Por
Tesão na Prima Mais Velha
Bom essa história é real. Eu tinha acabado de completar 18 anos, sempre fui um cara muito tímido e retraído, com quem eu não conhecia direito, mas era brincalhão com as pessoas mais próximas, basicamente outra pessoa.
Nunca me considerei um cara bonito, mas todos na minha família diziam o contrário, eu nunca levei a sério porque eram meus familiares afinal kkkkk. Eu tenho uma prima por parte de pai que é 7 anos mais velha que eu, chamada Jessica, nós “crescemos juntos”, nossas mães eram testemunhas de Jeová e frequentavam o mesmo salão do reino, durante a minha adolescência nós nos víamos durante as reuniões e fazíamos dupla pra ir incomodar os outros em casa dia de domingo (desculpa por isso) então conversávamos bastante sobre varias coisas. Com o tempo eu me afastei da igreja e parei de frequentar, enquanto ela continuava indo, até se batizar e noivar com um cara de lá, o tempo passou e só nos afastamos mais.
Voltando aos fatos, faço aniversario em fevereiro, poucos dias antes do meu pai, por isso, a família da minha mãe que gosta muito de nós dois organizava um churrasco no fim do mês, na laje da casa de minha tia, a gente não podia chamar de aniversario senão minha mãe não ia (coisa da igreja), nessas festas sempre rolava muita cerveja e a bagunça ia até tarde, sempre rolava um samba e a gente se divertia muito, nesse dia minha prima apareceu, ela vestia uma bermuda jeans curta, porém folgada que desenhava muito bem a bunda dela, e um croped branco, ela estava sem o noivo e já chegou cumprimentando todo mundo, me abraçou e pude sentir os seios pequenos e firmes dela, sem sutiã e o cheiro do perfume, aquele Lily da Boticário (não é publi kkkk).
Estávamos num canto um pouco afastados dos demais parentes e conversamos bastante, ela contando sobre a vida e eu falando sobre os meus planos para faculdade, foi uma conversa muito legal rimos e nos reaproximamos bastante, de vez enquanto alguns parentes se aproximavam soltavam aquelas clássicas piadas tipo “agora você pode ser preso” e etc. conversam um pouco com nós dois e se afastavam. Eu comecei a achar estranho porque ela não seguia o mesmo padrão, permanecia perto de mim.
Cerveja e churrasco pra dentro, a conversa já começava a mudar de tom, a medida que o álcool começa a subir pra cabeça e descer pro pau é incrível como a gente fica corajoso e com tesão, ela começou a perguntar sobre as namoradas e se eu já tinha feito sexo, eu disse que já e ela apenas sorriu de canto de boca e me perguntou como foi, a minha primeira vez, eu fiquei sem graça e ela percebeu, dizendo que eu não precisava contar, os detalhes, eu ri e disse que foi algo rápido, a falta de experiência não ajudou muito e que tudo era muito instintivo, diferente do que a gente é acostumado a ver em filmes pornô, onde tudo é coreografado e as coisas sempre se encaixam facilmente. Ela apenas concordou comigo e disse: “espero que já tenha desenvolvido a experiência”, e eu no meu espirito brincalhão soltei um “quer testar?”, ela riu bastante me deu um tapinha no ombro e falou “Você não pode falar assim comigo, eu sou sua prima mais velha”, eu só encarei o rosto dela por um instante, começando a enxergar minha prima com outros olhos, então ela se afastou pra ir buscar mais cerveja pra mim e outra caipirinha pra ela.
Quando ela voltou começou a tocar aquela musica “Supera” de Péricles, e pqp Péricles é foda, no auge do álcool nos abraçamos de lado, ela com o braço sobre meu ombro e eu com a mão na cintura dela e cantamos a musica juntos, aos poucos eu fui deixando a minha mão deslizar (gravidade é foda kkk ) até estar bem proximo da bunda dela, ela continuava a balançar de um lado para o outro com a música, e eu já conseguia sentir minha mão bem naquela linha tênue que separa o que é cintura de bunda.
