Por
Preciso confessar as coisas que fiz com o meu irmão
me chamo Milena. Tenho pele clara, cabelos castanhos, 1,59 de altura, faço academia há alguns anos e como resultado tenho um corpo bacana, coxas definidas e peitos médios. Meu irmão, Jonatan, é 2 anos mais velho do que eu e tem cerca de 1,80 de altura, corpo magro, cabelos castanhos também e ainda com a pele mais clara do que eu.
Nossos pais se separaram quando éramos ainda pequenos, e desde então moramos com nossa mãe. Desde pequenos dividimos o mesmo quarto e sempre foi extremamente normal. Apesar das brigas normais de irmãos, nunca tivemos qualquer problema.
Jonatan sempre foi muito sozinho, assim como eu. Morávamos em um chalé de dois andares com dois quartos, onde um era da nossa mãe e o outro quarto era nosso onde havia apenas o computador dele, um guarda roupas compartilhado, minha cama de solteiro de um lado e a dele do outro lado do quarto.
Comecei a namorar bem antes do Jonatan, ainda no começo da puberdade, porém, namoros inocentes de colégio. Nunca havia feito sexo, mas já era muito consciente, enquanto Jonatan sempre foi aquele cara bem nerd, que não sai de casa, virava a madrugada no computador e mal ia para escola, sempre quieto pelos cantos. Algumas amigas minhas até se interessavam por ele, pois na real ele é um cara muito bonito, porém ele era tímido demais e também muito punheteiro!
Já éramos bem grandes, eu estava saindo com alguns carinhas e eu estava com os nervos a flor da pele. Eu queria muito dar pela primeira vez. Jonatan ficava ainda na mesma. Já havia terminado a escola, procurava emprego mas enquanto não encontrava passava noite e dia só no computador. Eu saia, voltava e quando chegava o quarto fedia pinto. Eu nunca havia cheirado um pinto até então mas eu sabia que aquele era o cheiro. A noite também, eu sempre fui de dormir bem cedo, e o Jonatan ficava no computador até tarde se masturbando. Apesar de ter notado umas vezes, nunca tinha dado muita bola, só achava ele punheteiro mesmo.
Certa noite estava calor pra caramba e no meio da madrugada acordo com o quarto com a luz acesa (o que era bem normal, não me incomodava), dormindo apenas de calcinha e qualquer blusa velha de dormir como sempre. Estou deitada de lado virada para a parede e com a bunda virada para o meio do quarto descoberta. Estava tão quente que em algum momento me descobri. Conforme vou acordando devagar ouço uma respiração intensa, acompanhada de um barulho fazendo “ploc ploc ploc”, e na hora me liguei, era o Jonatan tocando punheta. Pensei em dar um pulo pra assustar ele e zoar e fiquei completamente congelada esperando o momento certo enquanto acordava melhor, sem me mexer. Fiquei apenas ouvindo e foi aí que eu percebi que a respiração ofegante dele e as punhetas estavam em direção a mim, mais precisamente bem atrás de mim. Abri os olhos devagar e pra minha surpresa vi na sombra dele o que parecia ser o celular na mão dele, tirando fotos de mim enquanto se tocava. Conforme fui tomando consciência disso, fui entrando numa espécie de pânico. Eu não conseguia mais me mexer.
O som da mão dele manuseando o pau era tão próximo que era como se eu conseguisse ver ele se tocando e olhando pra mim. Ele se abaixava, se mexia, colocava as mãos na minha cama bem devagar sem afundar muito o colchão pra me enxergar de todos os ângulos diferentes e tirar fotos com seu na época Moto G. Certa hora ele chegou com o rosto tão perto da minha bunda que consegui sentir a respiração do nariz dele na minha perna. Fiquei paralisada em estado de choque enquanto minha buceta encharcava cada vez mais. Eu comecei a suspirar e me tremer de tesão como se eu estivesse completamente entregue. Fiquei louca pra me virar. Com o nervosismo comecei a suar e tremer fazendo ser difícil disfarçar que eu não estava acordada pois meu corpo se mexia involuntariamente.
