Novembro 26, 2020

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Um culto incestuoso

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Tenho dezesseis anos de idade, meu cabelo curto preto, meus olhos marrons, meu tamanho típico de um jovem de dezesseis anos. Meu corpo físico não é nada musculoso, meu corpo é bem comum que é típico de alguém da minha idade. Vindo de uma família nobre como a minha, tive uma vida pretérita muito boa com uma boa educação da mais refinada ordem educacional. Eu diria que possuo status mais que suficiente para casar com uma pequena princesa do reino, já recebi outras propostas de casamento mas que minha mãe como cabeça da família mandou recusar todas essas propostas. Segundo ela, nossa família não se relaciona com membros de outras famílias já que segundo a mesma nossa linhagem é especial, uma verdadeira linhagem que fazem reis mas que não tivemos nenhum rei em nossa família por causa das regras de nossa família. Devo casar com alguém que pertence a nossa família, mas que essa pessoa deve possuir o mesmo sangue que o meu. No momento não tenho primas muito menos de irmãs para poder casar, é comum em família de nobres que eles se casem com os membros de suas próprias famílias por questão de interesse econômico. Mas no meu caso está mais ligado por questões e linhagem familiar, no meu quarto eu passo o resto da noite lendo livros ou vendo televisão. Não há muito o que se fazer depois de passar uma manhã e tarde na escola estudando, todos os meus afazeres já são deixados prontos assim que chego em casa então logo eu fico livre lá pras seis horas adiante.

– Jovem mestre, a madame requer sua presença para a janta. –

– A mamãe quer jantar comigo, isso é bem raro, algo está acontecendo ? – Perguntei para minha empregada. –

– Não posso dizer jovem mestre, a madame requer sua presença e eu como sua empregada não cabe a mim perguntar para a madame o que ela quer do senhor. Por favor venha comigo. –

Saí do meu quarto curioso para saber o que minha queria comigo na janta, a janta é uma ocasião em que ela muito raramente ela está presente já que como a cabeça da família que ela é, a mesma tem que participar de muitos eventos sociais. Seria meio que minha obrigação participar deles mas que eu não participo pois tenho aulas de manhã e tarde onde também faço meus afazeres da escola. Lógico é desculpa da minha parte de não querer ir para eles já que teria que dar desculpas de não ir para visitas pessoais. Ser nobre é cansativo, ter que participar de disputas onde na maior parte das vezes resulta em prisão por traição, logo não gosto de ficar sendo conhecido nesses eventos em que a mãe participa.

Chegando na sala de jantar vejo a mãe usando um belo vestido vermelho com um par de luvas brancas, sua elegância é materializada até na hora de comer um bife da mais alta qualidade. Seus seios são tão divinos quanto sua beleza e eu tenho sorte dela ser uma mãe nova já que me teve muito cedo, com seus catorze anos ela me teve bem cedo o que também é comum no mundo da nobreza. As famílias nobres se preocupam muito em deixar um herdeiro pronto para planos futuros como também planejar seus casamentos e seu futuras heranças. Não fui diferente de muitos nobres que conheço, mas mamãe mesmo me tendo cedo ainda mantém seu belo corpo natural em dia sem qualquer cirurgia. Seus cabelos pretos longos chegando até a metade de sua coluna, lábios pintado de um belo vermelho sangue. Dentes brancos onde seu sorriso deixa qualquer jovem nobre desejando sua carne e eu não estou de fora dessa lista.

– Sente-se filho, tenho algo a dizer.- Ela falou inexpressiva. –

Mamãe é uma mulher de poucas emoções, é super raro e vê-la sorrir, franzir a testa, mostrar surpresa por algo. Sua frieza só fica mascarada por sua beleza e nobreza, ao menos isso ela tem de sobra para esconder sua gelada expressão. Não que isso me incomode pois já estou acostumado a ter ela com esse rosto tem anos então para mim isso não é um problema. Minha mãe só uma mulher em que não consigo saber o que ela está pensando, enquanto isso as empregadas terminaram de montar minha mesa e servir meu pedaço de bife onde então me sentei e esperei ela falar o que tinha para falar.

– Agora que está sentado devemos falar sobre situação. –

– Minha situação ? Não entendo mãe. – Questionei confuso. –

– Sim, você já está apto a ser um adulto e um chefe de família. Para isso reservamos que sua prima, lembra dela ? – Ela me perguntou sem mudar sua expressão. –

Terminando de mastigar um pedaço de carne respondo.

