Novembro 15, 2025

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Tirei a virgindade da minha prima e comi minha tia. (Parte 1)

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Isso que aconteceu foi há uns dois anos, quando eu tinha 22. Desde pequeno, eu tenho uma prima chamada Clara – na época, ela tinha 19. Crescemos juntos praticamente. Eu morava ao lado da casa dela quando era criança, e a gente brincava o tempo todo, éramos inseparáveis. Ela sempre foi meiga, gentil e engraçada. Quando eu tinha uns 10 anos, precisei mudar com meus pais para uma cidade mais distante, onde moro até hoje. Nosso contato diminuiu bastante. Passei a vê-la só duas vezes por ano, no máximo. Teve anos que nem nos encontramos. Mais recentemente, comecei a acompanhá-la pelas redes sociais e vi como ela tinha mudado. Clara é bem branquinha, magrinha, mas com um corpo muito bonito e bem desenhado. Seios pequenos, bundinha empinada e redondinha. O rosto dela é delicado, com cabelo liso preto e curto, até a altura do pescoço. Ela usa aparelho nos dentes e tem um piercing no umbigo que dá um toque rebelde ao visual inocente. Um dia, minha mãe disse que precisava ir justamente para a cidade onde Clara mora, pra resolver um problema de trabalho. Ela perguntou se eu não queria ir junto e passar o final de semana lá com minha prima e minha tia. Achei a ideia ótima, porque já fazia tempo que queria conversar com Clara. Então, fomos. Chegamos na sexta de manhã. Fui recebido pela minha tia – a parte com ela vem na continuação. Minha tia é uma mulher muito bonita, com 39 anos, quase quarentona. Foi mãe solteira desde que Clara nasceu. Ela também é branca – Clara puxou isso dela –, com cabelo liso e longo, rosto bonito. Mas o corpo é bem diferente do da filha. Tia Jade tem um corpo parrudo, uma cavala mesmo: peitos enormes, uma barriguinha discreta, bunda e coxas grandes. Ela tem muitas manchas de sol na pele, que eu acho uma característica atraente. Nunca olhei pra Clara ou pra tia Jade com segundas intenções. Pra prima, por ser família; pra tia, além de ser tia, tem a diferença de idade – embora, na hora do tesão, isso não importe muito. Tia Jade me levou pra dentro e me mostrou o quarto de hóspedes, no segundo andar, ao lado do quarto de Clara. No final do corredor ficava o dela. Coloquei minha bolsa na cama. Ela disse que ia chamar Clara. Eu estava mexendo no celular quando ouvi passos rápidos. Clara apareceu na porta, abriu um sorriso e veio me abraçar. Foi ali que tudo mudou. Eu sabia que ela estava linda pelas fotos, mas pessoalmente era outro nível. Seu cheiro de perfume leve, floral, invadiu meu nariz durante o abraço. A pele dela era macia, quente ao toque, como se estivesse recém-saída do banho. Meu coração acelerou. O sorriso com aparelho me deixou louco. Ela usava um shortinho jeans curto e uma blusa de anime. A gente gosta muito de animes, e isso foi o foco da nossa conversa naquela sexta. Nos abraçamos forte. Sentamos na cama e começamos a falar dos velhos tempos, de como estávamos. Em meia hora, já estávamos íntimos como na infância. Notei que Clara me observava bastante: olhava pro meu rosto, pescoço, braços. Aquele olhar penetrante me deixava nervoso e excitado. Nunca tinha visto ela assim – era uma sensação nova, insana. Ela disse: “Você está muito bonito, sabia? Virou um homem! Você é três anos mais velho, tá com 22, né?” As palavras soaram como um sinal de interesse, mas ignorei e continuei conversando. O dia seguiu normal: almoçamos, falamos de animes à tarde, jantamos. À noite, ela me chamou pro quarto dela pra ver uns episódios. Cheguei e ela estava de pijama: um short de tecido fininho, que realçava as pernas branquinhas e suaves. A blusa regata… cara, sem sutiã. Os seios pequenos marcavam, com mamilos pontudos visíveis sob o pano. Tenho certeza que foi pra me provocar. O quarto estava iluminado por um abajur de luz amarela, suave, que dava um tom acolhedor e íntimo, destacando as curvas dela na penumbra. Custa acreditar, mas custei a me concentrar no anime. Tudo nela me encantava: o corpo, o jeito, o riso. Minha prima, amiga de infância, me