Sem conseguir aguentar mais ouvi ele soltar um leve gemido quase gozando, me ajeito ainda melhor deitada de lado fingindo que estava me mexendo dormindo afastando minhas pernas que estavam grudando de suor uma na outra e me esparramo na cama deixando minhas pernas bem abertas, tendo certeza que minha calcinha encharcada era bem visível. Com o susto do meu movimento na cama ele se afastou, parou, ficou em completo silencio por alguns segundos e voltou a me olhar de perto, ficando cada vez mais descontrolado e descuidado. Ele se abaixou no colchão olhando pra minha buceta e sem querer se apoiou na minha perna, o que doeu um pouco e eu me mexi. Ele levou um susto enorme, rapidamente se afastou desligar a luz e deitou pra dormir. Na cama no escuro continuei ouvindo o ritmo dele desenfreado tocando punheta sem parar, aproveitei e me toquei até gozar assim como ele.
Passei o dia seguinte inteiro pensando sobre o que tinha acontecido e pilhada de tesão, enquanto tudo seguiu normal como se nada tivesse acontecido. Fiquei imaginando quantas vezes ele já não tinha feito isso já que eu sou acostumada a dormir assim sempre. Graças ao meu sono de pedra eu nunca tinha percebido nada. Tive um dos melhores orgasmos de toda minha vida nesse dia tomando banho pensando no meu irmão. Eu adorei ser desejada por ele.
Na noite seguinte eu precisava dar um show ainda melhor. Eu queria me exibir e ser ainda mais desejada pelo meu irmão então caprichei na depilação no banho e e vesti uma calcinha de renda branca bem velhinha que eu tinha com o tecido bem fininho quase transparente que deixava minha buceta praticamente a mostra. Vesti uma baby look que deixava os peitos marcando bastante e fui dormir. Fiquei acordada por horas só aguardando o momento certo de me descobrir e me exibir pra ele novamente.
Tiro certeiro. Lá estávamos nós do mesmo jeito nessa noite de novo. Ele cada vez mais descuidado quase se debruçando por cima de mim se tocando, e eu completamente encharcada fingindo dormir. Me arregacei toda deitada de ladinho quase abrindo um espacato na cama pra ele ver bem a minha buceta que implorava por atenção. Ele se masturbou até tarde, gozou e foi dormir, e eu repeti a mesma dose: me masturbei, gozei e dormi. Mas eu queria mais. Eu amei ser desejada. Era sujo e delicioso.
Na noite seguinte fui ainda mais longe e dormi de camiseta, mas sem nada por baixo. Mesmo role: noite adentro, minha raba pra cima, e ele tocando punheta olhando pra mim enquanto eu me encharcava a buceta, mas dessa vez ele foi além, e era bem o que eu mais queria. Notando minha buceta derramar e eu virada de frente para a parede, ele sentou atrás de mim, olhou minha buceta quase que microscopicamente me fazendo ter arrepios com cada respirada que ele dava na minha bunda, notei que algo me tocou. Ele suavemente tocou com um dedo na portinha da minha buceta, deslizou bem devagar indo até meu clitoris e voltou. Estacionou o dedo de novo na portinha da minha buceta e começou a entrar bem devagar e eu não aguentei. Eu era virgem, eu estava morrendo de tesão mas também de nervosismo. Soltei um gemido e meu corpo teve um espasmo forte contra minha vontade, ele se assustou tirou a mão rápido e parou ficando em silencio esperando minha próxima reação. Ouvi o som dos lábios dele lambendo os dedos encharcados do néctar da minha buceta virgem.
