Setembro 29, 2025

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Viagem em família - Parte 2

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Não pude evitar olhar pro pau de Ryan e ele percebeu isso, deu um sorriso e disse:

— Já tá adivinhando a prenda, Rafa? Mas quem vai começar, Augusto?

Augusto riu também e disse:

— Aqui não, vamo lá pro quarto e a gente decide.

Fomos os três pro quarto onde tinha a beliche, chegando lá Augusto trancou a porta e Ryan falou:

— Vamos fazer assim, pra ser mais rápido vamos os dois de uma vez.

— Beleza. Que que eu tenho que fazer? — Perguntei um pouco ansioso.

Ryan tentou falar com mais cautela mas Augusto interrompeu dizendo:

— Vai ter que chupar nós dois.

Eu arregalei o olho e disse indo em direção a porta:

— Ta maluco, não vou fazer isso cara.

Ryan me segurou, me jogou com força sentado na cama:

— Você que quis entrar, não seja moleque.

Ele tirou o pau pra fora e aproximou de mim:

— Vai logo.

Augusto também se aproximou colocando a mão na bermuda. Ryan aproximou ainda mais o pau do meu rosto, me distrair por um segundo olhando pra cabeça vermelha latejando do pau dele, quando desviei o olhar pro outro lado, Augusto já estava com o pau pra fora também perto da minha cara. Eu estava cercado por dois paus grandes e não sabia o que fazer. Ryan segurou minha cabeça, eu estava perdido e me deixei levar, ele fez com que minha boca encostasse no pau dele e eu abri sentido a textura da glande na minha língua. Augusto pegou a minha mão e levou até o pau dele iniciando um movimento de vai e vem, quando ele largou eu continuei automaticamente.

Ryan forçava o pau a entrar e sair da minha boca guiando minha cabeça, a sensação da glande na minha boca foi ficando cada vez melhor e de repente eu já estava deslizando a ligua enquanto ele entrava e saía, senti outra mão na minha cabeça, Augusto puxou meu cabelo tirando todo o pau de Ryan da minha boca, fez um estalo e ele riu dizendo:

— Alguém tá gostando de chupar né, minha vez agora.

Augusto não precisou forçar, eu fui em direção ao pau dele e com a língua pra fora coloquei a cabeça na boca, como era mais grosso eu senti mais dificuldade, puxei o pau de Ryan e comecei a punhetar.

— Que boquinha gostosa — disse Augusto gemendo.

Ryan chegou mais perto e eu comecei a revezar, estava com os dois paus em cada uma das mãos e chupava um de cada vez, os dois mordiam os lábios e gemiam, aos poucos eu percebia o que eles mais gostavam e fazia para ver eles se contorcendo.

Augusto começou a segurar minha cabeça de forma que eu não conseguia mais controlar, entre tirou o pau da minha boca e se punhetou mais um pouco, ele segurava meu rosto e direcionava o pau pra mim, com um gemido grosso ele gozou no meu rosto, o líquido quente esguichou até na minha testa, depois na bochecha e mais concentrado nos meus lábios, sem pensar eu resolvi abrir a boca e um pouco da porra do meu irmão entrou, eu senti o gosto meio salgado e a textura quente tomando conta da minha boca Ryan viu e falou:

— Olha só, acho que descobriu um novo gosto hein Rafa.

Eu não respondi, virei e comecei a chupar Ryan de novo, ele gemia e me incentivava, enfiava o pai mais fundo na minha boca. Quando ele percebeu que ia gozar, tirou o pau e perguntou:

— Quer que eu goze na sua cara também ou quer tudo na boca

— Na boca. Eu respondi, queria sentir aquele sabor de novo.

— Põe a língua pra fora

Eu coloquei e não demorou até ele gozar forte na minha boca, eu consegui aguentar os dois primeiros jatos, fechei a boca e engoli todo o leite. Mais dois jatos foram no meu rosto. Ali eu descobria minha paixão por beber leite de macho.

Ryan bateu duas vezes o pau na minha língua derrubando as últimas gotas.

Eu fiquei olhando pra eles sem dizer nada. Ryan olhou pra Augusto como se passasse algum recado. Ali eu iniciava toda minha carreira naquele clube.

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