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O Dia em que Minha Irmãzinha Virou Minha Mulher
Quando eu tinha 4 anos de idade, meu pai e minha mãe se separaram. Quando eu tinha 5 anos, minha irmã, fruto do novo casamento do meu pai, nasceu. Moravamos em cidades diferentes e isso fazia com que nosso contato fosse pouco, exceto pelas vezes que eu ia pra lá. Assim que ela ganhou um celular, nosso contato ficou mais forte, mesmo de longe. Trocamos mensagens todos os dias, falando sobre tudo, o que fez nossa conexão aumentar e eu me tornar o melhor amigo da minha irmãzinha.
Mal sabia, mas pouco depois de completar 18 anos, receberia o melhor presente da minha vida. Minha irmã voltou a morar na cidade onde eu morava e tudo mudou. Meu pai me pediu suporte com a minha irmã. Às vezes eu precisava buscá-la na escola, levar em algum lugar, resolver algum problema ou dormir na casa dele para cuidar dela, pois ele queria um vale night com minha madrasta. Cuidar da minha irmã nesses dias de vale night era foda. Muito novinha, mas já gostosinha e isso começou a despertar desejo em mim. Eu transava com outras mulheres, mas o desejo que minha irmã despertava em mim era diferente. Uma morena linda, de cabelo preto cacheado, peitinhos pequenos e bunda mediana, uma delícia. Por mais que eu tentasse, era difícil não olhar para os bicos dos peitos marcando na blusa que ela usava em casa, na polpa da bunda aparecendo ou na bucetinha marcada no short legging que ela usava às vezes. Não sei qual roupa era mais cruel, essa ou o pijama que ela usava às vezes.
Que raiva! – Disse Karina, olhando para o celular e o jogando no sofá.
Que foi? O que tá rolando?
Eu odeio ser assim, não ter nada, enquanto aquela piranha da Priscila tem tudo. – Cada palavra saia com fúria.
Ué, a Priscila não é sua melhor amiga? – Perguntei, perdido com o que estava acontecendo.
Sim, ela é.
Então por que chamou ela de piranha e tá tão irritada com ela?
Você já viu como ela tá? O peito dela ta enorme, a bunda dela ta enorme, ela tem tudo e eu não tenho nada. Não tenho peito, não tenho bunda e não tenho ninguém querendo ficar comigo.
(Silêncio. Fiquei apenas observando ela falar irritada)
Fala alguma coisa!!! – Disse minha irmã, gritando.
Respira primeiro, depois senta aqui. – Bati no lugar ao meu lado, no sofá.
Você é linda, maninha, e tenho certeza que tem pelo menos uma pessoa querendo ficar com você. Vai dizer que os meninos da sua sala não dão em cima de você?
É…. até que sim, mas é muito injusto tudo isso.
Tudo isso o que?
Ela pegou o celular e me mostrou fotos da Priscila. Eu já a conhecia, mas de fato ela havia mudado muito. Parecia ter tomado fermento. A mesma idade que a minha irmã, mas já tinha corpo de mulher. Estava uma enorme gostosa. Pele branquinha, peitos grandes e uma bunda enorme.
Porra, ela ta gostosa pra caralho. – Disse, ao ver cada foto que minha irmã me mostrou da sua melhor amiga.
Ao ouvir minha resposta, minha irmã me deu um tapa.
Além de ouvir ela se gabar dos caras do 1⁰ ano do ensino médio que querem ficar com ela, agora vou ter que aguentar meu irmão também? Não é possível. Isso é injusto, ela toda gostosa, geral quer ficar com ela e eu parecendo um grilo de tão magra e ninguém me querendo.
Sentados no sofá, fiquei de frente para ela. Ela fez o mesmo.
Maninha, você é gostosa pra caralho. Seu corpo é uma delícia.
Você só fala isso porque é meu irmão. – Havia tristeza em sua voz.
Falo isso porque é a verdade.
Percorri os olhos pelo corpo dela. Geralmente eu disfarço, mas desta vez deixei que ela reparasse nisso. Olhei para a boca, os bicos dos peitos marcando na camisa, a barriga e cintura que apareciam por conta da camisa ser pequena, a bucetinha marcando no short e as coxas.
Você é gostosa pra caralho.
Ela me olhou de cima a baixo. Meu pau pulsava de tesão.
Maninho, você já ficou com uma menina mais nova? Tipo, igual os meninos que querem ficar com a Priscilla?
Não.
Foquei meus olhos nos lábios dela. A tensão foi aumentando entre nós.
Ficaria? – Perguntou, tímida.
Se fosse você, sim.
Arrisquei tudo, joguei todas as fichas, se a reação fosse ruim, diria que era brincadeira. Coloquei a mão na coxa dela.
Mas não é errado, maninho?
Pra você é errado?
Minha cabeça diz que é errado, mas o que sinto diz que não.
Subi a mão lentamente, deslizando pelas coxas.
E o que você sente?
Tesão.
Ela ainda olhava para baixo, tímida.
Por quem?
