Por
Minha irmã bêbada no meu quarto
Cresci como o único menino numa casa cheia de mulheres. Meus pais são bem-sucedidos, o que é um jeito bonito de dizer que nunca estavam em casa. Sempre em voos pra Miami ou Londres, me deixando aos cuidados das minhas três irmãs mais velhas. Tem a Beatriz, que tem 24 anos e é tão quieta que às vezes você esquece que ela tá no mesmo cômodo até ela arrumar sua gola. Depois tem a Mariana, 25 anos, a nerd da família, sempre me olhando por cima dos óculos dela.
Mas aí tem a Rafaela. Ela tem 27, a mais velha, e é uma rebelde total. Foi ela quem me ensinou a falar palavrão, quem me deu meu primeiro gole de whisky quando eu era mais jovem, e quem constantemente me lembrava que não importa o quanto eu crescesse, eu sempre seria o “irmãozinho” dela.
Completei 18 anos semana passada. Passei o último ano malhando pesado, e a transição de um moleque magrelo pra um cara com ombros largos e tanquinho definido aconteceu mais rápido do que qualquer um de nós esperava. Minhas irmãs notaram. A forma como elas me olhavam mudou de “protetor” pra algo mais pesado, algo mais… observador.
Era uma sexta à noite, por volta das duas da manhã. Eu tava deitado na cama só de cueca, o lençol chutado pros meus tornozelos porque a casa parecia um forno. Tava no celular, rolando um grupo de WhatsApp, quando minha porta rangeu. Nem precisei olhar pra saber que era a Rafaela. Ela não acreditava em bater na porta.
“Por que caralhos você ainda tá acordado, Rodrigo?” ela murmurou. A voz dela tava grossa e rouca. Senti o cheiro da tequila antes mesmo dela chegar perto da cama.
Não respondi logo de cara. Só travei o celular e coloquei na mesinha de cabeceira. Mesmo com a luz fraca, dava pra ver os olhos dela explorando minha figura sem camisa. Ela tava claramente voltando de uma balada; vestia um vestido preto de seda apertado e decotado que parecia mal conseguir se segurar, e o delineador dela tava ligeiramente borrado, dando aquele visual escuro e bagunçado. O olhar dela demorou no meu peito, traçando as linhas dos meus músculos enquanto eles se contraíam quando ajustei minha posição.
“Você parece diferente no escuro,” ela sussurrou. Cambaleou pra frente e sentou pesadamente na beirada do meu colchão. “Quando foi que você ficou tão gostoso? É irritante.”
“Vai dormir, Rafa. Você tá bêbada,” eu disse, minha voz mais baixa do que pretendia, tentando soar indiferente.
Ela revirou os olhos, um olhar brincalhão mas afiado no rosto. “Cala a boca, Rodrigo. Não tô não.” Ela bufou, me descartando como sempre fazia quando éramos crianças. “Só tô… observando.”
Em vez de ir embora, ela tirou os saltos e subiu na cama. Deitou bem do meu lado, a respiração quente e com cheiro de álcool batendo no meu pescoço. No começo, ela só apoiou a cabeça no meu bíceps, a mão pousando suavemente no meu ombro. Pareceu fraternal por uns cinco segundos, mas aí os dedos dela começaram a se mexer.
A mão dela não ficou parada. Começou a vagar pra dentro, as pontas dos dedos roçando minha clavícula antes de deslizar até o centro do meu peito. Ela não tava só apoiando a mão; tava acariciando a pele, o toque leve mas deliberado. Era exatamente do jeito que uma mulher explora um corpo que a atrai—procurando pelo calor, sentindo a textura. Me lembrou da forma como minha namorada costumava me tocar quando estávamos sozinhos, adoradora mas faminta.
“Você é tão quentinho,” ela suspirou, o nariz cheirando ao longo da linha da minha mandíbula.
A mão dela continuou sua descida lenta. Se moveu do meu peito, traçando o sulco no meu esterno, até a palma finalmente pousar no centro do meu abdômen. Senti os músculos do meu estômago ondularem e travar sob o toque dela. Os dedos dela se espalharam, mapeando as ondulações do meu tanquinho como se ela tivesse tentando memorizar a forma deles.
“Você cheira tão bem, Rodrigo,” ela sussurrou, o cabelo dela roçando contra minha pele como uma cortina. “Melhor que qualquer um dos caras daquela festa hoje.”
A respiração dela começou a cheirar diferente—cheirava como se ela tivesse com tesão, a energia dela se tornando puramente feminina e nada fraternal. Meu coração começou a bater mais rápido enquanto ela ficava mais ousada, o ritmo da minha pulsação acelerando a cada centímetro que a mão dela percorria.