Ele notou que eu voltei a “dormir” e continuou insistindo, colocando o dedo, entrando, saindo, indo até meu clitóris até que eu instintivamente comecei a dar leves reboladas no dedo dele sentindo muito prazer. Eu queria mais do que tudo me virar e falar pra ele “me come logo de uma vez”, mas era meu irmão, eu não tinha cara pra fazer isso. Notando que eu tava adorando ele continuou e daquele jeito eu iria gozar. Eu tava disposta naquele momento a não me mover por nada no mundo e só aceitar gozar nos dedos do meu irmão, mas eu tava delirando de prazer, eu não conseguia mais não me mexer, e com um desses movimentos ele se assustou pensando que eu acordei se levantou, apagou a luz e foi para o computador rapidamente.
Como das outras vezes ele havia filmado tudo e estava indo correndo despejar o que tinha conseguido no computador. Me virei lentamente e pude ver com ele de costas pra mim no cantinho da tela o que parecia ser o meu corpo, enquanto ele se masturbava ininterruptamente. No impulso do momento, chamei o nome dele.
“Jonatan” “Ã?! O que?” Levando um grande susto e fechando tudo rapidamente. “Você tava me filmando?” “É-é..mm não! Como assim?” “Eu vi” respondi bem nervosa e sem conseguir parar de me tocar olhando pra ele em desespero. “Vou contar isso pra mãe” disse a ele. “MILENA, o que?! Para, você é doida???!” Em desespero tentando achar uma forma de se explicar. “Por que você fez isso, Jonatan? Tu nunca viu uma buceta?”
“O que Milena?? Eu não fiz nada!! Para!” Em desespero, vermelho. “Me deixa ver o teu pau” “O que?” “Você viu minha buceta, encostou, deixa eu ver o teu pau?” “Não, tá doida??!!” “Eu vou contar tudo pra mãe” pressionei “Milena, meu Deus!! Caraca, tá, ok” “Vai mostra aí então” “Me dá um minuto” disse ele sentado na cadeira do pc vermelho parecendo que ia morrer a qualquer momento. Tirou o pênis pra fora da cueca e começou a se masturbar rapidamente. Quando ficou duro ele se levantou, me olhou com muita vergonha e me mostrou rapidamente. Era lindo, enorme. Não conseguia parar de me masturbar de pernas abertas olhando pra ele. “Milena, agora chega, por favor!!” Disse puxando o fio do computador da tomada sem nem desligar primeiro, apagou a luz e se deitou na cama, respirando rápido. Ele estava quase tendo um treco. “Calma, Jô. Eu também sou virgem”. Disse no escuro, na mesma posição ainda me tocando. Ele em completo silêncio sem me dizer nada. “Você gostou de mim?” “O que??” Ele respondeu todo bravo. “Gostou da minha buceta? Eu gostei de ver o seu pau, ele é bonito. Deixa ele duro pra eu ver”.
Meu coração estava completamente acelerado. Eu nunca tinha ido tão longe na minha vida com um homem até aquele momento e eu queria mais. Minha buceta tava berrando. Olhei para a cama dele, ele estava deitado sem nem se cobrir se masturbando deitado olhando pra mim. Em desespero eu nem pensei direito quando soltei “você não quer continuar?”. O silencio tomou conta do ambiente, ele ficou paralisado como pedra.
“Jonatan, quer continuar?” Disse sussurrando. “Você quer?” Ele respondeu sussurrando, desconfiado quase sem acreditar. “Sim, eu quero”.
Ele se levantou, sentou de novo mas agora no escuro do meu lado na cama, eu me deitei de barriga pra cima e guiei a mão dele sobre a minha buceta. Ele tremia, completamente tímido, mas suas mãos macias tocando todo meu corpo eram maravilhosas. Guiando a mão dele o ensinei a me massagear e gozei vendo estrelas agarrada no braço dele.