Levantei o rosto dela para que me olhasse.
Por você, maninho. – Falou olhando para o volume no meu short.
Eu sou louco de tesão por você, maninha. -Falei, puxando a mão dela e colocando sobre meu pau.
O desejo e o tesão me dominavam. Ela me olhou, como se ainda verificasse se era errado ou não aquilo que estava prestes a acontecer.
Pode ser nosso segredo, maninha.
A resposta veio com a mão dela apertando meu pau e a boca tocando a minha. Puxei minha irmã para o meu colo, deixando-a de frente pra mim. Nossas línguas se encontram e fui guiando-a, mostrando como era um bom beijo. Sugava a língua dela, mordia os lábios e mandava ela fazer o mesmo comigo. Enquanto a gente se beijava, eu puxava seu cabelo e ela rebolava com vontade no meu colo. Tirei a blusa dela e vi os peitinhos, lindos. Pequenos, com os bicos durinhos. Cai de boca, lambi, chupei, mordi, apertei e ouvi cada gemido que ela deu enquanto eu fazia isso. Minha boca ia de um peito para o outro, minha mão transitando entre apertar os peitos, a cintura fina e a bunda gostosa..
Levanta, preciso ver essa bunda gostosa.
Seu pedido é uma ordem, maninho.. – Sussurrou no meu ouvido, dando uma leve risadinha.
Ela se levantou e antes que pudesse virar, coloquei a mão na bunda dela e a puxei para perto, enfiando minha cara na bucetinha, sentindo o cheiro que era possível mesmo com o short legging. Ela gemeu e eu fiquei mais louco ainda. Afastei o corpo dela e subi um pouco o short, fazendo a bucetinha ficar bem dividida. Mesmo magrinha e novinha, ela tinha um capô de fusca. A bucetinha dela tinha um cheiro delicioso.
Pensei que meu maninho queria ver minha bunda. – Disse ela, percebendo o tempo que já estava ali.
E quero. – Falei ao me afastar da buceta dela.
Então deixa eu te mostrar. – Falou, dando uma risadinha safada.
Ela se afastou mais um pouco, subiu o short, mostrando ainda mais a polpa da bunda e depois o tirou, revelando uma calcinha cinza claro pequena, mas não fio dental e uma bunda gostosa. Não resisti e a puxei pela cintura novamente.
Caralho, maninha, que bunda gostosa.
Apertei, mordi, abri um pouco e enfiei a cara ali, sentindo o cheiro da bucetinha e do cuzinho. A calcinha tava socada na bucetinha e quando abri a bunda dela, dava pra ver um pouco do cuzinho e da bucetinha. A deitei no sofá e abri as pernas dela.
Porra, você tá molhadinha. – Falei ao notar a calcinha cinza tão encharcada que uma parte estava cinza escuro.
Senti o cheiro, inspirei fundo e achei que ia gozar só com o cheiro gostoso da buceta da minha irmã. Lambi e beijei ainda por cima da calcinha, ouvindo ela gemer gostoso, puxei a calcinha para o lado e vi aquela buceta gostosa, linda e melada, apertadinha, cai de boca, lambendo, sugando, chupando e ouvindo ela gemer enquanto apertava minha cabeça contra a buceta dela. Eu estava saboreando a buceta da minha irmã, sentindo o quão gostoso era aquela buceta. Chupei até ela gozar na minha boca e quando ela gozou, lambi a entradinha e passei de leve a língua no cuzinho. Fiquei sobre ela e a beijei, para que sentisse o gosto da própria buceta. Tirei minha roupa e encaixei meu pau na bucetinha dela.
Você vai tirar a virgindade da sua irmãzinha, vai? – Disse, gemendo de forma safada.
Vou. À partir de agora você é minha mulher.
Empurrei devagar e senti a bucetinha dela abrindo, meu pau rasgando-a enquanto ela o apertava. Olhava para o meu pau entrando e às vezes olhava para a minha irmãzinha que apertava com força o sofá, mordia os lábios e gemia de dor e prazer. Centímetro após centímetro tudo entrou, fiquei parado e deixei ela se acostumar, respirar. Ela me olhou nos olhos, olhou para cada centímetro do meu pau dentro dela e então comecei a me mover devagar, sem tirar o pau de dentro, ela gemia ainda mais gostoso, aos poucos fui aumentando o ritmo, tirando um pouco o pau entrando com mais força, as unhas dela arranhavam minhas costas e ela revirava o olho de prazer. Meu pau começou a pulsar, com muito esforço consegui tirar de dentro e gozei em cima da bucetinha dela. Deitei no sofá e ela deitou sobre mim. Depois de um tempo se recuperando fomos banhar e adormecemos, pela primeira vez, juntos na mesma cama.
Foi uma delícia tirar a virgindade da minha irmã, sentir o desejo dela por mim, os movimentos e sentir meu pau abrindo aquela bucetinha. Rolou muita coisa, mas eu conto aos poucos para vocês. Deixe nos comentários o que achou ou compartilhe comigo suas histórias.


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