– Sim. –

– O dia já foi marcado, temos uma cerimônia pronta para você amanhã a noite. Você vai casar com ela conforme nossa tradição. –

Fiquei desconcertado com a informação repentina, casar simplesmente do nada não estava em meus planos apesar de saber que minha família tinha suas tradições de casar cedo. Minha mãe casou cedo, então eu casar cedo também não seria um problema acredito eu. Levou alguns minutos para eu digerir tudo o que ela disse e fiquei impressionado por uma minha mãe não cortar qualquer pensamento da minha cabeça, não sei se ela está deixando eu compreender o significado de suas ações ou se está esperando que eu questione o motivo de casar cedo.

– Minha prima….. Está ciente de que ela vai casar comigo ? –

– Ela está sendo informada da mesma maneira que você está sendo informado através de mim. Se prepare para amanhã, qualquer coisa que tenha que fazer no dia seguinte adie. –

– Entendi mãe. –

– Ótimo. –

O restante da janta foi um silêncio como o de costume, só de pensar que finalmente participarei de um evento da família me deixa emocionado mesmo esse um evento de casamento de nossa família onde eu serei o centro do evento. Pelo que ouvi dos meus parentes dos vários eventos que ocorrem no interior profundo de nossa mansão, todos os parentes sempre que podem vir eles vem sem qualquer falta. Meus parentes fazem muitas coisas que eu fico duvidando que são verdades, no entanto saberei o que é real ou não quando após casar eu poderei participar de outros além do meu casamento.

No dia seguinte chegando a noite meu coração estava batendo como louco, as empregadas estavam indo e vindo recebendo todos os meus parentes que chegavam. Vi desde meus primos e primas, meus tios e avós. Minha mãe estava na linha de frente recebendo todos eles com um profissionalismo esperado de um chefe de família, meus parentes iam conversando com minha mãe sobre os assuntos da família e notícias do mundo da nobreza. É claro que também fui recebido por elogios dos meus parentes parabenizando pelo meu casamento com minha prima, só tenho uma prima e os outros primos são todos rapazes de mais ou menos minha idade. Meus primos estavam falando de como eu era sortudo por poder casar com a única prima da família e que eles terão que casar com suas irmãs para poder assumir uma família. Apesar de nossa conversa descontraída ainda sim estava mais que nervoso pelo que virá depois de alguns minutos de conversa, mais tarde meus parentes sumiram na mansão deixando minha mãe e eu na casa. Acredito que todos foram para o local que haverá a cerimônia.

– Vamos indo, sua noiva está esperando. –

– Certo. –

Meu coração batia loucamente, desde de manhã cedo até as horas de aula minha cabeça corria para outro lugar. Não conseguia pensar na matéria que os professores passavam no quadro, somente no fato de que eu iria casar com minha prima. O triste disso é que não poderia namorar na escola com uma garota, ou mesmo receber um chocolate do dia dos namorados. E mesmo que houvesse uma garota interessada em namorar comigo eu não poderia devido a tradição de minha família. Enfim, fomos então indo para o lugar que seria o local do meu casamento que era o interior secreto da minha família. O lugar não era nem cavernoso nem sombrio, mais um corredor subterrâneo bem iluminado e bem cuidado. Quanto mais chegava da porta que sediaria meu casamento eu estava ficando mais e mais nervoso, minha mãe estando ao meu lado caminhava sem qualquer hesitação não me dizendo nada do que ocorreria. Mais alguns segundos de caminhada meu coração batia loucamente quase saindo da minha boca onde então os que segundos que pareciam horas finalmente me fizeram chegar na porta. Minha mãe tomou a frente abrindo a porta para mim, ao vislumbrar o lugar vi uma menina nua deitada num altar de pedra rodeada por pessoas vestidas com suas roupas formais. Eles usavam máscaras escondendo seus rostos, entrando no lugar meus olhos foram correndo para todo o ambiente onde vi os meus parentes usando máscaras sem exceção. Lógico, minha mãe está sem pois deve ser porque ela é líder da família. Minha prima que está deitada no altar de pedra está com sua máscara revelando seus lábios pintados, seus mamilos rosados estavam expostos para os membros da família. Seu pêlo pubiano rasinho devido a sua idade de treze anos, ela se mantinha deitada sem olhar para meu lado.