deixava com o pau doendo de tesão. Não aguentava mais. Precisava me aliviar. Disse que estava tarde e fui pro meu quarto. Tentei esconder o volume no short. Minha cama era encostada na parede; a dela, na parede oposta. Não sabia que era de PVC – dava pra ouvir tudo do outro lado. Isso não seria problema constante, pois o quarto é de visitas e o ventilador abafa sons. Mas eu não liguei o ventilador. Deitei, tirei o pau e comecei a me masturbar. O tesão era tanto que não contive gemidos. Os sons eram altos – horas de excitação acumulada. Olhava uma foto dela no celular. Quando estava quase gozando, chamei o nome dela e gozei forte. Jatos de porra bateram na parede, fazendo barulho. Foi aí que percebi o PVC. O desespero veio na mesma intensidade do tesão. Será que ela ouviu? Fiquei quieto, esperando reação ou mensagem. Nada. Era umas 22h; tia Jade ainda acordada. Por volta das 23h, quando ela foi dormir, ouvi batidas na porta. Abri. Era Clara. Evitava meus olhos, ruborizada. Perguntou se podia entrar. Afirmei que sim. Ela me olhou, com um sorrisinho de canto de boca: “Você sabia que eu escuto tudo o que você faz aqui dentro?” Meu coração parou. Um misto de excitação e medo. Ela era tímida, mas soltava o verbo quando queria. Continuou: “Escutei tudo agora há pouco, inclusive quando chamou meu nome…” Silêncio no quarto. Estávamos em pé, um de frente pro outro. Tentei justificar: “É que faz tanto tempo que não te via. Você tá tão crescida, tão… gostosa! E esse pijama é apelação, marca tudo!” Ela enrubesceu mais, olhou pro chão, pro pijama, sorriu: “É mesmo, né? Que irresponsabilidade minha.” “Mas o que você quer?”, perguntei. “Você acha que, com todo aquele som e imersão, eu não me excitei ouvindo? Se tiver como… queria ver você fazendo.” Meu pau endureceu no ápice. Nervoso, perguntei: “Tem certeza?” Ela acenou sim. Sentei na cama, costas na parede. Ela também. Tirei o short e a cueca. Meu pau não é grande, mas bonito, na média (14cm). Ela ficou enrubescida, em silêncio. Comecei a me masturbar. Que sensação incrível, sendo observado por ela tão de perto. Ela olhava cada detalhe, cada movimento. Notei que estava excitada; as mãos inquietas. Uma mão sobre o short. Ficou quente. Vi ela se tocando por cima. Quis avançar. Pedi pra tirar a blusa. Ela me olhou, negou. Eu ri: “É injusto só eu com tudo de fora, né?” Ela parou, pensou uns segundos, tirou. Quase gozei ali. Do meu lado, sem blusa, vi os peitinhos lindos. Mamilos durinhos, pontudos. A luz amarela do abajur destacava a pele branquinha, macia, e o piercing no umbigo brilhava sutilmente. Ela beliscava os mamilos, olhando meu pau e meu rosto. Estávamos perto, ombro com ombro, ofegantes. O cheiro dela, misturado a um suor leve de excitação, me enlouquecia. Não aguentei: passei a mão nos seios. A textura era sedosa, quente. Ela olhou nos meus olhos: “Pode fazer o que quiser.” Parei a punheta. Comecei a chupar os mamilos – um na boca, outro beliscado. Ela gemeu baixinho, o som ecoando no quarto quieto. Ficamos assim uns dois minutos. Vi ela se tocando. Coloquei a mão sobre o short dela, olhei nos olhos: “Tira.” Ela levantou, tirou. Ficou em pé, nua na minha frente, me olhando com a boca entreaberta. Sem palavras. Corpinho delicioso: branquinha, magrinha, mamilos pontudos, seios pequenos, barriga definida com o piercing reluzindo na luz amarelada. Só uns pelinhos na buceta – parecia depilada há dias. Sentou ao meu lado. Começamos a masturbar um ao outro. Eu no clítoris dela, sentindo o calor úmido; ela me punhetando, a mão macia e firme. Durou uns cinco minutos. Ela gemeu mais, respiração ofegante. Gozou: corpo tremendo, segurando meu braço com as duas mãos. Esperei ela relaxar. Disse: “Eu ainda não gozei.” Tímida, perguntou o que eu queria. Sugeri: “Não pode se agachar e bater uma pra mim?” Ela sorriu: “Você é muito safado, sabia?” “Olha quem fala.” Ela se ajoelhou. Meu pau bem perto do rosto dela. Batia com intensidade, observando detalhes. Senti o gozo vindo. Anunciei: “Vou gozar.” Gozei forte – uns dez jatos. Como disse em outro conto, gozo muito desde novo. Ela ficou surpresa, mordeu o lábio: “Nossa…”