Talvez pelo perigo de ser repreendido ou por simplesmente estar perto de segurar sua bunda, meu pau ficou duro e eu nem percebi, no fim da música minha mão já tava sentindo aquela bunda que não era gigante mas bem firme, ela me surpreendeu e virou me abraçando forte enquanto dizia: “meu Deus primo eu tava precisando curtir assim”, nesse momento ela deve ter sentido meu pau quase furando minha bermuda e olhou pra baixo soltou um “eita” bem espontâneo e foi quando eu notei a minha ereção, naquela fração de segundo eu só consegui sentir vergonha e imaginar que ela ia sair de perto de mim e contar pra alguém, como todo homem faz eu inclinei a cintura pra trás pra tentar disfarçar enquanto pedia desculpa mas tava muito complicado, ela só disse: “tá tudo bem disfarça esse negócio” ela então virou de costas e se aproximou de mim, pegando minha mão e passando pela cintura dela, a vista de qualquer outra pessoa, eram só primos inocentemente abraçados, curtindo um pagode junto com toda a familia, mas naquele instante meu pau latejava de tesão sentindo aquela bunda deliciosa roçar nele.
O tesão já tinha tomado conta de mim e eu falei baixo no ouvido dela: “prima, desse jeito eu não vou me acalmar, muito pelo contrário” e a safada olhou pra mim de canto de olho e só falou: “você acha que eu não sei?” enquanto mordia o lábio. PQP da onde vinha aquilo?? era real??, eu tava ali com meu pau quase rasgando o short roçando na minha prima mais velha e safada, sem acreditar. Ficamos uns bons minutos grudados parecendo um casal em um show, ela dançava e roçava em mim e eu so conseguia puxar ela mais pra perto pra sentir melhor.
Ela então virou de frente pra mim e falou que era melhor eu ir no banheiro tentar me acalmar, se alguém chegasse perto ia ficar estranho, eu disfarcei como pude e desci as escadas da laje até a casa de minha tia que estava vazia, fui no banheiro e quando abaixei cueca pude ver um rio de pré gozo sujando a minha cueca, limpei o máximo que pude, dei uns tapas na minha cara (é assim que se mede o quanto bebado você está kkkk ) mas meu pau continuava meia bomba, não vou mentir, eu já tava feliz e já tinha material pra minha punheta noturna.
Decidi beber uma água e quando e tava saindo da cozinha ela apareceu lá, tava tudo meio escuro, ela veio na minha direção sem dizer nada, e me beijou, porra que beijo gostoso, meu pau voltou a endurecer na hora, senti ele voltar a melar a minha roupa, o tesão tomou conta da gente, nessas horas você não liga pra mais nada, se é parente ou se não é tudo que você quer é devorar aquela mulher, eu beijava o pescoço dela enquanto ela cravava as unhas no meu e soltava leves gemidos que só me faziam ficar mais doido ainda, eu coloquei a mão direita por baixo do seu cropped e massageie os seios dela, enquanto a pressionava contra a parede com o meu corpo e com a mão esquerda puxava a cintura dela pra ainda mais perto fazendo ela sentir o meu pau roçando por cima da roupa, ela ficava na ponta dos pés e a respiração ofegante enquanto nos beijávamos, eu desabotoei o short dela e aos poucos ia chegando mais perto de sua buceta, tirei minha mão direita dos seios dela e encaminhei para dentro do short, que delicia foi sentir a calcinha dela toda molhada, o corpo dela tremeu ao meu toque, levantei o cropped exibindo seu seio, o mamilo duro que nem pedra me convidava a chupar com vontade e eu não ia recusar o convite, cai de boca naquele peito, chupando com a boca bem aberta como se quisesse engolir, enquanto usava a lingua para massagear o seu mamilo, a respiração dela foi ficando cada vez mais ofegante, meu pau latejava dentro da bermuda e eu tava quase gozando só pelo nível de tesão daquela situação.
Quando comecei a massagear o clitoris dela por cima da calcinha ela se retraiu um pouco e sussurrou “aqui não”, logo após isso ouvimos um mínimo barulho vindo da escada e ela me afastou depressa, todo aquele clima desabou, como se alguém tivesse puxado o tapete e a realidade caísse sobre nós de novo. Ela ajeitou a roupa apressadamente e eu pensei, “foi bom enquanto durou”. Ela se aproximou me deu selinho e falou “depois conversamos”.
Enquanto ela subia as escadas eu sentei na cadeira da cozinha, tentando processar o que tinha rolado, eu sentia o perfume dela na minha barba, cheirei o meu dedo e pude sentir o cheiro doce daquela buceta e sorri na esperança de provar um dia.
Desse momento em diante eu passei a olhar para minhas familiares e parentes com outros olhos (inclusive minha mãe e minha irmã) e tenho mais histórias pra contar nenhuma chega nesse nível mas só de lembrar o tesão já sobe… Se gostarem posso contar do dia que reencontrei a Jessica e fiz ela gozar na minha boca (saudades da minha priminha kkkkk).


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