ficou me provocando ontem, né, sua safadinha? Pois agora vai ter que me aliviar!

Lúcia: – Ahm? O quê você quer, seu tarado?

Eu: – Quero que continue aquilo do outro dia… – falei um pouco apreensivo.

Lúcia: – Biel! Aqui, agora? Mas e os nossos pais?? – disse ela colocando as duas mãos na boca e fazendo uma expressão de indignação.

Eu: – Vaaai, você tá me devendo daquele dia! Tô maluco já com isso! Vai, me ajuda, por favor!

Lúcia: – Ai, Biel, não sei… é muito perigoso.

Eu: – Eu fico olhando pra ver se eles estão vindo. Vai! Vai ser bom.

Lúcia ficou alguns segundos me olhando e olhando meu pau pulsar contra sua bucetinha, que eu já sentia estar ficando molhadinha dentro da calcinha. Ela então disse a frase que faria eu ganhar aquele dia:

Lúcia: – Ai, tá bom, seu tarado. Só porque eu prometi naquele dia. Mas tem que ser rápido!

Sim, eu finalmente iria ganhar um boquete daquela princesinha deliciosa. Eu tava com um tesão monstro, tanto em razão da expectativa quanto em razão do perigo que estávamos correndo. Mas eu não queria nem saber. Naquele momento só me importava em aliviar o tesão que eu havia acumulado em todos esses dias longe do calor do corpo de minha irmãzinha gostosa.

Lúcia havia se posicionado do jeito que estava quando dormia no meu colo, ou seja, estava deitada de lado nos dois espaços do banco traseiro do carro (o terceiro lugar, da lateral, era ocupado por mim), com as pernas dobradas, e com a cabeça entre as minhas pernas. Ela agarrou minha rola e deu umas duas punhetadas maravilhosas que fizeram com que o pré-gozo que havia se formado escorresse um pouco da minha glande. Aparentemente Lúcia ficou maravilhada com a visão, pois mordeu os lábios e foi se aproximando lentamente. De pouco em pouco eu ia sentindo o hálito quente dela se aproximando da cabeça da minha pica. A mera expectativa de ter meu cacete alojado naquela boquinha de princesa já me fazia ter espasmos. E posso dizer com tranquilidade que minhas expectativas não foram frustradas. Digo isso porque quando ela finalmente encostou aqueles lábios bem desenhados na cabeça da minha rola e foi descendo lentamente, meu corpo parece que parou. Sério, eu nuca havia sentido algo tão gostoso quanto aquilo. O calor da boquinha dela em contato com o pré-gozo, a visão que eu tinha daquela princesinha abocanhando lentamente meu caralho, aquela situação de perigo, etc. tudo contribui para que eu sentisse o maior prazer de minha vida até então. Assim que ela colocou a boca, rapidamente se afastou e fez um comentário sobre o gosto.

Lúcia: – Humm, é salgadinho hihihi. – disse ela me dando um sorrisinho safado.

Em seguida ela voltou a colocar a boquinha em minha rola, e dessa vez foi com bem mais vontade. Não aguentei e comecei a delirar de prazer:

Eu: – Ahhhh, puta que pariu, Lú, que boca gostosa! Caralho! – eu dizia enquanto curtia aquele momento.

Lúcia: – Hmmm… hmmm… – ela gemia com ele dentro de sua boca.

Obviamente que, por vezes, eu sentia seus dentes roçando um pouco contra meu pau, sentia a dificuldade que ela tinha em ir mais fundo do que a cabeça, etc. Mas toda aquela inexperiência dela, ao contrário de me frustrar, só me dava mais tesão. Eu já tinha descido uma das mãos àquela bunda suculenta e brincava com as carnes durinhas de suas nádegas. Tudo isso, claro, enquanto delirava com aquela chupada tão gostosa que finalmente estava acontecendo:

Eu: – Ahhhhh, isso! Não para, Lú, por favor, não para!

Lúcia: – Hmmmmmm!

Eu: – Vai, irmãzinha, passa a linguinha nele, vai! Mama seu irmãozinho, sua gostosinha!

Teve uma hora que eu enfiei minha mão dentro da calcinha dela e comecei a brincar um pouco com seu cuzinho enquanto ela continuava mamando. Não cheguei a enfiar meu dedo na bundinha dela, mas fiquei fazendo pressão contra aquele rabinho. Ela só aumentava o ritmo da chupada. Como era delicioso aquele momento, PQP!