Tentei me mexer de novo, mas ela reagiu enfiando a perna mais fundo sobre a minha. Ela se puxou pra mais perto até o peito dela estar pressionado contra meu braço, e pressionou a coxa nua e quente diretamente contra meu pau. Tinha certeza que ela sabia que eu tava ficando duro; um volume proeminente tava se formando na minha cueca, pulsando e forçando diretamente contra o calor macio e nu da parte interna das coxas dela. Ela começou a esfregar levemente com a perna, uma pressão lenta e rítmica que fez minha cabeça girar. Era exatamente como minha namorada costumava me provocar antes de começar a me despir, um ato deliberado feito pra testar meu autocontrole.
Ela começou a trilhar os lábios pelo meu pescoço, parando logo abaixo da minha orelha. A voz dela era uma vibração baixa e nebulosa. “Dá pra sentir como você tá respirando rápido, irmãozinho… É bom quando eu te seguro assim? Quando eu te toco aqui?”
Ela enfatizou a pergunta deixando a mão deslizar do meu abdômen até a beira do elástico da minha cueca, as pontas dos dedos prendendo levemente no elástico. Eu tava preso. Não conseguia impedir o calor de subir no meu peito enquanto meu corpo de 18 anos reagia à mulher que passou a vida inteira me protegendo, e agora tava claramente determinada a me “explorar”.
Não respondi a pergunta dela. Não conseguia. Meus pulmões pareciam que tinham sido espremidos até ficarem vazios, e toda vez que tentava respirar, o ar tava denso com o cheiro dela—uma mistura intoxicante de perfume caro de festa, pele, e aquela borda pesada e excitada que tinha completamente substituído a irmã que eu conhecia.
Meu coração não tava só batendo; tava martelando nos meus ouvidos, um ritmo frenético que combinava com a pulsação do volume preso embaixo da coxa nua dela. Senti uma gota de suor escorrer pela minha têmpora, e quando olhei pra cima, peguei ela me observando. Mesmo no brilho fraco e âmbar do abajur, os olhos dela estavam arregalados, escuros, e cheios de uma expressão de pura fome sensual. Ela não tava mais procurando pelo “irmãozinho” dela. Ela tava olhando pra um homem que queria experimentar.
Ela se inclinou mais perto, o rosto a centímetros do meu. Dava pra ver o delineador borrado e o jeito que os lábios dela estavam entreabertos, reluzentes. Num movimento lento e fluido, ela se inclinou e esmagou os lábios contra os meus.
Não foi um beijinho fraternal no rosto. Foi profundo, molhado e desesperado. Sem pensar—sem meu cérebro nem processar o quão “errado” era—meus olhos se fecharam tremendo. Meu corpo assumiu o controle. Comecei a responder, meus lábios se movendo contra os dela num beijo bagunçado e lento que tinha gosto de tequila e sal. Por alguns segundos, o mundo fora desse quarto deixou de existir.
Um choque de realidade me atingiu como um balde de água gelada. Minha namorada. Pensei no rosto dela, e por um segundo, senti o peso do que tava acontecendo. Puxei minha cabeça ligeiramente pra trás, ofegante, o peito arfando.
“Rafa… espera, eu tenho namorada, eu não deveria…” consegui dizer, embora minha voz tivesse fraca.
Ela não se afastou. Em vez disso, ela soltou um som baixo e calmante e enterrou o rosto no vão do meu pescoço. Começou a plantar beijos quentes e frenéticos ao longo da minha clavícula, a língua dela passando contra a pele sensível logo abaixo da minha mandíbula. Ela parecia tão excitada por mim que nem se importou com o protesto.
A pura intensidade da intimidade dela fez meus olhos se fecharem de novo. Me senti cedendo, os limites morais que mantive a vida toda se dissolvendo sob o calor do toque dela. A mão dela, que tinha estado pairando no elástico da minha cueca, de repente alcançou e agarrou meu pulso. Ela guiou minha mão pra cima, deslizando embaixo da seda do vestido dela até minha palma pousar diretamente no seio nu dela.
Ofeguei quando senti o peso dela. Os da minha namorada eram maiores, mas os da Rafaela eram incrivelmente firmes e quentes, o mamilo já duro e cutucando o centro da minha palma. Comecei a massageá-los instintivamente, meus dedos amassando o tecido macio enquanto ela soltava um gemido longo e trêmulo contra meu pescoço.