O quarto ficou em silêncio por uns segundos. A luz amarela do abajur ainda iluminava tudo de forma suave, destacando o brilho no piercing do umbigo dela e a pele branquinha suada. Meu pau ainda latejava, meia bomba, e eu sentia o cheiro misturado de excitação no ar – um aroma doce e salgado, como suor fresco com um toque do perfume floral dela. Clara se levantou devagar, ainda nua, os olhos baixos, corada como nunca. Eu me sentei melhor na cama, tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Meu Deus, o que a gente fez? Ela é minha prima, sangue do meu sangue. Cresci brincando com ela, dividindo segredos de criança, e agora… isso? Uma voz na minha cabeça gritava que era errado, que parentesco assim não se mistura com tesão, que isso podia estragar tudo pra sempre. Mas ao mesmo tempo, olhando pra ela ali, com aqueles peitinhos pequenos e pontudos, a barriga definida e aquela bundinha redondinha, o tesão voltava com força total. Era uma confusão louca na minha mente: culpa misturada com desejo puro, como se meu corpo não desse a mínima pro que a razão dizia. Eu queria ela mais do que nunca, loucamente, como se nada mais importasse. Ela sentou do meu lado de novo, ombro colado no meu, a pele quente e macia roçando na minha. “Isso foi… intenso”, ela murmurou, voz baixa, evitando meu olhar. Eu ri nervoso: “Intenso é pouco. Mas Clara… a gente é primos. Isso é loucura, né? Tipo, o que a família ia pensar?” Ela assentiu, mordendo o lábio de novo, mas seus olhos voltaram pros meus, cheios de uma mistura de vergonha e fogo. “É, eu sei. Toda hora penso nisso desde que te abracei mais cedo.

Mas… não consigo parar de te querer. É como se o tesão fosse mais forte que tudo.” Aquelas palavras me acertaram em cheio. A confusão dela espelhava a minha, e isso só aumentava o calor. A gente ficou ali, quietos, respirando pesado, o ar do quarto parecendo mais denso, carregado de eletricidade. Não aguentei. Puxei ela pro meu colo, sentindo o peso leve do corpo magrinho dela sobre as minhas pernas. “Então vamos continuar essa loucura”, eu disse, voz rouca. Comecei a chupar os mamilos dela de novo, alternando entre um e outro. A textura era incrível – durinhos, quentes, com um gosto levemente salgado do suor. Eu lambia devagar, circundando com a língua, depois sugava forte, sentindo ela arquear as costas e gemer baixinho. O piercing no umbigo roçava na minha barriga enquanto ela se mexia, e eu desci a mão pra acariciar a pele lisa da barriga dela, sentindo o metal frio contrastando com o calor do corpo. Ela segurava minha cabeça, os dedos enfiados no meu cabelo, puxando de leve. “Ah… isso é tão bom”, ela sussurrava, a voz tremendo. Desci mais, beijando a barriga, lambendo ao redor do piercing – o gosto metálico misturado à pele suave me deixava ainda mais louco. Empurrei ela deitada na cama com cuidado, abrindo as pernas branquinhas. A buceta dela estava ali, rosadinha, com aqueles pelinhos ralos, úmida e brilhando na luz amarelada. O cheiro era inebriante, doce e almiscarado, puro tesão feminino. Comecei a chupar devagar, a língua no clítoris, sentindo o calor úmido e o gosto salgadinho. Ela gemeu mais alto, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça. “Por favor… não para”, ela pediu, ofegante. Eu alternava: lambia devagar, depois sugava o clítoris, enfiando a língua dentro dela, sentindo as contrações. Meu pau já estava duro de novo, doendo de vontade, mas eu queria prolongar isso, sentir cada detalhe dela. No calor do momento, com ela gemendo e se contorcendo, subi o corpo e nossos rostos se aproximaram.