– Queridos membros de nossa adorada família, estamos aqui para testemunhar a formação de uma nova família dentro de nossa árvore. Nossos dois frutos estão prontos para amadurecer e serem colhido por nós, essas duas frutas renderão a nossa família outros frutos que deixaram nossa família ainda na história de nossa nação. –

Os membros da minha família ouviam tudo em silêncio, minha mãe falava com uma autoridade que nunca eu mesmo ouvi ela falar assim. Sua voz continha a mais plena autoridade como cabeça da família, se existe um ideal de mulher que quero ter com certeza é minha mãe como exemplo. Ela continuava seu discurso sobre a importância de manter nossa família unida não importando as adversidades sobre nós e de como devemos seguir nossas tradições como nossos antepassados sempre fizeram. Enquanto ela falava eu via que meus parentes ouviam com certa excitação no rosto, pude ver pequenos sorrisos formando em seus lábios. Minha prima ainda deitada na pedra se mantéu na mesma postura me deixando impressionado por sua firmeza de ser olhada nua por todos os presentes.

– Agora, meu filho precioso, colha a fruta de sua prima. Faça sua prima amadurecer com sua espada. –

– Eu não…. Entendo… – Eu disse confuso com suas metáforas para alguma coisa. –

– Faça dela sua mulher, faça seu meio sangrar assim fazendo a fruta amadurecer e com isso você também amadurecendo. –

Minha cabeça girou e no meio do que ela disse consegui entender o que ela queria, se esse é um casamento logo deverá de ter um sexo onde eu perderia minha virgindade junto com minha prima. Minha prima é uma menina com seus trezes anos tendo ela peitos rasos, mamilos rosados, seus pêlos pubianos rasos, pernas finas típico de uma garota nobre que não come com prato cheio. Apesar de estar sob o olhar de todos, minha mente sabia o que eu deveria fazer onde eu então começo a tirar minha roupa ficando nu na frente de todos. Minha mãe assistia tudo com tranquilidade onde ela mantinha seu olhar gelado como sempre, ninguém dava um pio na minha cerimônia de casamento se é que posso chamar isso de um casamento. Minha prima se chama Lorena e ela se mantinha no seu lugar esperando eu começar, me aproximando de Lorena pude ver ela de cima enquanto ela estava deitada, seu pescoço agiu fazendo seu rosto tampado pela máscara se virar para mim. Nisso eu meio que dei uma leve estremecida, sua pequena boca formou um sorriso o que acabou me deixando levemente desconcertado. Meus dedos coçaram para tocar sua pele branca onde fui com devido cuidado ir deslizar ele para sentir a carne dela, fiquei mais impressionado ainda pelo fato da carne dela ser tão macia. Meus dedos foram dançando suavemente em sua carne onde ela não me impediu de fazer o que eu fazia, pressionei os meus dedos na carne afundando a mesma suavemente . A parte pressionada deixou uma leve marca vermelha dos meus dedos, traguei saliva montando meus próximos passos. Meu pênis ereto batia na pedra gelada do altar, mas deixei de lado o incômodo indo com meus dedos nos seios rasos de minha prima. Minha unhas fizeram o primeiro contato com os mamilos dela, fiquei impressionado pelos mamilos dela ficarem duros com meu toque pois sempre acreditei que os mamilos das mulheres mesmo ficando ereto eram na verdade duros. Deis uma leve beliscada neles o que fez com minha prima desse leves gemidos, meus olhos arregalaram com um som tão excitante que eu só ouvia nos vídeos pornôs. Fui brincando com seus mamilos por alguns minutos e minha prima se contorceu na pedra fazendo suas pernas se contraírem e esticar. Tenho que dizer que foi divertido ver ela se contorcendo segurando seus lábios para não soltar os bonitos gemidos de sua boca, então uma ideia louca passou por minha cabeça fazendo com que eu fosse chupar um dos seus mamilos, na primeira vez que eu havia vistos seus mamilos rosados, eu tive vontade de chupar eles como os atores pornôs faziam com suas atrizes. Estiquei minha língua onde meu corpo fez noventa graus para poder chupar suas pequenas tetas, foi aí aí que minha prima se contorceu não conseguindo segurar seus gemidos. Meus dentes mordiam seus caroços rosados, eu usei a ponta dos meus dentes para apertar a ponta do mamilo dela. Minha mão livre me permitiu brincar com seu outro mamilo, meus olhos se mantinham abertos vendo suas pernas se contorcendo com seu corpo se revirando. Isso também em permitiu ver meus parentes me olhando com bastante seriedade.

