O Presente de Natal do Meu Primo
tava pensando muito se escrevia isso ou não, mas acabei escrevendo kkkkk desculpa qualquer erro ou se a história ficou ruim…
eu sou a ana, tenho 22 anos, fisicamente eu tenho cabelo castanho, ondulado e comprido, sou alta, tenho 1,78 e sou magra, mas com algumas curvas.
No natal minha família estava toda reunida em casa, natal da minha família é sempre uma bagunça, e ano passado não foi diferente, eu sou a única solteira da familia junto com as crianças, meu primo, Pedro, que eu passava muito tempo quando era criança chegou sem a namorada.
minha vó ja perguntou da namorada dele e ele deu de ombros falando que ela ficou com a família dela e depois ele sentou do meu lado no sofá, nos conversando o básico, como estava a faculdade e essas coisas, nos temos a mesma idade e crescemos juntos, quando nós éramos criança nós brincávamos muito de casinha, um dia gente tirou a roupa e ficou se esfregando um no outro, nós dois hoje em dia fingimos que nada aconteceu.
conforme nós crescemos acabamos ficando um pouco mais distante, depois de um tempo estava todo mundo meio bebado e minhas tias estavam reunidas conversando e até que o assunto foi a minha virgindade, não sou mais virgem, mas elas acreditam que sim, já que eu nunca tive um namorado e prefiro não contar que perdi minha virgindade no banheiro masculino de uma festa universitária, então eu só fico quieta.
minutos depois Pedro senta do meu lado e zoa comigo.
– virgem hein – ele fala brincando.
– elas acreditam que sim – dou de ombros.
– imaginei que não era mais mesmo.
– porque a camila não veio? – Pergunto
– quis passar o natal com a familia dela.
– entendi.
– porque você não compartilha suas experiências sexuais com a familia, aninha? – Ele sorri.
– Você não compartilha as suas? – falo
– eu namoro a tres anos, não tem o que contar.
– suas experiências são só com ela? – pergunto curiosa
– Não
– já traiu?
fico mais curiosa, mas ele só da risada e sai andando me deixando sozinha no sofá, e um tempo passa e da meia noite e todo mundo se abraça como de costume na hora que eu vou abraçar o Pedro, pra dar feliz natal ele me puxa pela cintura.
– Não pega assim – falo completamente brincando, porque apesar de bom ele ainda é meu primo, então é esquisito.
– Porque? te da tesão? – ele sussurra no meu ouvido
dou um tapa no ombro dele, mas sinto meu rosto esquentar, tanto pela quantidade de vinho que eu havia bebido como de tesão, porra não deveria ter tomado tanto vinho, vinho me deixa uma puta, mas a gente se separa do abraço e a festa segue
até que ja tarde eu to de saco cheio da festa e subo pro meu quarto, meu quarto é o ultimo quarto da casa, o mais afastado, eu fico deitada mexendo no tiktok, nem troco de roupa e uns cinco minutos depois alguém bate na porta e eu mando entrar e é o Pedro, o rosto dele estava corado de bebida.
– Você sumiu. – Ele fala e senta na minha cama.
– tô com sono – falo voltando a assistir tiktok
Eu sinto Pedro passando a mão na minha perna e ele fala
– Lembra quando a gente era criança e a gente brincava das suas brincadeiras chatas, eu era o pai e você a mãe? – Ele fala e eu jogo um travesseiro nele
– para de lembrar disso, muito vergonhoso.
– você vivia tirando a roupa. – Ele ri
– Paraaaa!
– Parei parei, mas você poderia tirar a roupa de novo pra mim ver.
– Você já viu
– Eu vi, quando você não tinha peitos agora ta mais legal. – Ele fala e se aproxima.
– Nós somos primos seu pervertido. – brigo com ele, mas sinto minha bucetinha ficando encharcada
– primos, não irmãos, vai mostra só um pouquinho. – ele me olhou com uma carinha de cachorro sem dono
– isso é muito errado. – falo e ele chega mais perto.
– topa ou não?
nem eu sei o que deu em mim se foi o vinho ou se foi o tesão por algo proibido, eu tiro minha própria camiseta e fico só com um sutiã preto que estava usando.
– A comissão de frente melhorou, e muito.
ele começou a apertar meus peitos e eu me senti a pior pessoa do mundo porque tinha uma aliança prata de namoro na mão direita dele, a mesma que ele apertava meu peito, mas na hora que ele começou a beijar meu pescoço eu esqueci de tudo e me entreguei de verdade.
a gente se beijou, pela primeira vez sabendo beijar de verdade, o beijo era quente e desesperado e fazia eu ficar mais molhada, eu aperto o pau dele por cima da calça e ele solta um gemido rouco.
– Você é uma vagabunda mesmo. – ele fala e me enforca, não com força mas com pressão – tá doidinha pra me dar.
eu gemo baixinho e puxo ele pra mais um beijo e ele tira a própria camisa, ele estava um gostoso, eu já sabia disso mas vendo aquilo em cima de mim deixava ele mil vezes mais gostoso.
a gente se beija e ele tira meu shorts e depois abre a calça dele e puxa o pau pra fora, e eu olho com brilho nos olhos e a boca salivando pra cair de boca naquele pau que escorria pré gozo.