“Me deixa ver o teu pau agora”
Falei enquanto levantei e me sentei na cama ao lado dele no escuro. Fui tocando o corpo dele até chegar no pau. Agarrei o penis dele por cima da cueca, eu jamais havia pego um penis antes. Estava duro feito uma pedra. Puxei a cueca dele devagar fazendo a cabeça escapar pra cima. “Deita”, falei pedindo pra ele deitar do meu lado.
“Você já transou, Mi?” Ele me perguntou de um jeito tímido que achei até fofo. “Não Jo, nunca”.
Nesse momento com ele deitado baixei a sua cueca com ajuda dele e pela primeira vez eu segurava um pau na minha mão. Era ENORME. Estava escuro, eu fiquei masturbando ele e da mesma forma com que ensinei ele a me tocar ele me ensinou a pegar no pau dele, sem pegar na cabecinha mas no corpo do pau, puxando pra cima e pra baixo.
“Liga a luz, Jo? Eu quero ver”. Ele estava do lado do meio do quarto, levantou, acendeu a luz e trancou a porta. Se nossa mãe acordasse, a coisa poderia ficar feia. Ele veio caminhando até mim, e se sentou na cama do meu lado. Fiquei masturbando e brincando com o pau dele duro na minha mão, como se fosse uma aula de anatomia.
“Qual o tamanho, Jo? Meu Deus é enorme”â?¨“Tem uns 20 centímetros” Ele respondeu. “Para, não tem tanto assim kkk”.â?¨“Pode medir” ele respondeu seguro.
Falei mas eu não tinha qualquer parâmetro. Hoje acho que o pau do meu irmão tem realmente uns 20 centímetros, era muito grande, mas eu sempre pensei que talvez era por conta de eu nunca ter visto um pau.
Ficamos conversando assim por horas, com eu analisando o pau dele nos mínimos detalhes, brincando, deixamos até amolecer pra eu ver como era e depois eu deixando ele analisar a minha buceta, pegar nos meus peitos macios. Estava sendo uma experiência muito gostosa e me senti muito a vontade por conta de ser o meu irmão.
“Apaga o que tu gravou, eu deixo você mexer em mim, tá? Mas apaga, isso pode dar merda, isso pode vazar Jonatan” “Ok, amanhã eu apago”
Nessa noite ficamos meio envergonhados então fomos até esta parte e depois vendo as horas fomos dormir.
Cheguei na noite seguinte cheia de planos. Eu não estava pronta pra perder o cabaço ainda mas eu estava louca pra fazer ele gozar. A minha curiosidade era enorme em ver porra jorrar. Era gostosa? Qual o gosto? Qual a aparência? Eu tava louca de tesão pra fazer ele gozar. Fomos pro colégio de manhã e a tarde estávamos sozinhos pois nossa mãe havia ido trabalhar. Era difícil saber qual de nós estava mais ansioso.
Sozinhos na sala de casa com roupa confortável confessei a ele que eu estava louca pra ver ele jorrar e ele confessou que queria me comer kkkkk â?¨â?¨“Jo, você tá maluco? Você não vai me comer, eu sou tua irmã, véi”.â?¨“Mi, você não vai me ver gozar, eu sou teu irmão, véi” Me imitando para provocar “Para, Jô.. injusto. Tu sabe que dói pra caralho e eu não quero perder assim”â?¨“Ok, fazemos assim, você me deixa por só a cabecinha dentro, só pra eu saber como é, e eu gozo pra você” “Vai querer vir com a história da cabecinha? Sério isso?” “Beleza, nada feito então, não quero mais nada”. “Hmmm, tá chorão, mas você goza primeiro” respondi â?¨“Quer engravidar? Tá doida?”â?¨“Tá Jô. Tá. Você tem um ponto. Eu deixo tu por um pouquinho pra gente ver como é, mas quando eu falar você para”â?¨“Claro Mi, não se preocupa, né”
A esse ponto meu coração começou a palpitar. Eu queria muito receber o pênis do meu irmão dentro de mim, mas eu estava nervosa. E uma parte princesa de mim ainda pensava em perder a virgindade com um ser encantado. Mas eu estava tomada pelo desejo. Nos despimos e ficamos meio sem jeito, sem saber de que jeito fazer. Nua, abri bem as pernas na beirada do sofá, sentei sobre a blusinha que eu estava vestindo e falei ah se vire ai, boa sorte. Minha parte estava feita kk. Ele se ajoelhou de frente pra mim no tapete felpudo da nossa sala, ajeitou seu pau na entradinha da minha buceta já bem lubrificada e começou a forçar a entrada bem devagar. Eu sentia a pressão do pau dele tentando me invadir e eu estava pronta para mandar ele parar, mas até aquele ponto eu não estava sentindo dor alguma, bem pelo contrário, eu estava torcendo pra que ele entrasse por completo dentro de mim e enquanto não doesse nada eu não ia pedi pra parar.