Fiquei um pouco sem jeito olhando para eles onde então mantive meus olhos fechados enquanto chupava o mamilo de minha noiva. Depois de brincar com eles por um pouco finalmente chegou a hora de penetrar ela.

– Fique de quatro. – Eu falei no ouvido dela. –

– Sim meu amor. –

Ela me obedeceu e ouvir ser chamado de meu amor fez meu coração quase sair do corpo, nos pornôs as mulheres falam isso para deixar seus parceiros excitados e pra mim ouvir isso não só me deixou excitado como cheio de desejo por ela. Nunca imaginei que ela diria algo tão ousado na frente de todos, bem, já é ousado o suficiente estar fazendo sexo na frente de meus familiares. Com ela ficando de quatro na pedra do altar eu subi para o mesmo ficando de joelho na pedra dura, senti a pedra gelada em meus joelhos me causando um pequeno incômodo. Não sei da onde saiu tanta confiança para fazer o que estou para fazer, mas algo dentro de mim tem me falado para fazer isso com gosto. Meu coração batia loucamente, um escorrego do meu suor desceu pela minha testa para baixo. As nádegas da minha noiva e prima estando apontadas para mim me deixaram em êxtase, minhas mãos foram então fazer contato com a carne macia dela. Nunca havia experimentado uma maciez tão satisfatória antes, a suavidade da carne, o calor da mesma passando para as palmas das minhas mãos. Cada parte do meu corpo está ativada ao máximo, minhas unhas roçam a pele branca da minha prima com certa grosseria de amador como sou. Vejo seu ânus que tanto me intriga, a ponta do meu dedo indicador pulsar de uma maneira que me faz querer enfiar dentro dele onde eu acredito que tenho toque. Sigo a vontade do meu corpo onde eu com meu dedo levo ele para o buraco anal dela, a ponta da minha pequena unha faz contato com o buraco e percebo minha noiva dar uma leve estremecida. Não se se foi de medo ou foi de susto, mas isso não me impediu de enfiar dentro do buraco dela. Com um pouquinho de força faço com que meu dedo então entre no buraco, minha noiva reagiu de uma maneira que nunca esperei onde ela começou a dar leves estremecidas e s contorce de uma lado para o outro. Olho ao meu redor e todos os meus familiares continuam da mesma maneira, olho para minha mãe vendo ela me olhando sem qualquer expressão como sempre. Parece que não fiz nada de errado parecendo ser o fato de ter meu dedo dentro dela um estímulo muito forte para seu corpo novo, vou enfiando mais ainda meu dedo fazendo com que meu osso do meu dedo indicador entrasse e aí minha noiva começou a se contorcer mais ainda. Sua pequena boca manifestou gemidos dos mais variados, ela parecia querer dizer alguma coisa mas que meu dedo girando dentro de seu ânus não deixava ela formar alguma palavra.

Vi em alguns filmes pornôs de atores fazendo isso nas atrizes e de fato suas reações sofrendo um sexo anal deixava elas realmente de um jeito estonteante, senti o interior dela algo estranho. Diziam que o interior de uma vagina é bem molhada e macia, mas realmente é verdade que o ânus carece desse molhado, só tendo a parte macia dentro dela. Fiquei viciado em ficar bulinando o ânus dela por alguns minutos, sentir meu dedo sofrendo a força do empurrão do seu órgão excretor querendo repelir meu dedo foi uma sensação fantástica.

– Querido… Eu tô quase cagando…. Por favor….. Pare um pouquinho, só um pouquinho….. Vamos fazer isso…. Em outra noite……. Não quero…… Cagar na frente de todos…… – Minha noiva implorou com dificuldade. –

Me toquei que havia exagerado no que fazia onde então tirei meu dedo com certa pressa, minha noiva parece que havia perdido as forças e com isso ficou com parte do seu corpo deitada enquanto mantinha sua bunda inclinada para mim. Apesar dela está ainda se recuperando do forte estímulo do meu dedo ter entrado dentro dela, eu queria fazer mais coisas com ela. Não parece que eu tenho um limite de tempo para fazer as coisas, meus familiares e mãe estão vendo tudo com maior tranquilidade do mundo. Pelo visto terei toda noite disponível para fazer o que eu quiser com minha noiva na frente de todos.

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Uma resposta

  1. anônimo

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