Meu fim de semana mais quente (e sozinha)
Cara, esse último mês tem sido fogo. Toda solteira, sabe como é? A vontade aperta, a cabeça fica cheia de imagem, e a noite, depois de tanto ver pornô na internet, eu acabava com o clitóris latejando, inchado de tanto me tocar. Chegava a um orgasmo? Chegava, claro. Mas terminava exausta e com uma sensação de vazio, literalmente. Tava precisando, precisando muito, de ser penetrada. De sentir algo me preenchendo de verdade, você me entende?
Aí veio a sexta-feira. Fui fazer as compras da semana no supermercado, naquela missão chata de pegar arroz, feijão, essas coisas. E foi no corredor das hortaliças que eu dei de cara com eles. Pepinos. Mas não eram uns pepinos normais, não. Eram uns monstros, enormes, grossos, com um verde bem escuro e vibrante. Pareciam feitos sob medida para outra coisa que não salada. Será que eles sempre estiveram aí e eu, que nunca tinha estado tão louca de tesão, nunca tinha reparado? A curiosidade bateu, uma ideia começou a coçar na minha mente… e eu não resisti. Peguei três. Escolhi os mais retos, de casca lisa.
Na hora de passar no caixa, deu até uma vergonha, mas o tesão era maior. Só que aí pensei: “Se vou fazer, vou fazer direito”. Passei na farmácia no caminho de casa. Comprei um lubrificante íntimo, daqueles de água, bem neutro. E, numa ousadia que me fez rir sozinha na rua, uma caixa de camisinhas tamanho triplo X. A embalagem era ridícula, parecia coisa de filme besta, mas na minha cabeça, era parte da brincadeira, da fantasia.
Chegando em casa, a ansiedade era tanta que nem guardei as compras direito. Deixei os mantimentos na cozinha, mas levei os pepinos, o lub e as camisinhas direto para o meu quarto, como se fossem um tesouro. O fim de semana mal tinha começado e eu já sabia como ia passar.
E que fim de semana, meu Deus. Foi uma maratona de puro prazer solitário. Eu lavava um dos pepinos com um cuidado extremo, passava a camisinha (sim, usei, segurança em primeiro lugar até com legumes!), lubrificava tudo muito bem… e partia para o ataque. A primeira vez que enfiei, devagar, sentindo aquela grossura me abrindo por dentro, foi uma revelação. O corpo todo tremeu. Conseguia controlar o ritmo perfeitamente: devagar quando queria sentir cada centímetro, rápido e profundo quando a onda do orgasmo vinha chegando. Me excitei tanto que nesse sábado, acho que gozei umas cinco vezes fácil. Era como se todo o tesão acumulado do mês estivesse explodindo de uma vez.
No domingo, eu já estava confiante. “E se eu subir a aposta?”, pensei. A loucurinha do momento. Peguei dois pepinos. Lubrifiquei tudo com ainda mais generosidade, meu corpo já todo molhado de excitação. Foi uma sensação de preenchimento total, selvagem, que eu nunca tinha experimentado. Com as duas mãos, eu controlava o ritmo de cada um, alternando entre o meu coño e o meu cu. Os dois deslizavam como seda, o lubrificante e meu próprio tesão fazendo a mágica. Me senti poderosa, dona absoluta do meu prazer. Ninguém nunca me tinha dado tanto prazer assim. Ninguém.
Para completar a cena, colocava um vídeo pornô amador no notebook, daqueles mais naturais, e enfiava os fones de ouvido. O som dos gemidos, misturado com os meus próprios gemidos abafados no travesseiro, me levavam para outro planeta. Era só eu, meu corpo, e a fantasia. Eu me comia, me comia, e me comia de novo, até ficar sem ar, desmanchada na cama, sorrindo para o teto.
E sabe qual foi a conclusão? Descobri que sou minha melhor companhia nesses momentos. Aprendi a me conhecer de um jeito novo. Mas, claro, a mente já estava viajando. “Dá pra melhorar”. Hoje mesmo, fiz um pedido online: um vibradorzinho de clitóris, daqueles pequenos e potentes. Ele deve chegar ainda essa semana. A ideia é combinar as coisas: a penetração profunda e gostosa dos meus novos “amigos” de hortifruti com a estimulação exata no ponto certo. Acho que hoje à noite vou dar mais uma rodada de boas-vindas aos pepinos, para treinar. A experiência final, com o vibrador, promete ser eletrizante. Literalmente.


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