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Priminha gostosa no banheiro
Eu e minha família fomos para casa de praia no verão, primas e parentes a casa ficava bem animada. Minha prima Luisa me deu um abraço gostoso e eu aproveitei para sentir aquele corpinho maravilhoso.
— Oi primo! Que saudades de você — disse Luisa me dando um beijão na minha bochecha e me olhou dos pés até a cabeça. — Como você ta gato, tá mais forte ein.
Minha prima era baixinha magra pele bem clara, usa oculos, tinha cabelos lindos, longos moreno e liso, peitos médios e cintura fina com uma bunda proporcional ao corpo mas bem redondinhos e firmes. Ela me olhava com malícia desde da minha chegada e sempre sorridente e tocando discretamente no meu corpo como um carinho. A tarde o pessoal estava lá embaixo, na área de lazer, rindo alto, abrindo umas cervejas, jogando truco. Eu tinha subido para descansar na cama da suíte, exausto da praia, a suíte era um quarto grande com varias camas de solteiro e beliches, os mais jovem e solteiros se acomodavam nesse espaço.
Ouvi o chuveiro desligar, achei que estava sozinho. Depois, alguns segundos de silêncio. E então a porta do banheiro se abriu e Luisa coloca a cara para fora e pergunta.
— Você ta sozinho primo? — disse mordendo os lábios.
Eu disse que estava só e ela saiu enrolada numa toalha branca que mal cobria da parte de cima dos seios até o meio das suas coxas finas. O cabelo estava molhado e rosto corado. Eu me apoiei nos cotovelos para ver melhor.
— Tá tudo bem aí? — perguntei, tentando soar casual.
Ela sorriu daquele jeito que parecia inocente e perigoso ao mesmo tempo.
— Tô ótima. Só… esqueci meu maiô na mala.
Deu dois passos na minha direção, devagar, como se estivesse calculando cada movimento. A toalha estava mal amarrada e dava pra ver que o nó ia ceder a qualquer hora. E cedeu.
Quando ela estava um metros da cama, a toalha simplesmente escorregou. Não foi um puxão brusco. Foi lento, quase cinematográfico. O tecido branco deslizou e revelou os seios, eles eram maravilhoso, os mamilos rosados já estavam endurecidos, depois desceu pela barriga lisa, pelos quadris, e caiu no chão de quarto.
Ela ficou ali, completamente nua, a pele era branquinha sem manchas ou pintas, o buceta sem pelo e exposto, as pernas finas ligeiramente entreabertas como se estivesse me convidando a olhar. Nossos olhos se encontraram. Ela não fez menção de se cobrir imediatamente. Só ergueu uma sobrancelha, fingindo surpresa.
— Ai meu Deus… que vacilo — disse, com uma vozinha de menina que não enganava ninguém. — Sou muito desastrada.
A Luisa queria me provocar, ela se virou de costas e se abaixou devagar para pegar a toalha. Não dobrou os joelhos como uma pessoa normal faria. Ela empinou a bunda na minha direção com as pernas abertas, pude ver cada detalhe da bundinha, do cuzinho e da xoxota rosa tudo perfeito, as mãos deslizando pelas pernas até alcançar o tecido no chão. Eu fiquei só apreciando a curva das nádegas, a linha fina da cintura, a vagina entreaberto brilhando de umidade que não era só de banho. Meu pau deu um pulso doloroso dentro da bermuda.
Ela se endireitou com a toalha na mão, cobrindo somente a frente do corpo de novo, mas de um jeito preguiçoso, deixando um pedaço do seio direito à mostra e a lateral do quadril descoberto. Deu uma risadinha baixa, mordendo o lábio inferior.
— Desculpa… foi sem querer — mentiu, os olhos brilhando de malícia.
Meu coração batia na garganta e eu sentia o calor subindo pelo peito. Luisa aponta para sua mala e diz.
— Você pode pegar o meu maiô rosa por favor — falou com uma voz dengosa.
Eu peguei o maiô, e ela caminhou até mim e ainda segurando a toalha com uma mão só, como se não se importasse de verdade em se cobrir.
— Ei…então…primo… — gaguejou, virando o rosto pra mim com aquele olhar que pedia sem pedir. — Você me ajuda a colocar o maiô em mim por favor.