Lúcia: – Hmmmm, vai logo, Biel! – ela tirou meu pau da boca e disse rapidamente.

Eu: – Tá bom, só mais um pouquinho, vai! – disse eu enquanto levei minha outra mão à sua cabeça e fiz pressão para que ela voltasse a me chupar.

Lúcia continuou chupando meu pau por uns dois minutos, e posso dizer que foram os dois minutos mais prazeroso da minha vida até aquele momento. Era delicioso sentir a saliva dela babando minha rola, a quentura dos seus lábios ao redor da cabeça do meu membro, e mesmo as trapalhadas que denotavam sua inexperiência, como o esbarro involuntário dos dentes no corpo da minha pica, tudo era gostoso. Ela descia a boca, no máximo, até a metade da minha rola, e depois subia de novo, repetindo o processo várias vezes. Quando senti que a vontade de gozar estava vindo, dei um tapa forte na bundinha dela e comecei a tentar fazer um vai e vem em sua boquinha. Ela se assustou um pouco e tentou levantar a cabeça, mas no tesão que eu tava, pressionei a cabeça dela de modo que ela não tirasse a boca do meu pau. Eu queria que ela sentisse meu leite em sua boquinha gostosa, queria que ela tomasse tudo. Na hora nem raciocinei direito, só mantive minha mão pressionando-a firme.

Eu: – Porra, tá vindo, Lú! Tá vindo, maninha! Óhhhh, vaaai… eu vou, ahhh, shhh, eu vou gozar na sua boquinha!!

Lúcia: – HMMMMM…! – ela tentava se desvencilhar, sem sucesso.

Eu: – AHHHHH! POOORA, QUE GOSTOSO!

Dei essa gemida alta e explodi dentro da boca de minha irmãzinha. Foram uns 5 jatos dentro daquela boquinha de veludo, que já tinha desistido de tentar escapar daquela leitada quente. Minha mão ainda pressionava sua cabeça, pois não queria que escapasse nem uma gota. Confesso que acabei me deixando levar pelo prazer do momento, pois foi uma puta sacanagem da minha parte gozar daquele jeito na boca dela, ainda mais considerando que também era sua primeira vez. Mas isso não vem ao caso agora. O que importa é que eu tinha recebido um delicioso boquete de Lúcia, e tinha sido a coisa mais deliciosa que eu já tinha experimentado.

Depois do clímax da gozada, fui soltando a cabeça dela e voltei, lentamente, a raciocinar como um ser humano normal. Assim que soltei ela, Lúcia levantou a cabeça e foi direto para a janela. Ela abriu o vidro, colocou a cabeça pra fora, e ficou uns segundos cuspindo a porra que eu despejara em sua boquinha. É, talvez eu tenha exagerado – pensei. Olhei em volta e vi meus pais voltando lá de longe. Dei uma cutucada nela e disse pra ela fechar o vidro:

Eu: – Ei, tá tudo bem? Eles tão voltando, fecha o vidro.

Ela fechou o vidro e se virou pra mim, dizendo com uma cara de raiva:

Lúcia: – Por que você fez isso, Biel?? Quase me matou de susto, seu idiota!

Eu: – Ei, desculpa, não consegui resistir… tava muito bom e na hora eu…! – fui interrompido por ela.

Lúcia: – Esquece! Pelo menos não sujou o carro… -respondeu ela rispidamente.

Eu: – Não fica com raiva, por favor. Eu sei que não devia ter feito na sua boca, mas não consegui me controlar.

Lúcia: – Tá bom, depois a gente conversa. Agora se arruma que eles estão voltando.

Meus pais se aproximavam do carro com algumas sacolas com lanches, e eu e Lúcia rapidamente nos vestimos e nos recompomos. Eu torci para que ela não tivesse ficado com raiva do que fiz, mas a verdade é que eu não estava arrependido. Com certeza tinha sido a coisa mais gostosa que eu já sentira, e mal podia esperar para repetir a dose. Assim que meus pais chegaram, nós saímos do posto e retomamos o caminho à fazenda de meus avós. Eu não sabia ainda, mas aquela viagem seria o ponto de realização de todos as minhas fantasias sexuais com minha deliciosa irmãzinha.

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01/02/2010

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