– Me chupa. – ele fala e puxa meus cabelos me fazendo chegar mais perto.
eu não tenho muita experiência chupando pau, mas pensei na hora que ja tinha visto porno o suficiente pra saber e eu começo a passar a lingua pela extensão, aquele pau era lindo, meu deus, quando eu ia colocar na boca, ele perdeu a paciência, levantou da cama, ficou de pé e me puxou.
eu fiquei ajoelhada e ele segurou minha cabeça e ele começou a meter na minha boca, ele tava abrindo minha garganta com o pau dele eu engasguei e ele me deu um tapa na cara.
– Puta não engasga entendeu, chupa essa porra.
e eu como uma boa putinha tentei ao máximo não me engasgar, foi difícil pra caralho, a baba escorria me molhando inteira e eu não conseguia fazer nada, mal respirava, depois de alguns minutos ele parou e me jogou na cama.
ele pegou minha calcinha que era uma preta pequenininha
– Que bucetinha molhada. – ele enfia um dedo
– Porra. – gemo sentindo o dedo entrando e depois de um tempo ele enfia outro.
Ele fica nesse vai e vem no dedo me fazendo revirar os olhos por um tempo ate que ele começa a chupar meu clitoris, e puta que pariu, eu agarrava o cabelo dele e esfregava minha buceta na cara dele e ele passava a lingua e sugava, eu nem sei descrever o quão bom aquilo é, meu cérebro já não raciocinava mais.
Eu gemia e ele tampou minha boca com a palma de uma mão até o momento que eu senti o meu orgasmo vindo, eu revirei os olhos e gemi manhosa e meu corpo teve espasmos e depois eu empurrei a cabeça dele porque ficou muito sensível.
– Porra, você é bom nisso. – falo ainda com os olhos fechados me recuperando.
– Que bucetinha gostosa. – Ele deu um tapa na minha buceta.
ele tirou minha calcinha agora e tirou a calça e a cueca dele e se posicionou perto da minha entrada.
– Você tem certeza? – Pergunto um pouco incerta.
– Claro porra. – ele esfrega o pau duro na minha buceta
– Você é meu primo e você namora. – Tenho um pouquinho de consciência.
– fodase, pra as duas coisas, eu vou te comer agora e você quer que eu faça isso sua vagabunda. – Ele fala e me segura pelo pescoço e me beija com vontade, ele começa a enfiar.
– Sem camisinha? – pergunto confusa
– Eu não tenho nenhuma, você tem?
– Hm não
– Então não engravida piranha.
ele fala e nem me deixa reagir e já enfia em mim, sem dó, eu vejo estrelas, mesmo que eu estava bem molhada ainda doeu um pouco, mas ele nem ligava o olha dele estava escuro e ele começo a enfiar até entrar tudo, a sensação de ser preenchida era maravilhoso, ele começou a se movimentar dentro de mim.
Ele metia rápido sem um pingo de cuidado e puxava meu cabelo, eu tava me sentindo completamente usava e o pior eu estava gostando, posso ter sido uma puta mas ver a aliança no dedo dele me deixava com ainda mais tesão. em algum momento ele parou
– Fica de quatro pra mim, empina essa bunda.
eu obedeço e coloco minha cara no travesseiro e ele bate na minha bunda em vários estralos, eu agradeço pelo meu quarto ser longe e o som alto que estava no quintal da festa, e ele entra novamente e começa a meter rapido e com força, eu segurava na cama e coloquei meu rosto no travesseiro e só sentia o maior prazer do mundo.
aquilo foi tão bom que me deixou desnorteada e acabo tendo outro orgasmo, esse foi diferente do primeiro não sei explicar, mas eu me senti tão bem, como se eu tivesse deitada em nuvens e quando eu me dou um por mim eu sinto ele enfiando um dedo no meu cuzinho.
– Ei – reclamo olhando por cima do ombro.
– Que foi? – Ele se faz de desentendido e enfia mais o dedo, e não vou negar foi bom.
não deixei ele ficar muito mais porque eu não sei se estou disposta a dar o cú, não ainda pelo menos, ele continuou metendo na minha buceta até o momento que ficou completamente descontrolado e ele tirou o pau pra fora, odiei a sensação de estar vazia novamente, e então eu senti o liquido quentinho nas minhas costas e bunda e ele gemendo acho que nem foi um gemido foi um grunhido.
– que buceta gostosa, mas da proxima vez eu quero esse cuzinho também. – ele começa a se vestir
– sem chance. – falo e levanto pra me limpar.
– Você sabe que vai dar. – ele da um tapa na minha bunda e me puxa pra mais um beijo e depois termina de se vestir e sai do meu quarto.
eu me limpo e depois visto um pijama e fico ali relembrando tudo o que aconteceu e pensando o quanto eu fui maluca, tipo, minha vó, minha mãe tava todo mundo no andar de baixo e eu dando igual a uma vagabunda pro meu primo, que namora.
No dia seguinte no dia 25 ele apareceu lá de novo com a namorada e eu não sabia onde enfiar minha cara, ai o peso na consciência veio mais pesado, porque a namorada dele é uma querida comigo, mas enfim a história não para por aqui…


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