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Chantagem contra o enteado da minha melhor amiga
Eu e minha melhor amiga, Sarah, estávamos planejando essa pegadinha há semanas. O enteado dela, Mark, era tão arrogante, sempre andando por aí como se fosse dono do lugar, fazendo comentários maldosos sobre nossas roupas e nossos interesses “femininos”. Hoje era a nossa chance de dar o troco.
Sarah estava no banho, e eu deveria ficar de olho enquanto ela colocava uma calcinha de renda dela na gaveta de cuecas do Mark. O plano era simples: mais tarde, a gente “acidentalmente” encontraria e iria provocá-lo implacavelmente sobre usar roupas íntimas femininas.
“Tudo limpo”, sussurrei enquanto Sarah saía na ponta dos pés do banheiro, com um sorriso maroto no rosto. Ela se esgueirou em direção ao quarto do Mark comigo seguindo bem perto.
O quarto do Mark era exatamente o que você esperaria de um atleta convencido — pôsteres de mulheres semi nuas nas paredes, roupas espalhadas por todo lado, e aquele cheiro característico de homem de suor misturado com perfume barato.
Sarah puxou a gaveta de cuecas com cuidado. “Ok, hora da fase um”, sussurrou, enfiando a mão com a calcinha.
Mas aí ela congelou. “Espera aí”, disse, com os olhos arregalados. “O que é isso?”
Eu me aproximei mais. Escondido no fundo da gaveta, parcialmente encoberto por uma pilha de boxers, estava algo que fez as duas suspirarem. Era um brinquedo de próstata preto e elegante, curvo naquela forma característica. E ao lado? Um dildo grande, de aparência realista, com pelo menos vinte centímetros de comprimento.
Nós nos olhamos em choque. Mark, o maior pegador que vivia se gabando das suas conquistas, tinha brinquedos sexuais escondidos na gaveta de cuecas.
“Meu Deus”, eu respirei, sentindo uma mistura estranha de choque e excitação. “Eu nunca imaginaria.”
Sarah alcançou a gaveta e pegou o dildo, examinando-o com olhos arregalados. “Isso explica tanta coisa”, disse ela. “Lembra como ele nunca traz garotas para casa, mesmo vivendo falando delas?”
“E como ele fica na defensiva quando alguém questiona a masculinidade dele?”, acrescentei.
Estávamos tão absortas na nossa descoberta que não ouvimos o chuveiro parar de funcionar. De repente, a porta do banheiro se abriu, e o enteado de Sarah, Mark, estava ali parado só de toalha, o cabelo pingando água nos ombros.
“Que porra vocês estão fazendo no meu quarto?”, exigiu saber, o rosto ficando pálido quando viu o que Sarah estava segurando.
Sarah largou o dildo como se tivesse queimado a mão. “Eu… a gente só estava…”, gaguejou.
A expressão de Mark mudou de raiva para puro pânico. Ele se aproximou correndo e fechou a gaveta com força. “Saiam!”, gritou, a voz falhando.
Mas, em vez de sair, me vi falando. “Não vamos contar a ninguém”, disse eu, baixinho. “Mas queremos algo em troca.”
Mark olhou para mim, depois para Sarah, os olhos cheios de medo e humilhação. “O que vocês querem?”, perguntou, cauteloso.
Sarah deu um passo à frente, um brilho maroto nos olhos. “Queremos usar isso em você”, disse ela, apontando para a gaveta. “Em troca do nosso silêncio.”
O queixo de Mark caiu. “Vocês não podem estar falando sério.”
“Ah, estamos muito sérias”, disse eu, me aproximando mais dele. “Ou a gente usa esses brinquedos em você, ou contamos para todo mundo na escola o que encontramos. Escolha.”
Ele ficou ali por um momento, a mente a mil. Finalmente, concordou devagar com a cabeça. “Certo”, sussurrou. “Mas vocês têm que prometer que não vão contar para ninguém.”
“Prometemos”, disse Sarah, já alcançando a gaveta novamente.
Mark se deitou na cama dele, a toalha ainda enrolada na cintura. Sarah e eu trocamos um olhar de excitação enquanto puxávamos o brinquedo de próstata e o dildo grande.
“Primeiro, tira a toalha”, ordenei.
Mark hesitou por um momento antes de desenrolar lentamente a toalha, revelando o pau semi-ereto dele. Sarah e eu ficamos olhando, surpresas com o tamanho.
“Nada mal”, comentou Sarah, fazendo Mark corar.
Peguei o brinquedo de próstata e passei lubrificante da mesa de cabeceira do Mark. “Vira de lado”, instruí.
Mark fez o que foi mandado, revelando o cu apertado dele. Eu inseri o brinquedo devagar, fazendo ele suspirar. Sarah assistia, a mão dela já se movendo entre as próprias pernas.
“Como é que está se sentindo?”, perguntei, movendo o brinquedo para dentro e para fora.
“Estranho… mas bom”, admitiu Mark, a voz tensa de prazer.
Sarah pegou o dildo grande e o posicionou na entrada do Mark. “Pronta para o segundo round?”, perguntou com um sorriso malicioso.
Mark concordou com a cabeça, se preparando. Sarah empurrou o dildo devagar para dentro dele, fazendo ele gemer alto. Eu observei fascinada enquanto o corpo dele respondia à estimulação, o pau ficando mais duro a cada empurrão.
“Se toca”, ordenei.
Mark alcançou para baixo e começou a masturbar o pau dele no ritmo dos movimentos de Sarah. O quarto se encheu com os sons dos gemidos dele e os barulhos molhados do dildo entrando e saindo do cu dele.
“Vou gozar”, ofegou depois de alguns minutos.
“Ainda não”, disse Sarah, puxando o dildo para fora. “Ainda não terminamos com você.”
Ela substituiu o dildo pelos dedos, encontrando a próstata dele e massageando com perícia. Mark se contorceu na cama, completamente à nossa mercê.
“Por favor”, implorou ele, “deixa eu gozar.”
Eu me inclinei e sussurrei no ouvido dele: “Implora direito.”
“Por favor, pelo amor de Deus, deixa eu gozar”, suplicou ele, o corpo tremendo de necessidade.
Sarah e eu trocamos um olhar e então assentimos simultaneamente. “Goza pra gente”, disse eu.
Com um grito alto, Mark explodiu, cobrindo a barriga e o peito com jatos de porra. Sarah e eu assistimos com satisfação enquanto ele voltava do êxtase, o corpo ainda tremendo.
Mas ainda não tínhamos terminado. Enquanto Mark ficava ali ofegante, Sarah molhou os dedos na porra quente acumulada no peito dele. “Só mais uma coisa”, disse ela com um sorriso perverso.
Antes que Mark pudesse reagir, Sarah espalhou a porra pelo rosto dele, marcando-o com a própria liberação dele. Eu me juntei, usando meus dedos para espalhar o fluido pegajoso pelas bochechas e testa dele. Mark se encolheu, mas não resistiu, os olhos arregalados com uma mistura de choque e submissão.
“Agora você está devidamente marcado”, disse eu, admirando o nosso trabalho.
Enquanto nos limpávamos, Mark olhou para nós com uma mistura de vergonha e gratidão. “Obrigado”, sussurrou ele, o rosto ainda brilhando com a própria porra.
“Imagine”, disse eu com uma piscadela. “Mas lembra: esse é o nosso segredinho. As coisas vão ser diferentes se você quiser que a gente continue guardando.”
Mark concordou com a cabeça, já ansioso pelo nosso próximo “encontro”. E enquanto Sarah e eu saíamos do quarto dele, eu sabia que a nossa relação com Mark tinha mudado para sempre.


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