Eu agachei com o maiô na minha mão na altura do chão. Ela apoiou a mão no meu ombro pra se equilibrar e colocou um do pés, depois o outro. Comecei a subir, passei pelos tornozelos minúsculos dela, subindo devagar pelas panturrilhas, pelos joelhos, pelas coxas, meu rosto colado observando tudo de perto. Antes de chegar na virilha, rocei de leve os dedos na pele quente coxas finas e brancas dela. Ela soltou um suspiro curto, quase um gemido abafado, e Luiza safada soltou a toalha mostrando tudo para mim. A xoxota tava pingando de tesão.
— Ta gostando do que ta vendo? Só você viu até agora — sussurrou.
Não me segurei, larguei o maiô e minha mão foi direto na bucetinha lisinha da Luisa sentindo a pele macia e úmida sob meus dedos. Ela estava muito molhada de excitação e gemia baixinho, encostei meu nariz na barrinha dela e inspirei bem fundo e senti o cheiro doce da pele clara.
Meu rosto foi subindo procurando pelo peitos, e dei um beijo gostoso no mamilo rosa. Luisa deu um pulinho e deu uma risadinha.
— Ai que chupada gostosa — disse baixinho enquanto abraçava minha cabeça contra os seios.
Fiquei um bom tempo chupando e lambendo os seios e dedilhando a buceta da Luisa, saboreando o gosto do suor dela na minha boca, até a gente ouvir um barulho no corredor. Ninguém abriu a porta mas o barulho foi o suficiente pra a gente fugir rápido para o banheiro. Tranquei a porta e fiquei ouvindo se tinha alguém entrando no quarto, ficou um silencio e quando me virei Luísa estava peladinha e não perdi tempo, a abracei e beijei ela na boca com as mãos agarradas na bundinha dela.
Depois a coloquei de costas pra mim e Luísa se apoia na pia, a vista era incrível, o cabelo longo e liso caindo sobre as costas nuas da minha priminha, a cintura fina e a bunda redondinha.
— Vai mete gostoso em mim… por favor — suplicou, olhando por cima do ombro. — Me abre todinha com seu pau.
Segurei o meu pau e coloquei na entrada da vagina, eu molhei a ponta com o mel dela. Fui metendo devagar, o buraco era muito pequeno e sentia o meu pau abrindo ela por dentro centímetro por centímetro. Luísa tremia muito e tapava a própria boca para não gemer alto. A sensação dela se abrir toda pra mim, quente, apertada, pulsando ao redor do meu pau era incrível.
— Ai primo que gostoso!!— ela falou baixo, empurrando o quadril contra mim. — vai coloca até o fundo.
Segurei bem firme com as duas mãos aquela cintura fina e comecei a socar mais forte, estocadas brutas. O som da nossa pele batendo ecoava no banheiro e Luiza gemia alto. Eu empurrei uma última vez, o mais fundo que consegui, sentindo a cabeça do meu pau encostar no fundo dela. Senti o primeiro jato forte sair, grosso, quente, enchendo ela por dentro. Depois o segundo, mais forte ainda, pulsando dentro do canal apertado dela e eu sentia o calor escorrendo pelos lados.
Ela gemeu alto o corpo tremia junto com o meu, a vagina dela apertava forte ao redor do meu pau como se quisesse sugar cada gota. Eu continuei empurrando devagar, instintivamente, prolongando o prazer, sentindo os últimos espasmos saírem enquanto ela se contorcia.
— Ai que delícia! To sentindo você gozar.— falou Luísa me olhando pelo espelho.
Depois de um breve descanso e finalmente retirei meu pau, e logo em seguida um volume grande de porra vaza pela entrada da vagina, coloquei meu dedo dentro pra puxar o excesso de gozo.
— Primo! você gozou muito… — murmurou, a voz rouca, ainda ofegante. — Tô sentindo tudo escorrendo… limpa direitinho tá.
Eu a limpei com papel e ajudei a colocar a roupa de banho nela. O contraste era insano, ela ficou tão linda naquele maiô rosa, a carinha de anjo, e eu tinha acabado de gozar gostoso dentro daquela prima inocente.


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