Com certa dificuldade minha buceta foi vestindo o pau dele como se fosse uma luva (essa é a melhor forma que consigo descrever), super apertada, e de repente quando olhei mais do que só a cabecinha do pau mas cerca da metade do pau dele já estava dentro de mim, e num movimento continuo quase que em câmera lenta ele foi penetrando cada vez mais fundo. Eu sentia uma mistura de arder com um prazer que eu nunca havia sentido antes. Cravei minhas unhas nos braços dele e tentei só relaxar. Minha buceta sentia espasmos, apertando, soltando e massageando o pau dele. Aquele momento parecia eterno.
Ele foi indo até que senti uma dor super desconfortável, como se fosse uma cólica mas diferente. O pau dele bateu no meu útero. Nesse momento levei como se fosse um choque e gritei, foi super desconfortável. Ele assustou e foi tirando o pau devagar. Quando estava só com a cabecinha ainda dentro eu o segurei, e ele botou de novo, dessa vez mais rápido de novo até no final. Gritei de dor de novo nesse momento, mas era gostoso demais pra parar. Ele começou a repetir os movimentos cada vez mais rápido fazendo minha buceta acostumar enquanto eu delirava de prazer, dor, ardência, tudo ao mesmo tempo. Era sim doloroso mas delicioso na mesma proporção. De repente ele se empolgou e deu uma bombada forte, aí sim, gritei e quase chorei de dor. Não tinha como continuar e pedi pra parar.
Ele saiu de mim e o pau dele estava completamente lambuzado de mim e levemente avermelhado indicando que eu sangrei sim, mas muito pouco. Como havia doído eu perdi um pouco o clima e comecei a sentir cólica. Disse pra deixarmos quieto a parada de gozar e tentar outro dia, ele só entendeu preocupado e acatou o que eu falei. Nos vestimos, fui fazer minhas coisas sem eu conseguir parar de pensar na sensação de ser preenchida. Eu já nem me importava mais com o fato dele ser meu irmão, eu só queria prazer.
Fiquei dolorida daquilo por dias e evitei falar com ele sobre o assunto de novo. Senti nesses dias certo arrependimento, refletia sobre a vida mas ainda assim eu sentia muito tesão. Notei como estocar uma buceta mudou a vida do meu irmão, ele estava positivo, alegre, com energia, como eu nunca tinha o visto antes, ficando muito menos no computador, e aquilo me deixava com mais vontade ainda de tentar receber o pau dele uma segunda vez.
Alguns dias depois estou na cama já para dormir e ele aparece voltando do banheiro de toalha e com o pau completamente duro debaixo dela, fecha a porta e sussurra pra mim:
“Eu tô só esperando o dia que você vai querer sua parte do nosso acordo” Mesmo sabendo exatamente sobre o que ele falava e me encharcando em segundos respondo: “Acordo? Que acordo?” “Você não disse que queria ver o meu pau ‘jorrar’?” Fazendo aspas com os dedos “Não sei se quero ainda” enquanto fingi uma certa resistência “Para, Milena” com tom de reclamação. Eu queria testar os limites dele. “Quando nossa mãe não tiver dormindo no quarto em frente de preferência, né?”