Enquanto minha mão trabalhava o seio dela, ela finalmente fez seu movimento. A outra mão deslizou do meu estômago, se movendo devagar, agonizantemente, em direção ao tecido forçado da minha cueca. Ela não foi pra dentro ainda. Só colocou a palma sobre o volume e começou a movê-la pra cima e pra baixo num movimento lento e rítmico.
O calor da palma dela penetrando o algodão fino era incrível, mandando uma pulsação pesada e sensual por todo meu corpo. Soltei uma respiração baixa e trêmula enquanto me sentia forçando contra o toque dela, todo meu corpo reagindo enquanto ela aumentava o ritmo.
“Caralho, Rodrigo,” ela sussurrou, os lábios roçando meu lóbulo de novo. A voz dela era brincalhona, suja, e carregada de intenção. “Você tá tão duro, irmãozinho… olha só você. É bom?”
“É… é tão bom, Rafa,” admiti, minha respiração falhando enquanto largava o último pedaço de controle.
Ela soltou um murmúrio suave e satisfeito e finalmente deslizou a mão pra dentro do elástico da minha cueca. A sensação dos dedos quentes dela enrolando ao redor do meu pau quente e pulsante fez meu corpo inteiro se sacudir. Ela começou a me masturbar com um aperto firme e confiante—exatamente como uma mulher toca um homem que ela quis a noite toda.
Ela não parou. A mão dela continuou se movendo dentro da minha cueca, o aperto firme e certo enquanto ela sincronizava os movimentos ao som da minha respiração irregular. Dava pra sentir os olhos dela em mim—não só observando meu corpo, mas encarando diretamente nos meus, procurando cada tremor de reação enquanto ela me punhetava. A pura intimidade disso, o jeito que ela se recusava a desviar o olhar enquanto a mão trabalhava, fez minha cabeça girar.
Não conseguia mais só ficar deitado. Impulsionado pelo calor e pelo jeito que ela tava me olhando, estendi a mão e enrolei os dedos no cabelo bagunçado pós-festa dela, puxando ela pra mim. Esmaguei meus lábios contra os dela, e dessa vez, eu era quem liderava o beijo. Caímos num beijo profundo e desesperado, nossas línguas se enrolando enquanto o som do nosso beijo molhado e rítmico enchia o quarto silencioso.
“Rodrigo,” ela ofegou contra minha boca, quebrando o beijo por apenas um segundo pra respirar. Os olhos dela estavam vidrados, o rosto corado com uma expressão puramente sensual. “Tô tão molhada, irmãozinho…”
Ela ficou ali, pairando a centímetros do meu rosto, a respiração vindo em soluços curtos e necessitados. O jeito que ela me olhava deixava claro o quanto ela tava ansiando pra eu tocar nela—o corpo dela praticamente vibrando com uma energia excitada que claramente esperava eu cuidar dela. Olhei pra baixo pra ela, minha pulsação acelerando e engrossando na minha garganta enquanto sentia o peso do desejo dela. Ainda tava hesitante, a realidade de quem ela era chocando com o prazer sujo e intenso que ela tava me dando. “Rafa… você… você quer que eu…?”
Nem precisei terminar a frase. “Sim,” ela sussurrou, a voz uma vibração baixa e necessitada. “Sim, por favor.”
Ela pegou minha mão—a que tinha estado descansando na cintura dela—e guiou pra baixo. Deslizou embaixo da barra do vestido preto de seda dela, guiando meus dedos pra além da renda da calcinha até eu sentir o calor escorregadio e localizado dela. Comecei a tocar nela, meus dedos encontrando as dobras macias e molhadas, e ela soltou um gemido agudo e irregular que ela abafou contra meu ombro.
Ela começou a me beijar de novo, os lábios frenéticos e quentes contra meu pescoço e mandíbula. “Eu te amo, Rodrigo,” ela murmurou entre beijos, a voz grossa de emoção e fome. “Sempre te amei tanto.”
As palavras me atingiram mais forte que o toque físico. Na névoa do momento, com o corpo dela pressionado contra o meu e a mão dela ainda trabalhando meu pau, parecia a única verdade no mundo. “Eu também te amo, Rafa,” sussurrei de volta, finalmente deixando minhas últimas barreiras desmoronarem.
A confissão pareceu acionar um gatilho nela. Ela começou a me masturbar mais rápido e forte, o polegar roçando a cabeça do meu pau com uma precisão que fez meus dedos dos pés encolherem. Eu igualdei o ritmo dela, meus dedos se movendo mais fundo e mais insistentemente contra ela, o atrito entre nós se tornando um borrão de calor e pele escorregadia. Estávamos presos num ritmo agora, a dinâmica “fraternal” completamente morta, substituída por um foco sensual e de pálpebras pesadas no prazer um do outro.
