Janeiro 28, 2026

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Viciada em Me Tocar

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Desde os meus 13 anos eu sei que meu corpo tem um botão que me faz esquecer do mundo. Bastou encostar os dedos ali pela primeira vez, naquela tarde sozinha no quarto, pra entender que eu tinha descoberto algo perigoso e delicioso ao mesmo tempo.

No começo era só curiosidade. Eu me trancava no banheiro, deitava no chão mesmo e esfregava devagar, sentindo o calor subir, a respiração acelerar, até gozar baixinho, mordendo a toalha pra não fazer barulho. Aos 15 já era todo dia. Aos 17 virou várias vezes ao dia. Agora, aos 21, eu nem conto mais.

De manhã eu acordo já molhada. Viro de bruços, enfio a mão por baixo da calcinha, aperto o travesseiro entre as coxas e rebolo devagar até tremer inteira. Gozo antes mesmo de levantar da cama.
Na faculdade, no intervalo, corro pro banheiro do terceiro andar. Tranco a porta, levanto a saia, apoio uma perna no vaso e me toco olhando meu reflexo no espelho quebrado. Os dedos entram e saem molhados. Eu mordo o braço pra não gemer alto quando o orgasmo bate.

No ponto de ônibus eu cruzo as pernas e aperto a costura da calça jeans bem no lugar certo. Balanço o quadril no ritmo do semáforo, finjo que tô mexendo no celular, mas tô gozando escondida. Ninguém percebe. Ou pelo menos eu acho que não.

De noite é quando eu me solto de verdade. Apago a luz, abro as pernas em V na cama, uso os dois dedos médios em conchinha, a palma batendo ritmada, o clitóris inchado implorando mais. Às vezes pego o chuveirinho da ducha no modo pulsar e encosto direto. Outras vezes vibro a borda do celular desligado contra mim até sentir as pernas fraquejarem. Já cheguei a passar mais de uma hora sem parar. Gozo, paro dois minutos, recomeço. A buceta fica vermelha, sensível, latejando, mas eu não consigo parar. O lençol fica encharcado, o quarto cheira a mim.

Teve uma noite que eu tentei parar. Jurei pra mim mesma: “24 horas sem tocar”. Às três da manhã eu tava de quatro, empinando a bunda pro espelho do armário, enfiando três dedos enquanto esfregava o clitóris com a outra mão. Gozei tão forte que escorreu pelo pulso, pingou no colchão. Chorei de raiva e de alívio ao mesmo tempo. Meu corpo não aceita “não”.

Eu sei que não é normal. Já li sobre “masturbação compulsiva”, vi gente falando que é vício. Mas toda vez que tento reduzir, sinto dor de cabeça, irritação, insônia. Só passa quando eu cedo. E eu sempre cedo.

Porque quando tô gozando, pernas tremendo, barriga contraindo, boca aberta num grito que eu engulo por alguns segundos tudo fica perfeito. Silencioso. Completo.

Então eu limpo os dedos na coxa, viro de lado e penso:

“Amanhã eu paro.”

Mas amanhã nunca chega.

E, no fundo… eu nem quero que chegue.

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