Ele se aproximou de toalha, soltou-a no chão o pau dele saltou balançando para os lados na minha frente.
“Mas escondido é mais gostoso” disse ele, se masturbando lentamente na minha frente.
Senti arrepios da cabeça aos pés. Eu já me sentia pronta naquele momento para recebê-lo dentro de mim e desejava aquele momento mais que tudo, mas eu precisava ser cautelosa. Se nossa mãe vê o negócio iria dar muito ruim mesmo.
“Amanhã, Jonatan. Guarda pra amanhã”.
Dormimos, no outro dia a tarde almoçamos junto com nossa mãe e ela saiu para trabalhar às 13:30. Tínhamos até as 18h sozinhos em casa. Quando a mãe mal trancou a porta o Jonatan baixou o shorts ainda na cozinha enquanto arrumávamos a louça. “Anda, Milena, não quer fazer jorrar?” “Af Jonatan. Ok, vai pro banheiro” “Banheiro?” “Sim, ou você quer gozar pela casa pra mãe descobrir?”
Ele acatou e foi quietinho para o banheiro que era bem ao lado da cozinha enquanto eu terminava de ajeitar as coisas. Terminei, respirei fundo, eu tava muito nervosa e minha ppk piscava toda molhada de tesão. Fui para o banheiro ele estava em pé, nu e se masturbando lentamente. Fechei a porta, tranquei e fui tirando toda minha roupa enquanto ele em silêncio me olhava se masturbando cada vez mais rápido.
Fico de joelhos no chão e o agarro com as duas mãos. Pela primeira vez o coloquei na minha boca. Ele gemeu, fechou os olhos e se contorceu de prazer. Comecei a mamar aquele pau como se fosse o último dia da minha vida, me soltando feito uma puta, feito o vídeo porno mais sujo do qual eu já tinha assistido. Eu o chupava com gosto, agarrando seu pau, o seu saco depilado e caprichadinho pra mim. Ele ficou mais ousado, começou a querer foder minha boca me fazendo engasgar. Comecei a tossir e ainda bem preocupada da nossa mãe voltar buscar alguma coisa. Eu mal conseguia com a cabeça do pênis dele, comecei a tossir muito. Fizemos uma leve pausa.
Comecei a mamar e babava cada vez com mais, percebendo que ele estava quase chegando lá e eu chupando com todas as minhas forças, já cansando, até que senti um gosto diferente surgir na minha língua, seguido de poderosos jatos que foram quase que direto na minha garganta. Me afastei rápido e continuei excitando ele, fazendo mais jatos jorrarem e caírem no meu rosto. Eu estava maravilhada. Era nojento, a consistência horrível e o cheiro ainda pior, mas eu estava adorando. Me lambuzei toda com a porra dele.
Levantei e ele ainda sem saber como prosseguir, nervoso. Liguei o chuveiro e comecei a me limpar.
“Deixa eu tentar meter em você de novo?” Ouvi aquilo e dentro de mim eu saltitava de alegria, era tudo que eu mais queria. Mas nervosa eu ainda queria mostrar resistência. “Não sei, Jo. Me dói” “Mas eu vou devagar, Milena. Por favor.” “Você tá todo cheio de gozo, você sabe que eu posso engravidar né?” “Eu tenho camisinha” o miserável tinha mesmo um jeito. “E tá onde?” “Espera deixa eu buscar”.
Fechei o registro, ele se secou rapidamente e saiu de toalha enquanto eu me secava também. Ele volta, era uma camisinha dessas do SUS roxas de antigamente.
“Como a gente faz?” Perguntei “Não sei, me diz você” nós dois nervosos. “Tá, deixa eu pensar.” Enquanto olhava pelo banheiro.
Me sentei em cima da pia, que era grande de mármore, abri bem as pernas e falei pra ele vir. Ele demorou um monte pra por a camisinha e ainda ajudei.
