Fevereiro 7, 2026

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Perdi o Cabaço Com a Mamãe

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De tardinha, quando a luz que entra pela janela tem um tom alaranjado eu venho do meu quarto em direção a cozinha e me deparo com minha mãe lavando a louça, e ela tem curvas maravilhosas, o jeans abraça o quadril dela e conforme ela balança ele lavando os pratos eu fico um pouco hipnotizado, seu pescoço suado…ah… tudo isso me encanta. E estamos na terceira semana de setembro e estou puro, intacto.

Vou me aprochegando e dou uma cafungadinha em seu pescoço, vou com a ponta do nariz do pescoço até a orelha e dou uma mordida de leve no pé da orelha, rapidamente coloco a mão na cintura dela e vou subindo até apalpar os dois peitos dela, peitos pequenos.

— O que você está fazendo filho? — disse relutante e envergonhada

— Ah mãe…diz pra mim… há quanto tempo ninguém te come? Há quanto tempo o pai está fora à serviço e você gasta seu tempo com siririca? Que mal pode ter?

Fez parecer como se num ímpeto que erigiu sobre ela ardentemente empinar e acabar roçando a bunda no short, apoiou-se com os antebraços na pia e começou a gemer levemente, parecia que gemia para dentro, enquanto sentia queimar em tesão e por mais que eu nós estivessémos queimando em malícia e cedendo à luxúria, uma atmosfera intrincada, um ar ainda desconhecido me interrogava se aquilo valeria a pena e me sentia um pouco perdido, ainda que tivesse tomado a iniciativa.

— Mas será que você é tão bruto com as mocinhas da sua idade?

Ela falava de costas e empinava a bunda gostosa para cima de mim, se tremia… dei um leve tapa e derrepente ela se vira e diz:

— Sabe filho, você que começou com isso… agora terá que aguentar, mas não é tão simples não é?

Me disse isso olhando dentro de mim, penetrando em mim, me deixando insólito, e encabulado como seria minha primeira relação. Falava mordendo os lábios, sorrindo de canto, havia subido em cima da pia molhada mesmo e aquelas pernas abertas com a calca jeans cáqui bem apertada… isso me deixava extasiado, morrendo de tesão, mexia a cabeça, seu corpo, passava a mão em mim e me fazia delirar, só conseguia pensar o quão safada era, o quão bela suas curvas, antes sabe se lá o por quê de me aparantarem tão insossas, agora saltavam a minha vista, eu apenas queria lambê-la, sentir sua respiração ofegante enquanto a macetava, branca como leite rapidinho ficaria com as bocheas vermelhas, veio prontamente em minha mente ela esperando um jato de porra enquanto sorria e recebia…

— Eu sei que deve ser sua primeira vez, se não for, as outras não contam ok? Qual o problema de perder a virgindade com a mamãe? Mais velha, mais experiente e que vai te fazer gozar horrores, goste ou não agora iremos transar todos os dias, será impossível resistir quando sentir a mamãe travando essa bucetinha no seu pau bem durinho e rebolando como só a mamãe sabe. — quando encerrava a frase soltou um gemido, revirou os olhos e mordeu os lábios até desaparecerem e fazer o batom vermelho, dum tom meio escuro apenas existir no lábio superior. — primeiro precisa botar esse pau duro que eu vou chupar ele todinho, tira que eu quero ver, e a primeira gozada vai ser na minha cara viu?

Nessa hora eu já tirei o pau babado, ela se ajoelhou e começou a chupar, alternava entre um andamento rápido, um lento, ritmos alternatos também fazia várias velocidades, intensidades, Começava a tomar ar de uma forma exagerada uando engolia tudo que me deixava morrendo de tesão e eu acabei gozando dentro da boca dela, pedi para ela me mostrar e engolir, ela assentiu rindo e o fez.

Ela rapidamente se levantou, sentou em cima da pia e me lançou um olhar que ela sabia que se me lançasse eu me perderia, ela ainda de roupa, ( o que particularmente me deixa muito mais excitado) passou a mão pelo meu queixo como me puxando, segurou meu rosto e acariciou com as duas mãos com os olhos fitos e sem piscar e pronunciou:

— Eu já ajoelhei, agora é sua vez, ajoelha e me chupa todinha, você vai aprendendo como é aos poucos — dando tapas por cima da calça, bem na parte que estava molhada, certamente da sua buceta —, e do mesmo jeito que eu engoli e você vai entrar dentro disso até a lingua cansar.

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