Os olhos dela estavam vidrados, cheios de desejo e confusão – a mesma que eu sentia. “Eu te quero tanto, prima…”, eu murmurei, e então a gente se beijou pela primeira vez. Foi explosivo. Os lábios dela eram macios, quentes, com um gosto doce do aparelho nos dentes roçando de leve. A língua dela encontrou a minha, tímida no começo, depois voraz, dançando num ritmo frenético. Era como se todo o tesão reprimido explodisse ali: o beijo era molhado, profundo, com gemidos abafados. Senti um arrepio na espinha, o coração acelerado, como se aquele beijo selasse a loucura toda. A confusão mental voltava – “Isso é errado, mas foda-se” – mas o tesão vencia, me fazendo apertar o corpo dela contra o meu, sentindo a pele suada colando. Paramos o beijo pra respirar, ofegantes. Ela me olhou nos olhos, corada, e disse baixinho:

“Espera… tem uma coisa importante. Eu sou virgem.” Meu coração parou por um segundo. Virgem? Minha prima, ali nua na minha cama, confessando isso. A confusão bateu forte de novo – tesão misturado com uma responsabilidade louca, tipo “não posso machucar ela, mas quero tanto”. “Tem certeza que quer continuar?”, perguntei, voz trêmula, mas meu pau latejando contra a coxa dela. Ela assentiu, mordendo o lábio: “Quero sim. Com você, agora. Apesar de tudo.” Aquilo me enlouqueceu de vez. Posicionei meu pau na entrada dela, sentindo o calor úmido. Entrei devagar, centímetro por centímetro, pra não doer. Ela gemeu, as unhas cravadas nas minhas costas, o corpo tenso no começo. “Vai devagar…”, ela pediu. A sensação era insana – apertada, quente, como se fosse feita pra mim. A confusão mental ainda rodava na cabeça: parentes não deviam fazer isso, mas o tesão era avassalador. Comecei a meter ritmado, devagar no início, sentindo ela relaxar e começar a rebolar de leve, gemendo meu nome.

“Ah… prima, você é deliciosa”, eu disse ofegante, acelerando aos poucos. A gente ficou assim por vários minutos, socando sem parar, olho no olho o tempo todo. O suor pingava do meu corpo pro dela, escorrendo pela pele branquinha, misturando com o dela e deixando tudo mais escorregadio e quente. Eu via nos olhos dela aquela mesma confusão – desejo puro, mas com um toque de culpa – e isso só me deixava mais louco. Acelerei o ritmo, metendo mais fundo, sentindo o calor apertado dela me envolvendo inteiro. Ela gemia alto agora, as pernas enroladas na minha cintura, puxando mais pra dentro. “Mais… não para”, ela pedia, ofegante, o rosto suado e corado. O quarto estava um forno, o ar cheio de cheiro de sexo, os sons de pele batendo em pele ecoando. Parecia que o tempo parou ali, só nós dois nessa loucura. Depois de uns bons minutos assim, intensos e suados, eu gozei dentro dela, forte como nunca, foi o orgasmo mais intenso que já tive, parecia que meu pau não parava de gozar nunca! Então ela perguntou se eu não podia continuar socando assim mesmo, pois ela estava quase lá. Seu desejo era uma ordem, mesmo tendo acabado de gozar, fui com toda a intensidade que podia. Seus gemidos cada vez mais intensos, suas unhas arranhando minhas costas, por fim ela sussurra “to gozan…” antes que ela termine a frase eu sinto a buceta contraindo e ela se tremendo toda. Depois, ficamos ali abraçados, suados, processando a bagunça na mente.

Até hoje, mesmo eu sendo casado atualmente(sim, sou casado com 24 anos), quando encontro com minha prima ainda rola algumas safadezas.

Nesse mesmo final de semana, eu descobri que minha tia não estava dormindo porra nenhuma, e a porta do quarto também não estava fechada, e sim encostada. Advinha quem ouviu e viu tudo? Tia Jade! O que aconteceu no dia seguinte fica pra parte 2!

Quem entrar em contato no PV vai receber umas informações adicionais sobre o conto.

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