Ele mirou o pau em mim, eu dei uma lubrificada chupando meus dedos, molhei bem a portinha e ele veio de encontro com a cabecinha do pau na entrada apertada da minha buceta.
“Se tu ouvir qualquer barulho para Jonatan. Vai que a nossa mãe volta?” “Não volta, Milena. Para”
Ao mesmo tempo ele forçou com o quadril e num movimento só me inundou com o pau dele até o final da minha buceta. Senti a leve pontada de cólica novamente, soltei um gemido e ele continuou a entrar e sair. Ele começou a meter em mim mais e mais forte e eu comecei a delirar mais e mais. Aquela tromba grossa arrombando cada cm de mim, era doloroso, ardido mas absurdamente prazeroso. Entre uma metida e outra eu pedia pra ele pegar leve.
“Ai Jonatan, mete com calma”
Quando pedi isso foi como se eu pedisse ao contrário. Algo tomou conta dele. Ele agarrou minhas coxas e começou a meter em mim com toda força que ele tinha. O pau dele estocava no fundo da minha xota e voltava quase saindo de dentro dela de volta e eu comecei a pirar de tesão. Eu tentava me segurar com os braços pra trás ou ter forças pra pedir pra ele parar mas eu não conseguia. Era a experiência mais dolorosa e prazeroso que eu já havia sentido.
Em certo momento eu já não sentia mais dor, eu só queria que ele continuasse metendo em mim o mais forte possível, porque tava muito gostoso. “AI JONATAN, NÃO PARAA, OHHH” comecei a gritar e gemer feito as putas dos vídeos que eu assistia.
No ápice do meu prazer ele não aguentou mais e gozou. Estremeceu em mim e começou a quase chorar de prazer gozando muito. Eu sentia na minha buceta apertada o pau dele pulsando gozando dentro da camisinha. Enquanto isso ele começou a ir pra frente e pra trás com o pau já amolecendo bem devagar e eu desfalecendo de tanto prazer.
Ele segurou a camisinha na pontinha e puxou o pau de dentro de mim, com ela toda avermelhada revelando ainda sangue do meu resto de virgindade que havia sido violado. Minha buceta latejava, doía e aos poucos o prazer começou a se tornar dor, mas eu estava nas nuvens com a experiência.
Tomei banho junto com ele, demos fim a camisinha e ficamos em silêncio apenas pensando em tudo que havia acontecido. Ele tinha tanto tesão ainda em me ver pelada que tomou banho comigo de pau duro roçando no meu corpo o tempo todo.
No final deste dia tivemos uma briga, nada relacionada as nossas experiências mas por outros motivos quaisquer de quem mora junto. No calor do momento soltei. “Nunca mais aquilo lá, Jonatan!! Você tem sorte de eu não falar nada pra mãe. Chega nunca mais Jonatan”.
Passamos muito tempo nos estranhando e aprendendo a lidar com o que havia acontecido.
Um tempo depois com as coisas mais amenos eu o surpreendi com muito tesão, me levantei da minha cama no meio da noite, levando comigo uma camisinha presenteada pela nossa própria mãe e vendo que ele também queria e pela primeira vez cavalguei em cima dele, de porta aberta com nossa mãe no outro quarto dormindo. Isso começou a se tornar uma rotina até que tomamos alguns sustos com nossa mãe perguntando coisas sobre a noite ou levantando para beber água coisas assim.
Jonatan mudou, começou a finalmente mudar e sair com garotas. A perda da virgindade e experiência comigo o motivaram a ter coragem da mesma forma que o mesmo aconteceu comigo. Até um dia brinquei com ele quando sozinhos. “Se não fosse por mim você ainda bateria punheta” “E se não fosse por mim você ainda seria cabaça” ele respondeu com jeito de irmão escroto mesmo.
Avançamos nas nossas vidas e nada mais voltou a ocorrer.


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