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Madrinha loira me deu uma mamada
Eu (23 anos) nunca fui próximo da minha madrinha (53 anos), um distanciamento que vinha desde a minha infância, já que o nosso contato era o mínimo possível e se resumia a encontros rápidos em datas comemorativas onde ela apenas me presenteava e ia embora. Certo dia, ela conheceu um homem, se casou e mudou-se para um estado distante, o que fez com que o contato morresse de vez por cinco anos, até que fomos pegos de surpresa com a notícia de que ela havia se divorciado. Como ela tinha vendido a casa dela antes de partir, meu pai, que era o irmão mais próximo dela, ofereceu nossa casa para ela ficar até que conseguisse estabilidade financeira para viver por si mesma. Eu achei que seria uma oportunidade de finalmente termos uma relação comum de madrinha e afilhado, mas no momento em que ela cruzou a porta, eu a vi com olhos totalmente diferentes: ela era uma mulher loira, alta, com coxas grossas, um rosto lindo e seios muito grandes que chamavam toda a atenção. Assim que ela me viu, veio direto me dar um abraço apertado e a única coisa que eu conseguia processar era a sensação daqueles seios grandes pressionando o meu peitoral com força enquanto ela dizia que sentia saudade. O contato físico fez meu pênis ficar duro imediatamente; eu tentei disfarçar o volume, mas ela percebeu na hora, embora tenha fingido que não e seguido para a cozinha para falar com a minha mãe.
Os dias foram passando e eu fui notando cada vez mais como o corpo dela era bem estruturado, parecendo não ter a idade que tinha e ostentando um físico de 20 anos com tudo no lugar e muito firme. Certo dia, ao entrar no banheiro para escovar os dentes, percebi que a porta estava entreaberta e, ao olhar por uma pequena fresta que tinha entre a porta e a parede, vi minha madrinha nua se masturbando. Eu vi como ela enfiava três dedos no fundo da vagina com toda a vontade do mundo, como se estivesse há anos sem sentir nada, e naquela hora eu não pude conter e fiquei ereto novamente. Fiquei cerca de cinco minutos assistindo ela enfiar os dedos na buceta com força, hipnotizado pela cena, até que escutei minha mãe se aproximando no corredor e tive que sair rapidamente para não ser pego. Fiquei horas imaginando como seria se fosse eu enfiando meus dedos nela e não consegui dormir pensando nisso, até que tive a ideia de ir ao quarto dela e roubar uma calcinha da gaveta. Levei para o meu quarto e fiquei me masturbando por uns 15 minutos enquanto cheirava o tecido, até que acabei pegando no sono com a calcinha em cima do meu rosto.
Quando acordei, a calcinha não estava em lugar nenhum e, ao sair do quarto, vi que ela já estava no cesto de roupas sujas, o que me deixou desesperado. Ela me deu bom dia e apertou meus ombros com firmeza enquanto caminhávamos para tomar café, um gesto que me deixou ainda mais tenso. Enquanto comíamos, perguntei pelos meus pais e só então ela me contou que eles haviam viajado porque minha avó materna teve complicações médicas; ela explicou que eles não me avisaram para não me preocupar, deixando nós dois sozinhos em casa. Foi nesse momento que ela introduziu o assunto da calcinha e perguntou diretamente se eu a tinha pego. Baixei a cabeça e confessei que sim, dizendo que estava arrependido, mas ela apenas deu uma risada leve e disse que entendia, pois na minha idade esse tipo de coisa era comum. Ela se levantou para tomar banho e depois lavar a louça, me deixando sozinho refletindo sobre o porquê de ela não ter ficado com raiva e o que aquilo poderia significar.
Mais tarde, fui ao quarto dela pedir desculpas novamente pelo que fiz e acabamos conversando por alguns minutos, até que ela me abraçou e senti de novo aquela pressão absurda dos seios dela contra o meu peito. Como das outras vezes, meu pau ficou duro na hora e ela percebeu imediatamente, rindo e perguntando: “Você realmente sente tesão em mim, né?”. Mesmo nervoso, eu assenti e ela confessou que não ficava com nenhum homem desde o divórcio. Sem aviso, ela usou a mão esquerda para apertar meu pênis com firmeza e disse que, se eu não contasse para ninguém, ela poderia me ajudar a “amolecer”. Ela prendeu o cabelo em um rabo de cavalo, mandou eu me levantar e abaixou meu calção e minha cueca, dando três beijinhos na cabeça do meu pau antes de colocá-lo na boca. Foi a melhor sensação da minha vida; senti o calor da boca dela enquanto ela me mamava e acariciava meus ovos. Tomei atitude, segurei no rabo de cavalo dela e fiz ela mamar com vontade até eu chegar no meu limite. Quando avisei que ia gozar, ela pediu para eu terminar na boca dela; dei quatro jatos de porra que ela engoliu com vontade, dizendo que foi incrível, e finalizou batendo o meu pau três vezes no lado do rosto dela antes de dar um beijo de despedida na cabeça dele.
Essa foi a primeira das possíveis três partes do acontecimento, se gostarem , digam no chat que eu escrevo a segunda parte.


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