Mantive meu ritmo constante, espelhando o jeito que eu costumava dar prazer à minha namorada, impulsionado por quão excitada a Rafaela tava por mim. Movi meus dedos em círculos lentos e deliberados sobre o clitóris dela, sentindo o calor escorregadio contra meus nós dos dedos. Conforme ela ficava mais molhada, deslizei um dedo pra dentro dela—ela tava tão apertada, os músculos apertando ao meu redor—antes de adicionar um segundo.
O prazer pareceu curto-circuitar ela. A mão dela, que tinha estado masturbando meu pau num ritmo constante, começou a perder o padrão, ficando aleatória e frenética enquanto a própria acumulação dela assumia. Ela arqueou as costas, a cabeça se debatendo contra meu travesseiro.
“Mais rápido, Rodrigo… por favor, mais rápido, mano… isso… aí mesmo…” ela gemeu, a voz um sussurro irregular e quebrado. Ela tava tão sintonizada com o corpo, os quadris começando a empurrar contra minha mão enquanto ela surfava a onda. Não parei, mantendo a pressão exatamente onde ela precisava até sentir o corpo inteiro dela ficar tenso. Ela soltou um grito longo e agudo, cavalgando o orgasmo até desmoronar de volta contra os lençóis, a respiração vindo em soluços irregulares e rasos.
Continuei a dedilhar ela por alguns momentos, mantendo o prazer indo através das ondas de choque, até ela finalmente recuperar o fôlego. Ela não ficou pra baixo por muito tempo. Se recuperando com um sorriso atordoado e sensual, ela se inclinou e capturou meus lábios em outro beijo profundo, as mãos encontrando meu peito e costas, traçando meus músculos com uma nova intimidade faminta.
“Minha vez,” ela respirou contra minha pele.
Ela alcançou o elástico da minha cueca e puxou pra baixo até meus tornozelos, os olhos dela se arregalando ligeiramente enquanto olhava pra mim. “Vamos deixar você mais confortável, irmãozinho.”
Ela não foi direto pro final. Em vez disso, começou a trabalhar comigo com a mão enquanto os lábios exploravam meu corpo. Ela se inclinou, beijando minhas coxas internas, depois movendo a boca pra cima pro meu abdômen, a língua traçando as linhas do meu estômago enquanto a mão mantinha um movimento firme e rítmico no meu pau. Ela era implacável, movendo das minhas coxas pro meu peito, depois de volta pra baixo, sussurrando “eu te amo, mano” contra minha pele de um jeito que era sujo e incrivelmente doce ao mesmo tempo.
Minha respiração começou a ficar mais irregular, a sensação dos lábios dela no meu corpo combinada com o movimento especialista da mão empurrando em direção ao limite. Senti a pressão aumentando, uma pulsação pesada e inevitável que fez meus quadris se contraírem.
“Tô perto, Rafa… ahhh… vou gozar…” gemi, os olhos virando pra trás.
Ela olhou pra cima pra mim, o rosto corado e os olhos brilhando com excitação excitada. “Então vai… goza pra mim, irmãozinho,” ela sussurrou. Ela não parou a intimidade; se inclinou de volta pra baixo, beijando minhas coxas e meu estômago de novo, a mão aumentando o ritmo até eu não conseguir segurar mais.
A acumulação foi tão explosiva que quando finalmente deixei ir, gozei tão forte e copiosamente que pegou nós dois de surpresa. Meus primeiros jatos voaram alto, espirrando pelo ombro dela e até algumas gotas caindo no cabelo bagunçado. Mais caiu no peito dela, pingando devagar pelas curvas dos seios, enquanto um pouco da força mandou de volta pro meu próprio peito e abdômen.
Ela soltou um gemido satisfeito e sensual ao me ver, e sem perder o ritmo, manteve a mão se movendo no meu pau sensível, mantendo um movimento firme e rítmico. Enquanto trabalhava comigo, ela se inclinou pro meu estômago e peito, lambendo e beijando a pele que tinha acabado de marcar. Ela tava brincalhona e suja, a língua girando pela bagunça quente na minha pele enquanto a mão continuava a entregar aquelas últimas pulsações intensas de prazer. Ela não parou até eu estar tão sensível que tive que gentilmente empurrar a mão dela pra longe, o peito arfando.
Ela soltou uma risadinha suave e brincalhona e rastejou de volta pela cama, descansando a cabeça no meu peito enquanto nossa respiração lentamente começou a sincronizar. Ela olhou pra cima pra mim, a ponta do dedo escovando um fio de cabelo solto da minha testa.
“Você é um amante muito melhor que um irmão, Rodrigo.”


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.