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O Reencontro com Minha Irmã
Numa noite intensa, onde toques, sussurros e desejos reprimidos explodem em paixão. O banho, o quarto, e a urgência dos corpos revelam uma reconexão profunda.
Anoite desceu pesada sobre o bairro, minha irma atravessou a porta da frente pouco depois das sete, suspirando ao descer os saltos. O cabelo castanho-claro, ainda preso num coque desgrenhado, descia solto pela costa assim que ela puxava o elástico. O olhar dela encontrou o meu pela sala, um breve cruzar de pupilas que já dizia que o dia fora longo.
“Vou tomar um banho”, declarou, sem esperar resposta, a voz abafada pela brisa de cansanço. O sutiã desapertado apareceu por baixo da blusa enquanto ela subia as escadas, e a saia-cropped deslizou até o chão do corredor, formando um pequeno redemoinho de tecido. A água começou a correr no andar de cima, primeiro baixa depois em jato forte; eu me sentir preso ao som, contando o passar de cada minuto como quem atravessa um deserto. Tinham-se transformado em colegas de apartamento: carinhos rápidos, beijinhos de obrigado, trocas de olhar frustrado. Havia semanas — talvez meses — que não tocava na pele dela com intenção, e o corpo inteiro reclamava por falta. O relógio da cozinha saltou de oito para quase nove em silêncio absoluto. Eu subiu de fino, descalço, sentindo o coração disparar antes mesmo de pisar no corredor escuro. O banheiro permanecia entreaberto, vapor saindo em neblina; o quarto dela, à direita, exibia apenas a lampadinha da cabeceira, tingindo tudo de um dourado íntimo. A porta rangeu tão suave que pareceu gemido antecipado. minha irma estava deitada de lado, enrolada numa toalha branca que lhe marcava a cintura e deixava a pernas de fora, a pele ainda úmida cintilando como se levasse mil poeirinhas douradas. Respirava devagar, mas os olhos estavam abertos, brilhando no escuro — talvez aguardando, talvez imaginando. Eu de um passo, depois outro, o sangue latejando no pescoço. Sentou-se na beira da cama com cuidado, o colchão afundando sob seu peso. Ela não falou nada, apenas deslocou levemente o quadril num convite tão sutil quanto uma chama roçando a pele. A toalha subiu uns centímetros, revelando a dobra macia da coxa. O quarto cheirava a sabonete de amêndoas e a algo mais quente, mais primitivo.
Eu posicionando a mão sobre o joelho dela, deslizou a palma lenta, saboreando a textura da pele reconhecida. Quando chegou à altura da virilha, a toalha já se desfazendo, encontrou o tecido rendado da calcinha rosa-clara: a única barreira. O corpo dela estremeceu como se uma corrente fraca percorresse a espinha. “Você quer?” pergunteu, a voz quebradiça, quase inaudível. O sim dela veio numa inspiração funda, sem palavras, seguida por um abrir lento das pernas. Com dois dedos, eu afasto o tecido molhado de suor e de chuveiro para o lado, expondo a boceta lisa, ainda irritada de quem se acabara de depilar. A pele interna das coxas reluzia; ali perto, o odor carnal marejou-lhe as narinas. Eu aproximo a mão, acariciando primeiro a região úmida só com a ponta dos dedos, delineando o contorno da fenda, sentido o calor antes mesmo de tocar. Quando pressionou, encontrou a entrada escorregadia de desejo acumulado; um tremor percorreu a barriga dela, e o primeiro gemido escapou: baixo, rouco, animal. A cabeça dela afundou no travesseiro, o pescoço arqueado, as madechas úmidas espalhando-se pelo lençol. “Continua”, pediu minha irma, com a voz trêmula, a boca entreaberta. Eu afundo o dedo médio devagar, sentindo os lábios se abrirem para engoli-lo, o canal quente pulsando contra a pele. Retirou quase totalmente antes de reentrar com dois dedos, pace constante, consciente da pressa que latejava nas próprias têmporas Girou o pulso, encontrando o ponto rugoso por dentro; ela exalou um “ai” comprido, esmagando a toalha entre os dedos, os quadris rodando na mesma cadência dos dedos que se embainhavam. Acionou o polegar externo, subindo até o clitóris saliente.
O tato, úmido e firme, fez-a perder o controle: as pernas se entreabriram mais, os joelhos dobraram, o calcanhar cravou-se no colchão. “Vai devagar… senão eu gozo logo”, sussurrou. Eu obedece à primeira, mas no segundo pensamento reduziu a velocidade só à metade: queria senti-la perder a compostura, desabar sob a própria mão. Com cada círculo do polegar, ela se contorcia feito louca, a respiração embalando gemidos sucessivos que ecoavam quase abafados pelas paredes. Os seios, ainda presos pela toalha, subiam e desciam desalmadamente; ela soltou a peça de tecido, expondo os mamilos rijos, duros como pedrinhas, rosa-escuros contra a pele clara. Levou as próprias mãos aos seios, espalmando, apertando, numa exibição que o enlouqueceu: ela própria se desejava sob aquele toque. Minha percebeu que eu estava intumescido dentro da bermuda. A coça apertava; cada vez que ela rebolava, eu imaginava o calor daquela boceta apertando o próprio pau. Ela pareceu ler-lhe o pensamento: sem cerimônia, puxou o elástico da bermuda para baixo com uma mão enquanto a outra se agarrou ao membro já latejante.
A sensação de pele em pele fez-lhe prender a respiração: os dedos dela, gelados do chuveiro, enrolaram-se à volta do eixo, massageando a base, subindo até o topo para espalhar a gota transparente que já broava. “Nossa, você tá duro que nem pedra”, murmurou minha irma com um sorriso malicioso, os olhos semicerrados de tesão. “Quer que eu cuide de você?” A voz dela, embargada, soava mais puta do que nunca. Eu respondi com um estalar de língua involuntário quando ela espremeu o cabeção entre o polegar eo indicador num vai-e-vem que ameaçava despedaçar-lhe a sanidade. Os corpos, ainda meio presos à toalha e às roupas, deram lugar à urgência desordenada.
Eu me levantei para despir a camiseta de uma puxada; ela, deitada, empurrou a bermuda para baixo com os pés, libertando o pau que saltou ereto, pulsando. A luz dourada beijava o contorno dos meus músculo, delineando o meu abdômen tenso, as veias do antebraço saltadas. Eu voltei a debruçar-se sobre ela, porém não antes de arrancar-lhe a calcinha com um gesto firme: as rendas roçaram as coxas descendo até o tornozelo, depois voaram pelo ar antes de cair no tapete. Voltou a montar-lhe entre as pernas abertas, mas desta vez guiou a cabeça do pau pelas dobras úmidas, sem penetrar, apenas deslizando o comprimento inteiro contra a fenda, estimulando o clitório com o canal doído do próprio membro. Cada vez que passava por cima do grelinho, ela estalava os quadris para cima, tentando aprisioná-lo. “Mete”, implorava entre dentes, uma unha cravando-me o peito. “Mete logo, me enche.” continua…


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